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Foram encontradas 60 questões.

3405289 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Paraipaba-CE

Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.

Morte e vida severina

- Bem me diziam que a terra

se faz mais branda e macia

quanto mais do litoral

a viagem se aproxima.

Agora afinal cheguei

nessa terra que diziam.

Como ela é uma terra doce

para os pés e para a vista.

Os rios que correm aqui

têm a água vitalícia.

Cacimbas por todo lado;

cavando o chão a água mina.

Vejo agora que é verdade

o que pensei ser mentira.

Quem sabe se nesta terra

não plantarei minha sina?

Não tenho medo da terra

(cavei pedra toda a vida)

e para quem lutou a braço

contra a piçarra da Caatinga

será fácil amansar

esta aqui, tão feminina.

Mas não avisto ninguém:

só folhas de cana fina:

somente ali à distância

aquele bueiro de usina;

somente naquela várzea

um bangüê velho em ruína.

Por onde andará a gente

que tantas canas cultiva?

Feriando: que nessa terra

tão fácil, tão doce e rica,

não é preciso trabalhar

todas as horas do dia,

os dias todos do mês,

os meses todos da vida.

Decerto a gente daqui

jamais envelhece aos trinta

nem sabe a morte em vida,

vida em morte, severina;

e aquele cemitério ali,

branco na verde colina,

raramente funciona

e poucas covas aninha

João Cabral de Melo Neto

Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.

O autor mostra ternura com a terra usando as palavras

 

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3405288 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Paraipaba-CE

Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.

Morte e vida severina

- Bem me diziam que a terra

se faz mais branda e macia

quanto mais do litoral

a viagem se aproxima.

Agora afinal cheguei

nessa terra que diziam.

Como ela é uma terra doce

para os pés e para a vista.

Os rios que correm aqui

têm a água vitalícia.

Cacimbas por todo lado;

cavando o chão a água mina.

Vejo agora que é verdade

o que pensei ser mentira.

Quem sabe se nesta terra

não plantarei minha sina?

Não tenho medo da terra

(cavei pedra toda a vida)

e para quem lutou a braço

contra a piçarra da Caatinga

será fácil amansar

esta aqui, tão feminina.

Mas não avisto ninguém:

só folhas de cana fina:

somente ali à distância

aquele bueiro de usina;

somente naquela várzea

um bangüê velho em ruína.

Por onde andará a gente

que tantas canas cultiva?

Feriando: que nessa terra

tão fácil, tão doce e rica,

não é preciso trabalhar

todas as horas do dia,

os dias todos do mês,

os meses todos da vida.

Decerto a gente daqui

jamais envelhece aos trinta

nem sabe a morte em vida,

vida em morte, severina;

e aquele cemitério ali,

branco na verde colina,

raramente funciona

e poucas covas aninha

João Cabral de Melo Neto

Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.

Numere a Coluna B pela Coluna A atendendo ao significado das palavras.

Coluna A

I. piçarra.

II. banguê.

III. sina.

IV. cova.

V. várzea.

Coluna B

( ) Rocha de argila endurecida e seca.

( ) Caminho traçado pelo destino.

( ) Lugar onde se sepulta o cadáver.

( ) Moenda à moda antiga.

( ) Planície fértil e cultivada.

Marque a opção que indica a sequência CORRETA.

 

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3405287 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Paraipaba-CE

Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.

Morte e vida severina

- Bem me diziam que a terra

se faz mais branda e macia

quanto mais do litoral

a viagem se aproxima.

Agora afinal cheguei

nessa terra que diziam.

Como ela é uma terra doce

para os pés e para a vista.

Os rios que correm aqui

têm a água vitalícia.

Cacimbas por todo lado;

cavando o chão a água mina.

Vejo agora que é verdade

o que pensei ser mentira.

Quem sabe se nesta terra

não plantarei minha sina?

Não tenho medo da terra

(cavei pedra toda a vida)

e para quem lutou a braço

contra a piçarra da Caatinga

será fácil amansar

esta aqui, tão feminina.

Mas não avisto ninguém:

só folhas de cana fina:

somente ali à distância

aquele bueiro de usina;

somente naquela várzea

um bangüê velho em ruína.

Por onde andará a gente

que tantas canas cultiva?

Feriando: que nessa terra

tão fácil, tão doce e rica,

não é preciso trabalhar

todas as horas do dia,

os dias todos do mês,

os meses todos da vida.

Decerto a gente daqui

jamais envelhece aos trinta

nem sabe a morte em vida,

vida em morte, severina;

e aquele cemitério ali,

branco na verde colina,

raramente funciona

e poucas covas aninha

João Cabral de Melo Neto

Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.

