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Dois velhinhos
Dois pobres inválidos, bem velhinhos, esquecidos numa cela de asilo.
Ao lado da janela, retorcendo os aleijões e esticando a cabeça, apenas um consegue espiar lá fora.
Junto à porta, no fundo da cama, para o outro é a parede úmida, o crucifixo negro, as moscas no fio de luz. Com inveja, pergunta o que acontece. Deslumbrado, anuncia o primeiro:
– Um cachorro ergue a perninha no poste. Mais tarde:
– Uma menina de vestido branco pulando corda.
Ou ainda:
– Agora é um enterro de luxo.
Sem nada ver, o amigo remorde-se no seu canto. O mais velho acaba morrendo, para alegria do segundo, instalado afinal debaixo da janela.
Não dorme, antegozando a manhã. O outro, maldito, lhe roubara todo esse tempo o circo mágico do cachorro, da menina, do enterro de rico.
Cochila um instante – é dia. Senta-se na cama, com dores espicha o pescoço: no beco, muros em ruína, um monte de lixo.
(Dalton Trevisan. Quem tem medo de vampiro? São Paulo, Ática, 1998)
Quanto à concordância, a frase escrita em conformidade com a norma-padrão da língua é:
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Dois velhinhos
Dois pobres inválidos, bem velhinhos, esquecidos numa cela de asilo.
Ao lado da janela, retorcendo os aleijões e esticando a cabeça, apenas um consegue espiar lá fora.
Junto à porta, no fundo da cama, para o outro é a parede úmida, o crucifixo negro, as moscas no fio de luz. Com inveja, pergunta o que acontece. Deslumbrado, anuncia o primeiro:
– Um cachorro ergue a perninha no poste. Mais tarde:
– Uma menina de vestido branco pulando corda.
Ou ainda:
– Agora é um enterro de luxo.
Sem nada ver, o amigo remorde-se no seu canto. O mais velho acaba morrendo, para alegria do segundo, instalado afinal debaixo da janela.
Não dorme, antegozando a manhã. O outro, maldito, lhe roubara todo esse tempo o circo mágico do cachorro, da menina, do enterro de rico.
Cochila um instante – é dia. Senta-se na cama, com dores espicha o pescoço: no beco, muros em ruína, um monte de lixo.
(Dalton Trevisan. Quem tem medo de vampiro? São Paulo, Ática, 1998)
As expressões destacadas em “Com inveja, pergunta o que acontece. Deslumbrado, anuncia o primeiro...” exprimem circunstância de
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Dois velhinhos
Dois pobres inválidos, bem velhinhos, esquecidos numa cela de asilo.
Ao lado da janela, retorcendo os aleijões e esticando a cabeça, apenas um consegue espiar lá fora.
Junto à porta, no fundo da cama, para o outro é a parede úmida, o crucifixo negro, as moscas no fio de luz. Com inveja, pergunta o que acontece. Deslumbrado, anuncia o primeiro:
– Um cachorro ergue a perninha no poste. Mais tarde:
– Uma menina de vestido branco pulando corda.
Ou ainda:
– Agora é um enterro de luxo.
Sem nada ver, o amigo remorde-se no seu canto. O mais velho acaba morrendo, para alegria do segundo, instalado afinal debaixo da janela.
Não dorme, antegozando a manhã. O outro, maldito, lhe roubara todo esse tempo o circo mágico do cachorro, da menina, do enterro de rico.
Cochila um instante – é dia. Senta-se na cama, com dores espicha o pescoço: no beco, muros em ruína, um monte de lixo.
(Dalton Trevisan. Quem tem medo de vampiro? São Paulo, Ática, 1998)
Na frase “O outro, maldito, lhe roubara todo esse tempo o circo mágico do cachorro, da menina, do enterro de rico”, a forma verbal destacada é equivalente a
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Dois velhinhos
Dois pobres inválidos, bem velhinhos, esquecidos numa cela de asilo.
Ao lado da janela, retorcendo os aleijões e esticando a cabeça, apenas um consegue espiar lá fora.
