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Foram encontradas 130 questões.

2252766 Ano: 2018
Disciplina: Biologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
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A poluição do ar nas áreas urbanas, principalmente nas grandes cidades, tem acometido as populações com problemas respiratórios, desde as simples alergias, até problemas mais sérios como o câncer. Das alternativas abaixo, a única que não é uma solução para controlar a poluição do ar, é a opção:

 

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2252765 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
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Presença de Clarice

(Ferreira Gullar)

Meu primeiro encontro com Clarice Lispector foi numa tarde de domingo na casa da escultora Zélia Salgado, em Ipanema, creio que em 1956. Eu havia lido, quando ainda vivia em São Luís, o seu romance O lustre, que me deixara impressionado pela atmosfera estranha e envolvente, mas a impressão que me causou sua figura de mulher foi outra: achei-a linda e perturbadora. Nos dias que se seguiram, não conseguia esquecer seus olhos oblíquos, seu rosto de loba com pômulos salientes.
Voltei a encontrá-la, pouco tempo depois, no Jornal do Brasil, durante uma visita que fez à redação do “Suplemento Dominical”. Conversamos e rimos, mas não voltamos a nos ver num espaço de dez anos. De fato, só voltei a encontrá-la logo após voltar do exílio, em 1977. Ela ligou para minha casa: queria entrevistar-me para a revista Fatos e Fotos, para a qual colaborava naquela época.
Clarice já era então uma mulher de quase sessenta anos, marcada por acidente que resultara em várias queimaduras que lhe deixaram marcas na mão direita. Já quase nada tinha da jovialidade de antes, embora continuasse perturbadora em sua natural dramaticidade. Depois de ouvir dela algumas palavras carinhosas, decidi revelar-lhe como me fascinara em nosso primeiro encontro.
-Você era linda, tão linda que saí daliapaixonado.
-Quer dizer que eu “era” linda?
-E ainda é – apressei-me em afirmar...
Terminada a entrevista, despedimo-nos carinhosamente, mas no dia seguinte ela ligou de novo. Queria encontrar-me para conversar. Fui até sua casa, no Leme, e de lá fomos caminhando até a Fiorentina, que ficava perto.
Lembro-me de que Glauber Rocha, vendo-nos ali, veio sentar-se à nossa mesa e começou a elogiar o governo militar. Clarice me olhava com espanto, sem entender. Ele, depois daquele discurso fora de propósito, mudou de mesa.
-Ele veio provocar você – disse Clarice. – Comque intenção falou essas coisas?
-Glauber agora cismou de defender os milicos.É piração.
Depois dessa noite, voltei a vê-la num encontro que ela promoveu em sua casa com alguns amigos, entre os quais Fauzi Arap, José Rubem... Foi a última vez que a vi. A roda-viva daqueles tempos me arrastou para longe dela, em meio a problemas de toda ordem, crises na família, filhos drogados, clínicas psiquiátricas. De repente, soube que ela tinha sido internada num hospital em estado grave. Localizei o hospital, telefonei para o seu quarto e acertei com a pessoa que me atendeu ir visitá-la no dia seguinte. Mas, ao chegar à redação do jornal, antes de sair para a visita, a telefonista me passou um recado: “Clarice pede ao senhor que não vá vê-la no hospital. Deixe para visitá-la quando ela voltar para casa”. E se ela não voltasse mais para casa? Dobrei o papel com o recado e guardei-o no bolso, desapontado. Àquela noite, quando contei o ocorrido a minha mulher, ela explicou: “Clarice, vaidosa como era, não queria que você a visse no estado em que estava”. Pode ser, mas, de qualquer forma, até hoje lamento não ter podido vê-la uma última vez.
Dois ou três dias depois do recado, ela morria. Ao sair do banho, pela manhã, alguém me informou: “Clarice Lispector morreu”. De viagem marcada para São Paulo, entrei num táxi que me levou à Lagoa Rodrigo de Freitas. Não poderia ir a seu sepultamento. O táxi corria dentro de uma manhã luminosa, enquanto a brisa balançava alegremente os ramos das árvores. Clarice morrera e a natureza o ignorava. No avião, escrevi um poema falando nisso. Que mais poderia fazer?
Alguns meses atrás, quando aceitei fazer a curadoria da exposição sobre ela, no Museu da Língua Portuguesa, todas essas lembranças me acudiram. Ia ser bom voltar a pensar nela, reler seus livros, pois é neles e só neles que é possível reencontrá-la agora e nunca naquele saárico túmulo do Cemitério Israelita do Caju, aonde certo dia, sob sol escaldante, fui, com Cláudia Ahimsa, visitá-la. Não havia Clarice alguma sob aquela laje de pedra, sem flores. E não havia porque, de fato, o que Clarice efetivamente foi, o que fazia dela uma pessoa única e exasperada, era sua patética entrega ao insondável da existência – e a necessidade de escrever, de tentar incansavelmente dizer o indizível, mas certa de que, ao torná-lo dizível, não o dissiparia.
Não obstante, isso era tudo o que valia a pena fazer na vida, conforme afirmou: “Quando não escrevo, estou morta”.
Em compensação, quando a lemos, ressuscita.

