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Por sua contribuição à luta antirracista, o 18 de julho foi transformado pelas Nações Unidas (ONU) no Mandela´s Day, o Dia Internacional Nelson Mandela – pela liberdade, justiça e democracia, uma forma de lembrar a dedicação e seus serviços à humanidade, com forte atuação também no enfrentamento ao vírus HIV e na mediação de conflitos.
(http://agenciabrasil.ebc.com.br, 18/07/2018)
No que se refere à Mandela, neste ano de 2018, o mundo comemorou:
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A fé em tempos de crise: acreditar pode ser o caminho
para um mundo melhor? Em 2017, buscamos paz e
força nos mais surpreendentes rituais. Quinhentos anos
de Igreja Protestante: as tradições se renovam e mudam
a história. O monge alemão foi lembrando e os fiéis do
mundo inteiro comemoraram os 500 anos da
Revolução Protestante.
(https://g1.globo.com, 29/12/2017)
O monge alemão lembrado nas comemorações dos 500 anos da Igreja Protestante é:
(https://g1.globo.com, 29/12/2017)
O monge alemão lembrado nas comemorações dos 500 anos da Igreja Protestante é:
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“Origens do regime feudal, diz-se. Onde buscá-las?
Alguns responderam em “Roma”. Outros “na
Germânia”. As razões dessas miragens são evidentes
[…]. Das duas partes, sobretudo, eram empregadas
palavras – tais como “benefício” (beneficium) para os
latinos, “feudo” para os germanos – das quais essas
gerações persistiram em se servir, ainda que lhes
conferindo, sem se dar conta, um conteúdo quase
inteiramente novo. Pois, para o grande desespero dos
historiadores, os homens não têm o hábito, a cada vez
que mudam o costume, de mudar de vocabulário”.
BLOCH, Marc. Apologia da História ou o ofício do
historiador. Rio de Janeiro: Zahar. p. 58. (Adaptado).
Neste fragmento, Marc Bloch discute de que forma os
historiadores lidam com a questão das origens, indicando
que:
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Leia os fragmentos dos textos abaixo e responda:
TEXTO 01
“O problema que eu gostaria de discutir aqui é aquele de
se fazer uma narrativa densa o bastante, para lidar não
apenas com a sequência dos acontecimentos, mas
também com as estruturas – instituições, modos de
pensar, etc. – e se elas atuam como um freio ou um
acelerador para os acontecimentos.”
(Peter Burke. A história dos acontecimentos e o renascimento da
narrativa. In: Peter Burke (Org.). A escrita da história, p. 339).
TEXTO 02
Construir uma narrativa significa combinar um número
de pedaços de informação básica mais ou menos
dispersos, nunca se referindo a “todas as coisas”, em uma
totalidade textual coerente: metaforicamente, é a
transformação de numerosos pontos únicos em linhas
contínuas e superfícies. O historiador passa de
enunciados únicos para generalizações e totalidades
narrativas integradas (coerentes).
TOPOLSKI, Jerzy. O papel da lógica e da estética na construção de
totalidades narrativas na historiografia. In: MALERBA, op. cit., p.
62.
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Leia os fragmentos dos textos e as letras das músicas
abaixo:
“A narrativa histórica organiza essa relação estrutural
das três dimensões temporais com representações de
continuidade, nas quais insere o conteúdo experiencial
da memória, a fim de poder interpretar as experiências
do tempo presente e abrir as perspectivas de futuro em
função das quais se pode agir intencionalmente”.
RÜSEN, Jörn. Razão Histórica: teoria da história: fundamentos da
ciência histórica. Brasília: Universidade de Brasília, 2010, p. 65.
“Se é verdade que a organização da história é relativa a
um lugar e a um tempo, isto ocorre, inicialmente, por
causa de suas técnicas de produção. Falando em geral
cada sociedade se pensa “historicamente” com os
instrumentos que lhes são próprios. [...] De resíduos de
papéis, de legumes, até mesmo das geleiras e das “neves
eternas”, o historiador faz outra coisa: faz deles história”.
CERTEAU, Michel de. A escrita da história. Rio de Janeiro, RJ:
Forense Universitária, 1982; p. 78 e 79.