Junto à porta, no fundo da cama, para o outro é a parede úmida, o crucifixo negro, as moscas no fio de luz. Com inveja, pergunta o que acontece. Deslumbrado, anuncia o primeiro:
– Um cachorro ergue a perninha no poste. Mais tarde:
– Uma menina de vestido branco pulando corda.
Ou ainda:
– Agora é um enterro de luxo.
Sem nada ver, o amigo remorde-se no seu canto. O mais velho acaba morrendo, para alegria do segundo, instalado afinal debaixo da janela.
Não dorme, antegozando a manhã. O outro, maldito, lhe roubara todo esse tempo o circo mágico do cachorro, da menina, do enterro de rico.
Cochila um instante – é dia. Senta-se na cama, com dores espicha o pescoço: no beco, muros em ruína, um monte de lixo.
(Dalton Trevisan. Quem tem medo de vampiro? São Paulo, Ática, 1998)
Pode-se concluir que “o circo mágico do cachorro, da menina, do enterro de rico”
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Dois velhinhos
Dois pobres inválidos, bem velhinhos, esquecidos numa cela de asilo.
Ao lado da janela, retorcendo os aleijões e esticando a cabeça, apenas um consegue espiar lá fora.
Junto à porta, no fundo da cama, para o outro é a parede úmida, o crucifixo negro, as moscas no fio de luz. Com inveja, pergunta o que acontece. Deslumbrado, anuncia o primeiro:
– Um cachorro ergue a perninha no poste. Mais tarde:
– Uma menina de vestido branco pulando corda.
Ou ainda:
– Agora é um enterro de luxo.
Sem nada ver, o amigo remorde-se no seu canto. O mais velho acaba morrendo, para alegria do segundo, instalado afinal debaixo da janela.
Não dorme, antegozando a manhã. O outro, maldito, lhe roubara todo esse tempo o circo mágico do cachorro, da menina, do enterro de rico.
Cochila um instante – é dia. Senta-se na cama, com dores espicha o pescoço: no beco, muros em ruína, um monte de lixo.
(Dalton Trevisan. Quem tem medo de vampiro? São Paulo, Ática, 1998)
No texto, o personagem mais novo
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Dentro do espaço de meros cem anos, os seres humanos abandonaram sua necessidade biologicamente ordenada de sono adequado – uma necessidade em que a evolução investiu 3,4 milhões de anos aperfeiçoando em prol de funções vitais. A dizimação do sono em todos os países industrializados vem causando um impacto catastrófico sobre a nossa saúde.
O hábito de dormir menos de seis ou sete horas por noite abala o sistema imunológico, mais do que duplicando o risco de câncer. Sono insuficiente é um fator de estilo de vida decisivo para determinar se um indivíduo desenvolverá doença de Alzheimer.
No cérebro, o sono potencializa uma diversidade de funções, incluindo a nossa capacidade de aprender, memorizar e tomar decisões e fazer escolhas lógicas. Ao benevolentemente reparar nossa saúde psicológica, o sono calibra nossos circuitos cerebrais emocionais, permitindo-nos enfrentar os desafios sociais e psicológicos do dia seguinte com sereno autocontrole.
(Matthew Walker. Por que nós dormimos? A nova ciência do sono e do sonho. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro, Intrínseca, 2018. Adaptado)
No contexto da frase “No cérebro, o sono potencializa uma diversidade de funções, incluindo a nossa capacidade de aprender, memorizar, tomar decisões e fazer escolhas lógicas”, o vocábulo destacado pode ser substituído, conforme a norma-padrão da língua portuguesa, por:
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Dentro do espaço de meros cem anos, os seres humanos abandonaram sua necessidade biologicamente ordenada de sono adequado – uma necessidade em que a evolução investiu 3,4 milhões de anos aperfeiçoando em prol de funções vitais. A dizimação do sono em todos os países industrializados vem causando um impacto catastrófico sobre a nossa saúde.
O hábito de dormir menos de seis ou sete horas por noite abala o sistema imunológico, mais do que duplicando o risco de câncer. Sono insuficiente é um fator de estilo de vida decisivo para determinar se um indivíduo desenvolverá doença de Alzheimer.
