Foram encontradas 294 questões.
Ao empurrar um carrinho de supermercado com uma força maior do que a força de atrito e a mantiver constante, a resultante das forças não será nula e a velocidade do carrinho vai aumentar gradativamente. Sobre o exemplo citado anteriormente, marque a alternativa INCORRETA.
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O sistema endócrino é bastante complexo, ele apresenta uma grande quantidade de glândulas endócrinas, as quais produzem hormônios que atuam em praticamente todas as funções do organismo. A glândula tireóidea localizada na porção anterior do pescoço atua na produção do hormônio calcitonina. Marque abaixo a ação CORRETA referente à esse hormônio.
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A Lei nº 13.005/14 aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e estabelece que esse terá vigência de 10 (dez) anos, a contar da publicação da Lei, com vistas ao cumprimento do objetivo de articular o sistema nacional de educação em regime de colaboração e definir diretrizes, objetivos, metas e estratégias de implementação para assegurar a manutenção e desenvolvimento do ensino em seus diversos níveis, etapas e modalidades por meio de ações integradas dos poderes públicos das diferentes esferas federativas. Dessa forma, ao longo do período de vigência do PNE, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP publicará estudos para aferir a evolução no cumprimento das metas estabelecidas nos anexos do PNE com informações organizadas pelo ente federado e consolidadas em âmbito nacional. De quanto em quanto tempo que o INEP publicará esses estudos? Marque a alternativa CORRETA.
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Na Lei nº 9.394/96 - Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional tem alguma especificação sobre o aluno da educação básica que for internado para tratamento de saúde em regime hospitalar ou domiciliar por tempo prolongado? Marque a alternativa CORRETA.
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Os tipos textuais são o conjunto de estruturas que demarcam e permitem a constituição de textos de diversos gêneros textuais.
Tais tipologias são divididas em:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Paraíso-SC
Os gêneros literários constituem um arranjo cujo objetivo é distinguir o texto literário segundo qualidades exclusivas e suas semelhanças com textos da mesma natureza, de forma a promover seu estudo e sua compreensão.
Os gêneros literários são, portanto, divididos em:
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Reduzida
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.
Os vergonhosos 'zoológicos humanos' que existiram na Europa até 1958
Segundo cronistas espanhóis como Antonio Solís e Rivadeneyra (1610-1686), além de aves, feras e animais peçonhentos, havia "um cômodo onde viviam os bufões e outros vermes do palácio que serviam para entreter o rei, como monstros, anões, corcundas e outros erros da natureza".
A descrição lembra a tradição dos espetáculos de aberrações que datam do século XVI.
A essa altura, as deficiências físicas não eram mais consideradas maus presságios ou temidas como evidência de espíritos malignos, então as "monstruosidades" médicas se tornaram componentes padrão dos shows itinerantes.
Mas, talvez, um precursor mais apropriado para o que continuaria acontecendo mais de quatro séculos depois das primeiras viagens da era dos descobrimentos, tenha sido a incorporação que o cardeal italiano Hipólito de Médici fez ao zoológico da família.
Em pleno Renascimento italiano, ele se gabava de ter, além de todos os tipos de animais exóticos, vários "selvagens" que falavam mais de 20 línguas, entre mouros, tártaros, indianos, turcos e africanos.
Ele havia dado um passo além na desumanização daqueles que eram diferentes: à grotesca exibição de pessoas nascidas com alguma deficiência física, ele acrescentou a posse de humanos de outras terras cuja aparência e costumes eram distintos dos da Europa.
O auge desse tipo de desumanização aconteceria, no entanto, centenas de anos depois, quando as sociedades ocidentais desenvolveram um apetite por exibir "espécimes" humanos exóticos que eram enviados a Paris, Nova York, Londres ou Berlim para o interesse e deleite do público.
O que começou como uma curiosidade por parte dos observadores se transformou em uma pseudociência macabra em meados do século XIX, com os pesquisadores em busca de evidências físicas para sua teoria racial.
Milhões de pessoas visitaram os "zoológicos humanos" criados como parte de grandes feiras internacionais.
Nelas, era possível ver aldeias inteiras com habitantes levados de lugares distantes e pagos para representar danças de guerra ou rituais religiosos diante de seus senhores coloniais.
