Foram encontradas 45 questões.
MÚSICA, TECNOLOGIA E BANANAS
Já vai longe o tempo em que a música popular ambicionava, e tinha, uma certa transcendência. Quando marcava e comentava momentos históricos esociais importantes, era a trilha sonora de um mundo em transformação. Na era digital tudo mudou, a música se banalizou, está em toda parte, a todo momento,acessível a todos.
Hoje, todo mundo pode até fazer música, mesmo sem saber música. Com programas como o Garage Band qualquer um faz uma orquestração com cordas, metais, palhetas e percussões, com incontáveis ritmos e timbres e múltiplas escolhas de fraseados, tudo pré-gravado e programado para se harmonizar entre si. Nada garante que saiam bons arranjos, mas não ficam longe do que se ouve na música comercial de hoje.
No fim do século 20, David Bowie previa que, no futuro, o comércio de música digital seria como a energia elétrica, o gás, e a TV a cabo. O cliente teria uma assinatura e pagaria pelo seu consumo mensal. A música seria uma commodity, vendida a preço de banana. Tantos watts de eletricidade, tantos canais de TV, tantos quilos?,litros?, metros?, bites? de música.
Hoje, além de novos modelos de negócio que florescem em países com a cultura de pagar pelo que se consome, a comercialização globalizada de música, legal e pirata, acabou com o que restava das antigas ilusões de relevância, transcendência e glamour da música popular, que a velha indústria do disco desenvolveu, e sugou, à exaustão. A vulgaridade se tornou um valor indispensável ao sucesso de massa. Em compensação, fazer e consumir arte musical se tornou mais fácil e acessível, bastam talento e um laptop. Há gosto para tudo.
Hoje, a música popular, a melhor e a pior, se tornou irreversivelmente banal, como uma banana. O contraponto da bananização da música gravada é a valorização da música ao vivo, quando se cria entre o artista e o público uma relação pessoal e intransferível, muito além do contato virtual.
Há vinte anos, Caetano Veloso falava sobre fazer, ou não, novas músicas, e dizia que já havia música demais em toda parte. E eu concordava com ele. Imagine agora.
Mas, afinal, para que serve a música?
(MOTTA, Nelson. O Globo, 04/11/11, p. 7.)
O termo em caixa alta no período “Já vai longe o tempo em que a música popular ambicionava, e tinha, uma certa TRANSCENDÊNCIA” pode ser substituído pelos sinônimos abaixo, EXCETO por:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
MÚSICA, TECNOLOGIA E BANANAS
Já vai longe o tempo em que a música popular ambicionava, e tinha, uma certa transcendência. Quando marcava e comentava momentos históricos esociais importantes, era a trilha sonora de um mundo em transformação. Na era digital tudo mudou, a música se banalizou, está em toda parte, a todo momento,acessível a todos.
Hoje, todo mundo pode até fazer música, mesmo sem saber música. Com programas como o Garage Band qualquer um faz uma orquestração com cordas, metais, palhetas e percussões, com incontáveis ritmos e timbres e múltiplas escolhas de fraseados, tudo pré-gravado e programado para se harmonizar entre si. Nada garante que saiam bons arranjos, mas não ficam longe do que se ouve na música comercial de hoje.
No fim do século 20, David Bowie previa que, no futuro, o comércio de música digital seria como a energia elétrica, o gás, e a TV a cabo. O cliente teria uma assinatura e pagaria pelo seu consumo mensal. A música seria uma commodity, vendida a preço de banana. Tantos watts de eletricidade, tantos canais de TV, tantos quilos?,litros?, metros?, bites? de música.
Hoje, além de novos modelos de negócio que florescem em países com a cultura de pagar pelo que se consome, a comercialização globalizada de música, legal e pirata, acabou com o que restava das antigas ilusões de relevância, transcendência e glamour da música popular(E), que a velha indústria do disco desenvolveu, e sugou, à exaustão. A vulgaridade se tornou um valor indispensável ao sucesso de massa. Em compensação, fazer e consumir arte musical se tornou mais fácil e acessível(D), bastam talento e um laptop. Há gosto para tudo.
Hoje, a música popular, a melhor e a pior, se tornou irreversivelmente banal, como uma banana. O contraponto da bananização da música gravada é a valorização da música ao vivo, quando se cria entre o artista e o público uma relação pessoal e intransferível, muito além do contato virtual.
Há vinte anos, Caetano Veloso falava sobre fazer, ou não, novas músicas, e dizia que já havia música demais em toda parte. E eu concordava com ele. Imagine agora.
