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Foram encontradas 43 questões.

1483563 Ano: 2011
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Ortigueira-PR
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Lei de zoneamento é lei urbana específica do Plano Diretor que objetiva

 

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1483562 Ano: 2011
Disciplina: Arquitetura
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Ortigueira-PR
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Sobre ZEIS - zona especial de interesse social, é correto afirmar que

 

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1483561 Ano: 2011
Disciplina: Arquitetura
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Ortigueira-PR
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Sobre Paisagismo é correto afirmar que

 

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1483560 Ano: 2011
Disciplina: Arquitetura
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Ortigueira-PR
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Kevin Lynch em sua obra A Imagem da Cidade destaca dois componentes essenciais de percepção urbana: um trata da facilidade com a qual as partes podem ser reconhecidas e organizadas numa estrutura coerente e o outro trata da qualidade de um objeto físico que lhe dá uma grande probabilidade de evocar uma imagem forte num dado observador. Estes componentes são respectivamente:

 

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1483559 Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Ortigueira-PR
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Qual o objetivo do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Habitação?

 

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1483558 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Ortigueira-PR
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A Intranet é uma rede de computadores semelhante à Internet, porém é de uso exclusivo de uma determinada organização, ou seja, somente os computadores da empresa podem acessá-la. Com relação ao conceito Intranet assinale a alternativa INCORRETA.

 

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1483557 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Ortigueira-PR
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No que diz respeito a Mapa de Imagem no programa BrOffice.org Impress 3.2, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).

I. Um Mapa de Imagem é uma tabela com a figura vinculada a uma referência de colunas e linhas que consiste em um registro de transmissão de documentos www entre servidores www (hosts) e navegadores (clientes).

II. Os Mapas de Imagem se dividem basicamente entre aqueles analisados no servidor (ou seja, seu provedor de Internet) e aqueles analisados no navegador da Web do computador do leitor.

III. Para usar o Mapa de Imagem somente na figura ou quadro de texto atual, é preciso salvá-lo em formato especial.

IV. Um Mapa de Imagem permite que você anexe URLs a áreas específicas, chamadas pontos de acesso, em uma figura do documento.

 

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1483556 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Ortigueira-PR
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Baseado na figura a seguir que ilustra parte de uma planilha eletrônica. Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).

Obs.: Considere as planilhas eletrônicas Microsoft Excel 2007 e BrOffoce.org 3.2 Calc (instalação padrão português – Brasil).

A

B

C

D

1

2

1

1

3

5

2

4

6

3

5

2

4

6

7

8

I. Ao clicar na célula B7 e digitar a fórmula =FATORIAL(MÁXIMO(A2:B5)) e pressionar a tecla ENTER retornará como resultado o valor 720.

II. Ao clicar na célula C7 e digitar a fórmula =MÉDIA(A2:B5;3) e pressionar a tecla ENTER retornará como resultado o valor 3.

III. Ao clicar na célula B8 e digitar a fórmula =SE(A3>=6;B4*0,5;B3*0,5) e pressionar a tecla ENTER retornará como resultado o valor 1.

IV. Ao clicar na célula C2 e digitar a fórmula =SOMA(A2:B5;11) e pressionar a tecla ENTER retornará o valor 35.

 

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1483555 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Ortigueira-PR
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As questões 04 e 05 referem-se ao texto 2.


TEXTO 2


Homem primata


Biologicamente falando, nós, os seres humanos, não somos nada além de grandes primatas. Guardamos com as outras quatro espécies desse grupo inúmeras semelhanças, inclusive genéticas e comportamentais. Mas não há dúvida de que em termos racionais somos mais desenvolvidos. Agora, em pleno século 21, temos que começar a arcar com as responsabilidades que toda essa racionalidade nos traz. E apoiar a Declaração Mundial dos Direitos dos Grandes Primatas é justamente entender essa posição especial que o ser humano ocupa no meio natural, ao lado de outros seres vivos.

Direito à vida, à liberdade e à não-tortura. Entendemos que chimpanzés, bonobos, gorilas e orangotangos são tão merecedores da concessão desses direitos quanto os seres humanos. Não que os outros animais não mereçam respeito e que todos os abusos praticados contra eles não devam ser condenados. Mas, no caso dos grandes primatas, isso fica mais evidente devido à sua proximidade conosco. Não podemos abrir mão de cuidar dos nossos primos evolutivos e ter isso como uma bandeira de uma grande causa.

