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Em tempos de Copa do Mundo no Brasil, diante da vibrante campanha publicitária da Rede Globo, cujo slogan faz apelo a um sentimento de unidade, ou seja, de que agora “Somos um só”!, é importante lembrar o que diz o etnopsicanalista J. Costa (2002), ao analisar a realidade brasileira: “Nas relações entre classes sociais no Brasil, a atitude sistemática de desconsideração pelos mais pobres sempre existiu. Nova é a atitude de indiferença para com os membros da mesma classe”. Segundo o referido autor, ao incorporarmos a norma dominante do que significa hoje “estar bem” e “ser bem sucedido”, adotamos, em geral, uma relação com o outro que é de indiferença ou, no mínimo, de descaso.
Assinale a alternativa CORRETA que define o conceito relacionado à “consideração com o outro”.
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- JornalismoTécnicas de apuração, redação, objetividade, edição e produção jornalísticaTécnicas e Práticas do Jornalismo
“Contas simples revelam coincidências estranhas”
[...] Um consumidor que procura entender a evolução da sua fatura de eletricidade lendo alguma notícia de jornal fica cada vez mais confuso.
Talvez a principal questão ainda não respondida pelas autoridades do setor seja o inexplicável encarecimento da eletricidade brasileira, fazendo com que um sistema de base elétrica tenha preços de países de petróleo. A atual situação, que poderá resultar em mais um racionamento, deixa qualquer um atrapalhado. Quer dizer que temos um parque completamente dependente de chuvas? [...] Não existe uma forma de dimensionar sistema de tal maneira que esses maus humores de São Pedro sejam previsíveis e controláveis. Em 2000 tínhamos 83% de usinas hidroelétricas, e essa proporção veio declinando até 68% em 2012. [...] É evidente que a diminuição de hidráulicas no total não foi acompanhada de uma redução da sua responsabilidade na geração.
Como se vê, as hidráulicas permanecem gerando uma proporção próxima dos 90%. Não é preciso ser um expert para entender que a permanência desse padrão acaba por esgotar as reservas. Portanto, se o regime de chuvas foi insuficiente, a operação que privilegiou o uso das hidráulicas somente piorou o quadro. Aqui também está claramente retratada a dicotomia entre operação e comercialização do nosso sistema [...] Para se entender o que ocorre nas entranhas do modelo que originou essa perigosa conjuntura, por incrível que pareça, é preciso olhar a nossa estrutura tarifária. Segundo dados da Aneel, em 2011, o último ano antes da intervenção da Medida Provisória 579, de setembro de 2012, 31% do custo se referia à energia adquirida (kWh); 5,7%, à transmissão; 26,5%, à distribuição; 10,9% aos encargos e 25,9%, a impostos [...] Duas espantosas conclusões resultam de um pouco de reflexão: A MP que reduziu a tarifa em 20% escolheu o alvo errado. Afinal, nossa conta de luz não era cara por conta do preço do quilowatt-hora. Com tantas outras pesadas parcelas, sobretudo impostos, como introduzir fontes de energia mais cara na base do sistema sem aumentar a tarifa? Esta constatação pode ser a razão da preferência por usar hidráulicas além do razoável. O que reforça essa tese é que, depois da edição da MP 579, o despacho de térmicas se alterou bruscamente [...] Isso nos leva a entender que a “independente” MP 579 parece estar umbilicalmente conectada à crise atual. A atual crise, na melhor das hipóteses, vai nos deixar dívidas bilionárias e está originada na expansão feita com leilões genéricos, que teoricamente fariam com que nossa matriz fosse decidida por concorrências. Em vez de reconhecer que temos capacidade para definir o tipo de usina de que o sistema precisa, preferiu-se deixar o mercado deliberar através de um contestável índice custo benefício. Um dos resultados foi a contratação de caras térmicas a óleo combustível, cuja garantia física é contabilizada na oferta, mas, na maioria do tempo, são as hidráulicas que geram no lugar delas. Ou tomamos coragem para reexaminarmos o modelo, entendendo melhor as nossas singularidades e enfrentando a questão da carga tributária sobre a energia, ou logo teremos outras surpresas.
D'Araújo, Roberto de. Contas simples revelam coincidências estranhas
Revista Brasil Energia. Ano 33, nº42, maio de 2014.
Analise as afirmativas a seguir.
Considerando que o jornalista deve entender o conteúdo para dar a forma a um texto sobre o tema em questão, cabe dizer que o autor:
I. propõe uma discussão do modelo energético e considera que apenas um dos tipos de usina, termoelétrica ou hidráulica, seja adotado como sistema de energia brasileiro.
