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A taxa de mortalidade infantil (crianças menores de 1 ano) teve expressiva queda nas últimas décadas no Brasil, graças às estratégias implementadas pelo governo federal, como ações para diminuição da pobreza, ampliação da cobertura da Estratégia Saúde da Familia, ampliação das taxas de aleitamento materno exclusivo, entre outras. Em relação ao aleitamento materno, são considerados benefícios da amamentação, exceto:
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- Sistemas OperacionaisWindowsFuncionalidades do WindowsConceitos Avançados do WindowsBackup do Windows
Atualmente, grandes empresas têm trabalhado para garantir, com eficácia, a segurança dos dados do seu computador. Desta forma, caso haja um eventual problema de perda de dados, os documentos originais estarão armazenados nas nuvens (cloud), termo usado para se recuperar os arquivos disponíveis na internet, sem ocupar espaço físico de um computador, ação esta que é denominada como:
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A principal causa de queimaduras é a falta de atenção ou cuidado, por isso, tantos casos acontecem dentro de casa e com crianças, que acabam sendo as principais vítimas, pois dependem da atenção de um adulto quanto aos objetos e brincadeiras perigosas. Marque a alternativa correta de como evitare/ou tratar as queimaduras no âmbito residencial:
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Apenas não se pode afirmar sobre a História do Municipio de Ourém:
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Sobre Maconha, leis e Bandidos
Tornar as drogas ilegais não as faz indisponiveis.
Quando vamos a uma padaria, no caixa, à vista de uma criança, há sempre uma propaganda de cigarro, responsável por incontáveis mortes em todo o mundo. E, no entanto, um jovem amigo meu - branco de classe média - foi preso comprando maconha, e não há nenhuma morte associada ao seu uso. Ele dormiu numa cela com quarenta bandidos, até que no dia seguinte foi solto: sua mãe conseguiu um advogado. Se ele fosse da periferia, onde a maior parte dos jovens é afrodescendente, provavelmente estaria até hoje apodrecendo na cadeia. Para que punir quem usa droga com prisão, quando se sabe que não existe cadeia sem drogas?
Recentemente, uma amiga num dos hotéis da rede Holiday antropóloga fez uma pesquisa numa conferência de sadomasoquismo num dos hotéis do Holiday Inn. Se os sadomasoquistas podem curtir sua vida como quiserem, por que um sujeito não pode escolher a substância que pretende consumir? Se alguém pode saltar de paraquedas ou praticar algum esporte de risco, apenas seguindo algumas poucas regras de segurança, por que, no caso de uma substância recreativa, o governo pode proibi-Ia.
O cigarro mata, faz mal, dá mau hálito, mas alguém acha que proibir é o bom caminho? Muitos dizem que em paises como o Brasil as pessoas não têm educação para decidir o que fazer. Na nação das construtoras, a democracia é carbonizada com propina. Além de ser dificil confiar nos nossos legisladores, tornar as drogas ilegais não as fará indisponiveis. Tenho a convicção de que a porta de entrada é o traficante, porque é ele quem vai oferecer uma nova substância mais ativa ao usuário, e não a maconha em si. Não faz sentido achar que a maconha leva ao crack. É como dizer que masturbação leva ao estupro. Hein? A Holanda sabe disso e, apoiada na teoria da separação de mercados, lançou mão de uma anomalia juridica: o coffeeshop, onde a polícia tolera a venda de pequenas quantidades de maconha obtida de forma ilegal. Ainda assim, o pais teve sucesso em afastar o usuário de maconha da heroina. Décadas depois, o Estado do Colorado, nos Estados Unidos, foi além: criou os dispensaries, que vendem maconha legal a maiores de idade, minando a vida de traficantes locais, economizando em construção e manutenção de presidios e ganhando dinheiro de impostos para investir em escolas.
Um amigo meu me levou outro dia a um bar caro e chique de samba no Vidigal, no Rio local antigamente chamado de favela. Por que não se vende ali maconha de forma legal? Os impostos não poderiam ajudar a ter escolas melhores, mais esportes, lazer e cultura, estes sim fundamentais na prevenção ao abuso? Alguém acredita que a lei realmente impede alguém de fumar maconha num morro? Ciência e a racionalidade estão acima do moralismo, tradicional cortina de fumaça usada por muitos para esconder suas verdadeiras agendas. Brasil, está na hora de regulamentar a maconha. Afinal, não estamos apertando os aposentados e trabalhadores em busca de mais recursos para o Estado? Por que não lucrar com os impostos da maconha e economizar dinheiro da falida guerra contra as drogas? Mais importantes são as vidas perdidas e o futuro interrompido na periferia.
