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Uma pedra de gelo de massa M a 0 ºC é colocada no interior de um calorímetro de capacidade térmica desprezível. Injeta-se no calorímetro uma massa m de vapor d'água a 100 ºC.
Considere o calor de fusão do gelo 80 cal/g, o calor específico da água (líquida) 1 cal/gºC e o calor de condensação do vapor d'água 540 cal/g ºC.
Ao ser atingido o equilíbrio térmico, para que o calorímetro contenha apenas água na fase líquida, M e m devem ser tais que
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Uma esfera de pequenas dimensões e peso P é abandonada na borda de um hemisfério, como ilustra a figura, e passa a deslizar em seu interior com atrito desprezível.

O módulo da força que o hemisfério exerce sobre a esfera, enquanto ela desliza em seu interior, varia com a posição ocupada por ela.
Assim, o módulo da força vale, no máximo,
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Um motorista tenta desatolar seu carro por meio de um cabo de aço, prendendo uma das extremidades do cabo na dianteira do carro e exercendo na outra extremidade uma força de módulo F na própria direção OX do cabo, como ilustra a fig. 1 (vista de cima).

Não conseguindo desatolar o carro, foi-lhe sugerido amarrar a outra extremidade do cabo ao tronco de uma árvore localizada à frente do carro, a uma distância de 4,00 m, e exercer sobre o ponto médio do cabo uma força transversal (isto é, perpendicular à direção OX) de mesmo módulo F, como ilustra a fig. 2 (vista de cima).

Procedendo como lhe foi sugerido, ele, enfim, conseguiu desatolar o carro. Isto porque, tendo-se em conta as distâncias indicadas na fig. 2 e considerando o cabo de aço um fio ideal, o módulo da componente !$ X (\vec{T}_X) !$ da tensão !$ \vec{T} !$ no cabo é
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Um trem-bala está se movendo em uma estrada plana retilínea e horizontal uniformemente acelerado a razão de 7,5 m/s2. Sobre o piso horizontal de um dos vagões há um bloco de 12 kg em repouso em relação a ele, como ilustra a figura.

Considere g = 10 m/s2.
O módulo da força exercida pelo piso do vagão sobre o bloco é de
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Duas pequenas esferas metálicas carregadas estão em repouso suspensas a um mesmo ponto de um suporte por dois fios (ideais) isolantes de mesmo comprimento, que formam ângulos iguais com a vertical, como mostra a figura.

A respeito da situação apresentada, analise as afirmativas a seguir e assinale a incorreta.
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Um carro se desloca em linha reta, em movimento uniforme, numa estrada plana sobre a qual suas rodas rolam, sem deslizar. O gráfico que melhor representa como o módulo do vetor aceleração de um ponto qualquer de uma das rodas varia em função do tempo, enquanto a roda dá uma volta completa é
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Uma bola rola sobre um piso horizontal e se projeta do alto de uma escada, vindo a se chocar com a quina do 6º degrau abaixo, como ilustra a figura.

Cada degrau tem 40 cm de largura e 30 cm de altura. Considere a resistência do ar desprezível e !$ g=10 \, m/s^2 !$.
O módulo da velocidade horizontal !$ \vec{v_0} !$ com que a bola se projeta do alto da escada é
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Uma partícula parte do repouso uniformemente acelerada até atingir uma velocidade V. A partir de então é uniformemente retardada, até parar. Seja VM a velocidade escalar média da partícula entre o instante em que partiu do repouso e o instante em que voltou ao repouso.
Nesse caso
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A PARTIR DA LEITURA DO TRECHO A SEGUIR, RESPONDA A QUESTÃO.
Como é possível a Metafísica como disposição natural? Quer dizer: como nascem da natureza da razão humana universal essas questões, que a razão pura formula e que por necessidade própria se sente impulsionada a resolver? Mas como todos os ensaios feitos até hoje para resolver essas questões naturais (por exemplo: a de saber se o mundo teve princípio, ou se é eterno etc.) têm encontrado contradições inevitáveis, não podemos contentar-nos com a simples disposição natural para a Metafísica, quer dizer, com a faculdade da razão pura, de que procede uma Metafísica, qualquer que seja; senão que deve ser possível chegar com ela a uma certeza ou ignorância dos objetos e poder afirmar algo sobre os objetos dessas questões ou sobre a potência da razão, e, por conseguinte, a estender com confiança seu poder ou colocá-la em limites seguros e determinados. Esta última questão, que resulta do problema geral que precede, se expressa nos seguintes termos: de que modo é possível a Metafísica como ciência?
KANT, Emmanuel. Crítica da Razão Pura, B 22.
Para Kant, de acordo com o trecho citado, a faculdade da razão pura é limitada pelo fato de
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A PARTIR DA LEITURA DO TRECHO A SEGUIR, RESPONDA A QUESTÃO.
Como é possível a Metafísica como disposição natural? Quer dizer: como nascem da natureza da razão humana universal essas questões, que a razão pura formula e que por necessidade própria se sente impulsionada a resolver? Mas como todos os ensaios feitos até hoje para resolver essas questões naturais (por exemplo: a de saber se o mundo teve princípio, ou se é eterno etc.) têm encontrado contradições inevitáveis, não podemos contentar-nos com a simples disposição natural para a Metafísica, quer dizer, com a faculdade da razão pura, de que procede uma Metafísica, qualquer que seja; senão que deve ser possível chegar com ela a uma certeza ou ignorância dos objetos e poder afirmar algo sobre os objetos dessas questões ou sobre a potência da razão, e, por conseguinte, a estender com confiança seu poder ou colocá-la em limites seguros e determinados. Esta última questão, que resulta do problema geral que precede, se expressa nos seguintes termos: de que modo é possível a Metafísica como ciência?
KANT, Emmanuel. Crítica da Razão Pura, B 22.
Para o autor, o problema posto pela Metafísica consiste em
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