II. critica tanto os critérios adotados para a publicação da MP 579, quanto os efeitos por ela causados no sistema energético e na carga tributária.
III. não conclama para a definição de um modelo de energia para o país, nem aponta que a crise tende a se agravar.
IV. apresentou um texto de opinião que, no contexto jornalístico, é chamado de jornalismo opinativo.
Marque a alternativa CORRETA.
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Analise as afirmativas a seguir sobre a gestão estratégica da comunicação e assinale com V (verdadeiro) ou F (falso).
( ) A comunicação precisa ser pensada de forma estratégica nas organizações, já que, a forma como os indivíduos se comunicam pode alterar a cultura que compartilham e, portanto, a identidade organizacional.
( ) Pensar na comunicação na dimensão estratégica é entendê-la como fator intrínseco aos objetivos estratégicos e à política da organização.
( ) Comunicação Integrada é o funcionamento sinérgico e harmonioso do mix de Comunicação Organizacional formado pela comunicação institucional, a comunicação interna, a comunicação mercadológica e a comunicação administrativa.
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
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A gestão da Comunicação deve ser estratégica e de modo integrado. Nesse contexto, o planejamento é um processo fundamental para as organizações, pois é ele quem permitirá que haja uma unicidade organizacional e que os objetivos sejam alcançados.
Assinale a alternativa INCORRETA.
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Analise as afirmativas a seguir acerca dos estudos sobre cultura, identidade e imagem organizacional:
I. a cultura corporativa reflete os valores dos fundadores, que estão na visão e missão da organização – construídos no planejamento estratégico – os quais estabelecem a principal orientação para o funcionamento dela e fornecem a base para a partilha de uma identidade entre os membros.
II. A identidade organizacional refere-se à maneira como a empresa se apresenta a ela mesma e aos seus diversos stakeholders e ao modo como ela se distingue das outras companhias, tornando-se única dentro do ambiente empresarial.
III. A imagem é uma percepção cognitiva da organização, ou seja, um conjunto de significados por meios dos quais a organização é conhecida, descrita, lembrada e relatada.
Marque a alternativa CORRETA.
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“O modelo de gestão da AmBev, introduzido por Marcel Telles, é guiado por uma filosofia básica de autonomia. O funcionário é estimulado a tomar decisões e remunerado pelo risco. ‘Os valores são comuns, mas os indivíduos trazem diversidade de atuação e estilo’, diz ele. Originária do banco Garantia, a AmBev é centrada em metas, resultados e ascensão rápida. A Natura aposta no bem-estar das relações. Talento individual é importante, mas o do grupo é ainda mais. Buscar resultado, as duas buscam. A Natura, procurando o consenso. A AmBev, estimulando o confronto. Quem tem razão?”
TEIXEIRA, Alexandre. Tudo menos baunilha. In: Época Negócios. Disponível em: www.epocanegocios.globo.com
Acesso em 27 maio 2014. (Fragmento Adaptado).
O fragmento do texto aborda CORRETAMENTE um conceito que se refere à:
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Assinale a alternativa CORRETA que completa a afirmativa a seguir:
O verbo é o ponto de articulação da sentença de uma notícia e deve ser apresentado em modo e aspecto, respectivamente:
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Em relação aos estudos sobre o papel social do jornal, analise as seguintes afirmativas:
I. em 1922, Walter Lippmann lançou Public Opinion, livro em que argumenta que a imprensa contribui para a modelação de um conhecimento social estereotipado.
II. Galtung e Ruge, em 1965, introduziram a ideia de que alguns “critérios de noticiabilidade” sobrepõem-se à subjetividade do jornalista, dentre eles o de frequência do acontecimento.
III. o conceito de “promotores de notícias”, apresentado por Molotch e Lester (1974), refere-se às fontes que tentam transformar um fato numa notícia ou impedir que outros fatos cheguem ao conhecimento público.
IV. o entendimento de que as massas são reféns da comunicação mistificadora e alienante tem origem nas concepções frankfurtianas que influenciaram diretamente o pensamento comunicacional da Escola dos Estudos Culturais ingleses.
Marque a alternativa CORRETA.
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A teoria hipodérmica foi o resultado dos estudos dos efeitos dos media na sociedade, realizados após a Primeira Guerra Mundial.
De acordo com este paradigma, assinale a alternativa CORRETA.
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A internet, como nova mídia, modificou profundamente o modo de se fazer jornalismo.
Sobre este contexto, assinale a alternativa INCORRETA.
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