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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
As habilidades profissionais que faltam à geração Z
Os profissionais da geração Z, nascidos entre 1995 e 2010, progridem no novo mundo do trabalho. Eles entraram no mercado em uma época em que a flexibilidade é algo rotineiro e a comunicação digital é onipresente.
Mas, ao mesmo tempo, alguns especialistas se preocupam com o fato de que as disposições de trabalho remoto e híbrido já deixam alguns profissionais em início de carreira para trás. Muitas dessas preocupações devem-se à ausência das coisas típicas de um escritório - a falta das conversas casuais e observações informais que, tradicionalmente, ensinam a jovens profissionais como devem agir Com os ambientes virtuais, especialistas afirmam que os profissionais iniciantes deixam de obter indicações vitais que orientam seu comportamento, colaboração e a formação de redes de contatos.
"É principalmente a questão de comunicação", diz a professora Helen Hughes, da Escola de Negócios da Universidade de Leeds, no Reino Unido. "São coisas como a compreensão de normas, valores e etiqueta: para quem você deve ligar? Como deve ser feito o contato? Algumas pessoas são inalcançáveis?", explica ela. Esse tipo de questionamento, antes, era respondido rapidamente em ambientes presenciais - uma parada na mesa ou um lembrete rápido na cozinha do escritório.
Praticar as políticas do escritório também era algo intuitivo, baseado em indicações sutis, mas tangíveis: disposições de assento fixas costumam | indicar hierarquia, enquanto a linguagem corporal indica quando os colegas são mais receptivos. "A comparação social é mais difícil em ambientes remotos ou híbridos”, destaca Hughes. "Você não consegue ver todas as pessoas à sua volta e perceber como está se saindo."
Mas, com tantos funcionários jovens agora em trabalho de forma remota ou híbrida, o encontro que antes era natural foi substituído por mais uma camada de distanciamento, o que é inerentemente mais complicado. E, para Hughes, isso dificulta a realização até das tarefas profissionais mais comuns.
"Falhas de comunicação são comuns no ambiente virtual - interpretar incorretamente o tom de um e-mail, por exemplo", explica ela. Sem observar as indicações de comportamento dos colegas no escritório, Hughes ressalta que os jovens profissionais têm dificuldade para atingir o equilíbrio ideal entre a avidez excessiva e a ociosidade.
O resultado, segundo Hughes, é que muitos profissionais em início de carreira priorizam a impressão de que querem passar em vez do seu desempenho real na função. E isso leva a comportamentos como o presenteísmo - quando o trabalhador está sempre presente, mas não consegue ser produtivo - e a procrastinação.
Em última análise, os encontros casuais com os colegas ajudam a estabelecer a confiança, incentivando um ambiente de tomada de riscos e inovação, segundo James Bailey, professor de desenvolvimento de lideranças da Escola de Negócios da Universidade George Washington, nos Estados Unidos.
https:/Avww.bbc.com/portuguese/articles/c4nzygj45exo. Adaptado.
Você não consegue ver todas as pessoas à sua volta e perceber como está se saindo.
Quanto ao sinal indicativo de crase, é CORRETO afirmar que, na expressão:
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- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicativo
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoSujeito
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplemento Nominal
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
As habilidades profissionais que faltam à geração Z
Os profissionais da geração Z, nascidos entre 1995 e 2010, progridem no novo mundo do trabalho. Eles entraram no mercado em uma época em que a flexibilidade é algo rotineiro e a comunicação digital é onipresente.
Mas, ao mesmo tempo, alguns especialistas se preocupam com o fato de que as disposições de trabalho remoto e híbrido já deixam alguns profissionais em início de carreira para trás. Muitas dessas preocupações devem-se à ausência das coisas típicas de um escritório - a falta das conversas casuais e observações informais que, tradicionalmente, ensinam a jovens profissionais como devem agir Com os ambientes virtuais, especialistas afirmam que os profissionais iniciantes deixam de obter indicações vitais que orientam seu comportamento, colaboração e a formação de redes de contatos.
"É principalmente a questão de comunicação", diz a professora Helen Hughes, da Escola de Negócios da Universidade de Leeds, no Reino Unido. "São coisas como a compreensão de normas, valores e etiqueta: para quem você deve ligar? Como deve ser feito o contato? Algumas pessoas são inalcançáveis?", explica ela. Esse tipo de questionamento, antes, era respondido rapidamente em ambientes presenciais - uma parada na mesa ou um lembrete rápido na cozinha do escritório.