Gullar, Ferreira. A alquimia na quitanda: artes, bichos e barulhos nas melhores crônicas do poeta. São Paulo: Três Estrelas, 2016.

Assinale a alternativa CORRETA, de acordo com o texto:

 

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2252764 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
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Presença de Clarice

(Ferreira Gullar)

Meu primeiro encontro com Clarice Lispector foi numa tarde de domingo na casa da escultora Zélia Salgado, em Ipanema, creio que em 1956. Eu havia lido, quando ainda vivia em São Luís, o seu romance O lustre, que me deixara impressionado pela atmosfera estranha e envolvente, mas a impressão que me causou sua figura de mulher foi outra: achei-a linda e perturbadora. Nos dias que se seguiram, não conseguia esquecer seus olhos oblíquos, seu rosto de loba com pômulos salientes.
Voltei a encontrá-la, pouco tempo depois, no Jornal do Brasil, durante uma visita que fez à redação do “Suplemento Dominical”. Conversamos e rimos, mas não voltamos a nos ver num espaço de dez anos. De fato, só voltei a encontrá-la logo após voltar do exílio, em 1977. Ela ligou para minha casa: queria entrevistar-me para a revista Fatos e Fotos, para a qual colaborava naquela época.
Clarice já era então uma mulher de quase sessenta anos, marcada por acidente que resultara em várias queimaduras que lhe deixaram marcas na mão direita. Já quase nada tinha da jovialidade de antes, embora continuasse perturbadora em sua natural dramaticidade. Depois de ouvir dela algumas palavras carinhosas, decidi revelar-lhe como me fascinara em nosso primeiro encontro.
-Você era linda, tão linda que saí daliapaixonado.
-Quer dizer que eu “era” linda?
-E ainda é – apressei-me em afirmar...
Terminada a entrevista, despedimo-nos carinhosamente, mas no dia seguinte ela ligou de novo. Queria encontrar-me para conversar. Fui até sua casa, no Leme, e de lá fomos caminhando até a Fiorentina, que ficava perto.
Lembro-me de que Glauber Rocha, vendo-nos ali, veio sentar-se à nossa mesa e começou a elogiar o governo militar. Clarice me olhava com espanto, sem entender. Ele, depois daquele discurso fora de propósito, mudou de mesa.
-Ele veio provocar você – disse Clarice. – Comque intenção falou essas coisas?
-Glauber agora cismou de defender os milicos.É piração.
Depois dessa noite, voltei a vê-la num encontro que ela promoveu em sua casa com alguns amigos, entre os quais Fauzi Arap, José Rubem... Foi a última vez que a vi. A roda-viva daqueles tempos me arrastou para longe dela, em meio a problemas de toda ordem, crises na família, filhos drogados, clínicas psiquiátricas. De repente, soube que ela tinha sido internada num hospital em estado grave. Localizei o hospital, telefonei para o seu quarto e acertei com a pessoa que me atendeu ir visitá-la no dia seguinte. Mas, ao chegar à redação do jornal, antes de sair para a visita, a telefonista me passou um recado: “Clarice pede ao senhor que não vá vê-la no hospital. Deixe para visitá-la quando ela voltar para casa”. E se ela não voltasse mais para casa? Dobrei o papel com o recado e guardei-o no bolso, desapontado. Àquela noite, quando contei o ocorrido a minha mulher, ela explicou: “Clarice, vaidosa como era, não queria que você a visse no estado em que estava”. Pode ser, mas, de qualquer forma, até hoje lamento não ter podido vê-la uma última vez.
Dois ou três dias depois do recado, ela morria. Ao sair do banho, pela manhã, alguém me informou: “Clarice Lispector morreu”. De viagem marcada para São Paulo, entrei num táxi que me levou à Lagoa Rodrigo de Freitas. Não poderia ir a seu sepultamento. O táxi corria dentro de uma manhã luminosa, enquanto a brisa balançava alegremente os ramos das árvores. Clarice morrera e a natureza o ignorava. No avião, escrevi um poema falando nisso. Que mais poderia fazer?
Alguns meses atrás, quando aceitei fazer a curadoria da exposição sobre ela, no Museu da Língua Portuguesa, todas essas lembranças me acudiram. Ia ser bom voltar a pensar nela, reler seus livros, pois é neles e só neles que é possível reencontrá-la agora e nunca naquele saárico túmulo do Cemitério Israelita do Caju, aonde certo dia, sob sol escaldante, fui, com Cláudia Ahimsa, visitá-la. Não havia Clarice alguma sob aquela laje de pedra, sem flores. E não havia porque, de fato, o que Clarice efetivamente foi, o que fazia dela uma pessoa única e exasperada, era sua patética entrega ao insondável da existência – e a necessidade de escrever, de tentar incansavelmente dizer o indizível, mas certa de que, ao torná-lo dizível, não o dissiparia.
Não obstante, isso era tudo o que valia a pena fazer na vida, conforme afirmou: “Quando não escrevo, estou morta”.
Em compensação, quando a lemos, ressuscita.

Gullar, Ferreira. A alquimia na quitanda: artes, bichos e barulhos nas melhores crônicas do poeta. São Paulo: Três Estrelas, 2016.

Releia a passagem e, em seguida, responda: “O táxi corria dentro de uma manhã luminosa, enquanto a brisa balançava alegremente os ramos das árvores. Clarice morrera e a natureza o ignorava.” As orações que integram o período sublinhado estabelecem entre si uma relação de:

 

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2252763 Ano: 2018
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
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A Lei 9.394/96 aponta que a Educação Básica é formada da seguinte forma:

 

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2252762 Ano: 2018
Disciplina: Biologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
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Existem vários métodos contraceptivos que podem ser utilizados a escolha de cada indivíduo, porém, é recomendado, para sua própria saúde, uma consulta médica para verificar o que melhor se adequa a cada paciente. Um dos métodos que ainda a população tem pouca informação é o diafragma. Sobre ele, marque a opção correta.

 

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2252761 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
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Sobre educação inclusiva, leia o fragmento abaixo:
“Tornar realidade a__________, por sua vez, ___________por decreto, sem que avaliem as reais condições que possibilitem a inclusão planejada, gradativa e contínua, de alunos com necessidade educacionais especiais nos sistemas de ensino. Deve ser________, por ser necessário que tanto a educação especial como o ensino regular possam ir se adequando à nova realidade educacional, construindo políticas, práticas institucionais e pedagógicas que garantam o incremento da qualidade do ensino novo que envolvam ____________ educacionais especiais” (Brasil, 2001). Marque a alternativa em que as lacunas são preenchidas com as apalavras adequadas respectivamente:

 

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2252860 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
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MORE THAN 130 years ago, at the first Olympic Games in Athens, Boston University law student Thomas Burke took his mark at the 100-meter dash not in a standing position, but a crouch—what was then considered an unusual starting stance. But far more unusual, by today's standards, was his gold-medal winning time of 12 seconds flat. These days, talented middle schoolers post 100-meter times BETTER than Burke's. In March 2018, 15-year-old Briana Williams, a high school SOPHOMORE, set a world age-group record in the event with a time of 11.13 seconds. The record for boys 18-and-under is nearly a second FASTER still: Set in 2017 by Anthony Schwartz, the 10.15-second time would have won gold at 1980's Summer Games.

