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A história natural da doença refere-se ao curso da doença, desde o início até sua resolução, na ausência de intervenção. Considerando o modelo tradicional da história natural da doença e sua relação com os níveis de prevenção propostos por Level e Clark, assinale a alternativa correta em relação às medidas preventivas do período pré-patogênico.
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No delineamento do estudo epidemiológico do tipo transversal, define-se uma população de referência e coletam-se os dados de exposição e doença ao mesmo tempo. A partir desse conjunto, divide-se em quatro grupos para análise: a) doentes e expostos ao fator de risco; b) não doentes expostos ao fator de risco; c) doentes não expostos ao fator de risco; d) não doente e não exposto ao fator de risco.
Assinale a alternativa que corresponde ao cálculo do coeficiente de prevalência da doença entre os expostos.
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A garantia do cuidado na Atenção Básica passa pela formação de uma fonte contínua de atenção, a partir da presença de vínculo e confiança entre usuários e profissionais de saúde, que permite conhecer o usuário de maneira integral, desde comportamentos, hábitos e o contexto em que está inserido, possibilitando o planejamento adequado do cuidado e das intervenções.
Trata-se de uma diretriz da Política Nacional de Atenção Básica denominada
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As diferentes condições de vida, habitação, trabalho, renda e de acesso à educação, lazer, cultura e serviços públicos impactam de forma diferenciada a saúde da população, assim como as diferentes formas de preconceito e discriminação social, tais como o racismo, a misoginia, a LGBTfobia e a exclusão social de populações que vivem em situação de rua ou em condições de isolamento territorial.
Assinale a alternativa que corresponde ao princípio do SUS que reconhece as necessidades, diversidades e especificidades de cada cidadão ou grupo social na formulação de políticas públicas, tendo como objetivo diminuir as desigualdades.
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Leia o texto para responder à questão a seguir:
A velha
A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha uma boa vida e nada lhe faltava?
Só nessa manhã tinha encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico não vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças, e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca de café.
O mal de muita gente era não saber dar o devido valor às coisas. A maioria esbanjava tempo e felicidade, da mesma forma que esbanjava dinheiro. Se se fosse a ver, poucos sabiam aproveitar o que tinham. Por exemplo, não aproveitavam a água quente, que ficava nos canos depois de se ligar o gás e de a água aquecer, não se lembravam de apagar logo as luzes do teto quando passavam de um quarto para outro, nem desligavam os queimadores do fogão um pouco antes de a comida estar pronta. Sim, quantos faziam isso? E depois admiravam-se de o dinheiro não chegar ao fim do mês. (Teolinda Gersão, “A velha”. Em: Massaud Moisés.
A Literatura Portuguesa Através Dos Textos. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a colocação pronominal está em conformidade com a norma-padrão.
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Leia o texto para responder à questão a seguir:
A velha
A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha uma boa vida e nada lhe faltava?
Só nessa manhã tinha encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico não vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças, e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca de café.
O mal de muita gente era não saber dar o devido valor às coisas. A maioria esbanjava tempo e felicidade, da mesma forma que esbanjava dinheiro. Se se fosse a ver, poucos sabiam aproveitar o que tinham. Por exemplo, não aproveitavam a água quente, que ficava nos canos depois de se ligar o gás e de a água aquecer, não se lembravam de apagar logo as luzes do teto quando passavam de um quarto para outro, nem desligavam os queimadores do fogão um pouco antes de a comida estar pronta. Sim, quantos faziam isso? E depois admiravam-se de o dinheiro não chegar ao fim do mês. (Teolinda Gersão, “A velha”. Em: Massaud Moisés.
A Literatura Portuguesa Através Dos Textos. Adaptado)
O sentido expresso pelo adjetivo em “A velha era felicíssima.” e o sentido da frase “A maioria esbanjava tempo e felicidade, da mesma forma que esbanjava dinheiro.” são, correta e respectivamente, de:
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Leia o texto para responder à questão a seguir:
A velha
A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha uma boa vida e nada lhe faltava?
Só nessa manhã tinha encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico não vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças, e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca de café.
O mal de muita gente era não saber dar o devido valor às coisas. A maioria esbanjava tempo e felicidade, da mesma forma que esbanjava dinheiro. Se se fosse a ver, poucos sabiam aproveitar o que tinham. Por exemplo, não aproveitavam a água quente, que ficava nos canos depois de se ligar o gás e de a água aquecer, não se lembravam de apagar logo as luzes do teto quando passavam de um quarto para outro, nem desligavam os queimadores do fogão um pouco antes de a comida estar pronta. Sim, quantos faziam isso? E depois admiravam-se de o dinheiro não chegar ao fim do mês. (Teolinda Gersão, “A velha”. Em: Massaud Moisés.
A Literatura Portuguesa Através Dos Textos. Adaptado)
Considere as passagens do terceiro parágrafo:
• Se se fosse a ver, poucos sabiam aproveitar o que tinham.
• E depois admiravam-se de o dinheiro não chegar ao fim do mês.
Os termos destacados são, correta e respectivamente:
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Leia o texto para responder à questão a seguir:
A velha
A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha uma boa vida e nada lhe faltava?
Só nessa manhã tinha encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico não vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças, e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca de café.
O mal de muita gente era não saber dar o devido valor às coisas. A maioria esbanjava tempo e felicidade, da mesma forma que esbanjava dinheiro. Se se fosse a ver, poucos sabiam aproveitar o que tinham. Por exemplo, não aproveitavam a água quente, que ficava nos canos depois de se ligar o gás e de a água aquecer, não se lembravam de apagar logo as luzes do teto quando passavam de um quarto para outro, nem desligavam os queimadores do fogão um pouco antes de a comida estar pronta. Sim, quantos faziam isso? E depois admiravam-se de o dinheiro não chegar ao fim do mês. (Teolinda Gersão, “A velha”. Em: Massaud Moisés.
A Literatura Portuguesa Através Dos Textos. Adaptado)
Entende-se que contribuía para a felicidade da velha
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Leia o texto para responder à questão a seguir:
Com mais idosos, será preciso fortalecer o SUS
Dados recém-divulgados pelo IBGE mostram que os brasileiros têm destinado parcelas crescentes de sua renda a serviços de saúde e medicamentos nos últimos anos, uma tendência previsível com a transformação demográfica e o envelhecimento da população.
A despesa pública e privada do país com tal finalidade somou 9,7% do Produto Interno Bruto em 2021, ante 8% em 2010. A expansão deve continuar nos próximos anos, visto que em países mais desenvolvidos e com maior proporção de idosos entre os habitantes, como Alemanha, França e Reino Unido, o índice chega a 12% ou mais.
Por aqui, o aumento dos gastos no período se concentrou nas famílias – de 4,4% para 5,7% do PIB. Já os desembolsos dos governos federal, estaduais e municipais passaram de 3,6% para 4% do produto.
Os números refletem o sistema híbrido de financiamento da saúde que, na prática, desenvolveu-se no Brasil. Embora disponhamos de um sistema público universal de atendimento, o que sem dúvida é uma conquista civilizatória, estamos longe de poder abrir mão dos recursos privados.
Será necessário fortalecer o SUS para fazer frente à alta esperada da participação de idosos na população. Hoje, homens e mulheres com idade acima dos 65 anos representam perto de 11% dos brasileiros; projeta-se que o patamar de 20% será ultrapassado em 2050, e o de 30% estará próximo em 2070.
No atual cenário de penúria orçamentária, não há como pensar em um aumento rápido e vigoroso dos recursos do SUS. A longo prazo, será preciso rever prioridades e conter outras despesas para viabilizar maior atenção ao setor.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 07.04.2024. Adaptado)
A concordância nominal atende à norma-padrão em:
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Leia o texto para responder à questão a seguir:
Com mais idosos, será preciso fortalecer o SUS
Dados recém-divulgados pelo IBGE mostram que os brasileiros têm destinado parcelas crescentes de sua renda a serviços de saúde e medicamentos nos últimos anos, uma tendência previsível com a transformação demográfica e o envelhecimento da população.
A despesa pública e privada do país com tal finalidade somou 9,7% do Produto Interno Bruto em 2021, ante 8% em 2010. A expansão deve continuar nos próximos anos, visto que em países mais desenvolvidos e com maior proporção de idosos entre os habitantes, como Alemanha, França e Reino Unido, o índice chega a 12% ou mais.
Por aqui, o aumento dos gastos no período se concentrou nas famílias – de 4,4% para 5,7% do PIB. Já os desembolsos dos governos federal, estaduais e municipais passaram de 3,6% para 4% do produto.
Os números refletem o sistema híbrido de financiamento da saúde que, na prática, desenvolveu-se no Brasil. Embora disponhamos de um sistema público universal de atendimento, o que sem dúvida é uma conquista civilizatória, estamos longe de poder abrir mão dos recursos privados.
Será necessário fortalecer o SUS para fazer frente à alta esperada da participação de idosos na população. Hoje, homens e mulheres com idade acima dos 65 anos representam perto de 11% dos brasileiros; projeta-se que o patamar de 20% será ultrapassado em 2050, e o de 30% estará próximo em 2070.
No atual cenário de penúria orçamentária, não há como pensar em um aumento rápido e vigoroso dos recursos do SUS. A longo prazo, será preciso rever prioridades e conter outras despesas para viabilizar maior atenção ao setor.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 07.04.2024. Adaptado)
Considere as frases:
• Parcelas crescentes de renda dos brasileiros têm sido destinadas_________despesas com serviços de saúde e medicamentos.
• Será necessário fortalecer o SUS para que se possa dar a devida assistência _____________população idosa.
• Hoje, homens e mulheres que chegam ____________ 65 anos representam perto de 11% dos brasileiros.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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