Praticar as políticas do escritório também era algo intuitivo, baseado em indicações sutis, mas tangíveis: disposições de assento fixas costumam | indicar hierarquia, enquanto a linguagem corporal indica quando os colegas são mais receptivos. "A comparação social é mais difícil em ambientes remotos ou híbridos”, destaca Hughes. "Você não consegue ver todas as pessoas à sua volta e perceber como está se saindo."
Mas, com tantos funcionários jovens agora em trabalho de forma remota ou híbrida, o encontro que antes era natural foi substituído por mais uma camada de distanciamento, o que é inerentemente mais complicado. E, para Hughes, isso dificulta a realização até das tarefas profissionais mais comuns.
"Falhas de comunicação são comuns no ambiente virtual - interpretar incorretamente o tom de um e-mail, por exemplo", explica ela. Sem observar as indicações de comportamento dos colegas no escritório, Hughes ressalta que os jovens profissionais têm dificuldade para atingir o equilíbrio ideal entre a avidez excessiva e a ociosidade.
O resultado, segundo Hughes, é que muitos profissionais em início de carreira priorizam a impressão de que querem passar em vez do seu desempenho real na função. E isso leva a comportamentos como o presenteísmo - quando o trabalhador está sempre presente, mas não consegue ser produtivo - e a procrastinação.
Em última análise, os encontros casuais com os colegas ajudam a estabelecer a confiança, incentivando um ambiente de tomada de riscos e inovação, segundo James Bailey, professor de desenvolvimento de lideranças da Escola de Negócios da Universidade George Washington, nos Estados Unidos.
https:/Avww.bbc.com/portuguese/articles/c4nzygj45exo. Adaptado.
Esse tipo de questionamento, antes, era respondido rapidamente em ambientes presenciais.
Sintaticamente, é CORRETO afirmar que:
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As habilidades profissionais que faltam à geração Z
Os profissionais da geração Z, nascidos entre 1995 e 2010, progridem no novo mundo do trabalho. Eles entraram no mercado em uma época em que a flexibilidade é algo rotineiro e a comunicação digital é onipresente.
Mas, ao mesmo tempo, alguns especialistas se preocupam com o fato de que as disposições de trabalho remoto e híbrido já deixam alguns profissionais em início de carreira para trás. Muitas dessas preocupações devem-se à ausência das coisas típicas de um escritório - a falta das conversas casuais e observações informais que, tradicionalmente, ensinam a jovens profissionais como devem agir Com os ambientes virtuais, especialistas afirmam que os profissionais iniciantes deixam de obter indicações vitais que orientam seu comportamento, colaboração e a formação de redes de contatos.
"É principalmente a questão de comunicação", diz a professora Helen Hughes, da Escola de Negócios da Universidade de Leeds, no Reino Unido. "São coisas como a compreensão de normas, valores e etiqueta: para quem você deve ligar? Como deve ser feito o contato? Algumas pessoas são inalcançáveis?", explica ela. Esse tipo de questionamento, antes, era respondido rapidamente em ambientes presenciais - uma parada na mesa ou um lembrete rápido na cozinha do escritório.
Praticar as políticas do escritório também era algo intuitivo, baseado em indicações sutis, mas tangíveis: disposições de assento fixas costumam | indicar hierarquia, enquanto a linguagem corporal indica quando os colegas são mais receptivos. "A comparação social é mais difícil em ambientes remotos ou híbridos”, destaca Hughes. "Você não consegue ver todas as pessoas à sua volta e perceber como está se saindo."
Mas, com tantos funcionários jovens agora em trabalho de forma remota ou híbrida, o encontro que antes era natural foi substituído por mais uma camada de distanciamento, o que é inerentemente mais complicado. E, para Hughes, isso dificulta a realização até das tarefas profissionais mais comuns.
"Falhas de comunicação são comuns no ambiente virtual - interpretar incorretamente o tom de um e-mail, por exemplo", explica ela. Sem observar as indicações de comportamento dos colegas no escritório, Hughes ressalta que os jovens profissionais têm dificuldade para atingir o equilíbrio ideal entre a avidez excessiva e a ociosidade.
O resultado, segundo Hughes, é que muitos profissionais em início de carreira priorizam a impressão de que querem passar em vez do seu desempenho real na função. E isso leva a comportamentos como o presenteísmo - quando o trabalhador está sempre presente, mas não consegue ser produtivo - e a procrastinação.