“[...] trabalhar todas as horas do dia” traz a ideia de

 

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3405286 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Paraipaba-CE

Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.

Morte e vida severina

- Bem me diziam que a terra

se faz mais branda e macia

quanto mais do litoral

a viagem se aproxima.

Agora afinal cheguei

nessa terra que diziam.

Como ela é uma terra doce

para os pés e para a vista.

Os rios que correm aqui

têm a água vitalícia.

Cacimbas por todo lado;

cavando o chão a água mina.

Vejo agora que é verdade

o que pensei ser mentira.

Quem sabe se nesta terra

não plantarei minha sina?

Não tenho medo da terra

(cavei pedra toda a vida)

e para quem lutou a braço

contra a piçarra da Caatinga

será fácil amansar

esta aqui, tão feminina.

Mas não avisto ninguém:

só folhas de cana fina:

somente ali à distância

aquele bueiro de usina;

somente naquela várzea

um bangüê velho em ruína.

Por onde andará a gente

que tantas canas cultiva?

Feriando: que nessa terra

tão fácil, tão doce e rica,

não é preciso trabalhar

todas as horas do dia,

os dias todos do mês,

os meses todos da vida.

Decerto a gente daqui

jamais envelhece aos trinta

nem sabe a morte em vida,

vida em morte, severina;

e aquele cemitério ali,

branco na verde colina,

raramente funciona

e poucas covas aninha

João Cabral de Melo Neto

Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.

Pela leitura do texto, percebe-se que o autor

 

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3405285 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Paraipaba-CE

Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.

Morte e vida severina

- Bem me diziam que a terra

se faz mais branda e macia

quanto mais do litoral

a viagem se aproxima.

Agora afinal cheguei

nessa terra que diziam.

Como ela é uma terra doce

para os pés e para a vista.

Os rios que correm aqui

têm a água vitalícia.

Cacimbas por todo lado;

cavando o chão a água mina.

Vejo agora que é verdade

o que pensei ser mentira.

Quem sabe se nesta terra

não plantarei minha sina?

Não tenho medo da terra

(cavei pedra toda a vida)

e para quem lutou a braço

contra a piçarra da Caatinga

será fácil amansar

esta aqui, tão feminina.

Mas não avisto ninguém:

só folhas de cana fina:

somente ali à distância

aquele bueiro de usina;

somente naquela várzea

um bangüê velho em ruína.

Por onde andará a gente

que tantas canas cultiva?

Feriando: que nessa terra

tão fácil, tão doce e rica,

não é preciso trabalhar

todas as horas do dia,

os dias todos do mês,

os meses todos da vida.

Decerto a gente daqui

jamais envelhece aos trinta

nem sabe a morte em vida,

vida em morte, severina;

e aquele cemitério ali,

branco na verde colina,

raramente funciona

e poucas covas aninha

João Cabral de Melo Neto

Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.

O autor não acreditava que a água fosse fácil e abundante porque

 

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3405284 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Paraipaba-CE

Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.

Morte e vida severina

- Bem me diziam que a terra

se faz mais branda e macia

quanto mais do litoral

a viagem se aproxima.

Agora afinal cheguei

nessa terra que diziam.

Como ela é uma terra doce

para os pés e para a vista.

Os rios que correm aqui

têm a água vitalícia.

Cacimbas por todo lado;

cavando o chão a água mina.

Vejo agora que é verdade

o que pensei ser mentira.

Quem sabe se nesta terra

não plantarei minha sina?

Não tenho medo da terra

(cavei pedra toda a vida)

e para quem lutou a braço

contra a piçarra da Caatinga

será fácil amansar

esta aqui, tão feminina.

Mas não avisto ninguém:

só folhas de cana fina:

somente ali à distância

aquele bueiro de usina;

somente naquela várzea

um bangüê velho em ruína.

Por onde andará a gente

que tantas canas cultiva?

Feriando: que nessa terra

tão fácil, tão doce e rica,

não é preciso trabalhar

todas as horas do dia,

os dias todos do mês,

os meses todos da vida.

Decerto a gente daqui

jamais envelhece aos trinta

nem sabe a morte em vida,

vida em morte, severina;

e aquele cemitério ali,

branco na verde colina,

raramente funciona

e poucas covas aninha

João Cabral de Melo Neto

Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.

A oposição entre duas palavras ou ideias como em “morte em vida” e “vida em morte” caracteriza uma figura de estilo chamada

 

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Questão presente nas seguintes provas
3405283 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Paraipaba-CE

Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.

Morte e vida severina

- Bem me diziam que a terra

se faz mais branda e macia

quanto mais do litoral

a viagem se aproxima.