Today, though, on the world stage, Schwartz wouldn't even podium: In the past 30 years, only three sprinters have medaled at the Olympics with a time SLOWER than 10 seconds. Propelled by more effective training, GRIPPIER track surfaces, FASTER footwear, and, yes, pharmaceuticals, competitors at every level of track and field's premier event have steadily chipped away at the world's BEST 100-meter times. Jamaican sprinter Usain Bolt holds the current world record: a sprightly 9.58 seconds. The surprisingly persistent record progression is enough to make anyone ask: When will the FASTEST people on Earth cease to become any FASTER? And when they do, what will the FASTEST time ultimately be?

(...) Which is one reason biomechanists approach the matter somewhat differently than mathematicians. They address the second question by investigating not when Bolt's record might fall, but by __________, based on the bodies of today's FASTEST sprinters. "Once they get rolling, the force they apply becomes a motion-based mechanism, where they use their limbs to throw a punch at the ground," says biomechanist Peter Weyand. As director of the Locomotor Performance Laboratory at Southern Methodist University in Dallas, Weyand invites many of the FASTEST sprinters on Earth to run in short bursts in front of high-speed, motion-tracking cameras on a bespoke, force-sensing treadmill that makes the thing you trot on at your gym look like a glorified hamster wheel.

Based on his observations, Weyand says the two BIGGEST factors limiting the performance of elite sprinters are __________force they can apply to the ground, and how fast. At current top speeds of around 27 miles per hour, he says elite male sprinters like Usain Bolt put down roughly five times their body weight, in between .085 and 0.09 seconds.

(...) That probably puts the theoretical limit for the 100 meter dash CLOSER to 9.58 than 9.00. But Weyand, for his part, thinks athletes have plenty of room to improve. "If you put together a perfect human being, and the perfect race, I could certainly see something in the low 9.40-second range, maybe a little bit FASTER than that, under currently legal conditions," he says.

Answer the option that representes comparatives and superlatives, according to the highlighted words: BETTER, FASTER, SLOWER, GRIPPIER, BEST, FASTEST, BIGGEST and CLOSER.

Questão Anulada e Desatualizada

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2252859 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
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De acordo com Benjamin Bloom (1983), a avaliação pode ser classificada em três categorias: somativa, diagnóstica e formativa. Enumere a segunda coluna de acordo com a primeira.
(1) Somativa
(2) Diagnóstica
(3) Formativa
( ) Avaliação que dá informações, identifica erros, sugere interpretações quanto às estratégias e atitudes dos alunos e, portanto, alimenta diretamente a ação pedagógica.
( ) Avaliação muito geral, que serve como ponto de apoio para atribuir notas, classificar o aluno e transmitir os resultados em termos quantitativos, feita no final de um período.
( ) Avaliação que possibilita ao educador e educando detectarem, ao longo do processo de aprendizagem, suas falhas, desvios, suas dificuldades, a tempo de redirecionarem os meios, os recursos, as estratégias e procedimentos na direção desejada.
Assinale a alternativa que corresponde à sequência correta.

Questão Anulada e Desatualizada

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Questão presente nas seguintes provas
2252845 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
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A apropriação do sistema de numeração decimais no primeiro ciclo é um processo complexo para a criança. No que se refere à aprendizagem da composição e decomposição numérica, quais dos recursos didáticos abaixo não é adequado para essa aprendizagem:

Questão Anulada e Desatualizada

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2252841 Ano: 2018
Disciplina: Química
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
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Marque a única opção que contém, apenas, exemplos de substâncias compostas:

Questão Anulada e Desatualizada

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