Em última análise, os encontros casuais com os colegas ajudam a estabelecer a confiança, incentivando um ambiente de tomada de riscos e inovação, segundo James Bailey, professor de desenvolvimento de lideranças da Escola de Negócios da Universidade George Washington, nos Estados Unidos.
https:/Avww.bbc.com/portuguese/articles/c4nzygj45exo. Adaptado.
Mas, ao mesmo tempo, alguns especialistas se preocupam com o fato de que as disposições de trabalho remoto e híbrido já deixam alguns profissionais em início de carreira para trás.
Em relação à acentuação gráfica, é CORRETO afirmar que:
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- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoClassificação do Predicado
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoTransitividadeVerbos Intransitivos
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As habilidades profissionais que faltam à geração Z
Os profissionais da geração Z, nascidos entre 1995 e 2010, progridem no novo mundo do trabalho. Eles entraram no mercado em uma época em que a flexibilidade é algo rotineiro e a comunicação digital é onipresente.
Mas, ao mesmo tempo, alguns especialistas se preocupam com o fato de que as disposições de trabalho remoto e híbrido já deixam alguns profissionais em início de carreira para trás. Muitas dessas preocupações devem-se à ausência das coisas típicas de um escritório - a falta das conversas casuais e observações informais que, tradicionalmente, ensinam a jovens profissionais como devem agir Com os ambientes virtuais, especialistas afirmam que os profissionais iniciantes deixam de obter indicações vitais que orientam seu comportamento, colaboração e a formação de redes de contatos.
"É principalmente a questão de comunicação", diz a professora Helen Hughes, da Escola de Negócios da Universidade de Leeds, no Reino Unido. "São coisas como a compreensão de normas, valores e etiqueta: para quem você deve ligar? Como deve ser feito o contato? Algumas pessoas são inalcançáveis?", explica ela. Esse tipo de questionamento, antes, era respondido rapidamente em ambientes presenciais - uma parada na mesa ou um lembrete rápido na cozinha do escritório.
Praticar as políticas do escritório também era algo intuitivo, baseado em indicações sutis, mas tangíveis: disposições de assento fixas costumam | indicar hierarquia, enquanto a linguagem corporal indica quando os colegas são mais receptivos. "A comparação social é mais difícil em ambientes remotos ou híbridos”, destaca Hughes. "Você não consegue ver todas as pessoas à sua volta e perceber como está se saindo."
Mas, com tantos funcionários jovens agora em trabalho de forma remota ou híbrida, o encontro que antes era natural foi substituído por mais uma camada de distanciamento, o que é inerentemente mais complicado. E, para Hughes, isso dificulta a realização até das tarefas profissionais mais comuns.
"Falhas de comunicação são comuns no ambiente virtual - interpretar incorretamente o tom de um e-mail, por exemplo", explica ela. Sem observar as indicações de comportamento dos colegas no escritório, Hughes ressalta que os jovens profissionais têm dificuldade para atingir o equilíbrio ideal entre a avidez excessiva e a ociosidade.
O resultado, segundo Hughes, é que muitos profissionais em início de carreira priorizam a impressão de que querem passar em vez do seu desempenho real na função. E isso leva a comportamentos como o presenteísmo - quando o trabalhador está sempre presente, mas não consegue ser produtivo - e a procrastinação.
Em última análise, os encontros casuais com os colegas ajudam a estabelecer a confiança, incentivando um ambiente de tomada de riscos e inovação, segundo James Bailey, professor de desenvolvimento de lideranças da Escola de Negócios da Universidade George Washington, nos Estados Unidos.
https:/Avww.bbc.com/portuguese/articles/c4nzygj45exo. Adaptado.
Especialistas afirmam que 'os profissionais iniciantes não obtêm indicações' que orientam seu comportamento.
Em relação à frase destacada, é CORRETO afirmar, sintaticamente, que o:
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoIndicativo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de TempoEmprego dos Tempos Verbais
- MorfologiaVerbosFormas NominaisGerúndio
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As habilidades profissionais que faltam à geração Z
Os profissionais da geração Z, nascidos entre 1995 e 2010, progridem no novo mundo do trabalho. Eles entraram no mercado em uma época em que a flexibilidade é algo rotineiro e a comunicação digital é onipresente.