Assim, foi criado um sentido do "outro" em relação aos povos estrangeiros, o que ajudou a legitimar sua dominação.
Os vergonhosos 'zoológicos humanos' que existiram na Europa até 1958 (msn.com). Adaptado.
Um precursor mais apropriado para o que continuaria 'acontecendo mais de quatro séculos depois das primeiras viagens'.
A expressão destacada é regida por uma oração:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.
Os vergonhosos 'zoológicos humanos' que existiram na Europa até 1958
Segundo cronistas espanhóis como Antonio Solís e Rivadeneyra (1610-1686), além de aves, feras e animais peçonhentos, havia "um cômodo onde viviam os bufões e outros vermes do palácio que serviam para entreter o rei, como monstros, anões, corcundas e outros erros da natureza".
A descrição lembra a tradição dos espetáculos de aberrações que datam do século XVI.
A essa altura, as deficiências físicas não eram mais consideradas maus presságios ou temidas como evidência de espíritos malignos, então as "monstruosidades" médicas se tornaram componentes padrão dos shows itinerantes.
Mas, talvez, um precursor mais apropriado para o que continuaria acontecendo mais de quatro séculos depois das primeiras viagens da era dos descobrimentos, tenha sido a incorporação que o cardeal italiano Hipólito de Médici fez ao zoológico da família.
Em pleno Renascimento italiano, ele se gabava de ter, além de todos os tipos de animais exóticos, vários "selvagens" que falavam mais de 20 línguas, entre mouros, tártaros, indianos, turcos e africanos.
Ele havia dado um passo além na desumanização daqueles que eram diferentes: à grotesca exibição de pessoas nascidas com alguma deficiência física, ele acrescentou a posse de humanos de outras terras cuja aparência e costumes eram distintos dos da Europa.
O auge desse tipo de desumanização aconteceria, no entanto, centenas de anos depois, quando as sociedades ocidentais desenvolveram um apetite por exibir "espécimes" humanos exóticos que eram enviados a Paris, Nova York, Londres ou Berlim para o interesse e deleite do público.
O que começou como uma curiosidade por parte dos observadores se transformou em uma pseudociência macabra em meados do século XIX, com os pesquisadores em busca de evidências físicas para sua teoria racial.
Milhões de pessoas visitaram os "zoológicos humanos" criados como parte de grandes feiras internacionais.
Nelas, era possível ver aldeias inteiras com habitantes levados de lugares distantes e pagos para representar danças de guerra ou rituais religiosos diante de seus senhores coloniais.
Assim, foi criado um sentido do "outro" em relação aos povos estrangeiros, o que ajudou a legitimar sua dominação.
Os vergonhosos 'zoológicos humanos' que existiram na Europa até 1958 (msn.com). Adaptado.
Em pleno Renascimento italiano, ele se gabava de ter, além de todos os tipos de animais exóticos, vários selvagens que falavam mais de 20 línguas, entre mouros, tártaros, indianos, turcos e africanos.
Assinale a opção cuja expressão contenha um substantivo e um adjetivo, independente da ordem.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Paraíso-SC
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.
Os vergonhosos 'zoológicos humanos' que existiram na Europa até 1958
Segundo cronistas espanhóis como Antonio Solís e Rivadeneyra (1610-1686), além de aves, feras e animais peçonhentos, havia "um cômodo onde viviam os bufões e outros vermes do palácio que serviam para entreter o rei, como monstros, anões, corcundas e outros erros da natureza".
A descrição lembra a tradição dos espetáculos de aberrações que datam do século XVI.
A essa altura, as deficiências físicas não eram mais consideradas maus presságios ou temidas como evidência de espíritos malignos, então as "monstruosidades" médicas se tornaram componentes padrão dos shows itinerantes.
Mas, talvez, um precursor mais apropriado para o que continuaria acontecendo mais de quatro séculos depois das primeiras viagens da era dos descobrimentos, tenha sido a incorporação que o cardeal italiano Hipólito de Médici fez ao zoológico da família.
