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Autoridades investigam mortes e intoxicações após consumo de destilados adulterados em São Paulo

O Brasil enfrenta um surto incomum de intoxicações por metanol em São Paulo, ligado ao consumo de bebidas alcoólicas que provavelmente foram adulteradas. [...] As ocorrências envolveram bares, adegas e vítimas de diferentes perfis, o que levou as autoridades a classificarem a situação como “anormal”. Embora as marcas e locais específicos não tenham sido divulgados, as bebidas adulteradas eram destilados de marcas conhecidas, como gin e vodca, que teriam sido batizados com metanol antes de serem vendidos.

O metanol (CH₃OH) é um tipo de álcool, semelhante ao etanol (C₂H₆O) consumido em bebidas alcoólicas, mas muito mais tóxico. É um líquido incolor e inflamável, com cheiro parecido com o álcool comum, o que dificulta sua identificação a olho nu. [...] O perigo está na forma como ele é metabolizado pelo corpo. Quando ingerido, o fígado converte o metanol primeiro em formaldeído – um produto químico altamente tóxico. A cegueira, por exemplo, é um dos efeitos mais característicos da intoxicação por metanol. Ela ocorre por causa da forma como o ácido fórmico ataca a retina, a camada do olho que capta luz e transforma imagens.

Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/metanol-o-que-e-como-vai-parar-em-bebidas-alcoolicas-e-por-que-pode-serfatal/.%20Acesso%20em:%2019%20out.%202025. Acesso em: 19 out. 2025.

No texto, observa-se a ocorrência de aposto cuja função sintática consiste em explicar, especificar, resumir ou comentar um substantivo ou pronome. O fragmento que exemplifica o uso de aposto é
 

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Autoridades investigam mortes e intoxicações após consumo de destilados adulterados em São Paulo

O Brasil enfrenta um surto incomum de intoxicações por metanol em São Paulo, ligado ao consumo de bebidas alcoólicas que provavelmente foram adulteradas. [...] As ocorrências envolveram bares, adegas e vítimas de diferentes perfis, o que levou as autoridades a classificarem a situação como “anormal”. Embora as marcas e locais específicos não tenham sido divulgados, as bebidas adulteradas eram destilados de marcas conhecidas, como gin e vodca, que teriam sido batizados com metanol antes de serem vendidos.

O metanol (CH₃OH) é um tipo de álcool, semelhante ao etanol (C₂H₆O) consumido em bebidas alcoólicas, mas muito mais tóxico. É um líquido incolor e inflamável, com cheiro parecido com o álcool comum, o que dificulta sua identificação a olho nu. [...] O perigo está na forma como ele é metabolizado pelo corpo. Quando ingerido, o fígado converte o metanol primeiro em formaldeído – um produto químico altamente tóxico. A cegueira, por exemplo, é um dos efeitos mais característicos da intoxicação por metanol. Ela ocorre por causa da forma como o ácido fórmico ataca a retina, a camada do olho que capta luz e transforma imagens.

Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/metanol-o-que-e-como-vai-parar-em-bebidas-alcoolicas-e-por-que-pode-serfatal/.%20Acesso%20em:%2019%20out.%202025. Acesso em: 19 out. 2025.

Em “o que levou as autoridades a classificarem a situação como ‘anormal’ ”, as aspas no termo “anormal” foram utilizadas para
 

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Autoridades investigam mortes e intoxicações após consumo de destilados adulterados em São Paulo

O Brasil enfrenta um surto incomum de intoxicações por metanol em São Paulo, ligado ao consumo de bebidas alcoólicas que provavelmente foram adulteradas. [...] As ocorrências envolveram bares, adegas e vítimas de diferentes perfis, o que levou as autoridades a classificarem a situação como “anormal”. Embora as marcas e locais específicos não tenham sido divulgados, as bebidas adulteradas eram destilados de marcas conhecidas, como gin e vodca, que teriam sido batizados com metanol antes de serem vendidos.

