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No ano passado, um consultório odontológico utilizou o
valor total de uma verba na compra de alguns kits de materiais cirúrgicos. Neste ano, o consultório recebeu uma
verba do mesmo valor que à do ano passado, mas cada
kit estava 20% mais barato do que no ano anterior. Então,
em comparação com o número de kits comprados no ano
passado, o número de kits que poderão ser comprados
neste ano com a utilização da verba representa um aumento de
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Uma pesquisa será feita com um certo número N de pacientes de um posto de saúde municipal. Para viabilizar essa pesquisa, esses pacientes deverão ser divididos em grupos com iguais quantidades de pacientes em cada um. Essa divisão poderá ser feita em grupos com 12, ou com 20, ou com 25 pacientes em cada um, sendo que, em qualquer um desses casos, nenhum paciente ficará de fora dos grupos. Sabendo que esse posto de saúde possui menos do que 580 pacientes, é correto concluir que N é um número cuja soma de seus algarismos é igual a
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Marcelo recebeu um salário líquido de R$ 4.500,00. Ele
gastou a sexta parte desse valor comprando materiais de
construção para reformar a sua cozinha e, do valor que
restou, gastou dois quintos com suas despesas usuais.
O valor que restou foi, então, repartido em partes iguais
para seus 6 filhos, cada um dos quais recebeu, portanto,
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A tabela a seguir apresenta os preços unitários de alguns
produtos vendidos em uma loja de itens para consultórios
odontológicos.
Nessa loja, Telma comprou 3 pares de luvas cirúrgicas, 5 frascos de água oxigenada e 10 pacotes de gaze e pagou pela compra o valor total de R$ 34,75. Isso significa que cada pacote de gaze foi vendido ao valor de
Nessa loja, Telma comprou 3 pares de luvas cirúrgicas, 5 frascos de água oxigenada e 10 pacotes de gaze e pagou pela compra o valor total de R$ 34,75. Isso significa que cada pacote de gaze foi vendido ao valor de
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Patrícia dispõe de R$ 61,75 para comprar algumas unidades de um produto que custa R$ 4,75 por unidade.
O número de unidades do produto que Patrícia conseguirá comprar utilizando todo o valor de que dispõe é igual a
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Habituar-se _____ lavar sempre as mãos, adaptar-se _____ boa alimentação e disseminar _____ importância do SUS e da universidade pública.
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A Santa Casa de Misericórdia de São Paulo anunciou a
venda de sete imóveis no centro de São Paulo. O objetivo é
arrecadar R$ 200 milhões e quitar parte dos R$ 650 milhões
em dívidas da instituição. Trata-se de um paliativo que não estancará o sangramento sofrido não apenas pela Santa Casa
de São Paulo, mas por toda a rede de hospitais filantrópicos
do País em razão do subfinanciamento crônico imposto pela
incúria do poder público e o oportunismo de seus agentes.
O Sistema Único de Saúde (SUS) é fundamentalmente
um serviço público prestado por entes privados. Hospitais
estatais são, em geral, insuficientes, ineficientes e caros.
As Santas Casas e os hospitais filantrópicos respondem por
quase metade dos leitos do SUS. Em quase 900 municípios,
essas entidades são o único serviço de saúde. Segundo a
Confederação das Santas Casas (CMB), em 2023 a rede
pública foi responsável por apenas 27% das internações de
alta complexidade do País, enquanto os hospitais filantrópicos responderam por 61%. Mas esses hospitais são vitimados
pelo próprio sucesso.
Em teoria, o SUS seria um exemplo de cooperação entre
o público e o privado para outros serviços públicos do País
e para sistemas de saúde de todo o mundo: o Estado recolhe o dinheiro do contribuinte e o repassa a entidades sem
fins lucrativos com o alcance e a expertise que ele não tem,
garantindo a prestação de serviços de qualidade a todos os
cidadãos. Mas como, na prática, os repasses não cobrem os
serviços, os hospitais são obrigados a pagá-los.
Há décadas os valores de repasse da Tabela do SUS
estão defasados. Hoje, os repasses não cobrem mais que
50% do custo dos procedimentos. Segundo a CMB, em
18 anos a dívida desses hospitais dobrou. Muitos não resistiram à pressão. Estima-se que, entre 2017 e 2021, 500 Santas
Casas fecharam as portas. Na maior parte do País, em especial nas regiões mais carentes, o sistema está ruindo aos poucos, e a continuar assim o colapso pode ser súbito e brutal.
Há uma luz no fim do túnel. No início de 2024 finalmente
foi sancionada uma lei federal estabelecendo a revisão periódica da tabela. A proposta da CMB é que a partir de 2025
o reajuste corresponda, no mínimo, ao valor da inflação médica. Não é suficiente para recompor as perdas de anos de
hemorragia financeira, mas ao menos a estancaria.
(O Estado de SP. “Luz no fim do túnel para as Santas Casas”.
Disponível em: https://www.estadao.com.br, 06.11.2024. Adaptado.)
