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A proteção social básica tem como objetivos prevenir situações de risco por meio do desenvolvimento de potencialidades e aquisições e fortalecimento de vínculos familiares e comunitários. Pode-se ainda afirmar sobre a proteção social básica:
I. destina-se à população que vive em situação de vulnerabilidade social decorrente da pobreza, privação (ausência de renda, precário ou nulo acesso aos serviços públicos, dentre outros) e, ou, fragilização de vínculos afetivos – relacionais e de pertencimento social (discriminações etárias, étnicas, de gênero ou por deficiências, dentre outras);
II. são objetivos da proteção social básica: prevenir situações de risco por meio do desenvolvimento de ações assistenciais e emergenciais para a capacitação e fortalecimento comunitário;
III. a proteção social básica tem por referência a ocorrência de situações de risco ou violação de direitos;
IV. a proteção social básica será operada por intermédio de: a) Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), territorializados de acordo com o porte do município; b) rede de serviços socioeducativos direcionados para grupos geracionais, intergeracionais, grupos de interesse, entre outros; c) benefícios eventuais; d) benefícios de Prestação Continuada; e) serviços e projetos de capacitação e inserção produtiva;
V. a proteção social básica opera por meio da oferta de uma rede de serviços de atendimento domiciliar, albergues, abrigos, moradias provisórias para adultos e idosos, garantindo a convivência familiar e comunitária.
Marque a opção que aponta as assertivas concernentes à Proteção Social Básica.
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Segundo Iamamoto (2009), pensar a questão social na particularidade do Brasil supõe o reconhecimento de alguns aspectos próprios a nossa formação. Dadas as assertivas abaixo,
I. Reconhecer que a transição ao capitalismo monopolista no Brasil não foi dirigido por uma burguesia com forte orientação democrática e nacionalista dirigida ao desenvolvimento capitalista interno autônomo.
II. Conhecer o papel decisivo do Estado no processo de modernização “pelo alto”, no qual as classes dominantes se antecipam às pressões populares, realizando mudanças para preservação da ordem.
III. Compreender como se deu a realização e conservação do poder das massas trabalhadoras e suas pressões sobre o capital e sobre o Estado.
IV. Compreender os traços elitistas e antipopulares da transformação política e da modernização econômica que se expressam na conciliação entre as frações das classes dominantes.
V. Atentar para o caráter participativo e democrático das classes populares na realização das reformas administrativa e econômica para a construção da sociedade industrial brasileira.
marque a resposta que contém todas as assertivas necessárias e corretas para pensar a questão social no Brasil.
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Três senhoras Maria, Renata e Ana vão à Feira de Palmeira dos Índios com seus respectivos esposos. Os nomes dos três esposos são João, Paulo e José. Cada pessoa adquiriu um determinado número de frutas tendo cada fruta custado certo valor. Sabe-se que Maria comprou 23 frutas a mais que Paulo e Renata comprou 11 frutas a mais que João e cada esposa gastou R$ 63,00 a mais que seu esposo. Quais são os casais entre as referidas pessoas?
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A Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, em consonância com o Programa Nacional de Direitos Humanos, elegeu como princípios:
I. O desenvolvimento de ação conjunta do Estado e da sociedade civil, de modo a assegurar a plena integração da pessoa portadora de deficiência no contexto sócioeconômico e cultural.
II. O estabelecimento de mecanismos e instrumentos legais e operacionais que assegurem às pessoas portadoras de deficiência o pleno exercício de seus direitos básicos que, decorrentes da Constituição e das leis, propiciam o seu bem-estar pessoal, social e econômico.
III. O respeito às pessoas portadoras de deficiência, que devem receber igualdade de oportunidades na sociedade por reconhecimento dos direitos que lhes são assegurados, sem privilégios ou paternalismos.
IV. O acesso, o ingresso e a permanência da pessoa portadora de deficiência em todos os serviços oferecidos à comunidade.
V. A integração das ações dos órgãos e das entidades públicos e privados nas áreas de saúde, educação, trabalho, transporte, assistência social, edificação pública, previdência social, habitação, cultura, desporto e lazer, visando à prevenção das deficiências, à eliminação de suas múltiplas causas e à inclusão social.
São princípios da Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência:
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Quando se desenvolveu a capacidade de controlar os movimentos precisos das mãos e da língua, a linguagem, a consciência reflexiva e o pensamento conceitual evoluíram nos primeiros seres humanos na qualidade de elementos de um processo de comunicação cada vez mais complexo. Todas essas são manifestações do processo de cognição, e, a cada novo nível, envolvem estruturas neurais e corpóreas compatíveis. Como demonstram as mais recentes descobertas da linguística cognitiva, a mente humana, mesmo em suas manifestações mais abstratas, não é separada do corpo, mas sim nascida dele e moldada por ele.
(Fritjof Capra, in Conexões ocultas)
Os termos “a linguagem, a consciência reflexiva e o pensamento conceitual”, no contexto da oração, apresentam-se como
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Longa foi a agonia, longa e cruel, de uma crueldade minuciosa, fria, repisada, que me encheu de dor e estupefação. Era a primeira vez que eu via morrer alguém. Conhecia a morte de oitiva; quando muito, tinha-a visto já petrificada no rosto de algum cadáver que acompanhei ao cemitério, ou trazia-lhe a ideia embrulhada nas amplificações de retórica dos professores de coisas antigas – a morte aleivosa de César, a austera de Sócrates, a orgulhosa de Catão. Mas esse duelo do ser e não ser, a morte em ação, dolorida, contraída, convulsa, sem aparelho político ou filosófico, a morte de uma pessoa amada, essa foi a primeira vez que a pude encarar. Não chorei; lembra-me que não chorei durante o espetáculo: tinha os olhos estúpidos, a garganta presa, a consciência boquiaberta. Quê? Uma criatura tão dócil, tão meiga, tão santa, que nunca jamais fizera verter uma lágrima de desgosto, mãe carinhosa, esposa imaculada, era força que morresse assim, trateada, mordida pelo dente tenaz de uma doença sem misericórdia? Confesso que tudo aquilo me pareceu obscuro, incongruente, insano...
