Foram encontradas 60 questões.
Assinale a alternativa em que o primeiro termo é
sinônimo de “rápido” e o segundo é antônimo de “triste”:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A palavra “saúde” está corretamente separada e
classificada na opção
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto e responda à questão.
Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e
saudável
Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas
escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A
primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes,
legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em
energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas,
fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar
horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa,
ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa
de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas
todos os dias, fazem diferença para a saúde.
Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas
deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados,
como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da
estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A
segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da
lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os
carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou
macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as
preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a
monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio
de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.
Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com
muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou
gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito
tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições
caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa
perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou
refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar
preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido
pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma
fruta madura, que já vem doce por natureza.
Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso.
Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao
mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da
época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite
sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com
cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a
família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma
quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou
no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de
consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular,
fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.
Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao
preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e
reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição,
protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso
perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro
da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato
colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa
de ser um desafio e vira parte natural da vida.
Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto e responda à questão.
Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e
saudável
Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas
escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A
primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes,
legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em
energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas,
fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar
horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa,
ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa
de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas
todos os dias, fazem diferença para a saúde.
Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas
deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados,
como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da
estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A
segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da
lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os
carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou
macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as
preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a
monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio
de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.
Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com
muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou
gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito
tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições
caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa
perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou
refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar
preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido
pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma
fruta madura, que já vem doce por natureza.
Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso.
Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao
mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da
época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite
sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com
cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a
família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma
quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou
no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de
consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular,
fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.
Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao
preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e
reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição,
protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso
perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro
da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato
colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa
de ser um desafio e vira parte natural da vida.
Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto e responda à questão.
Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e
saudável
Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas
escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A
primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes,
legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em
energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas,
fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar
horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa,
ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa
de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas
todos os dias, fazem diferença para a saúde.
Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas
deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados,
como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da
estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A
segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da
lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os
carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou
macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as
preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a
monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio
de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.
Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com
muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou
gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito
tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições
caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa
perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou
refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar
preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido
pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma
fruta madura, que já vem doce por natureza.
Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso.
Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao
mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da
época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite
sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com
cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a
família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma
quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou
no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de
consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular,
fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.
Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao
preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e
reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição,
protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso
perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro
da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato
colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa
de ser um desafio e vira parte natural da vida.
Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto e responda à questão.
Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e
saudável
Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas
escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A
primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes,
legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em
energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas,
fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar
horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa,
ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa
de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas
todos os dias, fazem diferença para a saúde.
Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas
deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados,
como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da
estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A
segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da
lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os
carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou
macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as
preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a
monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio
de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.
Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com
muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou
gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito
tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições
caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa
perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou
refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar
preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido
pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma
fruta madura, que já vem doce por natureza.
Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso.
Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao
mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da
época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite
sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com
cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a
família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma
quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou
no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de
consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular,
fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.
Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao
preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e
reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição,
protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso
perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro
da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato
colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa
de ser um desafio e vira parte natural da vida.
Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto e responda à questão.
Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e
saudável
Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas
escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A
primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes,
legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em
energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas,
fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar
horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa,
ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa
de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas
todos os dias, fazem diferença para a saúde.
Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas
deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados,
como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da
estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A
segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da
lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os
carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou
macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as
preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a
monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio
de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.
Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com
muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou
gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito
tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições
caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa
perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou
refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar
preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido
pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma
fruta madura, que já vem doce por natureza.
Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso.
Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao
mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da
época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite
sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com
cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a
família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma
quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou
no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de
consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular,
fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.
Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao
preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e
reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição,
protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso
perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro
da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato
colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa
de ser um desafio e vira parte natural da vida.
Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto e responda à questão.
Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e
saudável
Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas
escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A
primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes,
legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em
energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas,
fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar
horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa,
ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa
de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas
todos os dias, fazem diferença para a saúde.
Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas
deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados,
como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da
estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A
segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da
lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os
carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou
macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as
preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a
monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio
de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.
Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com
muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou
gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito
tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições
caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa
perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou
refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar
preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido
pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma
fruta madura, que já vem doce por natureza.
Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso.
Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao
mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da
época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite
sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com
cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a
família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma
quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou
no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de
consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular,
fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.
Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao
preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e
reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição,
protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso
perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro
da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato
colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa
de ser um desafio e vira parte natural da vida.
Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto e responda à questão.
Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e
saudável
Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas
escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A
primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes,
legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em
energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas,
fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar
horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa,
ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa
de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas
todos os dias, fazem diferença para a saúde.
Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas
deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados,
como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da
estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A
segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da
lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os
carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou
macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as
preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a
monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio
de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.
Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com
muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou
gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito
tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições
caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa
perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou
refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar
preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido
pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma
fruta madura, que já vem doce por natureza.
Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso.
Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao
mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da
época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite
sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com
cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a
família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma
quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou
no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de
consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular,
fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.
Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao
preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e
reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição,
protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso
perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro
da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato
colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa
de ser um desafio e vira parte natural da vida.
Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto e responda à questão.
Comer bem no dia a dia: um prato colorido, simples e
saudável
Planejar a refeição pode parecer complicado, mas algumas
escolhas simples tornam o prato mais nutritivo e saboroso. A
primeira ideia é olhar para as cores: quando há verduras verdes,
legumes alaranjados ou vermelhos e algum alimento rico em
energia, como arroz ou mandioca, o corpo recebe vitaminas,
fibras e força para as atividades do dia. Outra dica é organizar
horários. Comer com atenção, em lugar tranquilo e sem pressa,
ajuda a perceber a saciedade e evita exageros. Ninguém precisa
de receitas difíceis para começar; pequenas mudanças, repetidas
todos os dias, fazem diferença para a saúde.
Para montar o prato, pense em três partes. A maior delas
deve ser de alimentos in natura ou minimamente processados,
como feijão, arroz, abóbora, cenoura, alface, tomate e frutas da
estação. Eles costumam ter mais nutrientes e menos aditivos. A
segunda parte reúne as proteínas, que podem vir do feijão, da
lentilha, dos ovos, do frango ou do peixe. A terceira parte traz os
carboidratos que dão energia, como arroz, batata, mandioca ou
macarrão simples. Quando o orçamento permitir, variar as
preparações ao longo da semana garante mais sabor e evita a
monotonia. Temperos frescos, como alho, cebola, ervas e um fio
de óleo em pequena quantidade, já deixam tudo gostoso.
Outra escolha importante é olhar os rótulos. Produtos com
muitos ingredientes, nomes estranhos e muito sódio, açúcar ou
gordura costumam ser ultraprocessados, feitos para durar muito
tempo e serem muito palatáveis. Eles podem substituir refeições
caseiras e levar ao consumo maior de calorias sem que a pessoa
perceba. Isso não significa que seja proibido comer biscoitos ou
refrigerantes, mas que o ideal é evitar o consumo frequente e dar
preferência às comidas preparadas em casa. Um lanche rápido
pode ser pão com ovo e tomate; uma sobremesa pode ser uma
fruta madura, que já vem doce por natureza.
Organizar a compra também ajuda a cuidar do bolso.
Planeje as refeições da semana e faça uma lista antes de ir ao
mercado ou à feira. Observe os preços das frutas e verduras da
época, que costumam ser mais baratas e saborosas. Reaproveite
sobras: o feijão de ontem vira tutu; o arroz pode virar bolinho com
cenoura ralada; as cascas de certos legumes rendem caldo. Se a
família não tem muito tempo para cozinhar, vale preparar uma
quantidade maior de comida e guardar porções na geladeira ou
no congelador, sempre com higiene e atenção ao prazo de
consumo. Comer junto, na mesa, sem televisão ou celular,
fortalece os vínculos e torna a refeição um momento de cuidado.
Cuidar da alimentação é um ato de saúde e cidadania. Ao
preferir alimentos frescos, valorizar a culinária do dia a dia e
reduzir os ultraprocessados, a família melhora a disposição,
protege o coração e controla melhor o peso. Não é preciso
perfeição, e sim constância: escolher o que há de melhor dentro
da realidade de cada casa, um passo de cada vez. Com um prato
colorido, água ao alcance e rotina organizada, comer bem deixa
de ser um desafio e vira parte natural da vida.
Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/publicacoes-parapromocao-a-saude/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf - Adaptado
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container