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Observe as imagens abaixo e responda:
As Revoltas foram movimentos sediciosos que agitaram
o Brasil durante o Império, promovidos e organizados
pelo Partido Liberal, que contestava a elevação do
Partido Conservador ao poder. A queda do Gabinete
Liberal e a ascensão do Gabinete Conservador e suas
reformas são os fatores que provocaram a rebelião
retratada na imagem 01 abaixo:

Esse movimento sedicioso agitou o Brasil durante o
Império, tinha caráter republicano contra o governo
imperial do Brasil; também influenciou outros
movimentos que ocorreram em outras províncias
brasileiras e encontrou forças na posição secundária,
tanto econômica como política que ocupava em relação
a sua dependência do mercado interno brasileiro; essas
questões foram algumas das causas que provocaram o
movimento armado retratado na imagem 02 abaixo:

Estão CORRETAS as alternativas:
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No século XX, o problema do ajuste da escravidão negra
aos quadros dos Estados nacionais oitocentistas muito
atraiu os estudiosos, sobretudo no Brasil e nos Estados
Unidos. O tema encontrou desdobramentos em algumas
das obras fundadoras das ciências sociais brasileiras,
como as de Oliveira Viana, Caio Prado Júnior e Sérgio
Buarque de Holanda. Entre as décadas de 1960 e 1970,
chegou-se a construir um consenso interpretativo sobre a
questão, que apontou para existência de uma contradição
estrutural entre o liberalismo - fundamento ideológico da
ordem nacional - e a prática da escravidão negra. Emília
Viotti da Costa, por exemplo, em ensaio clássico sobre o
nosso processo de emancipação política, escreveu que a
“escravidão constituía o limite do liberalismo no Brasil”.
O crítico literário Roberto Schwarz, por sua vez, referiu-se à “disparidade entre a sociedade brasileira, escravista,
e as ideias do liberalismo europeu”, cunhando a partir
dessa constatação o famoso rótulo “ideias fora do lugar”.
Da mesma forma, o cientista político Wanderley
Guilherme dos Santos afirmou que a manutenção do escravismo no Brasil independente trouxe uma
“ambiguidade fundamental” para a ordem política
nacional.
JANCSÓ, István (org.) Brasil: Formação do Estado e da Nação. - São
Paulo: Hucitec; Ed. Unijuí; Fapesp, 2003, p. 251-265. (Adaptado).
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1344645
Ano: 2018
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Patos-PB
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Patos-PB
Provas:
De acordo com o Manual de Serviços de Saúde, por princípio, a atenção à saúde do trabalhador não pode ser
desvinculada daquela prestada à população em geral.
Tradicionalmente, a assistência ao trabalhador tem sido
desenvolvida em diferentes espaços institucionais, com
objetivos e práticas distintas: Sobre os espaços institucionais de assistência ao
trabalhador, assinale a alternativa INCORRETA:
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1344644
Ano: 2018
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Patos-PB
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Patos-PB
Provas:
Segundo o Manual de Serviços de Saúde, os
trabalhadores compartilham os perfis de adoecimento e
morte da população em geral, em função de sua idade,
gênero, grupo social ou inserção em um grupo
específico de risco. Além disso, os trabalhadores podem
adoecer ou morrer por causas relacionadas ao trabalho,
como consequência da profissão que exercem ou
exerceram, ou pelas condições adversas em que seu
trabalho é ou foi realizado.
Classicamente, os fatores de risco para a saúde e
segurança dos trabalhadores, presentes ou relacionados
ao trabalho, podem ser classificados em cinco grandes
grupos:
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1344643
Ano: 2018
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Patos-PB
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Patos-PB
Provas:
- Fundamentos da Saúde OcupacionalDORT: Doenças do Trabalho e Doenças Profissionais
- LegislaçãoLegislação Previdenciária
- LegislaçãoLegislação Trabalhista
A doença de trabalho tem previsão legal no
inciso II do artigo 20 da Lei n. 8.213 de 24 de julho de
1991, que a define como enfermidade adquirida ou
desencadeada em função de condições especiais em
que o trabalho é realizado e com ele se relacione
diretamente, constante da relação mencionada no
inciso I.Diferentemente da doença profissional,
a doença de trabalho não está atrelada à função
desempenhada pelo trabalhador, mas ao local onde o
operário é obrigado a trabalhar. Existem algumas doenças que não são consideradas
doença de trabalho em virtude de sua natureza, pois se
desenvolvem naturalmente. São elas: EXCETO:
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