(Trecho de Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis)
O termo que inicia a sentença “Mas esse duelo do ser e não ser”
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Longa foi a agonia, longa e cruel, de uma crueldade minuciosa, fria, repisada, que me encheu de dor e estupefação. Era a primeira vez que eu via morrer alguém. Conhecia a morte de oitiva; quando muito, tinha-a visto já petrificada no rosto de algum cadáver que acompanhei ao cemitério, ou trazia-lhe a ideia embrulhada nas amplificações de retórica dos professores de coisas antigas – a morte aleivosa de César, a austera de Sócrates, a orgulhosa de Catão. Mas esse duelo do ser e não ser, a morte em ação, dolorida, contraída, convulsa, sem aparelho político ou filosófico, a morte de uma pessoa amada, essa foi a primeira vez que a pude encarar. Não chorei; lembra-me que não chorei durante o espetáculo: tinha os olhos estúpidos, a garganta presa, a consciência boquiaberta. Quê? Uma criatura tão dócil, tão meiga, tão santa, que nunca jamais fizera verter uma lágrima de desgosto, mãe carinhosa, esposa imaculada, era força que morresse assim, trateada, mordida pelo dente tenaz de uma doença sem misericórdia? Confesso que tudo aquilo me pareceu obscuro, incongruente, insano...
(Trecho de Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis)
Sobre a morte, diz o narrador: “Conhecia a morte de oitiva.” Isso quer dizer que
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Quando se desenvolveu a capacidade de controlar os movimentos precisos das mãos e da língua, a linguagem, a consciência reflexiva e o pensamento conceitual evoluíram nos primeiros seres humanos na qualidade de elementos de um processo de comunicação cada vez mais complexo. Todas essas são manifestações do processo de cognição, e, a cada novo nível, envolvem estruturas neurais e corpóreas compatíveis. Como demonstram as mais recentes descobertas da linguística cognitiva, a mente humana, mesmo em suas manifestações mais abstratas, não é separada do corpo, mas sim nascida dele e moldada por ele.
(Fritjof Capra, in Conexões ocultas)
A partícula “se” do excerto “Quando se desenvolveu a capacidade”
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Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
Para Teixeira e Braz (2009) os princípios e valores do Projeto Ético-político Profissional do Serviço Social brasileiro estão associados a outros componentes que imprimem uma perspectiva concreta e aplicável do projeto ético político no exercício profissional. Dadas as proposições seguintes,
I. A produção do conhecimento de Serviço Social – onde estão sistematizadas as diversas modalidades práticas da profissão além de apresentarem os processos reflexivos do fazer profissional, especulativos, prospectivos e combativos. Estão representados pelos trabalhos de conclusão de curso, artigos científicos, dissertações, teses, livros, grupos de discussão e pesquisa etc.
II. As práticas terapêuticas aplicadas pelos assistentes sociais em sua ação no cotidiano e que servem de base para a reflexão profissional multidisciplinar na contemporaneidade.
III. As instâncias político-organizativas da profissão – constituídas pelas organizações profissionais, organizações sindicais e estudantis onde podem ser conformadas, reformuladas e reafirmadas, as características gerais do projeto. Estão aqui inseridos o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Serviço Social, os sindicatos dos Assistentes Sociais, a ABEPSS – Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social – e as diversas outras associações.
IV. A dimensão jurídico-política – onde se encontra disposto o conjunto de leis, resoluções, documentos políticos e normativos aprovados e recomendados para aplicação, sejam estes exclusivos da profissão a exemplo da Lei de Regulamentação Profissional (Lei 8742/1993) e Código de Ética Profissional – 1996) ou ainda as legislações gerais que subsidiam sobremaneira a intervenção profissional: Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei Orgânica da Assistência Social, Lei Orgânica da Saúde, Estatuto do Idoso, dentre outros.
V. A dimensão valorativa dos processos de trabalho que se desenvolvem nas várias esferas do Estado e trazem em si as condições do exercício profissional para a luta pelas condições de deslocamento do Serviço Social do campo de direito para o campo dos serviços.
pode-se afirmar que são componentes apenas
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Disciplina: Estatuto do Idoso - Lei 10.741/2003
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
O Título IV do Estatuto do Idoso trata sobre “Da Política de Atendimento ao Idoso”, a qual será realizada por meio do conjunto articulado de ações governamentais e não governamentais da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. Podem ser “Linhas de ação da Política de Atendimento”. Leia com atenção o que segue.
I. Políticas e programas de assistência social, em caráter supletivo, para aqueles que necessitarem.
II. Serviços especiais de prevenção e atendimento às vítimas de negligência, maus-tratos, exploração, abuso, crueldade e opressão.
III. Mobilização da opinião pública no sentido da participação dos diversos segmentos da sociedade no atendimento do idoso.
IV. Oferecer instalações físicas em condições adequadas de habitabilidade, higiene, saúde, alimentação, salubridade, transporte e segurança.
V. Serviço de identificação e localização de parentes ou responsáveis por idosos abandonados em hospitais e instituições de longa permanência.
Das assertivas acima citadas, são “Linhas de ação da Política de Atendimento”:
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