Mas, ao mesmo tempo, alguns especialistas se preocupam com o fato de que as disposições de trabalho remoto e híbrido já deixam alguns profissionais em início de carreira para trás. Muitas dessas preocupações devem-se à ausência das coisas típicas de um escritório - a falta das conversas casuais e observações informais que, tradicionalmente, ensinam a jovens profissionais como devem agir Com os ambientes virtuais, especialistas afirmam que os profissionais iniciantes deixam de obter indicações vitais que orientam seu comportamento, colaboração e a formação de redes de contatos.
"É principalmente a questão de comunicação", diz a professora Helen Hughes, da Escola de Negócios da Universidade de Leeds, no Reino Unido. "São coisas como a compreensão de normas, valores e etiqueta: para quem você deve ligar? Como deve ser feito o contato? Algumas pessoas são inalcançáveis?", explica ela. Esse tipo de questionamento, antes, era respondido rapidamente em ambientes presenciais - uma parada na mesa ou um lembrete rápido na cozinha do escritório.
Praticar as políticas do escritório também era algo intuitivo, baseado em indicações sutis, mas tangíveis: disposições de assento fixas costumam | indicar hierarquia, enquanto a linguagem corporal indica quando os colegas são mais receptivos. "A comparação social é mais difícil em ambientes remotos ou híbridos”, destaca Hughes. "Você não consegue ver todas as pessoas à sua volta e perceber como está se saindo."
Mas, com tantos funcionários jovens agora em trabalho de forma remota ou híbrida, o encontro que antes era natural foi substituído por mais uma camada de distanciamento, o que é inerentemente mais complicado. E, para Hughes, isso dificulta a realização até das tarefas profissionais mais comuns.
"Falhas de comunicação são comuns no ambiente virtual - interpretar incorretamente o tom de um e-mail, por exemplo", explica ela. Sem observar as indicações de comportamento dos colegas no escritório, Hughes ressalta que os jovens profissionais têm dificuldade para atingir o equilíbrio ideal entre a avidez excessiva e a ociosidade.
O resultado, segundo Hughes, é que muitos profissionais em início de carreira priorizam a impressão de que querem passar em vez do seu desempenho real na função. E isso leva a comportamentos como o presenteísmo - quando o trabalhador está sempre presente, mas não consegue ser produtivo - e a procrastinação.
Em última análise, os encontros casuais com os colegas ajudam a estabelecer a confiança, incentivando um ambiente de tomada de riscos e inovação, segundo James Bailey, professor de desenvolvimento de lideranças da Escola de Negócios da Universidade George Washington, nos Estados Unidos.
https:/Avww.bbc.com/portuguese/articles/c4nzygj45exo. Adaptado.
Falhas de comunicação 'são' comuns no ambiente virtual, 'interpretar' incorretamente o tom de um e-mail, por exemplo, 'explica' ela.
Conjugando os verbos destacados, respectivamente, no futuro do pretérito do indicativo, gerúndio e pretérito imperfeito do indicativo, tem-se:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
As habilidades profissionais que faltam à geração Z
Os profissionais da geração Z, nascidos entre 1995 e 2010, progridem no novo mundo do trabalho. Eles entraram no mercado em uma época em que a flexibilidade é algo rotineiro e a comunicação digital é onipresente.
Mas, ao mesmo tempo, alguns especialistas se preocupam com o fato de que as disposições de trabalho remoto e híbrido já deixam alguns profissionais em início de carreira para trás. Muitas dessas preocupações devem-se à ausência das coisas típicas de um escritório - a falta das conversas casuais e observações informais que, tradicionalmente, ensinam a jovens profissionais como devem agir Com os ambientes virtuais, especialistas afirmam que os profissionais iniciantes deixam de obter indicações vitais que orientam seu comportamento, colaboração e a formação de redes de contatos.
"É principalmente a questão de comunicação", diz a professora Helen Hughes, da Escola de Negócios da Universidade de Leeds, no Reino Unido. "São coisas como a compreensão de normas, valores e etiqueta: para quem você deve ligar? Como deve ser feito o contato? Algumas pessoas são inalcançáveis?", explica ela. Esse tipo de questionamento, antes, era respondido rapidamente em ambientes presenciais - uma parada na mesa ou um lembrete rápido na cozinha do escritório.
Praticar as políticas do escritório também era algo intuitivo, baseado em indicações sutis, mas tangíveis: disposições de assento fixas costumam | indicar hierarquia, enquanto a linguagem corporal indica quando os colegas são mais receptivos. "A comparação social é mais difícil em ambientes remotos ou híbridos”, destaca Hughes. "Você não consegue ver todas as pessoas à sua volta e perceber como está se saindo."
Mas, com tantos funcionários jovens agora em trabalho de forma remota ou híbrida, o encontro que antes era natural foi substituído por mais uma camada de distanciamento, o que é inerentemente mais complicado. E, para Hughes, isso dificulta a realização até das tarefas profissionais mais comuns.
"Falhas de comunicação são comuns no ambiente virtual - interpretar incorretamente o tom de um e-mail, por exemplo", explica ela. Sem observar as indicações de comportamento dos colegas no escritório, Hughes ressalta que os jovens profissionais têm dificuldade para atingir o equilíbrio ideal entre a avidez excessiva e a ociosidade.
O resultado, segundo Hughes, é que muitos profissionais em início de carreira priorizam a impressão de que querem passar em vez do seu desempenho real na função. E isso leva a comportamentos como o presenteísmo - quando o trabalhador está sempre presente, mas não consegue ser produtivo - e a procrastinação.
Em última análise, os encontros casuais com os colegas ajudam a estabelecer a confiança, incentivando um ambiente de tomada de riscos e inovação, segundo James Bailey, professor de desenvolvimento de lideranças da Escola de Negócios da Universidade George Washington, nos Estados Unidos.
https:/Avww.bbc.com/portuguese/articles/c4nzygj45exo. Adaptado.
Com os ambientes virtuais, especialistas afirmam que os profissionais iniciantes deixam de obter indicações vitais.
Assinale a opção CORRETA quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
As habilidades profissionais que faltam à geração Z
Os profissionais da geração Z, nascidos entre 1995 e 2010, progridem no novo mundo do trabalho. Eles entraram no mercado em uma época em que a flexibilidade é algo rotineiro e a comunicação digital é onipresente.
Mas, ao mesmo tempo, alguns especialistas se preocupam com o fato de que as disposições de trabalho remoto e híbrido já deixam alguns profissionais em início de carreira para trás. Muitas dessas preocupações devem-se à ausência das coisas típicas de um escritório - a falta das conversas casuais e observações informais que, tradicionalmente, ensinam a jovens profissionais como devem agir Com os ambientes virtuais, especialistas afirmam que os profissionais iniciantes deixam de obter indicações vitais que orientam seu comportamento, colaboração e a formação de redes de contatos.
"É principalmente a questão de comunicação", diz a professora Helen Hughes, da Escola de Negócios da Universidade de Leeds, no Reino Unido. "São coisas como a compreensão de normas, valores e etiqueta: para quem você deve ligar? Como deve ser feito o contato? Algumas pessoas são inalcançáveis?", explica ela. Esse tipo de questionamento, antes, era respondido rapidamente em ambientes presenciais - uma parada na mesa ou um lembrete rápido na cozinha do escritório.
Praticar as políticas do escritório também era algo intuitivo, baseado em indicações sutis, mas tangíveis: disposições de assento fixas costumam | indicar hierarquia, enquanto a linguagem corporal indica quando os colegas são mais receptivos. "A comparação social é mais difícil em ambientes remotos ou híbridos”, destaca Hughes. "Você não consegue ver todas as pessoas à sua volta e perceber como está se saindo."
Mas, com tantos funcionários jovens agora em trabalho de forma remota ou híbrida, o encontro que antes era natural foi substituído por mais uma camada de distanciamento, o que é inerentemente mais complicado. E, para Hughes, isso dificulta a realização até das tarefas profissionais mais comuns.
"Falhas de comunicação são comuns no ambiente virtual - interpretar incorretamente o tom de um e-mail, por exemplo", explica ela. Sem observar as indicações de comportamento dos colegas no escritório, Hughes ressalta que os jovens profissionais têm dificuldade para atingir o equilíbrio ideal entre a avidez excessiva e a ociosidade.
O resultado, segundo Hughes, é que muitos profissionais em início de carreira priorizam a impressão de que querem passar em vez do seu desempenho real na função. E isso leva a comportamentos como o presenteísmo - quando o trabalhador está sempre presente, mas não consegue ser produtivo - e a procrastinação.
Em última análise, os encontros casuais com os colegas ajudam a estabelecer a confiança, incentivando um ambiente de tomada de riscos e inovação, segundo James Bailey, professor de desenvolvimento de lideranças da Escola de Negócios da Universidade George Washington, nos Estados Unidos.
https:/Avww.bbc.com/portuguese/articles/c4nzygj45exo. Adaptado.