O metanol (CH₃OH) é um tipo de álcool, semelhante ao etanol (C₂H₆O) consumido em bebidas alcoólicas, mas muito mais tóxico. É um líquido incolor e inflamável, com cheiro parecido com o álcool comum, o que dificulta sua identificação a olho nu. [...] O perigo está na forma como ele é metabolizado pelo corpo. Quando ingerido, o fígado converte o metanol primeiro em formaldeído – um produto químico altamente tóxico. A cegueira, por exemplo, é um dos efeitos mais característicos da intoxicação por metanol. Ela ocorre por causa da forma como o ácido fórmico ataca a retina, a camada do olho que capta luz e transforma imagens.

Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/metanol-o-que-e-como-vai-parar-em-bebidas-alcoolicas-e-por-que-pode-serfatal/.%20Acesso%20em:%2019%20out.%202025. Acesso em: 19 out. 2025.

Esse tipo de gênero é comum no campo jornalístico e se classifica como
 

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Autoridades investigam mortes e intoxicações após consumo de destilados adulterados em São Paulo

O Brasil enfrenta um surto incomum de intoxicações por metanol em São Paulo, ligado ao consumo de bebidas alcoólicas que provavelmente foram adulteradas. [...] As ocorrências envolveram bares, adegas e vítimas de diferentes perfis, o que levou as autoridades a classificarem a situação como “anormal”. Embora as marcas e locais específicos não tenham sido divulgados, as bebidas adulteradas eram destilados de marcas conhecidas, como gin e vodca, que teriam sido batizados com metanol antes de serem vendidos.

O metanol (CH₃OH) é um tipo de álcool, semelhante ao etanol (C₂H₆O) consumido em bebidas alcoólicas, mas muito mais tóxico. É um líquido incolor e inflamável, com cheiro parecido com o álcool comum, o que dificulta sua identificação a olho nu. [...] O perigo está na forma como ele é metabolizado pelo corpo. Quando ingerido, o fígado converte o metanol primeiro em formaldeído – um produto químico altamente tóxico. A cegueira, por exemplo, é um dos efeitos mais característicos da intoxicação por metanol. Ela ocorre por causa da forma como o ácido fórmico ataca a retina, a camada do olho que capta luz e transforma imagens.

Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/metanol-o-que-e-como-vai-parar-em-bebidas-alcoolicas-e-por-que-pode-serfatal/.%20Acesso%20em:%2019%20out.%202025. Acesso em: 19 out. 2025.

No fragmento “que teriam sido batizados”, o emprego do termo “batizados” indica que a autora
 

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Atualmente o debate sobre o fim da escala 6x1 ganha força com o movimento Vida Além do Trabalho (VAT). [...] O movimento organizou uma petição pública contra a escala 6x1, que pedia ao Congresso Nacional uma alternativa de trabalho mais digna. Nesse contexto, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 8/2025 foi apresentada pela deputada federal Érica Hilton na Câmara e propõe: “duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e trinta e seis horas semanais, com jornada de trabalho de quatro dias por semana”. Outra proposta, a PEC 221/2019, do deputado federal Reginaldo Lopes, coloca: “duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e trinta e seis semanais”.
Disponível em: https://www.gov.br/fundacentro/pt-br/comunicacao/noticias/noticias/2025/julho/fim-da-escala-6x1-e-reducao-dajornada-nao-podem-gerar-trabalho-intensificado. Acesso em: 20 out. 2025. 
Considerando que a coesão é resultado da disposição e da correta utilização das palavras que propiciam a ligação entre frases, períodos e parágrafos de um texto, assinale a alternativa correta.
 

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Leia o texto para responder à questão.