Mas, afinal, para que serve a música?
(MOTTA, Nelson. O Globo, 04/11/11, p. 7.)
Analisado quanto às características discursivas, pode-se afirmar que o texto acima é predominantemente:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2416410
Ano: 2011
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FDC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FDC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
Provas:
De acordo com a Lei nº 4.320/64, a lei orçamentária compreenderá todas as receitas, inclusive as operações de crédito autorizadas em lei, EXCETO as:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Uma pesquisa realizada numa Universidade constatou que 35% dos alunos possuem laptop, que 80% dos alunos possuem celular e que 25% dos alunos possuem tanto laptop quanto celular. A porcentagem dos alunos dessa Universidade que não possuem laptop nem celular é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal, a responsabilidade na gestão fiscal pressupõe a ação planejada e transparente, em que se previnem riscos e corrigem desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas, mediante:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No período de 1892-1916 Petrópolis foi governado por um (uma):
Provas
Questão presente nas seguintes provas
De acordo com a lei 6909 de 28 de novembro de 2011,“Art. 77 ...IV – Os servidores efetivos ocupantes de cargo em comissão do Poder Executivo e Legislativo,das Autarquias e Fundações, contribuirão para o Instituto de Previdência e Assistência do Servidor Público do Município de Petrópolis – INPAS, com sobre sua remuneração,limitados ao teto do salário de contribuição estipulado pelo Regime Geral de Previdência Social.”
O termo que completa corretamente o texto acima é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2415460
Ano: 2011
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FDC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FDC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
Provas:
Existe uma classificação orçamentária que elenca as receitas do tesouro, bem como as receitas diretamente arrecadadas por órgãos, unidades e fundos da administração direta e indireta. Trata-se da classificação:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
MÚSICA, TECNOLOGIA E BANANAS
Já vai longe o tempo em que a música popular ambicionava, e tinha, uma certa transcendência. Quando marcava e comentava momentos históricos e sociais importantes, era a trilha sonora de um mundo em transformação. Na era digital tudo mudou, a música se banalizou, está em toda parte, a todo momento,acessível a todos.
Hoje, todo mundo pode até fazer música, mesmo sem saber música. Com programas como o Garage Band qualquer um faz uma orquestração com cordas, metais, palhetas e percussões, com incontáveis ritmos e timbres e múltiplas escolhas de fraseados, tudo pré-gravado e programado para se harmonizar entre si. Nada garante que saiam bons arranjos, mas não ficam longe do que se ouve na música comercial de hoje.
No fim do século 20, David Bowie previa que, no futuro, o comércio de música digital seria como a energia elétrica, o gás, e a TV a cabo. O cliente teria uma assinatura e pagaria pelo seu consumo mensal. A música seria uma commodity, vendida a preço de banana. Tantos watts de eletricidade, tantos canais de TV, tantos quilos?,litros?, metros?, bites? de música.
Hoje, além de novos modelos de negócio que florescem em países com a cultura de pagar pelo que se consome, a comercialização globalizada de música, legal e pirata, acabou com o que restava das antigas ilusões de relevância, transcendência e glamour da música popular, que a velha indústria do disco desenvolveu, e sugou, à exaustão. A vulgaridade se tornou um valor indispensável ao sucesso de massa. Em compensação, fazer e consumir arte musical se tornou mais fácil e acessível, bastam talento e um laptop. Há gosto para tudo.
Hoje, a música popular, a melhor e a pior, se tornou irreversivelmente banal, como uma banana. O contraponto da bananização da música gravada é a valorização da música ao vivo, quando se cria entre o artista e o público uma relação pessoal e intransferível, muito além do contato virtual.
Há vinte anos, Caetano Veloso falava sobre fazer, ou não, novas músicas, e dizia que já havia música demais em toda parte. E eu concordava com ele. Imagine agora.
Mas, afinal, para que serve a música?
(MOTTA, Nelson. O Globo, 04/11/11, p. 7.)
Os três períodos que compõem o parágrafo 1 estão igualmente estruturados com introdução de sentido:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Lei de Responsabilidade FiscalDespesa Pública (arts. 15 ao 24)Geração de Despesa e Despesa Obrigatória de Caráter Continuado (arts. 15 ao 17)
De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal, é considerada despesa corrente obrigatória de caráter continuado aquela derivada de lei, medida provisória ou ato administrativo normativo que fixem para o ente a obrigação legal de sua execução:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container