Em pleno Renascimento italiano, ele se gabava de ter, além de todos os tipos de animais exóticos, vários "selvagens" que falavam mais de 20 línguas, entre mouros, tártaros, indianos, turcos e africanos.
Ele havia dado um passo além na desumanização daqueles que eram diferentes: à grotesca exibição de pessoas nascidas com alguma deficiência física, ele acrescentou a posse de humanos de outras terras cuja aparência e costumes eram distintos dos da Europa.
O auge desse tipo de desumanização aconteceria, no entanto, centenas de anos depois, quando as sociedades ocidentais desenvolveram um apetite por exibir "espécimes" humanos exóticos que eram enviados a Paris, Nova York, Londres ou Berlim para o interesse e deleite do público.
O que começou como uma curiosidade por parte dos observadores se transformou em uma pseudociência macabra em meados do século XIX, com os pesquisadores em busca de evidências físicas para sua teoria racial.
Milhões de pessoas visitaram os "zoológicos humanos" criados como parte de grandes feiras internacionais.
Nelas, era possível ver aldeias inteiras com habitantes levados de lugares distantes e pagos para representar danças de guerra ou rituais religiosos diante de seus senhores coloniais.
Assim, foi criado um sentido do "outro" em relação aos povos estrangeiros, o que ajudou a legitimar sua dominação.
Os vergonhosos 'zoológicos humanos' que existiram na Europa até 1958 (msn.com). Adaptado.
A versificação ou metrificação é um recurso estilístico empregado por vários poetas, cuja essência não se encontra, fundamentalmente, relacionada à ideia de poesia, mas de versificação.
Assinale a opção CORRETA quanto às definições apresentadas.
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.
Os vergonhosos 'zoológicos humanos' que existiram na Europa até 1958
Segundo cronistas espanhóis como Antonio Solís e Rivadeneyra (1610-1686), além de aves, feras e animais peçonhentos, havia "um cômodo onde viviam os bufões e outros vermes do palácio que serviam para entreter o rei, como monstros, anões, corcundas e outros erros da natureza".
A descrição lembra a tradição dos espetáculos de aberrações que datam do século XVI.
A essa altura, as deficiências físicas não eram mais consideradas maus presságios ou temidas como evidência de espíritos malignos, então as "monstruosidades" médicas se tornaram componentes padrão dos shows itinerantes.
Mas, talvez, um precursor mais apropriado para o que continuaria acontecendo mais de quatro séculos depois das primeiras viagens da era dos descobrimentos, tenha sido a incorporação que o cardeal italiano Hipólito de Médici fez ao zoológico da família.
Em pleno Renascimento italiano, ele se gabava de ter, além de todos os tipos de animais exóticos, vários "selvagens" que falavam mais de 20 línguas, entre mouros, tártaros, indianos, turcos e africanos.
Ele havia dado um passo além na desumanização daqueles que eram diferentes: à grotesca exibição de pessoas nascidas com alguma deficiência física, ele acrescentou a posse de humanos de outras terras cuja aparência e costumes eram distintos dos da Europa.
O auge desse tipo de desumanização aconteceria, no entanto, centenas de anos depois, quando as sociedades ocidentais desenvolveram um apetite por exibir "espécimes" humanos exóticos que eram enviados a Paris, Nova York, Londres ou Berlim para o interesse e deleite do público.
O que começou como uma curiosidade por parte dos observadores se transformou em uma pseudociência macabra em meados do século XIX, com os pesquisadores em busca de evidências físicas para sua teoria racial.
Milhões de pessoas visitaram os "zoológicos humanos" criados como parte de grandes feiras internacionais.
Nelas, era possível ver aldeias inteiras com habitantes levados de lugares distantes e pagos para representar danças de guerra ou rituais religiosos diante de seus senhores coloniais.
Assim, foi criado um sentido do "outro" em relação aos povos estrangeiros, o que ajudou a legitimar sua dominação.
Os vergonhosos 'zoológicos humanos' que existiram na Europa até 1958 (msn.com). Adaptado.
Há diversas formas de se classificar um texto, de acordo com a abordagem, a tipologia, o gênero etc.
O texto apresentado sob o título de 'Os vergonhosos zoológicos humanos que existiram na Europa até 1958', trata-se de um texto:
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