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Para responder às questões de 26 a 30, leia o fragmento da crônica abaixo, intitulada Um pouco distraído, do autor Fernando Sabino.
Ando um pouco distraído, ultimamente. Alguns amigos mais velhos sorriem, complacentes, e dizem que é isso mesmo, costuma acontecer com a idade, não é distração: é memória fraca mesmo, insuficiência de fosfato. O diabo é que me lembro cada vez mais de coisas que deveria esquecer: dados inúteis, nomes sem significado, frases idiotas, circunstâncias ridículas, detalhes sem importância. Em compensação, troco o nome das pessoas, confundo fisionomias, ignoro conhecidos, cumprimento desafetos. Nunca sei largo objetos de uso e cada saída minha de casa representa meia hora de atraso em aflitiva procura: quede minhas chaves? Meus cigarros? Meu isqueiro? Minha caneta? Estou convencido de que tais objetos, embora inanimados, um pacto secreto com o demônio, para me atormentar: eles se escondem. Recentemente descobri a maneira infalível de derrotálos. Ainda há pouco quis acender um cigarro, dei por falta do isqueiro. Em vez de procurá-lo freneticamente, como já fiz tantas vezes, abrindo e fechando gavetas, revirando a casa feito doido, para acabar plantado no meio da sala apalpando os bolsos vazios como um tarado, levantei-me com naturalidade sem olhar para lugar nenhum e fui olimpicamente cozinha apanhar uma caixa de fósforos.
Na frase Ando um pouco distraído, ultimamente, a vírgula foi empregada para:
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- MorfologiaVerbosClassificação dos Verbos
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de TempoEmprego dos Tempos Verbais
Para responder às questões de 26 a 30, leia o fragmento da crônica abaixo, intitulada Um pouco distraído, do autor Fernando Sabino.
Ando um pouco distraído, ultimamente. Alguns amigos mais velhos sorriem, complacentes, e dizem que é isso mesmo, costuma acontecer com a idade, não é distração: é memória fraca mesmo, insuficiência de fosfato. O diabo é que me lembro cada vez mais de coisas que deveria esquecer: dados inúteis, nomes sem significado, frases idiotas, circunstâncias ridículas, detalhes sem importância. Em compensação, troco o nome das pessoas, confundo fisionomias, ignoro conhecidos, cumprimento desafetos. Nunca sei largo objetos de uso e cada saída minha de casa representa meia hora de atraso em aflitiva procura: quede minhas chaves? Meus cigarros? Meu isqueiro? Minha caneta? Estou convencido de que tais objetos, embora inanimados, um pacto secreto com o demônio, para me atormentar: eles se escondem. Recentemente descobri a maneira infalível de derrotálos. Ainda há pouco quis acender um cigarro, dei por falta do isqueiro. Em vez de procurá-lo freneticamente, como já fiz tantas vezes, abrindo e fechando gavetas, revirando a casa feito doido, para acabar plantado no meio da sala apalpando os bolsos vazios como um tarado, levantei-me com naturalidade sem olhar para lugar nenhum e fui olimpicamente cozinha apanhar uma caixa de fósforos.
Na frase Alguns amigos mais velhos sorriem, o verbo, que é irregular, está conjugado no presente do indicativo. Como ficaria a frase se o verbo fosse conjugado no pretérito perfeito?
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Para responder às questões de 26 a 30, leia o fragmento da crônica abaixo, intitulada Um pouco distraído, do autor Fernando Sabino.
Ando um pouco distraído, ultimamente. Alguns amigos mais velhos sorriem, complacentes, e dizem que é isso mesmo, costuma acontecer com a idade, não é distração: é memória fraca mesmo, insuficiência de fosfato. O diabo é que me lembro cada vez mais de coisas que deveria esquecer: dados inúteis, nomes sem significado, frases idiotas, circunstâncias ridículas, detalhes sem importância. Em compensação, troco o nome das pessoas, confundo fisionomias, ignoro conhecidos, cumprimento desafetos. Nunca sei largo objetos de uso e cada saída minha de casa representa meia hora de atraso em aflitiva procura: quede minhas chaves? Meus cigarros? Meu isqueiro? Minha caneta? Estou convencido de que tais objetos, embora inanimados, um pacto secreto com o demônio, para me atormentar: eles se escondem. Recentemente descobri a maneira infalível de derrotálos. Ainda há pouco quis acender um cigarro, dei por falta do isqueiro. Em vez de procurá-lo freneticamente, como já fiz tantas vezes, abrindo e fechando gavetas, revirando a casa feito doido, para acabar plantado no meio da sala apalpando os bolsos vazios como um tarado, levantei-me com naturalidade sem olhar para lugar nenhum e fui olimpicamente cozinha apanhar uma caixa de fósforos.
Pode-se afirmar que o vocábulo infalível é formado por qual processo de formação?
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Para responder às questões de 26 a 30, leia o fragmento da crônica abaixo, intitulada Um pouco distraído, do autor Fernando Sabino.