Retina Negra

Sou preta fujona

Recuso diariamente o espelho

Que tenta me massacrar por dentro

Que tenta me iludir com mentiras brancas

Que tenta me descolorir com os seus feixes de luz

Sou preta fujona

Preparada para enfrentar o sistema

Empino o black sem problema

Invado a cena

Sou preta fujona

Defendo um escurecimento necessário

Tiro qualquer racista do armário

Enfio o pé na porta e entro

SOBRAL, C. Só por hoje vou deixar meu cabelo em paz. Brasília: Ed. Teixeira, 2014.

Sobre o poema de Cristiane Sobral, analise as asserções.
I. O poema constrói imagens poéticas carregadas de crítica social e emoção, com elementos que traduzem os sentimentos de pessoas que enfrentam o racismo.
II. Um dos recursos expressivos marcantes do poema está no verso “Enfio o pé na porta e entro” que pode ser interpretado como a atitude do eu lírico ao exigir seu direito de ocupar espaços.
III. O efeito estilístico no poema é alcançado pelo uso de figuras de linguagem.
IV. A referência a black no verso tem a intenção de valorizar a língua inglesa.
Assinale a alternativa que apresenta somente asserções corretas.
 

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Retina Negra

Sou preta fujona

Recuso diariamente o espelho

Que tenta me massacrar por dentro

Que tenta me iludir com mentiras brancas

Que tenta me descolorir com os seus feixes de luz

Sou preta fujona

Preparada para enfrentar o sistema

Empino o black sem problema

Invado a cena

Sou preta fujona

Defendo um escurecimento necessário

Tiro qualquer racista do armário

Enfio o pé na porta e entro

SOBRAL, C. Só por hoje vou deixar meu cabelo em paz. Brasília: Ed. Teixeira, 2014.

No poema, o eu lírico descreve sua própria identidade como uma forma de justificar sua postura social. A construção estilística dessa ideia é realizada com base em recursos expressivos característicos da linguagem literária. O recurso que representa uma comparação implícita é
 

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Com a promulgação da Lei 15.100/2025, os celulares saem da sala de aula, mas a mediação do professor se torna ainda mais essencial. Talvez agora, com menos atenção voltada aos celulares, outras tecnologias possam voltar para a escola. Podemos redirecionar a forma de usar tecnologias para que continue a ser uma aliada do ensino.

A mudança nos convida a explorar tecnologias que transformam o aprendizado em uma experiência mais envolvente. Em vez de apenas consumir informações de forma passiva, estudantes podem interagir com lousas digitais, explorar programas de modelagem e análise de dados e colocar a ciência em ação com kits experimentais e sensores digitais.

Essas ferramentas não são apenas acessórios modernos, mas portas de entrada para um ensino que privilegia a investigação. Com a mediação do professor, a sala de aula pode retornar como verdadeiro laboratório de ideias, em que testar hipóteses, resolver problemas e fazer descobertas volta a ser o grande destaque do aprendizado. Afinal, ciência é um diálogo entre teoria e prática!

A Lei 15.100/2025, na verdade, cria um terreno fértil para experiências de aprendizado intencional, em que a tecnologia passa a ser guiada pelos professores. Em vez de os alunos ficarem dispersos em buscas individuais no celular, a legislação cria um canal para que sejam incentivadas atividades coletivas, como projetos de pesquisa em plataformas colaborativas.

Em uma aula sobre ecossistemas, por exemplo, a turma pode analisar dados de desmatamento, usando bancos de dados científicos. O professor planeja e medeia a discussão, orienta a interpretação dessas informações e propõe que soluções em grupo sejam formuladas. Essas propostas são novamente pensadas, por todos, e se transformam em formas dinâmicas de entender os conteúdos.

Em simulações interativas, como as que recriam reações químicas em laboratórios virtuais, os alunos testam hipóteses, ajustam variáveis e veem os resultados, sempre com a supervisão docente. Em uma aula sobre física, atividades com simuladores, como o ambiente do PhET (projeto da Universidade de Colorado Boulder que oferece simulações interativas gratuitas de ciências e matemática), podem ser usadas para explorar conceitos de energia e movimento.

