Foram encontradas 20 questões.
2878727
Ano: 2008
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Paulo Afonso-BA
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Paulo Afonso-BA
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Referente ao diodo Zener, assinale a alternativa correta:
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2878711
Ano: 2008
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Paulo Afonso-BA
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Paulo Afonso-BA
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Segundo a Lei de Kirchhoff da tensão é correto afirmar que, EXCETO:
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2878708
Ano: 2008
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Paulo Afonso-BA
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Paulo Afonso-BA
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Na bateria de um carro, um eletricista de veículos mede utilizando um voltímetro, uma tensão de 13,2V quando a mesma está desconectada dos cabos do carro. Ao instalá-la no carro, nota-se que quando dá partida no carro, o voltímetro passa a medir 9,7V, sendo que neste momento a corrente que circula é de 40A. Qual é o circuito equivalente de Thevenin para esta bateria?
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2878703
Ano: 2008
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Paulo Afonso-BA
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Paulo Afonso-BA
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Três resistores R 1, R 2 e R 3 estão em paralelo e têm condutância total de 2,0 S. Se R1 vale 1 !$ Ω !$ e R3 vale 2 !$ Ω !$ quanto vale R 2?
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A diferença de um número e o seu inverso é 63/8. O produto de seus quadrados é:
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Uma lanchonete compra salgados ao preço de R$1,16 para cada 4 unidades e os vende a R$4,64 para cada 12 unidades. Se vender 600 salgados, seu lucro será de:
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Uma caixa tem 1725 ampolas de vitaminas para cabelo. Sabe-se que cada ampola tem capacidade de 12ml. A quantidade de vitaminas contida nesta caixa, em litros é de:
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Uma sacola suporta o peso de duas dúzias de laranjas ou 18 abacates. Se 12 abacates já estão na sacola, quantas laranjas poderão ainda ser colocadas no seu interior?
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TEXTO:
Amor
Os filhos de Ana eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados, instatantes cada vez mais completos. A cozinha era enfim espaçosa, o fogão enguiçado dava estouros. O calor era forte no apartamento que estavam aos poucos pagando. Mas o vento batendo nas cortinas que ela mesma cortara lembrava-lhe que se quisesse podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte. Como um lavrador. Ela plantara as sementes que tinha na mão, não outras, mas essas apenas. E cresciam árvores. Crescia sua rápida conversa com o cobrador de luz, crescia a água enchendo o tanque, cresciam os filhos, crescia a mesa com comidas, o marido chegando com os jornais e sorrindo de fome, o canto importuno das empregadas do edifício. Ana dava a tudo, tranqüilamente, a sua mão pequena e forte, sua corrente de vida.
Certa hora da tarde era mais perigosa. Certa hora da tarde as árvores que plantara riam dela. Quando nada mais precisava de sua força, inquietava-se. No entanto sentia-se mais sólida do que nunca, seu corpo engrossara um pouco e era de se ver o modo como cortava blusas para os meninos, a grande tesoura dando estalidos na fazenda. Todo seu desejo vagamente artístico encaminhara-se há muito no sentido de tornar os dias realizados e belos; com o tempo, seu gosto pelo decorativo se desenvolvera e suplantara a íntima desordem. Parecia ter descoberto que tudo era passível de aperfeiçoamento, a cada coisa se emprestaria uma aparência harmoniosa; a vida podia ser feita pela mão do homem. [...]
Sua precaução reduzia-se a tomar cuidado na hora perigosa da tarde, quando a casa estava vazia sem precisar mais dela, o sol alto, cada membro da família distribuído nas suas funções. Olhando os móveis limpos, seu coração se apertava um pouco em espanto. Mas na sua vida não havia lugar para que sentisse ternura pelo seu espanto – ela o abafava com a mesma habilidade que as lides em casa lhe haviam transmitido. Saía então para fazer compras ou levar objetos para consertar, cuidando do lar e da família à revelia deles. Quando voltasse era o fim da tarde e as crianças vindas do colégio exigiam-na. Assim chegaria a noite, com tranqüila vibração. De manhã acordaria aureolada pelos calmos deveres. Encontrava os móveis de novo empoeirados e sujos, como se voltassem arrependidos. Quanto a ela mesma, fazia obscuramente parte das raízes negras e suaves do mundo. E alimentava anonimamente a vida. Estava bom assim. Assim ela o quisera e escolhera.
(LISPECTOR, Clarice/Laços de família)
No texto “Amor”, no primeiro parágrafo, um pouco do dia-a-dia de uma família é relatado. Assinale a seguir o trecho que mostra a dinâmica da vida:
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TEXTO:
Amor
Os filhos de Ana eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados, instatantes cada vez mais completos. A cozinha era enfim espaçosa, o fogão enguiçado dava estouros. O calor era forte no apartamento que estavam aos poucos pagando. Mas o vento batendo nas cortinas que ela mesma cortara lembrava-lhe que se quisesse podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte. Como um lavrador. Ela plantara as sementes que tinha na mão, não outras, mas essas apenas. E cresciam árvores. Crescia sua rápida conversa com o cobrador de luz, crescia a água enchendo o tanque, cresciam os filhos, crescia a mesa com comidas, o marido chegando com os jornais e sorrindo de fome, o canto importuno das empregadas do edifício. Ana dava a tudo, tranqüilamente, a sua mão pequena e forte, sua corrente de vida.
Certa hora da tarde era mais perigosa. Certa hora da tarde as árvores que plantara riam dela. Quando nada mais precisava de sua força, inquietava-se. No entanto sentia-se mais sólida do que nunca, seu corpo engrossara um pouco e era de se ver o modo como cortava blusas para os meninos, a grande tesoura dando estalidos na fazenda. Todo seu desejo vagamente artístico encaminhara-se há muito no sentido de tornar os dias realizados e belos; com o tempo, seu gosto pelo decorativo se desenvolvera e suplantara a íntima desordem. Parecia ter descoberto que tudo era passível de aperfeiçoamento, a cada coisa se emprestaria uma aparência harmoniosa; a vida podia ser feita pela mão do homem. [...]
Sua precaução reduzia-se a tomar cuidado na hora perigosa da tarde, quando a casa estava vazia sem precisar mais dela, o sol alto, cada membro da família distribuído nas suas funções. Olhando os móveis limpos, seu coração se apertava um pouco em espanto. Mas na sua vida não havia lugar para que sentisse ternura pelo seu espanto – ela o abafava com a mesma habilidade que as lides em casa lhe haviam transmitido. Saía então para fazer compras ou levar objetos para consertar, cuidando do lar e da família à revelia deles. Quando voltasse era o fim da tarde e as crianças vindas do colégio exigiam-na. Assim chegaria a noite, com tranqüila vibração. De manhã acordaria aureolada pelos calmos deveres. Encontrava os móveis de novo empoeirados e sujos, como se voltassem arrependidos. Quanto a ela mesma, fazia obscuramente parte das raízes negras e suaves do mundo. E alimentava anonimamente a vida. Estava bom assim. Assim ela o quisera e escolhera.
(LISPECTOR, Clarice/Laços de família)
Após a leitura do texto, em relação ao relacionamento familiar pode-se concluir que:
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