Ando um pouco distraído, ultimamente. Alguns amigos mais velhos sorriem, complacentes, e dizem que é isso mesmo, costuma acontecer com a idade, não é distração: é memória fraca mesmo, insuficiência de fosfato. O diabo é que me lembro cada vez mais de coisas que deveria esquecer: dados inúteis, nomes sem significado, frases idiotas, circunstâncias ridículas, detalhes sem importância. Em compensação, troco o nome das pessoas, confundo fisionomias, ignoro conhecidos, cumprimento desafetos. Nunca sei largo objetos de uso e cada saída minha de casa representa meia hora de atraso em aflitiva procura: quede minhas chaves? Meus cigarros? Meu isqueiro? Minha caneta? Estou convencido de que tais objetos, embora inanimados, um pacto secreto com o demônio, para me atormentar: eles se escondem. Recentemente descobri a maneira infalível de derrotálos. Ainda há pouco quis acender um cigarro, dei por falta do isqueiro. Em vez de procurá-lo freneticamente, como já fiz tantas vezes, abrindo e fechando gavetas, revirando a casa feito doido, para acabar plantado no meio da sala apalpando os bolsos vazios como um tarado, levantei-me com naturalidade sem olhar para lugar nenhum e fui olimpicamente cozinha apanhar uma caixa de fósforos.
Qual alternativa preenche corretamente as lacunas do texto?
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- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
- Interpretação de TextosVariação da LinguagemLinguagem Oral e Escrita
Para responder às questões de 26 a 30, leia o fragmento da crônica abaixo, intitulada Um pouco distraído, do autor Fernando Sabino.
Ando um pouco distraído, ultimamente. Alguns amigos mais velhos sorriem, complacentes, e dizem que é isso mesmo, costuma acontecer com a idade, não é distração: é memória fraca mesmo, insuficiência de fosfato. O diabo é que me lembro cada vez mais de coisas que deveria esquecer: dados inúteis, nomes sem significado, frases idiotas, circunstâncias ridículas, detalhes sem importância. Em compensação, troco o nome das pessoas, confundo fisionomias, ignoro conhecidos, cumprimento desafetos. Nunca sei largo objetos de uso e cada saída minha de casa representa meia hora de atraso em aflitiva procura: quede minhas chaves? Meus cigarros? Meu isqueiro? Minha caneta? Estou convencido de que tais objetos, embora inanimados, um pacto secreto com o demônio, para me atormentar: eles se escondem. Recentemente descobri a maneira infalível de derrotálos. Ainda há pouco quis acender um cigarro, dei por falta do isqueiro. Em vez de procurá-lo freneticamente, como já fiz tantas vezes, abrindo e fechando gavetas, revirando a casa feito doido, para acabar plantado no meio da sala apalpando os bolsos vazios como um tarado, levantei-me com naturalidade sem olhar para lugar nenhum e fui olimpicamente cozinha apanhar uma caixa de fósforos.
Crônica é o tipo de texto que aborda acontecimentos do dia a dia em uma narração curta. Nesse sentido, considerando as características do texto em questão, leia as assertivas:
I. O texto apresenta linguagem simples e espontânea, situada entre a linguagem oral e a escrita.
II. Por descrever um fato do cotidiano, o texto facilita a aproximação do leitor.
III. O autor utiliza um tom humorístico para construir seu texto.
Pode-se afirmar que:
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Os sinais de pontuação são recursos da linguagem escrita utilizados com o objetivo de demarcar unidades e sinalizar os limites das estruturas sintáticas nos textos. Sendo assim, é o sinal de pontuação empregado para omitir ou dar sequência a um raciocínio inacabado pelo autor:
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- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções Coordenativas
- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções Subordinativas
As palavras de transição são aquelas que estabelecem relações de sentido entre expressões, frases, orações ou parágrafos. Nesse contexto, assinale a alternativa INCORRETA.
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Considere os termos mandioca – aipim – macaxeira. Pode-se afirmar que tais palavras, sendo diferentes para o mesmo conceito, são exemplos de qual variação linguística?
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A linguagem formal, também chamada de linguagem culta, pode ser aplicada quando não existe familiaridade entre os interlocutores da comunicação ou em momentos que requerem mais respeitabilidade. Nesse sentido, são momentos em que a linguagem formal é aplicada:
I. Em conferências, palestras e seminários.
II. Em reuniões de trabalho e entrevistas de emprego.
III. Em documentos oficiais, cartas e requerimentos.
IV. Em discursos públicos ou políticos.
Pode-se afirmar que:
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- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
- Interpretação de TextosVariação da LinguagemTemas e Figuras
Leia a estrofe abaixo, extraída do poema “Visão 1944”, de Carlos Drummond de Andrade, e assinale a alternativa que apresenta o tema abordado no poema.
Meus olhos são pequenos para ver
países mutilados como troncos,
proibidos de viver, mas em que a vida
lateja subterrânea e vingadora.
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