Foram encontradas 131 questões.
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- SemânticaDenotação e Conotação
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
- Interpretação de TextosFunções da Linguagem
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Para responder à questão, leia a tirinha abaixo:

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I. A postura das pessoas não muda entre uma rede social e outra. II. O desenho dos espaços públicos não afeta a interação das pessoas. III. Nos espaços públicos as pessoas criam um senso de pertencimento e de identidade.
Pode-se afirmar que:
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De maneira que o trigo que caiu na boa terra, nasceu e frutificou; o trigo que caiu na má terra, não frutificou, mas nasceu; porque a palavra de Deus é tão funda, que nos bons faz muito fruto e é tão eficaz que nos maus ainda que não faça fruto, faz efeito; lançada nos espinhos, não frutificou, mas nasceu até nos espinhos; lançada nas pedras, não frutificou, mas nasceu até nas pedras.
(Pe. Antônio Vieira. “Sermão da Sexagésima”. Pregado na Capela Real, no ano de 1655).
Considerando os termos sublinhados no texto, pode-se afirmar que a construção de sentidos perpassa pelo emprego de:
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Para responder à questão, analise a charge abaixo:

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Para responder a questão, leia os seguintes versos:
Hão de chorar por ela os cinamomos,
Murchando as flores ao tombar do dia.
Dos laranjais hão de cair os pomos,
Lembrando-se daquela que os colhia.
As estrelas dirão — “Ai! nada somos,
Pois ela se morreu silente e fria...”
E pondo os olhos nela como pomos,
Hão de chorar a irmã que lhes sorria.
A lua, que lhe foi mãe carinhosa,
Que a viu nascer e amar, há de envolvê-la
Entre lírios e pétalas de rosa.
Os meus sonhos de amor serão defuntos...
E os arcanjos dirão no azul ao vê-la,
Pensando em mim: — "Por que não vieram juntos?"
(Alphonsus de Guimaraens. Hão de chorar por ela os cinamomos.).
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Sertão, argúem te cantô, Eu sempre tenho cantado E ainda cantando tô, Pruquê, meu torrão amado, Munto te prezo, te quero E vejo qui os teus mistéro Ninguém sabe decifrá. A tua beleza é tanta, Qui o poeta canta, canta, E inda fica o qui cantá. (Patativa do Assaré. “Eu e o Sertão”).
I. Com base na linguagem utilizada no poema, o eu lírico se apresenta como falante de uma variedade linguística específica de determinada região brasileira. II. O registro dos termos arguém, Pruquê e decifrá representam e caracterizam a pronúncia do sertanejo e do nordestino. III. O emprego de uma linguagem simples e específica permite uma maior identificação do povo sertanejo com o texto e com a obra do autor.
Pode-se afirmar que:
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