A tecnologia e o mundo digital são uma realidade constante em nossas vidas, seja no mundo corporativo, no lazer ou no acúmulo de informações. Mas, como a geração Z tem enfrentado questões profissionais do cotidiano?
Assinale a opção CORRETA de acordo com o texto base.
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- MorfologiaAdjetivos
- MorfologiaAdvérbios
- MorfologiaPreposições
- MorfologiaPronomesPronomes Demonstrativos
- MorfologiaPronomesPronomes Indefinidos
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
As habilidades profissionais que faltam à geração Z
Os profissionais da geração Z, nascidos entre 1995 e 2010, progridem no novo mundo do trabalho. Eles entraram no mercado em uma época em que a flexibilidade é algo rotineiro e a comunicação digital é onipresente.
Mas, ao mesmo tempo, alguns especialistas se preocupam com o fato de que as disposições de trabalho remoto e híbrido já deixam alguns profissionais em início de carreira para trás. Muitas dessas preocupações devem-se à ausência das coisas típicas de um escritório - a falta das conversas casuais e observações informais que, tradicionalmente, ensinam a jovens profissionais como devem agir Com os ambientes virtuais, especialistas afirmam que os profissionais iniciantes deixam de obter indicações vitais que orientam seu comportamento, colaboração e a formação de redes de contatos.
"É principalmente a questão de comunicação", diz a professora Helen Hughes, da Escola de Negócios da Universidade de Leeds, no Reino Unido. "São coisas como a compreensão de normas, valores e etiqueta: para quem você deve ligar? Como deve ser feito o contato? Algumas pessoas são inalcançáveis?", explica ela. Esse tipo de questionamento, antes, era respondido rapidamente em ambientes presenciais - uma parada na mesa ou um lembrete rápido na cozinha do escritório.
Praticar as políticas do escritório também era algo intuitivo, baseado em indicações sutis, mas tangíveis: disposições de assento fixas costumam | indicar hierarquia, enquanto a linguagem corporal indica quando os colegas são mais receptivos. "A comparação social é mais difícil em ambientes remotos ou híbridos”, destaca Hughes. "Você não consegue ver todas as pessoas à sua volta e perceber como está se saindo."
Mas, com tantos funcionários jovens agora em trabalho de forma remota ou híbrida, o encontro que antes era natural foi substituído por mais uma camada de distanciamento, o que é inerentemente mais complicado. E, para Hughes, isso dificulta a realização até das tarefas profissionais mais comuns.
"Falhas de comunicação são comuns no ambiente virtual - interpretar incorretamente o tom de um e-mail, por exemplo", explica ela. Sem observar as indicações de comportamento dos colegas no escritório, Hughes ressalta que os jovens profissionais têm dificuldade para atingir o equilíbrio ideal entre a avidez excessiva e a ociosidade.
O resultado, segundo Hughes, é que muitos profissionais em início de carreira priorizam a impressão de que querem passar em vez do seu desempenho real na função. E isso leva a comportamentos como o presenteísmo - quando o trabalhador está sempre presente, mas não consegue ser produtivo - e a procrastinação.
Em última análise, os encontros casuais com os colegas ajudam a estabelecer a confiança, incentivando um ambiente de tomada de riscos e inovação, segundo James Bailey, professor de desenvolvimento de lideranças da Escola de Negócios da Universidade George Washington, nos Estados Unidos.
https:/Avww.bbc.com/portuguese/articles/c4nzygj45exo. Adaptado.
'Muitas' 'dessas' preocupações devem-'se' à ausência das coisas típicas de um escritório.
Os termos destacados são, respectivamente:
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No que se refere ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), analise as assertivas abaixo e identifique as corretas. São atribuições do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS):
I.Gestão territorial da rede socioassistencial da Proteção Social Básica - PSB.
II. Oferta do Proteção e Atendimento Integral à Família - PAIF e outros serviços socioassistenciais da Proteção Social Básica.
Ill. Fornecimento de informações e dados para o Órgão Gestor Municipal ou do Distrito Federal sobre o território para subsidiar a elaboração Plano Municipal de Assistência Social.
É CORRETO o que se afirma em:
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Em relação a busca e pesquisa na Internet, qual é a diferença entre uma pesquisa na Internet usando palavras-chave e uma pesquisa usando operadores de busca avançada:
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