Foram encontradas 60 questões.
Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.
Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
O autor mostra ternura com a terra usando as palavras
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Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.
Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
Numere a Coluna B pela Coluna A atendendo ao significado das palavras.
Coluna A
I. piçarra.
II. banguê.
III. sina.
IV. cova.
V. várzea.
Coluna B
( ) Rocha de argila endurecida e seca.
( ) Caminho traçado pelo destino.
( ) Lugar onde se sepulta o cadáver.
( ) Moenda à moda antiga.
( ) Planície fértil e cultivada.
Marque a opção que indica a sequência CORRETA.
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Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.
Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
“[...] trabalhar todas as horas do dia” traz a ideia de
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Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.
Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
Pela leitura do texto, percebe-se que o autor
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Leia com atenção o texto para responder às questões 1 a 11.
Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
O autor não acreditava que a água fosse fácil e abundante porque
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- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemAntítese
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemComparação (Figura de Linguagem)
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemEufemismo
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- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemMetáfora
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Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
A oposição entre duas palavras ou ideias como em “morte em vida” e “vida em morte” caracteriza uma figura de estilo chamada
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Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
“[...] bueiro” (l.26), no texto, significa
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- Geografia do BrasilMeio Ambiente do BrasilClima e Domínios Morfoclimáticos
- Geografia do BrasilTerritório
- Geografia GeralGeografia FísicaVegetação
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Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
A caatinga é uma vegetação típica do
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Morte e vida severina
- Bem me diziam que a terra
se faz mais branda e macia
quanto mais do litoral
a viagem se aproxima.
Agora afinal cheguei
nessa terra que diziam.
Como ela é uma terra doce
para os pés e para a vista.
Os rios que correm aqui
têm a água vitalícia.
Cacimbas por todo lado;
cavando o chão a água mina.
Vejo agora que é verdade
o que pensei ser mentira.
Quem sabe se nesta terra
não plantarei minha sina?
Não tenho medo da terra
(cavei pedra toda a vida)
e para quem lutou a braço
contra a piçarra da Caatinga
será fácil amansar
esta aqui, tão feminina.
Mas não avisto ninguém:
só folhas de cana fina:
somente ali à distância
aquele bueiro de usina;
somente naquela várzea
um bangüê velho em ruína.
Por onde andará a gente
que tantas canas cultiva?
Feriando: que nessa terra
tão fácil, tão doce e rica,
não é preciso trabalhar
todas as horas do dia,
os dias todos do mês,
os meses todos da vida.
Decerto a gente daqui
jamais envelhece aos trinta
nem sabe a morte em vida,
vida em morte, severina;
e aquele cemitério ali,
branco na verde colina,
raramente funciona
e poucas covas aninha
João Cabral de Melo Neto
Com base no texto e em seus conhecimentos adquiridos responda às questões propostas.
Os rios têm água vitalícia porque são:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Paraipaba-CE
Atualmente, cerca de 920 mil pessoas vivem com HIV no Brasil. Em 2020, até outubro, cerca de 642 mil pessoas estavam em tratamento antirretroviral. Em 2018 eram 593.594 pessoas em tratamento. O Ministério da Saúde estima que cerca de 10 mil casos de Aids foram evitados no país, no período de 2015 a 2019.
(Fonte: www.canalsaude.fiocruz.br)
A queda no número de casos de infecção por Aids nos últimos anos no Brasil é devido a
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