No cérebro, o sono potencializa uma diversidade de funções, incluindo a nossa capacidade de aprender, memorizar e tomar decisões e fazer escolhas lógicas. Ao benevolentemente reparar nossa saúde psicológica, o sono calibra nossos circuitos cerebrais emocionais, permitindo-nos enfrentar os desafios sociais e psicológicos do dia seguinte com sereno autocontrole.
(Matthew Walker. Por que nós dormimos? A nova ciência do sono e do sonho. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro, Intrínseca, 2018. Adaptado)
O trecho destacado em “Ao benevolentemente reparar nossa saúde psicológica, o sono calibra nossos circuitos cerebrais emocionais...” pode ser corretamente substituído, sem prejuízo do sentido, por
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Dentro do espaço de meros cem anos, os seres humanos abandonaram sua necessidade biologicamente ordenada de sono adequado – uma necessidade em que a evolução investiu 3,4 milhões de anos aperfeiçoando em prol de funções vitais. A dizimação do sono em todos os países industrializados vem causando um impacto catastrófico sobre a nossa saúde.
O hábito de dormir menos de seis ou sete horas por noite abala o sistema imunológico, mais do que duplicando o risco de câncer. Sono insuficiente é um fator de estilo de vida decisivo para determinar se um indivíduo desenvolverá doença de Alzheimer.
No cérebro, o sono potencializa uma diversidade de funções, incluindo a nossa capacidade de aprender, memorizar e tomar decisões e fazer escolhas lógicas. Ao benevolentemente reparar nossa saúde psicológica, o sono calibra nossos circuitos cerebrais emocionais, permitindo-nos enfrentar os desafios sociais e psicológicos do dia seguinte com sereno autocontrole.
(Matthew Walker. Por que nós dormimos? A nova ciência do sono e do sonho. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro, Intrínseca, 2018. Adaptado)
Está empregada com sentido figurado a seguinte expressão do 1º parágrafo:
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Dentro do espaço de meros cem anos, os seres humanos abandonaram sua necessidade biologicamente ordenada de sono adequado – uma necessidade em que a evolução investiu 3,4 milhões de anos aperfeiçoando em prol de funções vitais. A dizimação do sono em todos os países industrializados vem causando um impacto catastrófico sobre a nossa saúde.
O hábito de dormir menos de seis ou sete horas por noite abala o sistema imunológico, mais do que duplicando o risco de câncer. Sono insuficiente é um fator de estilo de vida decisivo para determinar se um indivíduo desenvolverá doença de Alzheimer.
No cérebro, o sono potencializa uma diversidade de funções, incluindo a nossa capacidade de aprender, memorizar e tomar decisões e fazer escolhas lógicas. Ao benevolentemente reparar nossa saúde psicológica, o sono calibra nossos circuitos cerebrais emocionais, permitindo-nos enfrentar os desafios sociais e psicológicos do dia seguinte com sereno autocontrole.
(Matthew Walker. Por que nós dormimos? A nova ciência do sono e do sonho. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro, Intrínseca, 2018. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a expressão do texto tem seu significado corretamente apontado.
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Dentro do espaço de meros cem anos, os seres humanos abandonaram sua necessidade biologicamente ordenada de sono adequado – uma necessidade em que a evolução investiu 3,4 milhões de anos aperfeiçoando em prol de funções vitais. A dizimação do sono em todos os países industrializados vem causando um impacto catastrófico sobre a nossa saúde.
O hábito de dormir menos de seis ou sete horas por noite abala o sistema imunológico, mais do que duplicando o risco de câncer. Sono insuficiente é um fator de estilo de vida decisivo para determinar se um indivíduo desenvolverá doença de Alzheimer.
No cérebro, o sono potencializa uma diversidade de funções, incluindo a nossa capacidade de aprender, memorizar e tomar decisões e fazer escolhas lógicas. Ao benevolentemente reparar nossa saúde psicológica, o sono calibra nossos circuitos cerebrais emocionais, permitindo-nos enfrentar os desafios sociais e psicológicos do dia seguinte com sereno autocontrole.
(Matthew Walker. Por que nós dormimos? A nova ciência do sono e do sonho. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro, Intrínseca, 2018. Adaptado)
Uma leitura adequada do texto está em:
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