Foram encontradas 368 questões.
- Psicologia ClínicaTeorias da PersonalidadeFreud
- Psicologia ClínicaTipos de PsicoterapiaPsicanalítica
- Teorias e Técnicas Psicoterápicas
Diante dos fragmentos estamos diante de qual mecanismo de defesa, segundo Freud (Schultz
& Schultz, 2002):
I. ―Todos os homens/mulheres querem apenas uma coisa‖ (Eu penso muito a respeito de sexo); II. ―Você nunca pode confiar num negro, num carcamano, numa vespa, num ganso selvagem, num estudante, num padre, numa mulher‖ (Eu quero, às vezes, tirar vantagem injusta dos outros); III. ―Posso dizer que você está furioso comigo‖ (Eu estou furioso com você).
I. ―Todos os homens/mulheres querem apenas uma coisa‖ (Eu penso muito a respeito de sexo); II. ―Você nunca pode confiar num negro, num carcamano, numa vespa, num ganso selvagem, num estudante, num padre, numa mulher‖ (Eu quero, às vezes, tirar vantagem injusta dos outros); III. ―Posso dizer que você está furioso comigo‖ (Eu estou furioso com você).
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- Psicologia da SaúdeProcesso Saúde-Doença
- Psicologia da SaúdePromoção, Prevenção e Reabilitação em Saúde
- Psicologia da SaúdeSaúde da Família
O indivíduo se constrói em um ambiente social que provoca nele alterações de toda ordem, e
nesse sentido, a partir de suas reações o indivíduo irá assimilar o que ocorre, e em um processo mais
aprofundado irá consolidar essas transformações ocorridas. Nesse sentido, toda a vida mental e orgânica irá
assimilar o meio ambiente (de Araújo, 2020). Estamos diante de:
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Segundo Ribeiro et al, (2020), é considerado paciente com doenças sem perspectiva curativa,
aquele que já possui o diagnóstico irreversível, pois, nesse contexto, sabe-se que a doença não respondeu a
nenhum tratamento convencional e a morte, portanto, torna-se, então, inevitável. Nesse sentido, analise as
proposições acerca dos cuidados paliativos pela psicologia.
I. No âmbito hospitalar há três relações que interessam à Psicologia: o paciente com ele mesmo, paciente e a família e paciente e equipe, e o psicólogo, por sua vez atuará como mediador entre elas, visto que ele escuta o paciente, a família e também a equipe de trabalho. Porque II. Os cuidados paliativos não têm como objetivo trazer a cura ao enfermo, mas realizar o acolhimento diante da irreversibilidade de sua patologia, assim, o tratamento paliativo vem com o intuito de preservar a dignidade do mesmo perante a o processo do morrer
I. No âmbito hospitalar há três relações que interessam à Psicologia: o paciente com ele mesmo, paciente e a família e paciente e equipe, e o psicólogo, por sua vez atuará como mediador entre elas, visto que ele escuta o paciente, a família e também a equipe de trabalho. Porque II. Os cuidados paliativos não têm como objetivo trazer a cura ao enfermo, mas realizar o acolhimento diante da irreversibilidade de sua patologia, assim, o tratamento paliativo vem com o intuito de preservar a dignidade do mesmo perante a o processo do morrer
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Nos parágrafos abaixo, são elencadas algumas das referidas críticas propostas por Vigotski,
frente à análise do brincar:
I. Brincar é uma atividade prazerosa, e daí provém a sua motivação: analisando de modo mais acurado, nota-se que o prazer não é um aspecto constante no brincar. Percebe-se que ao brincar, a criança vivencia momentos significativos de desprazer, seja na árdua construção de um contexto para a brincadeira; seja nas experiências de derrota em jogos competitivos; bem como na submissão às regras da atividade, que podem ser previamente estabelecidas, como em jogos convencionais, ou emergir na brincadeira como condição necessária para a similitude com a realidade (por exemplo, para brincar de policial, a criança, queira ou não, teria que se portar como tal)(VIGOTSKI, 2007). II. Ao brincar, a criança estabelece um "mundo paralelo", alheio ao real: mesmo dentro de uma brincadeira livre e imaginativa, se percebe o vínculo existente entre a experiência de vida da criança e o enredo ou a forma de suas brincadeiras. A brincadeira, também dentro do contexto do "faz de conta", preserva uma identidade com o mundo real, de onde extrai os modos de agir, a dinâmica das relações interpessoais, as falas, os gestos, as regras de conduta socialmente observáveis, etc. Como pontua Vigotski (2007), não poderíamos apreender um sentido evolutivo no brincar, se o tomássemos como algo apartado da vida real das crianças; antes, tem- se uma imbricação entre a vida concreta e a construção imaginativa na brincadeira. Vigotski alerta que, ao compreender a relação que existe entre a fantasia e a realidade na conduta do homem, entendemos o mecanismo psicológico da imaginação e da atividade criadora, tão associados à infância (VIGOTSKY, 2003a).