(Fonte:ANDRADE. Fernando Grostein. Revista VEJA. 03.05.2017.)
"Na nação das construtoras, a democracia é carbonizada com propina". Sobre a frase não se pode afirmar:
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Considerando que todas as patologias infantis desequilibram a criança sob o ponto de vista da sua hidratação, reidratá-Ia é o primeiro ponto a ser observado. Se a criança apresentar um grau de desidratação leve (1º grau), qual o tipo de reidratação mais indicado pode ser orientado à mãe da criança para fazê-lo de imediato?
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Sobre o processo de avaliação de desempenho dos servidores municipais para fins de progressão horizontal previsto nos artigos 40 e 41, apenas não se pode afirmar:
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Sobre Maconha, leis e Bandidos
Tornar as drogas ilegais não as faz indisponiveis.
Quando vamos a uma padaria, no caixa, à vista de uma criança, há sempre uma propaganda de cigarro, responsável por incontáveis mortes em todo o mundo. E, no entanto, um jovem amigo meu - branco de classe média - foi preso comprando maconha, e não há nenhuma morte associada ao seu uso. Ele dormiu numa cela com quarenta bandidos, até que no dia seguinte foi solto: sua mãe conseguiu um advogado. Se ele fosse da periferia, onde a maior parte dos jovens é afrodescendente, provavelmente estaria até hoje apodrecendo na cadeia. Para que punir quem usa droga com prisão, quando se sabe que não existe cadeia sem drogas?
Recentemente, uma amiga num dos hotéis da rede Holiday antropóloga fez uma pesquisa numa conferência de sadomasoquismo num dos hotéis do Holiday Inn. Se os sadomasoquistas podem curtir sua vida como quiserem, por que um sujeito não pode escolher a substância que pretende consumir? Se alguém pode saltar de paraquedas ou praticar algum esporte de risco, apenas seguindo algumas poucas regras de segurança, por que, no caso de uma substância recreativa, o governo pode proibi-Ia.
O cigarro mata, faz mal, dá mau hálito, mas alguém acha que proibir é o bom caminho? Muitos dizem que em paises como o Brasil as pessoas não têm educação para decidir o que fazer. Na nação das construtoras, a democracia é carbonizada com propina. Além de ser dificil confiar nos nossos legisladores, tornar as drogas ilegais não as fará indisponiveis. Tenho a convicção de que a porta de entrada é o traficante, porque é ele quem vai oferecer uma nova substância mais ativa ao usuário, e não a maconha em si. Não faz sentido achar que a maconha leva ao crack. É como dizer que masturbação leva ao estupro. Hein? A Holanda sabe disso e, apoiada na teoria da separação de mercados, lançou mão de uma anomalia juridica: o coffeeshop, onde a polícia tolera a venda de pequenas quantidades de maconha obtida de forma ilegal. Ainda assim, o pais teve sucesso em afastar o usuário de maconha da heroina. Décadas depois, o Estado do Colorado, nos Estados Unidos, foi além: criou os dispensaries, que vendem maconha legal a maiores de idade, minando a vida de traficantes locais, economizando em construção e manutenção de presidios e ganhando dinheiro de impostos para investir em escolas.
Um amigo meu me levou outro dia a um bar caro e chique de samba no Vidigal, no Rio local antigamente chamado de favela. Por que não se vende ali maconha de forma legal? Os impostos não poderiam ajudar a ter escolas melhores, mais esportes, lazer e cultura, estes sim fundamentais na prevenção ao abuso? Alguém acredita que a lei realmente impede alguém de fumar maconha num morro? Ciência e a racionalidade estão acima do moralismo, tradicional cortina de fumaça usada por muitos para esconder suas verdadeiras agendas. Brasil, está na hora de regulamentar a maconha. Afinal, não estamos apertando os aposentados e trabalhadores em busca de mais recursos para o Estado? Por que não lucrar com os impostos da maconha e economizar dinheiro da falida guerra contra as drogas? Mais importantes são as vidas perdidas e o futuro interrompido na periferia.