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A Santa Casa de Misericórdia de São Paulo anunciou a
venda de sete imóveis no centro de São Paulo. O objetivo é
arrecadar R$ 200 milhões e quitar parte dos R$ 650 milhões
em dívidas da instituição. Trata-se de um paliativo que não estancará o sangramento sofrido não apenas pela Santa Casa
de São Paulo, mas por toda a rede de hospitais filantrópicos
do País em razão do subfinanciamento crônico imposto pela
incúria do poder público e o oportunismo de seus agentes.
O Sistema Único de Saúde (SUS) é fundamentalmente
um serviço público prestado por entes privados. Hospitais
estatais são, em geral, insuficientes, ineficientes e caros.
As Santas Casas e os hospitais filantrópicos respondem por
quase metade dos leitos do SUS. Em quase 900 municípios,
essas entidades são o único serviço de saúde. Segundo a
Confederação das Santas Casas (CMB), em 2023 a rede
pública foi responsável por apenas 27% das internações de
alta complexidade do País, enquanto os hospitais filantrópicos responderam por 61%. Mas esses hospitais são vitimados
pelo próprio sucesso.
Em teoria, o SUS seria um exemplo de cooperação entre
o público e o privado para outros serviços públicos do País
e para sistemas de saúde de todo o mundo: o Estado recolhe o dinheiro do contribuinte e o repassa a entidades sem
fins lucrativos com o alcance e a expertise que ele não tem,
garantindo a prestação de serviços de qualidade a todos os
cidadãos. Mas como, na prática, os repasses não cobrem os
serviços, os hospitais são obrigados a pagá-los.
Há décadas os valores de repasse da Tabela do SUS
estão defasados. Hoje, os repasses não cobrem mais que
50% do custo dos procedimentos. Segundo a CMB, em
18 anos a dívida desses hospitais dobrou. Muitos não resistiram à pressão. Estima-se que, entre 2017 e 2021, 500 Santas
Casas fecharam as portas. Na maior parte do País, em especial nas regiões mais carentes, o sistema está ruindo aos poucos, e a continuar assim o colapso pode ser súbito e brutal.
Há uma luz no fim do túnel. No início de 2024 finalmente
foi sancionada uma lei federal estabelecendo a revisão periódica da tabela. A proposta da CMB é que a partir de 2025
o reajuste corresponda, no mínimo, ao valor da inflação médica. Não é suficiente para recompor as perdas de anos de
hemorragia financeira, mas ao menos a estancaria.
(O Estado de SP. “Luz no fim do túnel para as Santas Casas”.
Disponível em: https://www.estadao.com.br, 06.11.2024. Adaptado.)
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A Santa Casa de Misericórdia de São Paulo anunciou a
venda de sete imóveis no centro de São Paulo. O objetivo é
arrecadar R$ 200 milhões e quitar parte dos R$ 650 milhões
em dívidas da instituição. Trata-se de um paliativo que não estancará o sangramento sofrido não apenas pela Santa Casa
de São Paulo, mas por toda a rede de hospitais filantrópicos
do País em razão do subfinanciamento crônico imposto pela
incúria do poder público e o oportunismo de seus agentes.
O Sistema Único de Saúde (SUS) é fundamentalmente
um serviço público prestado por entes privados. Hospitais
estatais são, em geral, insuficientes, ineficientes e caros.
As Santas Casas e os hospitais filantrópicos respondem por
quase metade dos leitos do SUS. Em quase 900 municípios,
essas entidades são o único serviço de saúde. Segundo a
Confederação das Santas Casas (CMB), em 2023 a rede
pública foi responsável por apenas 27% das internações de
alta complexidade do País, enquanto os hospitais filantrópicos responderam por 61%. Mas esses hospitais são vitimados
pelo próprio sucesso.
Em teoria, o SUS seria um exemplo de cooperação entre
o público e o privado para outros serviços públicos do País
e para sistemas de saúde de todo o mundo: o Estado recolhe o dinheiro do contribuinte e o repassa a entidades sem
fins lucrativos com o alcance e a expertise que ele não tem,
garantindo a prestação de serviços de qualidade a todos os
cidadãos. Mas como, na prática, os repasses não cobrem os
serviços, os hospitais são obrigados a pagá-los.
Há décadas os valores de repasse da Tabela do SUS
estão defasados. Hoje, os repasses não cobrem mais que
50% do custo dos procedimentos. Segundo a CMB, em
18 anos a dívida desses hospitais dobrou. Muitos não resistiram à pressão. Estima-se que, entre 2017 e 2021, 500 Santas
Casas fecharam as portas. Na maior parte do País, em especial nas regiões mais carentes, o sistema está ruindo aos poucos, e a continuar assim o colapso pode ser súbito e brutal.
Há uma luz no fim do túnel. No início de 2024 finalmente
foi sancionada uma lei federal estabelecendo a revisão periódica da tabela. A proposta da CMB é que a partir de 2025
o reajuste corresponda, no mínimo, ao valor da inflação médica. Não é suficiente para recompor as perdas de anos de
hemorragia financeira, mas ao menos a estancaria.
(O Estado de SP. “Luz no fim do túnel para as Santas Casas”.
Disponível em: https://www.estadao.com.br, 06.11.2024. Adaptado.)
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