Agora afinal cheguei

nessa terra que diziam.

Como ela é uma terra doce

para os pés e para a vista.

Os rios que correm aqui

têm a água vitalícia.

Cacimbas por todo lado;

cavando o chão a água mina.

Vejo agora que é verdade

o que pensei ser mentira.

Quem sabe se nesta terra

não plantarei minha sina?

Não tenho medo da terra

(cavei pedra toda a vida)

e para quem lutou a braço

contra a piçarra da Caatinga

será fácil amansar

esta aqui, tão feminina.

Mas não avisto ninguém:

só folhas de cana fina:

somente ali à distância

aquele bueiro de usina;

somente naquela várzea

um bangüê velho em ruína.

Por onde andará a gente

que tantas canas cultiva?

Feriando: que nessa terra

tão fácil, tão doce e rica,

não é preciso trabalhar

todas as horas do dia,

os dias todos do mês,

os meses todos da vida.

Decerto a gente daqui

jamais envelhece aos trinta

nem sabe a morte em vida,

vida em morte, severina;

e aquele cemitério ali,

branco na verde colina,

raramente funciona

e poucas covas aninha

João Cabral de Melo Neto

Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.

“[...] bueiro” (l.26), no texto, significa

 

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Questão presente nas seguintes provas
3405282 Ano: 2021
Disciplina: Geografia
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Paraipaba-CE

Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.

Morte e vida severina

- Bem me diziam que a terra

se faz mais branda e macia

quanto mais do litoral

a viagem se aproxima.

Agora afinal cheguei

nessa terra que diziam.

Como ela é uma terra doce

para os pés e para a vista.

Os rios que correm aqui

têm a água vitalícia.

Cacimbas por todo lado;

cavando o chão a água mina.

Vejo agora que é verdade

o que pensei ser mentira.

Quem sabe se nesta terra

não plantarei minha sina?

Não tenho medo da terra

(cavei pedra toda a vida)

e para quem lutou a braço

contra a piçarra da Caatinga

será fácil amansar

esta aqui, tão feminina.

Mas não avisto ninguém:

só folhas de cana fina:

somente ali à distância

aquele bueiro de usina;

somente naquela várzea

um bangüê velho em ruína.

Por onde andará a gente

que tantas canas cultiva?

Feriando: que nessa terra

tão fácil, tão doce e rica,

não é preciso trabalhar

todas as horas do dia,

os dias todos do mês,

os meses todos da vida.

Decerto a gente daqui

jamais envelhece aos trinta

nem sabe a morte em vida,

vida em morte, severina;

e aquele cemitério ali,

branco na verde colina,

raramente funciona

e poucas covas aninha

João Cabral de Melo Neto

Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.

A caatinga é uma vegetação típica do

 

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3405281 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Paraipaba-CE

Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.

Morte e vida severina

- Bem me diziam que a terra

se faz mais branda e macia

quanto mais do litoral

a viagem se aproxima.

Agora afinal cheguei

nessa terra que diziam.

Como ela é uma terra doce

para os pés e para a vista.

Os rios que correm aqui

têm a água vitalícia.

Cacimbas por todo lado;

cavando o chão a água mina.

Vejo agora que é verdade

o que pensei ser mentira.

Quem sabe se nesta terra

não plantarei minha sina?

Não tenho medo da terra

(cavei pedra toda a vida)

e para quem lutou a braço

contra a piçarra da Caatinga

será fácil amansar

esta aqui, tão feminina.

Mas não avisto ninguém:

só folhas de cana fina:

somente ali à distância

aquele bueiro de usina;

somente naquela várzea

um bangüê velho em ruína.

Por onde andará a gente

que tantas canas cultiva?

Feriando: que nessa terra

tão fácil, tão doce e rica,

não é preciso trabalhar

todas as horas do dia,

os dias todos do mês,

os meses todos da vida.

Decerto a gente daqui

jamais envelhece aos trinta

nem sabe a morte em vida,

vida em morte, severina;

e aquele cemitério ali,

branco na verde colina,

raramente funciona

e poucas covas aninha

João Cabral de Melo Neto

Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.

Os rios têm água vitalícia porque são:

 

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Atualmente, cerca de 920 mil pessoas vivem com HIV no Brasil. Em 2020, até outubro, cerca de 642 mil pessoas estavam em tratamento antirretroviral. Em 2018 eram 593.594 pessoas em tratamento. O Ministério da Saúde estima que cerca de 10 mil casos de Aids foram evitados no país, no período de 2015 a 2019.

(Fonte: www.canalsaude.fiocruz.br)

A queda no número de casos de infecção por Aids nos últimos anos no Brasil é devido a

Questão Anulada

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