(Fonte:ANDRADE. Fernando Grostein. Revista VEJA. 03.05.2017.)
A oração "de que a porta de entrada é o traficante" no periodo: "Tenho a convicção de que a porta de entrada é o traficante (...)", classifica-se como:
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Tornar as drogas ilegais não as faz indisponiveis.
Quando vamos a uma padaria, no caixa, à vista de uma criança, há sempre uma propaganda de cigarro, responsável por incontáveis mortes em todo o mundo. E, no entanto, um jovem amigo meu - branco de classe média - foi preso comprando maconha, e não há nenhuma morte associada ao seu uso. Ele dormiu numa cela com quarenta bandidos, até que no dia seguinte foi solto: sua mãe conseguiu um advogado. Se ele fosse da periferia, onde a maior parte dos jovens é afrodescendente, provavelmente estaria até hoje apodrecendo na cadeia. Para que punir quem usa droga com prisão, quando se sabe que não existe cadeia sem drogas?
Recentemente, uma amiga num dos hotéis da rede Holiday antropóloga fez uma pesquisa numa conferência de sadomasoquismo num dos hotéis do Holiday Inn. Se os sadomasoquistas podem curtir sua vida como quiserem, por que um sujeito não pode escolher a substância que pretende consumir? Se alguém pode saltar de paraquedas ou praticar algum esporte de risco, apenas seguindo algumas poucas regras de segurança, por que, no caso de uma substância recreativa, o governo pode proibi-Ia.
O cigarro mata, faz mal, dá mau hálito, mas alguém acha que proibir é o bom caminho? Muitos dizem que em paises como o Brasil as pessoas não têm educação para decidir o que fazer. Na nação das construtoras, a democracia é carbonizada com propina. Além de ser dificil confiar nos nossos legisladores, tornar as drogas ilegais não as fará indisponiveis. Tenho a convicção de que a porta de entrada é o traficante, porque é ele quem vai oferecer uma nova substância mais ativa ao usuário, e não a maconha em si. Não faz sentido achar que a maconha leva ao crack. É como dizer que masturbação leva ao estupro. Hein? A Holanda sabe disso e, apoiada na teoria da separação de mercados, lançou mão de uma anomalia juridica: o coffeeshop, onde a polícia tolera a venda de pequenas quantidades de maconha obtida de forma ilegal. Ainda assim, o pais teve sucesso em afastar o usuário de maconha da heroina. Décadas depois, o Estado do Colorado, nos Estados Unidos, foi além: criou os dispensaries, que vendem maconha legal a maiores de idade, minando a vida de traficantes locais, economizando em construção e manutenção de presidios e ganhando dinheiro de impostos para investir em escolas.
Um amigo meu me levou outro dia a um bar caro e chique de samba no Vidigal, no Rio local antigamente chamado de favela. Por que não se vende ali maconha de forma legal? Os impostos não poderiam ajudar a ter escolas melhores, mais esportes, lazer e cultura, estes sim fundamentais na prevenção ao abuso? Alguém acredita que a lei realmente impede alguém de fumar maconha num morro? Ciência e a racionalidade estão acima do moralismo, tradicional cortina de fumaça usada por muitos para esconder suas verdadeiras agendas. Brasil, está na hora de regulamentar a maconha. Afinal, não estamos apertando os aposentados e trabalhadores em busca de mais recursos para o Estado? Por que não lucrar com os impostos da maconha e economizar dinheiro da falida guerra contra as drogas? Mais importantes são as vidas perdidas e o futuro interrompido na periferia.
(Fonte:ANDRADE. Fernando Grostein. Revista VEJA. 03.05.2017.)
"Se os sadomasoquistas podem curtir sua vida como quiserem, por que um sujeito não pode escolher a substância que pretende consumir? (...) no caso de uma substância recreativa, o governo pode proibi-la."
Os pronomes "sua" e "Ia" remetem, respectivamente, a:
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Nos termos do art. 10, os cargos do Quadro dos Servidores Públicos de Ourém são acessiveis àqueles que preencham os seguintes requisitos, exceto:
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