A mediação de professoras e professores é essencial sempre, pois devem questionar as escolhas dos estudantes e propor desafios ao conectarem os experimentos virtuais aos fenômenos do mundo. Nesse novo cenário escolar, as tecnologias digitais vão estimular atividades colaborativas que fortaleçam a atenção compartilhada no ensino de ciências.

Imagine uma aula em que os alunos, guiados pelo professor, simulam juntos os impactos do aquecimento global em um ecossistema virtual, ajustando variáveis como temperatura e umidade. Plataformas interativas, como o Padlet, permitem a construção coletiva de mapas conceituais sobre cadeias alimentares ou ciclos biogeoquímicos, enriquecidos com textos, imagens e vídeos.

Ferramentas com inteligência artificial (IA), como a plataforma de jogos Arludo, também ampliam a exploração de conceitos em biologia e ecologia. E sempre haverá um tempinho para debater os benefícios e desafios que a IA traz para as ciências.

Disponível em: https://sl1nk.com/ggEIr. Acesso em: 19 maio 2025.

Assinale a alternativa em que o termo destacado funcione como um conectivo entre uma oração principal e uma oração subordinada substantiva.
 

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Com a promulgação da Lei 15.100/2025, os celulares saem da sala de aula, mas a mediação do professor se torna ainda mais essencial. Talvez agora, com menos atenção voltada aos celulares, outras tecnologias possam voltar para a escola. Podemos redirecionar a forma de usar tecnologias para que continue a ser uma aliada do ensino.

A mudança nos convida a explorar tecnologias que transformam o aprendizado em uma experiência mais envolvente. Em vez de apenas consumir informações de forma passiva, estudantes podem interagir com lousas digitais, explorar programas de modelagem e análise de dados e colocar a ciência em ação com kits experimentais e sensores digitais.

Essas ferramentas não são apenas acessórios modernos, mas portas de entrada para um ensino que privilegia a investigação. Com a mediação do professor, a sala de aula pode retornar como verdadeiro laboratório de ideias, em que testar hipóteses, resolver problemas e fazer descobertas volta a ser o grande destaque do aprendizado. Afinal, ciência é um diálogo entre teoria e prática!

A Lei 15.100/2025, na verdade, cria um terreno fértil para experiências de aprendizado intencional, em que a tecnologia passa a ser guiada pelos professores. Em vez de os alunos ficarem dispersos em buscas individuais no celular, a legislação cria um canal para que sejam incentivadas atividades coletivas, como projetos de pesquisa em plataformas colaborativas.

Em uma aula sobre ecossistemas, por exemplo, a turma pode analisar dados de desmatamento, usando bancos de dados científicos. O professor planeja e medeia a discussão, orienta a interpretação dessas informações e propõe que soluções em grupo sejam formuladas. Essas propostas são novamente pensadas, por todos, e se transformam em formas dinâmicas de entender os conteúdos.

Em simulações interativas, como as que recriam reações químicas em laboratórios virtuais, os alunos testam hipóteses, ajustam variáveis e veem os resultados, sempre com a supervisão docente. Em uma aula sobre física, atividades com simuladores, como o ambiente do PhET (projeto da Universidade de Colorado Boulder que oferece simulações interativas gratuitas de ciências e matemática), podem ser usadas para explorar conceitos de energia e movimento.

A mediação de professoras e professores é essencial sempre, pois devem questionar as escolhas dos estudantes e propor desafios ao conectarem os experimentos virtuais aos fenômenos do mundo. Nesse novo cenário escolar, as tecnologias digitais vão estimular atividades colaborativas que fortaleçam a atenção compartilhada no ensino de ciências.