A declaração é bem clara em seus princípios. Defendemos que a vida de todos os grandes primatas deve ser protegida e que seus membros não podem ser mortos, exceto em circunstâncias estritamente definidas, como, por exemplo, legítima defesa. Que os grandes primatas não podem ser privados arbitrariamente da sua liberdade, tendo o direito de viver livres em seu hábitat e que, em cativeiro, têm o direito de viver com dignidade e serem protegidos da exploração comercial. E que a imposição deliberada de dor intensa, física ou psíquica, sem motivo ou por um suposto benefício de outros, é considerada uma tortura e é uma ofensa da qual devem ser protegidos da exploração comercial.

Aqui no Projeto GAP (Great Ape Project) defendemos essa proposta desde seu surgimento na década de 90. Os quatro santuários afiliados ao projeto no Brasil abrigam mais de 70 chimpanzés, em sua maioria resgatados de situações de maus-tratos e condições inadequadas de vida em circos, espetáculos e zoológicos. O dia a dia nos santuários reforça a percepção que temos do grau de humanidade dos chimpanzés e demonstra o quanto a privação dos direitos propostos na declaração pode gerar sofrimento e sequelas, às vezes irreversíveis, em nossos parentes mais próximos no mundo animal. E, se isso pode ser evitado, por que não fazê-lo? Afinal de contas, como os parentes mais "espertos" deles, isso é o mínimo que devemos fazer.

Revista Galileu, n.221, dezembro de 2009. p. 96-97.

Assinale a alternativa que apresenta erro de concordância.

 

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1483554 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Ortigueira-PR
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As questões 04 e 05 referem-se ao texto 2.


TEXTO 2


Homem primata


Biologicamente falando, nós, os seres humanos, não somos nada além de grandes primatas. Guardamos com as outras quatro espécies desse grupo inúmeras semelhanças, inclusive genéticas e comportamentais. Mas não há dúvida de que em termos racionais somos mais desenvolvidos. Agora, em pleno século 21, temos que começar a arcar com as responsabilidades que toda essa racionalidade nos traz. E apoiar a Declaração Mundial dos Direitos dos Grandes Primatas é justamente entender essa posição especial que o ser humano ocupa no meio natural, ao lado de outros seres vivos.

Direito à vida, à liberdade e à não-tortura. Entendemos que chimpanzés, bonobos, gorilas e orangotangos são tão merecedores da concessão desses direitos quanto os seres humanos. Não que os outros animais não mereçam respeito e que todos os abusos praticados contra eles não devam ser condenados. Mas, no caso dos grandes primatas, isso fica mais evidente devido à sua proximidade conosco. Não podemos abrir mão de cuidar dos nossos primos evolutivos e ter isso como uma bandeira de uma grande causa.

A declaração é bem clara em seus princípios. Defendemos que a vida de todos os grandes primatas deve ser protegida e que seus membros não podem ser mortos, exceto em circunstâncias estritamente definidas, como, por exemplo, legítima defesa. Que os grandes primatas não podem ser privados arbitrariamente da sua liberdade, tendo o direito de viver livres em seu hábitat e que, em cativeiro, têm o direito de viver com dignidade e serem protegidos da exploração comercial. E que a imposição deliberada de dor intensa, física ou psíquica, sem motivo ou por um suposto benefício de outros, é considerada uma tortura e é uma ofensa da qual devem ser protegidos da exploração comercial.

Aqui no Projeto GAP (Great Ape Project) defendemos essa proposta desde seu surgimento na década de 90. Os quatro santuários afiliados ao projeto no Brasil abrigam mais de 70 chimpanzés, em sua maioria resgatados de situações de maus-tratos e condições inadequadas de vida em circos, espetáculos e zoológicos. O dia a dia nos santuários reforça a percepção que temos do grau de humanidade dos chimpanzés e demonstra o quanto a privação dos direitos propostos na declaração pode gerar sofrimento e sequelas, às vezes irreversíveis, em nossos parentes mais próximos no mundo animal. E, se isso pode ser evitado, por que não fazê-lo? Afinal de contas, como os parentes mais "espertos" deles, isso é o mínimo que devemos fazer.

Revista Galileu, n.221, dezembro de 2009. p. 96-97.

Assinale a alternativa INCORRETA quanto à classificação da oração destacada.

 

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