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A formação da teoria didática para investigar as ligações entre o ensino e aprendizagem ocorreu no século XVII, quando João Amós Comênio (1592-1670), um pastor protestante, escreveu sobre didática, a Didática Magna. A didática de Comênio se assentava nos seguintes princípios, EXCETO:
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Texto 1
Alerta em ingresso de 'Praia do Futuro' diz respeito à meia-entrada e não a sexo gay, diz cinema
Espectador diz ter sido avisado sobre cenas íntimas no filme com Wagner Moura em sala em João Pessoa
RIO — Ao lançar "Praia do futuro" no Festival de Berlim, em fevereiro, Wagner Moura tentou se esquivar das perguntas sobre as cenas de sexo entre seu personagem e o do ator alemão Clemens Schick. "Temos que ter responsabilidade de não fazer isso virar um assunto. É preciso ver essa relação entre eles com naturalidade", disse ele, à época. Não adiantou. As cenas estão se tornando o principal assunto do filme, que tem classificação etária de 14 anos.
Em Niterói, no Cinemark do Plaza Shopping, cerca de 40 pessoas saíram no meio de uma sessão (domingo, às 21h) do novo filme de Karim Aïnouz, conforme adiantou o colunista do GLOBO Ancelmo Gois. Em Aracaju, uma cena parecida: após clientes pedirem o reembolso do ingresso sentindo-se insatisfeitos com o que viram, uma unidade também da rede Cinemark passou a fazer o alerta nas bilheterias. Há relatos parecidos em São Luís, em que clientes saíram de uma sessão reclamando não terem ido ao cinema "para ver aquilo".
Procurado pelo GLOBO, Aïnouz comentou a polêmica.
— Acho que é uma rejeição bem pequena. Se contarmos que no primeiro fim de semana em cartaz fizemos mais de 40 mil espectadores, a rejeição é quase insignificante. No entanto, se há alguma rejeição, ela somente marca a temperatura da homofobia no público que frequenta o nosso cinema. Ficamos tristes com esse tipo de reação porque a intolerância e o preconceito são manifestações muito tristes da alma humana - e elas em geral são frutos da ignorância, assim como o fascismo e o racismo, mas é muito positivo que o nosso filme venha pra fazer avançar este debate, e quem sabe, promover mais tolerância e respeito às diferenças.
Já em João Pessoa, o professor de turismo e administrador de empresas Iarlley Araujo, de 34 anos, que foi assistir ao filme numa sala da rede Cinépolis, foi alertado pelo atendente sobre as "cenas de sexo homossexual". "Senhor, tem certeza de que deseja ver esse filme?", teria perguntado o funcionário, de acordo com o post publicado por Iarlley Araújo no Instagram, em que compartilha uma imagem com o carimbo de "avisado" no ingresso do filme. Mas, segundo a empresa, tudo não passa de um mal entendido.
(adaptado de http://oglobo.globo.com/cultura/alerta-em-
ingresso-de-praia-do-futuro-diz-respeito-meia-entrada-nao-sexo-gay-diz-cinema-12553105)
De acordo com o Acordo Ortográfico vigente, assinale a alternativa na qual a regra implícita quanto ao uso do hífen na expressão "meia-entrada" seja a mesma em todos os exemplos:
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Texto 2
Tá avisado
Muito boa a iniciativa de um cinema avisar aos espectadores do filme Praia do Futuro que o seu conteúdo pode desagradar alguns. Tão boa que deveria virar política das redes de cinema pra todo filme.
(disponível em http://taavisado.tumblr.com/)



Considerando o processo de formação e estrutura das palavras, a alternativa que apresenta inconsistência na exemplificação é:
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582385
Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Pentecoste-CE
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Pentecoste-CE
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A partir das diretrizes teóricas estabelecidas pelo PCNs para o ensino de Língua Portuguesa, assinale a alternativa inadequada.
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Johann Friedrich Herbart (1766-1841) estabeleceu quatro critérios didáticos que deveriam ser seguidos rigorosamente, são eles:
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Considerando a lista dos advérbios e locuções adverbiais (tempo –lugar – lugar – tempo – modo) escolha a alternativa que contenha de forma satisfatória e sequencial as informações supramencionadas:
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Escolha a alternativa que preencha adequadamente as lacunas do texto:
Embora seja alvo da especulação imobiliária mais de 50 anos, desde que os empreendedores que o bairro Jardim das Flores ficaria poucos (ou melhor, ) perto de uma importante estação de da cidade, a praça central resiste. Dotado de uma _________ vista para o lago do Icaraí, os moradores até quando conservar o importante patrimônio publico da comunidade.
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Texto 1
Alerta em ingresso de 'Praia do Futuro' diz respeito à meia-entrada e não a sexo gay, diz cinema
Espectador diz ter sido avisado sobre cenas íntimas no filme com Wagner Moura em sala em João Pessoa
RIO — Ao lançar "Praia do futuro" no Festival de Berlim, em fevereiro, Wagner Moura tentou se esquivar das perguntas sobre as cenas de sexo entre seu personagem e o do ator alemão Clemens Schick. "Temos que ter responsabilidade de não fazer isso virar um assunto. É preciso ver essa relação entre eles com naturalidade", disse ele, à época. Não adiantou. As cenas estão se tornando o principal assunto do filme, que tem classificação etária de 14 anos.
Em Niterói, no Cinemark do Plaza Shopping, cerca de 40 pessoas saíram no meio de uma sessão (domingo, às 21h) do novo filme de Karim Aïnouz, conforme adiantou o colunista do GLOBO Ancelmo Gois. Em Aracaju, uma cena parecida: após clientes pedirem o reembolso do ingresso sentindo-se insatisfeitos com o que viram, uma unidade também da rede Cinemark passou a fazer o alerta nas bilheterias. Há relatos parecidos em São Luís, em que clientes saíram de uma sessão reclamando não terem ido ao cinema "para ver aquilo".
Procurado pelo GLOBO, Aïnouz comentou a polêmica.
— Acho que é uma rejeição bem pequena. Se contarmos que no primeiro fim de semana em cartaz fizemos mais de 40 mil espectadores, a rejeição é quase insignificante. No entanto, se há alguma rejeição, ela somente marca a temperatura da homofobia no público que frequenta o nosso cinema. Ficamos tristes com esse tipo de reação porque a intolerância e o preconceito são manifestações muito tristes da alma humana - e elas em geral são frutos da ignorância, assim como o fascismo e o racismo, mas é muito positivo que o nosso filme venha pra fazer avançar este debate, e quem sabe, promover mais tolerância e respeito às diferenças.
Já em João Pessoa, o professor de turismo e administrador de empresas Iarlley Araujo, de 34 anos, que foi assistir ao filme numa sala da rede Cinépolis, foi alertado pelo atendente sobre as "cenas de sexo homossexual". "Senhor, tem certeza de que deseja ver esse filme?", teria perguntado o funcionário, de acordo com o post publicado por Iarlley Araújo no Instagram, em que compartilha uma imagem com o carimbo de "avisado" no ingresso do filme. Mas, segundo a empresa, tudo não passa de um mal entendido.
(adaptado de http://oglobo.globo.com/cultura/alerta-em-
ingresso-de-praia-do-futuro-diz-respeito-meia-entrada-nao-sexo-gay-diz-cinema-12553105)

Em relação ao texto 1, é CORRETO afirmar:
I- É um editorial, com características injuntivas.
II- É um texto jornalístico com traços argumentativos e expositivos.
III- É uma propaganda institucional em formato de artigo de opinião.
II- É um texto jornalístico com traços argumentativos e expositivos.
III- É uma propaganda institucional em formato de artigo de opinião.
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Texto 2- Excerto
"(...) crenças sobre a superioridade de uma variedade ou falar sobre os demais é um dos mitos que se arraigaram na cultura brasileira. Toda variedade regional ou falar é, antes de tudo, um instrumento identitário, isto é, um recurso que confere identidade a um grupo social. Ser nordestino, ser mineiro, ser carioca etc. é um motivo de orgulho para quem o é, e a forma de alimentar esse orgulho é usar o linguajar de sua região e praticar seus hábitos culturais. No entanto, verifica-se que alguns falares têm mais prestígio no Brasil como um todo que outros. Por que isso ocorre?"
(Bortoni, Ricardo. Educação em língua materna. A sociolinguística em sala de aula. São Paulo: Parábola, 2004, p. 33).
Texto 3
Sou fio das mata, canto da mão grossa,
Trabáio na roça, de inverno e de estio.
A minha chupana é tapada de barro,
Só fumo cigarro de paia de mío.
Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argun menestré, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola,
Cantando, pachola, à percura de amô.
Não tenho sabença, pois nunca estudei,
Apenas eu sei o meu nome assiná.
Meu pai, coitadinho!
Vivia sem cobre, E o fio do pobre não pode estudá.
Meu verso rastero, singelo e sem graça,
Não entra na praça, no rico salão,
Meu verso só entra no campo e na roça
Nas pobre paioça, da serra ao sertão. (...)
Trabáio na roça, de inverno e de estio.
A minha chupana é tapada de barro,
Só fumo cigarro de paia de mío.
Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argun menestré, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola,
Cantando, pachola, à percura de amô.
Não tenho sabença, pois nunca estudei,
Apenas eu sei o meu nome assiná.
Meu pai, coitadinho!
Vivia sem cobre, E o fio do pobre não pode estudá.
Meu verso rastero, singelo e sem graça,
Não entra na praça, no rico salão,
Meu verso só entra no campo e na roça
Nas pobre paioça, da serra ao sertão. (...)
(Patativa do Assaré)
Partindo da premissa de que "todas as variedades constituem sistemas linguísticos perfeitamente adequados para a expressão comunicativa e cognitiva dos falantes", sobre o texto de Patativa de Assaré (texto 3) podemos AFIRMAR:
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Texto 2- Excerto
"(...) crenças sobre a superioridade de uma variedade ou falar sobre os demais é um dos mitos que se arraigaram na cultura brasileira. Toda variedade regional ou falar é, antes de tudo, um instrumento identitário, isto é, um recurso que confere identidade a um grupo social. Ser nordestino, ser mineiro, ser carioca etc. é um motivo de orgulho para quem o é, e a forma de alimentar esse orgulho é usar o linguajar de sua região e praticar seus hábitos culturais. No entanto, verifica-se que alguns falares têm mais prestígio no Brasil como um todo que outros. Por que isso ocorre?"
(Bortoni, Ricardo. Educação em língua materna. A sociolinguística em sala de aula. São Paulo: Parábola, 2004, p. 33).
Texto 3
Sou fio das mata, canto da mão grossa,
Trabáio na roça, de inverno e de estio.
A minha chupana é tapada de barro,
Só fumo cigarro de paia de mío.
Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argun menestré, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola,
Cantando, pachola, à percura de amô.
Não tenho sabença, pois nunca estudei,
Apenas eu sei o meu nome assiná.
Meu pai, coitadinho!
Vivia sem cobre, E o fio do pobre não pode estudá.
Meu verso rastero, singelo e sem graça,
Não entra na praça, no rico salão,
Meu verso só entra no campo e na roça
Nas pobre paioça, da serra ao sertão. (...)
Trabáio na roça, de inverno e de estio.
A minha chupana é tapada de barro,
Só fumo cigarro de paia de mío.
Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argun menestré, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola,
Cantando, pachola, à percura de amô.
Não tenho sabença, pois nunca estudei,
Apenas eu sei o meu nome assiná.
Meu pai, coitadinho!
Vivia sem cobre, E o fio do pobre não pode estudá.
Meu verso rastero, singelo e sem graça,
Não entra na praça, no rico salão,
Meu verso só entra no campo e na roça
Nas pobre paioça, da serra ao sertão. (...)
(Patativa do Assaré)
A transposição dos antigos paradigmas linguísticos como sendo um objeto estanque e imutável pode ser constatada a partir da observação do crescente aumento dos debates e pesquisas de profissionais especialmente no âmbito da linguística variacionista. A importância de tal discussão, que não se restringe de modo algum ao reame acadêmico, também está presente no cotidiano da sala de aula, através de práticas como:
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