As observações de Freud a respeito de seus pacientes revelaram uma série interminável de
conflitos e acordos psíquicos. A um instinto opunha-se outro; proibições sociais bloqueavam pulsões biológicas e
os modos de enfrentar situações frequentemente chocavam-se uns com os outros. Ele tentou ordenar este caos
aparente propondo três componentes básicos estruturais da psique: o id, o ego e o superego (Schultz & Schultz,
2002). Acerca de cada um julgue verdadeiro ou falso:
I. O Id. O Id "contém tudo o que é herdado, que se acha presente no nascimento, que está presente na
constituição—acima de tudo, portanto, os instintos que se originam da organização somática e que aqui (no id)
encontram uma primeira expressão psíquica, sob formas que nos são desconhecidas" (1940, livro 7, pp. 17-18 na
ed. bras.). É a estrutura da personalidade original, básica e mais central, exposta tanto às exigências somáticas do
corpo como aos efeitos do ego e do superego. Embora as outras partes da estrutura se desenvolvam a partir do
id, ele próprio é amorfo, caótico e desorganizado.
II. O Ego. O ego é a parte do aparelho psíquico que está em contato com a realidade externa. Desenvolve-se a
partir do id, à medida que o bebê toma-se cônscio de sua própria identidade, para atender e aplacar as constantes
exigências do id. Como a casca de uma árvore, ele protege o id mas extrai dele a energia, a fim de realizar isto.
Tem a tarefa de garantir a saúde, segurança e sanidade da personalidade.
III. O Superego. Esta última parte da estrutura se desenvolve não a partir do id, mas a partir do ego. Atua como
um juiz ou censor sobre as atividades e pensamentos do ego. É o depósito dos códigos morais, modelos de
conduta e dos construtos que constituem as inibições da personalidade. Freud descreve três funções do superego:
consciência, auto-observaçao e formação de ideais.
Seu objetivo principal é entender como as pessoas desenvolvem e atuam dentro de seu
entorno sociocultural, a dinâmica pela qual o social e cultural torna-se psicológico, e a dinâmica pela qual as
pessoas transformam sua vida social e mundo cultural. Diante da Teoria Histórico-Cultural existem algumas
suposições, segundo Lev Vygotsky (Zittoun, 2016). Quais são
Segundo Azevedo e Crepaldi (2016), a especialidade Psicologia Hospitalar foi reconhecida
pelo Conselho Federal de Psicologia (2000), por meio da Resolução nº 014/2000, na qual apresenta instruções
para o psicólogo obter o registro. Os profissionais que atuavam nessa área solicitavam o registro de especialista
após a conclusão dos cursos de especialização credenciados pelo Conselho Federal de Psicologia ou diante da
comprovação de experiência prática de dois anos e aprovação nas provas teóricas. Sobre atuação do psicólogo
hospitalar é CORRETO, afirmar que
Santos-Silva, et al (2017). Com base nos encontros com a paciente, a qual será chamada de
Maria, a mesma tem 12 anos de idade. É a primogênita da família, tendo apenas uma irmã sete anos mais nova.
Ao contrário dessa criança, caracterizada pela mãe como um exemplo de saúde, a paciente tem problemas
somáticos desde a primeira infância, incluindo problemas respiratórios e alérgicos, sendo que dois anos antes do
inicio do psicodiagnóstico apareceram as lesões dermatológicas. Maria não podia ter contato com materiais
ásperos, poeira, detergentes, produtos de limpeza em geral, roupas de lã e tecido sintético. Pois causava um
prurido na pele intenso. O médico fez o encaminhamento para o tratamento psicológico, quando confirmou em
laudo o diagnóstico de
O saneamento básico é uma das medidas essenciais a serem realizadas pela Administração
Pública considerando as necessidades de saúde coletiva. Os serviços públicos de saneamento básico serão
prestados de acordo com determinados princípios, estes dispostos na Lei 11.445/2007 e descritos abaixo, não
sendo um deles o da alternativa:
A Resolução nº 429/13, do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional
(COFFITO), reconhece a especialidade da Terapia Ocupacional no Contexto Hospitalar, o que dá ao terapeuta
ocupacional a prerrogativa legal para atuar nas diversas especialidades clínicas assistidas dentro do
hospital e nos diversos setores, dentre eles a UTI Adulto (Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia
Ocupacional, 2013).
I. O terapeuta ocupacional como parte da equipe multiprofissional deverá discutir sobre as ações a serem
realizadas com o paciente, com o intuito de gerar intervenções humanizadas no contexto da UTI (Araújo Neto,
Silva, Zanin, Andrade & Morais, 2016). Dentro da ótica da humanização, as necessidades de cuidados com o
paciente serão compartilhadas entre equipe-usuário-família, incentivando o protagonismo e
corresponsabilidade dos sujeitos envolvidos (Brasil, 2010).
