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Foram encontradas 20 questões.

No final de janeiro de 2025, as notícias sobre uma inteligência artificial (IA) desenvolvida por uma empresa chinesa causaram um grande impacto no mercado global de tecnologia. A IA chinesa, com capacidade avançada de processamento, provocou reações imediatas das grandes empresas americanas do setor, resultando em quedas significativas no valor de suas ações. Apesar de ter orçamentos bem menores, esta IA obteve resultados impressionantes, superando suas concorrentes em alguns cenários e se destacando pela sua abordagem eficiente e acessível.


Qual o nome da inteligência artificial chinesa que causou esse grande impacto?

 

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Diversos grupos no Oriente Médio são conhecidos por receber apoio militar, financeiro e/ou estratégico do Irã, dentro de sua estratégia geopolítica, com o objetivo de fortalecer sua influência na região, particularmente na oposição a Israel e a potências ocidentais. Este apoio pode envolver treinamento, armamentos, e financiamento direto ou indireto. Sobre esta temática, qual das alternativas abaixo lista, corretamente, apenas grupos que têm ou já tiveram apoio direto ou indireto do Irã?
 

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De acordo com dados publicados pelo IBGE, a População Residente do município de Passo de Torres/SC, no último levantamento válido, do ano de 2022, é de:
 

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Ainda, de acordo com Plano de Cultura Oficial de Passo de Torres, em 1993 foi organizado pelo município e promovido um concurso para escolha do brasão, em conjunto com a Escola Estadual Governador Ildo Meneghetti. Foram apresentados 4 trabalhos de acordo com a heráldica internacional. A vencedora do concurso foi a aluna Paloma de Quadros Costa, que apresentou um brasão com elementos que remetem à cultura do município.


Sobre a composição do brasão de Passo de Torres, considerando o disposto no plano de cultura do município, analise as assertivas abaixo e marque V para verdadeiro e F para falso, e logo após assinale alternativa que apresenta a sequência CORRETA.


( ) O milho, o arroz, o fumo e a mandioca representam a produção agrícola


( ) Sobre a atividade do campo também tem o suíno, no lado esquerdo, abaixo, representando a criação de animais como forma de economia.


( ) No lado direito, abaixo, um agricultor na lida da lavoura


( ) No meio, abaixo, dividindo o suíno e o agricultor, tem um engenho representando a atividade empresarial.


( ) Acima, à esquerda, estão o farol, a âncora ao meio e a embarcação à direita representando a navegação



Alternativas:

 

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De acordo com o Plano de Cultura Oficial de Passo de Torres, em seu item 2.5 que fala sobre o Histórico do município. Analise o trecho a seguir:


Às margens do rio Mampituba, divisa do Estado do Rio Grande do Sul com Santa Catarina, localiza-se o município de Passo de Torres ou, como era chamado antigamente, ________.


A região fora ocupada inicialmente pelo _________, cultura de coletores e caçadores que viviam basicamente da pesca, alimentavam-se de moluscos, frutos silvestres e caça de pequenos animais.


Assinale a alternativa que completa de forma CORRETA as lacunas acima:

 

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A acentuação gráfica se baseia na ideia de desambiguizar a pronúncia das palavras, sendo ela uma convenção aceita por seus pares e pautada em regras estabelecidas por gramáticos, não sendo as mesmas em todos os idiomas. Assinale a alternativa que apresente explicação INCORRETA a respeito da palavra acentuada que recebe destaque nos excertos abaixo:
 

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A respeito das estruturas sintáticas do texto abaixo, assinale a alternativa que apresente explicação CORRETA:


Dei uma risada e segui meu rumo também.


Alternativas:

 

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Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


A perca


Da série “só acontece comigo”: estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?” “Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”

A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.

Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.

Dei uma risada e segui meu rumo também.

Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir? Tantos confundem. São coagidos a tal.

E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.

A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.

Já a perda é sinfonia de Beethoven.

A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.

As perdas acontecem no inverno.

A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando.

A perda é para sempre.

As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.

As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.

A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.

A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.

Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:

“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”

“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.

Martha Medeiros

Mesmo que a crônica seja por natureza um gênero textual que apresente linguagem de natureza coloquial, por mesclar a linguagem literária à jornalística, existe a busca por um vocabulário levemente mais elevado, para dar um tom artístico ao texto. Assinale a alternativa que apresente o mesmo valor semântico que o vocábulo destacado na oração abaixo:


São coagidos a tal.


Alternativas:

 

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Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


A perca


Da série “só acontece comigo”: estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?” “Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”

A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.

Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.

Dei uma risada e segui meu rumo também.

Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir? Tantos confundem. São coagidos a tal.

E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.

A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.

Já a perda é sinfonia de Beethoven.

A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.

As perdas acontecem no inverno.

A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando.

A perda é para sempre.

As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.

As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.

A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.

A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.

Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:

“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”

“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.

Martha Medeiros

A variedade linguística é um fenômeno inerente a todos os idiomas e ainda mais perceptível a idiomas como o português, falado em vários países, sendo um deles de grandes dimensões como o Brasil. Na primeira linha, a cronista usa a palavra “sinal” para referir-se ao vocábulo semáforo. Esse uso faz com que a palavra “sinal” adquira:
 

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Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


A perca


Da série “só acontece comigo”: estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?” “Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”

A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.

Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.

Dei uma risada e segui meu rumo também.

Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir? Tantos confundem. São coagidos a tal.

E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.

A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.

Já a perda é sinfonia de Beethoven.

A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.

As perdas acontecem no inverno.

A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando.

A perda é para sempre.

As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.

As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.

A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.

A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.

Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:

“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”

“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.

Martha Medeiros

A crônica de Martha Medeiros é motivada por uma trivial inadequação gramatical e a partir disso promove uma reflexão ao:
 

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