Isso ocorre por meio de três processos:
I. Brincar é uma atividade prazerosa, e daí provém a sua motivação: analisando de modo mais acurado, nota-se que o prazer não é um aspecto constante no brincar. Percebe-se que ao brincar, a criança vivencia momentos significativos de desprazer, seja na árdua construção de um contexto para a brincadeira; seja nas experiências de derrota em jogos competitivos; bem como na submissão às regras da atividade, que podem ser previamente estabelecidas, como em jogos convencionais, ou emergir na brincadeira como condição necessária para a similitude com a realidade (por exemplo, para brincar de policial, a criança, queira ou não, teria que se portar como tal)(VIGOTSKI, 2007). II. Ao brincar, a criança estabelece um "mundo paralelo", alheio ao real: mesmo dentro de uma brincadeira livre e imaginativa, se percebe o vínculo existente entre a experiência de vida da criança e o enredo ou a forma de suas brincadeiras. A brincadeira, também dentro do contexto do "faz de conta", preserva uma identidade com o mundo real, de onde extrai os modos de agir, a dinâmica das relações interpessoais, as falas, os gestos, as regras de conduta socialmente observáveis, etc. Como pontua Vigotski (2007), não poderíamos apreender um sentido evolutivo no brincar, se o tomássemos como algo apartado da vida real das crianças; antes, tem- se uma imbricação entre a vida concreta e a construção imaginativa na brincadeira. Vigotski alerta que, ao compreender a relação que existe entre a fantasia e a realidade na conduta do homem, entendemos o mecanismo psicológico da imaginação e da atividade criadora, tão associados à infância (VIGOTSKY, 2003a).
Isso ocorre por meio de três processos:
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Na abordagem psicossomática, a somatização, ou seja, o sofrimento orgânico é uma das
respostas à dor mental, onde o paciente, por não conseguir transformar em palavras o seu sofrimento, registra-o
em seu próprio corpo. O contexto psicossocial vivenciado pelo indivíduo influencia em sua subjetividade e é
determinante para sua saúde ou seu adoecimento. Sendo assim, a análise dos fenômenos psicossomáticos deve
levar em conta os diversos aspectos que constituem o indivíduo e o predispõem as doenças orgânicas (Elael &
Fortes, 2016). Qual das doenças abaixo não compõe um quadro de doença psicossomática:
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A formação acadêmica e profissional dos psicólogos precisa nutrir-se do debate sobre as
particularidades territoriais e da determinação social da saúde, das formas de adoecimento e sofrimento para que
possa construir um estatuto diferenciado da profissão no campo da saúde. Para tanto, a formação e o exercício
profissional dos psicólogos não podem ficar alheios a esse debate. Em primeiro lugar, porque a ideia de que os
processos de formação estão deslocados dos acontecimentos do mundo, do cotidiano da vida e dos serviços de
saúde é contraproducente. Segundo, porque é preciso aprofundar a relação ensino-serviço-comunidade de modo
que a formação se dê no e para o serviço (Dimenstein, et al. 2017). Analise as proposições e marque a alternativa CORRETA.
I. As experiências formativas possam desenvolver metodologias de aprendizagem que possibilitem articular ―os
componentes de gestão, assistência e participação popular, mobilizando a incorporação dos trabalhadores como
atores identificados com as necessidades de criação e modificação no cenário da saúde‖
II. Atuar na Rede de Atenção Psicossocial exige, dentre outros desafios, conhecer o território. Nessa perspectiva,
as ações devem pautar-se em um trabalho de diagnóstico e planejamento situacional que considere as formas
como a população se relaciona nos espaços onde vive e desenvolve suas atividades diárias
III. Isso demanda dos psicólogos habilidades para reconhecer os processos psicossociais mobilizados pelas
condições de vida, para intervir nos modos de existência e campos de sentidos de forma singularizada, para
coordenar ações intersetoriais no território, para saber valorizar a heterogeneidade espacial, social e simbólica que
permeia os diferentes cenários
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O estudo da personalidade constitui um domínio particularmente interessante nas áreas
Sociais e Humanas. Desde os primórdios, a noção de personalidade tem sofrido significativas mudanças, o que
desde já nos deixa a refletir acerca do quão complexo é esta temática bem como de todas as componentes
intimamente relacionadas. Face a uma panóplia de definições, segundo Baptista (2008), da forma mais sintética
possível, destacam alguns pontos:
I. A personalidade não corresponde a uma justaposição de peças, mas sim representa uma organização; II. A personalidade se encontra num local específico. Ela é ativa e representa um processo dinâmico no interior do indivíduo; III. A personalidade corresponde a um conceito psicológico cujas bases são fisiológicas; IV. A personalidade é uma força interna que determina como o indivíduo se comportará; V. A personalidade é constituída por padrões de respostas recorrentes e consistentes; VI. A personalidade se reflete apenas numa direção, mas sim em várias, à semelhança dos sentimentos, pensamentos e comportamentos.
I. A personalidade não corresponde a uma justaposição de peças, mas sim representa uma organização; II. A personalidade se encontra num local específico. Ela é ativa e representa um processo dinâmico no interior do indivíduo; III. A personalidade corresponde a um conceito psicológico cujas bases são fisiológicas; IV. A personalidade é uma força interna que determina como o indivíduo se comportará; V. A personalidade é constituída por padrões de respostas recorrentes e consistentes; VI. A personalidade se reflete apenas numa direção, mas sim em várias, à semelhança dos sentimentos, pensamentos e comportamentos.
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De acordo com a Psicologia Escolar, analise as proposições:
I. A psicologia escolar, segundo Martinez (2010), carrega um amplo leque de possibilidades de atuação, as necessidades e o contexto social que vivenciamos hoje demandam, cada vez mais, um trabalho interdisciplinar com a educação. A realidade da educação de hoje é um ensino defasado, com escolas desestruturadas, sujeitos em sofrimento psíquico e com uma instituição que não consegue atender suas próprias demandas. A psicologia escolar pode contribuir como uma rede de apoio e ações direcionadas. Porque II. O saber/fazer do psicólogo na instituição de ensino se concentra em duas dimensões da escola: a psicoeducativa e a psicossocial. A primeira está relacionada a "história relativamente consolidada, a função do psicólogo que foi determinada desde o princípio", enquanto que a segunda apresenta configuração relativamente recente, ambas formas de atuação coexistem e guardam entre si inter-relações e interdependências diversas (MARTINEZ, 2010).
I. A psicologia escolar, segundo Martinez (2010), carrega um amplo leque de possibilidades de atuação, as necessidades e o contexto social que vivenciamos hoje demandam, cada vez mais, um trabalho interdisciplinar com a educação. A realidade da educação de hoje é um ensino defasado, com escolas desestruturadas, sujeitos em sofrimento psíquico e com uma instituição que não consegue atender suas próprias demandas. A psicologia escolar pode contribuir como uma rede de apoio e ações direcionadas. Porque II. O saber/fazer do psicólogo na instituição de ensino se concentra em duas dimensões da escola: a psicoeducativa e a psicossocial. A primeira está relacionada a "história relativamente consolidada, a função do psicólogo que foi determinada desde o princípio", enquanto que a segunda apresenta configuração relativamente recente, ambas formas de atuação coexistem e guardam entre si inter-relações e interdependências diversas (MARTINEZ, 2010).
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―As coisas continuaram tranqüilas para todos.‖ Esta é uma afirmação maravilhosamente
esclarecedora. Ela se tornou uma pessoa muito satisfatória para aqueles a quem tentava agrada*. Este conceito
falso de si mesma que eles construíram sem perceber é exatamente o que querem. É pouco provável que o
comportamento de seus pais tenha sido proposital, mas, de qualquer forma, eles impediram o desenvolvimento de
um self real ou congruente. Então, por causa da falta de confiança advinda de sua experiência com seus pais, ela
permite a si mesma ser moldada por uma outra pessoa. ― Deixei-me para trás e tentei ser a pessoa que meu
namorado queria.‖ Mais uma vez, negou à sua consciência (não conscientemente) o experienciar de seu próprio
organismo e está apenas tentando ser o self desejado por seu namorado. É o mesmo processo mais uma vez. O
fato de chegar a pedir ao namorado que descubra o que está sentindo e aceitar sua resposta indica em que
medida sacrificou sua experiência organísmica (Schultz & Schultz, 2002). Estamos diante de qual processo
psicoterápico:
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Segundo Adler, Hábitos e traços de comportamento aparentemente isolados adquirem um
significado dentro do contexto pleno da vida e dos objetivos do indivíduo e, assim, os problemas psicológicos e
emocionais não podem ser tratados como questões isoladas. Uma vez que um dado sintoma ou traço não é senão
uma expressão dos hábitos desse sujeito (Schultz & Schultz, 2002). Estamos diante:
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