PORQUE II. No que se refere à atuação do terapeuta ocupacional na UTI, tem se que ela deverá ser iniciada o mais
precoce possível, pois a imobilização do paciente poderá acarretar efeitos secundários à internação. Os
atendimentos serão pautados na funcionalidade e necessidades primárias do paciente, bem como no
estímulo dos seus componentes motores, cognitivos, sensoriais e psicossociais, independentemente do nível
de consciência do indivíduo assistido. A abordagem também será extensiva aos familiares e cuidadores dos
pacientes atendidos (American Occupational Therapy Association, 2015; Barbosa & Reis, 2017).
A doença oncológica em fase terminal é caracterizada por vários sintomas que provocam um
grande sofrimento nas pessoas. Os principais são: dor, estomatite, anorexia, disfagia, úlceras peptídicas, dispnéia,
anemia, sistema sensorial alterado, diplopia, convulsões, entre outros. Para além disto, os doentes oncológicos
que se encontram em situação paliativa, apresentam um nível de sofrimento considerável (Capela & Apóstolo,
2012).
O terapeuta ocupacional é, então, o profissional de saúde que vai ajudar a restaurar a interação entre o
indivíduo e o seu contexto, tendo em conta o seu estado de saúde, tendo sempre como finalidade primordial o
restauro da sua independência e autonomia 19 na realização das suas atividades diárias (Söderback, 2009).
Assim, e de acordo com o mesmo autor, o terapeuta ocupacional possui os seguintes papéis:
BOTELHO, Flávia Tatiana Pinto. A Terapia Ocupacional nos Cuidados Paliativos Oncológicos-Revisão Integrativa
da Literatura. 2019.
I. Terapêutico: o terapeuta ocupacional tem a responsabilidade de cooperar e de ajudar os seus utentes de modo
a que estes alcancem as metas estabelecidas, sendo que estas envolvem a recuperação da realização das
principais atividades da sua vida diária;
POR MEIO
II. Uma equipa multidisciplinar: tendo em conta os seus saberes científicos e a sua prática profissional, o terapeuta
ocupacional tem o dever de trabalhar em conjunto com outros profissionais de saúde de forma a que sejam
atingidos os objetivos estabelecidos;
NO ENTANTO,
III. Consultor: o terapeuta ocupacional não deve trabalhar com a família e outras pessoas significativas do utente,
de modo a que estes não interfiram no prognóstico do paciente.
Ao longo de sua história, a terapia ocupacional brasileira vem incorporando e modificando
perspectivas teórico-metodológicas e referenciais teórico-práticos em consonância com os contextos históricos,
sociais e políticos. A produção acadêmica e profissional tem sido um importante vetor de divulgação de novos
referenciais para a profissão. A seguir marque Verdadeiro ou Falsa e na sequência marque a alternativa correta
(____) O primeiro movimento – no âmbito da constituição dos saberes e práticas da terapia ocupacional no Brasil
– teve início a partir da própria criação e implantação dos primeiros cursos de terapia ocupacional na Escola de
Reabilitação do Rio de Janeiro, em 1956, e no Instituto de Ortopedia do Hospital das Clínicas da Universidade de
São Paulo, em 1957.
(____) A partir de meados dos anos 1960, o segundo movimento, por meio de outras influências passaram a
configurar a prática da terapia ocupacional. Inicialmente, sob a influência da psiquiatria social de Luís Cerqueira e
do advento das comunidades terapêuticas, a profissão começou a fazer uso da abordagem socioterápica,
incorporando, entre suas abordagens o grupo operativo, os grupos com famílias e as oficinas ou ateliês de
atividades.
(____) Os cursos de terapia ocupacional, neste primeiro momento, eram ambientes de formação técnica e não de
produção científica, tendo a capacitação docente se iniciado apenas em meados dos anos 1980.
(____) O terceiro movimento identificado pela pesquisa está relacionado a construção e consolidação dos campos
de investigação, de saberes e de práticas daterapia ocupacional no Brasil, rumo à proposição de práticas
emancipatórias, que aparece no âmbito da produção a partir de 1997, no contexto dos hospitais gerais.
A Terapia Ocupacional, profissão regulamentada pelo Decreto Lei N. 938 - de 13 de outubro de
1969 DOU Nº.197 de 14/10/69 - retificado em 16/10/1969, está inscrita na Classificação Brasileira de Ocupações
(CBO) com o código 2239-05, que identifica ocupações no mercado de trabalho para fins classificatórios junto aos
registros administrativos e domiciliares. Possui a Resolução do COFFITO Nº 408 de 18 de agosto de 2011, que
disciplina a Especialidade Profissional Terapia Ocupacional em Saúde Mental.
De acordo com esta resolução, o terapeuta ocupacional deverá ter o domínio das seguintes Grandes
Áreas de Competência:
Tratando-se de pacientes portadores de transtornos mentais, Cunha e Santos (2009) relatam
que a formação de grupos terapêuticos com o intuito de tratar esses pacientes é vantajosa, já que a constituição
de um grupo é considerada, por si só, um recurso terapêutico e a terapia realizada através dos grupos possibilita
trabalhar objetivos distintos da terapia individual, alcançando, consequentemente, resultados diferentes. Sobre o
trabalho dos grupos terapêuticos as proposições estão corretas, EXCETO em: