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Pelo art. 6º da Lei Complementar nº 177/2011, Estatuto do Magistério Público Municipal da Prefeitura da Estância Balneária de Peruíbe, a formação continuada dos integrantes desse quadro está assegurada, prevendo-se que ela poderá ser desenvolvida pela Secretaria Municipal de Educaçao e por outras instituições públicas ou privadas.
No entender de Alarcão (2011), a formação de professores deve assumir um caráter reflexivo em uma escola reflexiva. Igualmente, Nóvoa (1992) valoriza a formação e a preparação de professores reflexivos, entendendo que eles devem ser protagonistas na implementação das políticas educativas e assumir
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Celso, diretor de uma escola pública, preocupado com a formação continuada de professores e do coordenador pedagógico, resolveu, conjuntamente com sua equipe, no Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo da unidade escolar, estudarem e debaterem esse assunto, e recorreram à obra de Lerner (2002). Ela detectou duas condições necessárias para que o processo de capacitação seja fecundo. Uma que o capacitador se esforce por entender os problemas que os professores apresentam, por compreender por que pensam, ou por que decidem adotar uma proposta e rejeitar outras.
E a segunda condição, que os professores se sintam autorizados a atuar de forma autônoma, que tenham razões próprias para tomar e assumir decisões. Para Lerner, é importante ajudar mais os professores na sua difícil tarefa e, por isso, ressalta a necessidade de
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Peruíbe-SP
Para a educação escolar pública, está legalmente prevista a gestão democrática, na Constituição Federal de 1988 e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394/96, sendo que, nessa Lei, é indicado o princípio da participação para esse atributo da gestão: a participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola e a da comunidade escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes. As análises dessa participação e do trabalho coletivo que ela implica, realizadas por Fusari (1993), em relação ao projeto pedagógico, e por Ciseski, em relação ao Conselho de Escola, in Gadotti e Romão (2001), apontam, quanto a sua real implantação, além de aspectos distintos, uma visão bastante aproximada quanto a
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Libâneo (2004) destaca que a ação de planejar “subordina- se à natureza da atividade realizada” pela organização social e que, “no planejamento escolar, o que se planeja são as atividades de ensino e de aprendizagem, fortemente determinadas por uma intencionalidade educativa envolvendo objetivos, valores, atitudes, conteúdos, modos de agir dos educadores que atuam na escola”.
O autor lembra que “a organização escolar democrática implica não só a participação na gestão mas a gestão da participação”. Nesse sentido, o princípio “Relação orgânica entre a direção e participação dos membros da equipe escolar”, um dos 8 princípios apresentados pelo autor exige a “participação de professores, pais, alunos, funcionários e outros representantes da comunidade, bem como a forma de viabilização dessa participação:
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Anna e Marc Burbridge, na obra “Gestão de conflitos, desafio do mundo corporativo” (2012) e Antonio O. Nunes, em “Como restaurar a paz nas escolas, um guia para educadores” (2012), oferecem importantes reflexões sobre a natureza e os tipos de conflitos que ocorrem nas organizações sociais de todas as áreas e, portanto, em escolas também.
O diretor de escola, frequentemente, precisa assumir a mediação e gestão de conflitos e, em tais situaçoes, pode valer-se de ensinamentos dos autores citados, entre os quais o de que o conflito
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Libâneo (2004), em tópico do capítulo XI, aponta que “as escolas têm traços culturais próprios a partir dos significados pessoais, valores, práticas e comportamentos das pessoas que nela trabalham e convivem. Entender a organização escolar como cultura significa dizer que ela é construída pelos seus próprios membros que tanto podem criar um espaço de trabalho produtivo e até prazeroso ou um espaço hostil e estressante”. Também Lück (2010) explicita o significado de cultura e de clima organizacional, no contexto da gestão educacional da escola, destacando a complexidade desses conceitos “por expressarem um conjunto de múltiplos e dinâmicos fatores, dimensões e características, todos intimamente relacionados e de grande importância na determinação da qualidade dos processos educacionais.”
Essa autora entende que “é necessário, à gestão e à liderança, conhecer esses diferentes aspectos e quais são suas relações”, de modo a poder exercer influência consciente e positiva sobre a cultura e o clima organizacional, pois a atuação sobre o clima organizacional e a cultura da escola se dá sobre esses aspectos especificamente, devendo ocorrer, sempre,
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Heloísa Luck, em “Liderança em gestão escolar” (2010) e Mario Sérgio Cortella, em “Qual é a tua obra? Inquietações propositivas sobre gestão, liderança e ética” (2015), contribuem significativamente para a democratização da educação escolar de qualidade, com as reflexões apresentadas nessas obras, de campos de conhecimento diferentes, mas que apontam, ambas, às equipes de direção/ administração/ gestão das escolas, que a liderança
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Sylvia C. Vergara, na obra “Gestão de Pessoas” (2009), dedica o capítulo 5 ao “Poder nas organizações”, entendendo estas “como empresas, escolas, hospitais, casas de filantropias e outras”. Vergara dialoga com os leitores, construindo conceitos de poder e de fontes de poder, e analisando a teoria de Max Weber sobre o poder como capacidade de ser obedecido, explicitando, também, a questão da legitimidade da autoridade para que seu poder seja aceito. A autora distingue, então, três tipos de autoridade: a tradicional, a carismática e a . Este último tipo de autoridade, próprio da sociedade moderna, encontra legitimidade em um conjunto de regras, normas, leis, a serem obedecidas, e o superior que exerce esse tipo de autoridade tem o agir , sendo, o “tipo puro” dessa autoridade, em termos analíticos, representado pelas organizações complexas, apenas analíticos, pois não existem “tipos puros” de autoridade nos contextos sociais reais.
Assinale a alternativa que preenche as lacunas, na ordem em que aparecem, deixando a frase correta.
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Com apoio no texto de Wolf e Carvalho, intitulado “Regimento Escolar de escolas públicas: para além do registro de normas”, o qual traz fartas e importantes informações a respeito desse documento, é correto afirmar que, em relação ao PPP, Projeto Político-Pedagógico da escola, o RE, Regimento Escolar,
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Naura S. C. Ferreira (2008) analisa, no contexto contemporâneo, desafios a serem enfrentados pelas políticas educacionais, pela formação dos profissionais da educação e pela gestão da educação, para serem capazes de criação e ação coletiva no sentido da “construção e reconstrução de perspectivas” viabilizadoras de soluções políticas que respondam “às necessidades sociais, objetivando a formação de homens e mulheres íntegros(as) e capazes de autogerir-se e gerir os destinos da educação e da sociedade”. Em relação a esses desafios, na obra de Madza Ednir e outros (2006), são explicitados cinco princípios que caracterizam a boa gestão das mudanças necessárias nas práticas educativas. Eles são oriundos de pesquisas realizadas a esse respeito, em diversas partes do mundo, desde a década de1980.
Um desses princípios aponta: “para que sejam ambientes acolhedores para as mudanças, as escolas precisam transformar- se em organizações que
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