Magna Concursos

Foram encontradas 113 questões.

1050861 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Pacujá-CE
Provas:
Qual o valor de 1.400 sacos, sabendo que um milheiro desses sacos custa R$ 400,00?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1050860 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Pacujá-CE
Provas:
Pedrinho quer medir a distância entre sua casa e a do seu melhor amigo. Para isso, ele mediu o comprimento de seu passo, obtendo 60 centímetros. Em seguida, observou que, para ir até a casa do seu melhor amigo, ele deveria dar 3.000 passos. Considerando iguais todos os passos do Pedrinho, a distância entre a dele e a casa do seu melhor amigo é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1050859 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Pacujá-CE
Provas:

Estátua Falsa

Só de oiro falso meus olhos se douram;

Sou esfinge sem mistério no poente.

A tristeza das coisas que não foram

Na minha alma desceu veladamente.

Na minha dor quebram-se espadas de ânsia,

Gomos de luz em treva se misturam.

As sombras que eu dimano não perduram,

Como ontem para mim, hoje é distância.

Já não estremeço em face de segredo;

Nada me aloira, nada me aterra

A vida corre sobre mim em guerra,

E nem sequer um arrepio de medo!

Sou estrela ébria que perdeu os céus,

Sereia louca que deixa o mar;

Sou templo prestes a ruir sem deus,

Estátua falsa ainda erguida no ar...

Mário de Sá Carneiro.

A expressão “gomos de luz” significa
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1050858 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Pacujá-CE
Provas:

Medo da Eternidade

Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade.

Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas.

Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:

— Como não acaba? — Parei um instante na rua, perplexa.

— Não acaba nunca, e pronto.

— Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta.

— Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.

— E agora que é que eu faço? — Perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver.

— Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.

— Perder a eternidade? Nunca. O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola.

— Acabou-se o docinho. E agora?

— Agora mastigue para sempre.

Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito. Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar.

Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia.

— Olha só o que me aconteceu! - Disse eu em fingidos espanto e tristeza. - Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!

— Já lhe disse - repetiu minha irmã - que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.

Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra na boca por acaso.

Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

Clarice Lispector

Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois... Esse trecho expressa ideia de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1050857 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Pacujá-CE
Provas:

Estátua Falsa

Só de oiro falso meus olhos se douram;

Sou esfinge sem mistério no poente.

A tristeza das coisas que não foram

Na minha alma desceu veladamente.

Na minha dor quebram-se espadas de ânsia,

Gomos de luz em treva se misturam.

As sombras que eu dimano não perduram,

Como ontem para mim, hoje é distância.

Já não estremeço em face de segredo;

Nada me aloira, nada me aterra

A vida corre sobre mim em guerra,

E nem sequer um arrepio de medo!

Sou estrela ébria que perdeu os céus,

Sereia louca que deixa o mar;

Sou templo prestes a ruir sem deus,

Estátua falsa ainda erguida no ar...

Mário de Sá Carneiro.

Marque a alternativa que indica a classificação CORRETA da regência verbal dos verbos a seguir retirados do texto.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1050856 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Pacujá-CE
Provas:
Marque a opção CORRETA quanto à concordância do verbo ser
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1050855 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Pacujá-CE
Provas:

Estátua Falsa

Só de oiro falso meus olhos se douram;

Sou esfinge sem mistério no poente.

A tristeza das coisas que não foram

Na minha alma desceu veladamente.

Na minha dor quebram-se espadas de ânsia,

Gomos de luz em treva se misturam.

As sombras que eu dimano não perduram,

Como ontem para mim, hoje é distância.

Já não estremeço em face de segredo;

Nada me aloira, nada me aterra

A vida corre sobre mim em guerra,

E nem sequer um arrepio de medo!

Sou estrela ébria que perdeu os céus,

Sereia louca que deixa o mar;

Sou templo prestes a ruir sem deus,

Estátua falsa ainda erguida no ar...

Mário de Sá Carneiro.

A primeira estrofe do poema contém, em sua totalidade,
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1050854 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Pacujá-CE
Provas:
Assinale a alternativa em que há grau comparativo de superioridade de “pequeno”.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1050853 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Pacujá-CE
Provas:

Estátua Falsa

Só de oiro falso meus olhos se douram;

Sou esfinge sem mistério no poente.

A tristeza das coisas que não foram

Na minha alma desceu veladamente.

Na minha dor quebram-se espadas de ânsia,

Gomos de luz em treva se misturam.

As sombras que eu dimano não perduram,

Como ontem para mim, hoje é distância.

Já não estremeço em face de segredo;

Nada me aloira, nada me aterra

A vida corre sobre mim em guerra,

E nem sequer um arrepio de medo!

Sou estrela ébria que perdeu os céus,

Sereia louca que deixa o mar;

Sou templo prestes a ruir sem deus,

Estátua falsa ainda erguida no ar...

Mário de Sá Carneiro.

... “de oiro falso”, sintaticamente, é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1050852 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Pacujá-CE
Provas:
Marque a seguir a opção que apresenta verbo no futuro do pretérito.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas