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O quadro de figuras apresentado a seguir segue uma determinada regra lógica:

De acordo com essa mesma regra lógica, a figura que deveria ser colocada no lugar da interrogação, é:
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
O JOVEM NÃO TEM MAIS O MESMO MEDO DO HIV
Na última semana, participei em Brasília de um grupo de trabalho no Ministério da Saúde para definir o “briefing” (informações, orientações) para que as agências de publicidade desenvolvam o esboço das campanhas do Dia Mundial da Aids (10 de dezembro) e do Carnaval 2012.
Especialistas e representantes de diversos setores da sociedade foram discutir qual será o foco dessas campanhas. Já há alguns anos o Brasil vive uma situação de “epidemia concentrada”, ou seja, alguns grupos estão mais vulneráveis e merecem atenção especial.
Neste ano, os jovens continuam como um foco importante de cuidado. Entre os jovens, dois grupos chamam atenção: as meninas, com suas dificuldades em negociar o uso do preservativo e sua confiança cega nos jovens companheiros; e os garotos que fazem sexo com outros garotos e têm se descuidado com frequência em suas novas experiências.
Dados sugerem que, em 35% dos casos novos em jovens, a transmissão se deu entre dois homens.
Discutir a valorização da autoestima e da vida e o combate ao estigma, ao preconceito e à violência é parte dos objetivos da campanha do Ministério da Saúde.
Outro foco é mostrar a importância, mesmo nos dias de hoje, do cuidado, da prevenção e da administração dos riscos no caso da Aids.
Hoje, o jovem não vê o vírus HIV como sendo aquele mesmo bicho de sete cabeças que as gerações anteriores enxergavam.
Houve uma banalização da doença, talvez por um afastamento dos períodos mais críticos da epidemia, da chegada de tratamentos mais eficazes ou, ainda, do uso de profilaxia (prevenção) com remédios em alguns casos especiais.
Mas a história está longe de ser resolvida. O vírus está aí, as pessoas continuam a se infectar em velocidade semelhante à dos últimos anos, e os jovens que têm uma longa vida sexual pela frente não gerenciam bem os seus riscos.
O que fazer? Trabalhar a informação mais e melhor! Tentar mexer nas ideias e nas emoções é um caminho!
(BOUER, Jairo. Folha de São Paulo, 17/10/11.)
A expressão em caixa alta no trecho “OU SEJA, alguns grupos estão mais vulneráveis e merecem atenção especial” pode ser substituída, sem prejuízo para o sentido, por:
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José Maria da Silva Paranhos Júnior, o conhecido Barão do Rio Branco, nasceu noRio de Janeiro, em abril de 1845. Sua maior contribuição ao país foi a consolidação das fronteiras brasileiras, em especial por meio de processos de arbitramento ou de negociações bilaterais. Em 1903, assinou com a Bolívia o tratado de Petrópolis, pondo fim ao conflito dos dois países em relação ao território do:
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
O JOVEM NÃO TEM MAIS O MESMO MEDO DO HIV
Na última semana, participei em Brasília de um grupo de trabalho no Ministério da Saúde para definir o “briefing” (informações, orientações) para que as agências de publicidade desenvolvam o esboço das campanhas do Dia Mundial da Aids (10 de dezembro) e do Carnaval 2012.
Especialistas e representantes de diversos setores da sociedade foram discutir qual será o foco dessas campanhas. Já há alguns anos o Brasil vive uma situação de “epidemia concentrada”, ou seja, alguns grupos estão mais vulneráveis e merecem atenção especial.
Neste ano, os jovens continuam como um foco importante de cuidado. Entre os jovens, dois grupos chamam atenção: as meninas, com suas dificuldades em negociar o uso do preservativo e sua confiança cega nos jovens companheiros; e os garotos que fazem sexo com outros garotos e têm se descuidado com frequência em suas novas experiências.
Dados sugerem que, em 35% dos casos novos em jovens, a transmissão se deu entre dois homens.
Discutir a valorização da autoestima e da vida e o combate ao estigma, ao preconceito e à violência é parte dos objetivos da campanha do Ministério da Saúde.
Outro foco é mostrar a importância, mesmo nos dias de hoje, do cuidado, da prevenção e da administração dos riscos no caso da Aids.
Hoje, o jovem não vê o vírus HIV como sendo aquele mesmo bicho de sete cabeças que as gerações anteriores enxergavam.
Houve uma banalização da doença, talvez por um afastamento dos períodos mais críticos da epidemia, da chegada de tratamentos mais eficazes ou, ainda, do uso de profilaxia (prevenção) com remédios em alguns casos especiais.
Mas a história está longe de ser resolvida. O vírus está aí, as pessoas continuam a se infectar em velocidade semelhante à dos últimos anos, e os jovens que têm uma longa vida sexual pela frente não gerenciam bem os seus riscos.
O que fazer? Trabalhar a informação mais e melhor! Tentar mexer nas ideias e nas emoções é um caminho!
(BOUER, Jairo. Folha de São Paulo, 17/10/11.)
Na oração “PARA QUE as agências de publicidade desenvolvam o esboço das campanhas do Dia Mundial da Aids (1º de dezembro) e do Carnaval 2012”, a conjunção em caixa alta exprime o sentido de:
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A Lei nº6501/2007 dispõe sobre o parcelamento de débitos previdenciários junto ao Instituto de Previdência e Assistência Social do Servidor Público do Município de Petrópolis. Dentre os critérios estabelecidos para o pagamento dos débitos, pode-se destacar:
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De acordo com a Legislação Previdenciária – Lei 8.213/91 - a previdência social é regida por alguns princípios e objetivos. Dentre eles, destaca-se:
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
O JOVEM NÃO TEM MAIS O MESMO MEDO DO HIV
Na última semana, participei em Brasília de um grupo de trabalho no Ministério da Saúde para definir o “briefing” (informações, orientações) para que as agências de publicidade desenvolvam o esboço das campanhas do Dia Mundial da Aids (10 de dezembro) e do Carnaval 2012.
Especialistas e representantes de diversos setores da sociedade foram discutir qual será o foco dessas campanhas. Já há alguns anos o Brasil vive uma situação de “epidemia concentrada”, ou seja, alguns grupos estão mais vulneráveis e merecem atenção especial.
Neste ano, os jovens continuam como um foco importante de cuidado. Entre os jovens, dois grupos chamam atenção: as meninas, com suas dificuldades em negociar o uso do preservativo e sua confiança cega nos jovens companheiros; e os garotos que fazem sexo com outros garotos e têm se descuidado com frequência em suas novas experiências.
Dados sugerem que, em 35% dos casos novos em jovens, a transmissão se deu entre dois homens.
Discutir a valorização da autoestima e da vida e o combate ao estigma, ao preconceito e à violência é parte dos objetivos da campanha do Ministério da Saúde.
Outro foco é mostrar a importância, mesmo nos dias de hoje, do cuidado, da prevenção e da administração dos riscos no caso da Aids.
Hoje, o jovem não vê o vírus HIV como sendo aquele mesmo bicho de sete cabeças que as gerações anteriores enxergavam.
Houve uma banalização da doença, talvez por um afastamento dos períodos mais críticos da epidemia, da chegada de tratamentos mais eficazes ou, ainda, do uso de profilaxia (prevenção) com remédios em alguns casos especiais.
Mas a história está longe de ser resolvida. O vírus está aí, as pessoas continuam a se infectar em velocidade semelhante à dos últimos anos, e os jovens que têm uma longa vida sexual pela frente não gerenciam bem os seus riscos.
O que fazer? Trabalhar a informação mais e melhor! Tentar mexer nas ideias e nas emoções é um caminho!
(BOUER, Jairo. Folha de São Paulo, 17/10/11.)
No trecho “Já há alguns anos o Brasil vive uma situação de ‘epidemia concentrada’”, o verbo HAVER foi corretamente empregado, no sentido de tempo decorrido. Das frases abaixo, está INCORRETA, quanto ao emprego do verbo HAVER a seguinte:
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A série de palavras a seguir segue uma determinada regra lógica:
MARCA
BARBUDO
CONCERTA
DARDO
ENVIE
FAROFA
?
BARBUDO
CONCERTA
DARDO
ENVIE
FAROFA
?
Das palavras propostas nas opções, a única que poderia continuar a mesma série, substituindo a interrogação, é:
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Um avião, que regressava dos Jogos Pan-americanos, transportava cinco atletas que foram os cinco primeiros colocados de uma mesma prova. Numa entrevista coletiva, cada um deles fez uma afirmação:
• André disse: “Eu não fui o último”;
• Bernardo disse: “Carlos foi o terceiro”;
• Carlos disse: “André ficou classificado depois do Éder”;
• Danilo disse: “Éder foi o segundo”;
• Éder disse: “Danilo não foi o primeiro”.
• Bernardo disse: “Carlos foi o terceiro”;
• Carlos disse: “André ficou classificado depois do Éder”;
• Danilo disse: “Éder foi o segundo”;
• Éder disse: “Danilo não foi o primeiro”.
Não se sabe por qual motivo, mas André e Éder mentiram em suas afirmações e os demais falaram verdades. A ordem de classificação desses atletas, do primeiro ao quinto lugar nessa prova, foi:
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Segundo a Constituição da República Federativa do Brasil em vigor, a assistência social será prestada a quem dela necessitar independente de contribuição à seguridade social. Dentre seus objetivos, pode-se destacar a (o):
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