Imagine uma aula em que os alunos, guiados pelo professor, simulam juntos os impactos do aquecimento global em um ecossistema virtual, ajustando variáveis como temperatura e umidade. Plataformas interativas, como o Padlet, permitem a construção coletiva de mapas conceituais sobre cadeias alimentares ou ciclos biogeoquímicos, enriquecidos com textos, imagens e vídeos.

Ferramentas com inteligência artificial (IA), como a plataforma de jogos Arludo, também ampliam a exploração de conceitos em biologia e ecologia. E sempre haverá um tempinho para debater os benefícios e desafios que a IA traz para as ciências.

Disponível em: https://sl1nk.com/ggEIr. Acesso em: 19 maio 2025.

O texto configura-se como um gênero que tem a função de
 

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Com a promulgação da Lei 15.100/2025, os celulares saem da sala de aula, mas a mediação do professor se torna ainda mais essencial. Talvez agora, com menos atenção voltada aos celulares, outras tecnologias possam voltar para a escola. Podemos redirecionar a forma de usar tecnologias para que continue a ser uma aliada do ensino.

A mudança nos convida a explorar tecnologias que transformam o aprendizado em uma experiência mais envolvente. Em vez de apenas consumir informações de forma passiva, estudantes podem interagir com lousas digitais, explorar programas de modelagem e análise de dados e colocar a ciência em ação com kits experimentais e sensores digitais.

Essas ferramentas não são apenas acessórios modernos, mas portas de entrada para um ensino que privilegia a investigação. Com a mediação do professor, a sala de aula pode retornar como verdadeiro laboratório de ideias, em que testar hipóteses, resolver problemas e fazer descobertas volta a ser o grande destaque do aprendizado. Afinal, ciência é um diálogo entre teoria e prática!

A Lei 15.100/2025, na verdade, cria um terreno fértil para experiências de aprendizado intencional, em que a tecnologia passa a ser guiada pelos professores. Em vez de os alunos ficarem dispersos em buscas individuais no celular, a legislação cria um canal para que sejam incentivadas atividades coletivas, como projetos de pesquisa em plataformas colaborativas.

Em uma aula sobre ecossistemas, por exemplo, a turma pode analisar dados de desmatamento, usando bancos de dados científicos. O professor planeja e medeia a discussão, orienta a interpretação dessas informações e propõe que soluções em grupo sejam formuladas. Essas propostas são novamente pensadas, por todos, e se transformam em formas dinâmicas de entender os conteúdos.

Em simulações interativas, como as que recriam reações químicas em laboratórios virtuais, os alunos testam hipóteses, ajustam variáveis e veem os resultados, sempre com a supervisão docente. Em uma aula sobre física, atividades com simuladores, como o ambiente do PhET (projeto da Universidade de Colorado Boulder que oferece simulações interativas gratuitas de ciências e matemática), podem ser usadas para explorar conceitos de energia e movimento.

A mediação de professoras e professores é essencial sempre, pois devem questionar as escolhas dos estudantes e propor desafios ao conectarem os experimentos virtuais aos fenômenos do mundo. Nesse novo cenário escolar, as tecnologias digitais vão estimular atividades colaborativas que fortaleçam a atenção compartilhada no ensino de ciências.

Imagine uma aula em que os alunos, guiados pelo professor, simulam juntos os impactos do aquecimento global em um ecossistema virtual, ajustando variáveis como temperatura e umidade. Plataformas interativas, como o Padlet, permitem a construção coletiva de mapas conceituais sobre cadeias alimentares ou ciclos biogeoquímicos, enriquecidos com textos, imagens e vídeos.

Ferramentas com inteligência artificial (IA), como a plataforma de jogos Arludo, também ampliam a exploração de conceitos em biologia e ecologia. E sempre haverá um tempinho para debater os benefícios e desafios que a IA traz para as ciências.

Disponível em: https://sl1nk.com/ggEIr. Acesso em: 19 maio 2025.

De acordo com o texto, mediante a promulgação da Lei n° 15.100, de 13 de janeiro de 2025, só não se defende
 

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