Foram encontradas 45 questões.
Leia o texto baixo:
Grande parte da população ocupa sobre o vale formado pelo rio Piabanha, e o restante se localiza a mais de mil metros de altitude na localidade chamada Brejal onde a agricultura e o ecoturismo são as principais atividades do distrito.
O texto refere-se ao:
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Na região onde seria fundado Petrópolis existiam importantes fazendas. Algumas deram nome a bairros e distritos da cidade. São exemplos as fazendas:
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Segundo a Lei 3.884 de 1977, os cargos públicos são providos pelos itens abaixo, EXCETO:
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A Lei n° 3884, de 15 de julho de 1977, dispõe sobre o Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Petrópolis. Para os efeitos desta Lei, o cargo é um conjunto de deveres, atribuições e responsabilidades cometido a uma pessoa. Quanto à forma de provimento os cargos se classificam em:
I. cargos de provimento efetivo.
II. cargos de provimento em comissão.
III. cargos de provimento eletivo.
IV. cargos de provimento temporário.
II. cargos de provimento em comissão.
III. cargos de provimento eletivo.
IV. cargos de provimento temporário.
Dos itens acima, os corretos são, apenas:
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2414440
Ano: 2011
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FDC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FDC
Orgão: Pref. Petrópolis-RJ
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- Orçamento PúblicoAspectos Gerais do Orçamento PúblicoConceito e Natureza Jurídica do Orçamento Público
O orçamento público, desde a sua concepção, representou uma importante conquista como instrumento disciplinador das finanças públicas, tendo inicialmente, como principal função, permitir que os órgãos colegiados de representação popular exercessem um controle político sobre o Executivo. Num segundo momento, enfatizou-se a necessidade de revestir a peça orçamentária da condição de uma lei que fixasse a despesa e estimasse a receita. Neste momento, iniciava-se a ênfase do(a):
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A quantidade mínima de pessoas que devem estar em um grupo, de forma que possamos garantir que pelo menos duas delas tenham nascido no mesmo dia da semana, é:
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MÚSICA, TECNOLOGIA E BANANAS
Já vai longe o tempo em que a música popular ambicionava, e tinha, uma certa transcendência. Quando marcava e comentava momentos históricos esociais importantes, era a trilha sonora de um mundo em transformação. Na era digital tudo mudou, a música se banalizou, está em toda parte, a todo momento,acessível a todos.
Hoje, todo mundo pode até fazer música, mesmo sem saber música. Com programas como o Garage Band qualquer um faz uma orquestração com cordas, metais, palhetas e percussões, com incontáveis ritmos e timbres e múltiplas escolhas de fraseados, tudo pré-gravado e programado para se harmonizar entre si. Nada garante que saiam bons arranjos, mas não ficam longe do que se ouve na música comercial de hoje.
No fim do século 20, David Bowie previa que, no futuro, o comércio de música digital seria como a energia elétrica, o gás, e a TV a cabo. O cliente teria uma assinatura e pagaria pelo seu consumo mensal. A música seria uma commodity, vendida a preço de banana. Tantos watts de eletricidade, tantos canais de TV, tantos quilos?,litros?, metros?, bites? de música.
Hoje, além de novos modelos de negócio que florescem em países com a cultura de pagar pelo que se consome, a comercialização globalizada de música, legal e pirata, acabou com o que restava das antigas ilusões de relevância, transcendência e glamour da música popular, que a velha indústria do disco desenvolveu, e sugou, à exaustão. A vulgaridade se tornou um valor indispensável ao sucesso de massa. Em compensação, fazer e consumir arte musical se tornou mais fácil e acessível, bastam talento e um laptop. Há gosto para tudo.
Hoje, a música popular, a melhor e a pior, se tornou irreversivelmente banal, como uma banana. O contraponto da bananização da música gravada é a valorização da música ao vivo, quando se cria entre o artista e o público uma relação pessoal e intransferível, muito além do contato virtual.
Há vinte anos, Caetano Veloso falava sobre fazer, ou não, novas músicas, e dizia que já havia música demais em toda parte. E eu concordava com ele. Imagine agora.
Mas, afinal, para que serve a música?
(MOTTA, Nelson. O Globo, 04/11/11, p. 7.)
No trecho “O contraponto da BANANIZAÇÃO da música gravada é a valorização da música ao vivo”, o termo em caixa alta, um neologismo do autor, foi formado pelo processo de:
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De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal, as previsões de receita considerarão os efeitos das alterações na legislação, da variação do índice de preços, do crescimento econômico e serão acompanhadas de demonstrativo de sua evolução nos últimos três anos, bem como da projeção para os dois seguintes àquele a que se referirem, mais a metodologia de cálculo e premissas utilizadas. Nesse sentido, o Poder Executivo de cada ente colocará à disposição dos demais Poderes, no mínimo trinta dias antes do prazo final para encaminhamento de suas propostas orçamentárias:
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Um digitador consegue realizar um certo serviço em 10 dias, trabalhando 8 h por dia. Para ele realizar o mesmo serviço em apenas 4 dias, mantendo o mesmo ritmo de trabalho, o número de horas que teria de trabalhar diariamente teria de ser:
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MÚSICA, TECNOLOGIA E BANANAS
Já vai longe o tempo em que a música popular ambicionava, e tinha, uma certa transcendência. Quando marcava e comentava momentos históricos esociais importantes, era a trilha sonora de um mundo em transformação. Na era digital tudo mudou, a música se banalizou, está em toda parte, a todo momento,acessível a todos.
Hoje, todo mundo pode até fazer música, mesmo sem saber música. Com programas como o Garage Band qualquer um faz uma orquestração com cordas, metais, palhetas e percussões, com incontáveis ritmos e timbres e múltiplas escolhas de fraseados, tudo pré-gravado e programado para se harmonizar entre si. Nada garante que saiam bons arranjos, mas não ficam longe do que se ouve na música comercial de hoje.
No fim do século 20, David Bowie previa que, no futuro, o comércio de música digital seria como a energia elétrica, o gás, e a TV a cabo. O cliente teria uma assinatura e pagaria pelo seu consumo mensal. A música seria uma commodity, vendida a preço de banana. Tantos watts de eletricidade, tantos canais de TV, tantos quilos?,litros?, metros?, bites? de música.
Hoje, além de novos modelos de negócio que florescem em países com a cultura de pagar pelo que se consome, a comercialização globalizada de música, legal e pirata, acabou com o que restava das antigas ilusões de relevância, transcendência e glamour da música popular, que a velha indústria do disco desenvolveu, e sugou, à exaustão. A vulgaridade se tornou um valor indispensável ao sucesso de massa. Em compensação, fazer e consumir arte musical se tornou mais fácil e acessível, bastam talento e um laptop. Há gosto para tudo.
Hoje, a música popular, a melhor e a pior, se tornou irreversivelmente banal, como uma banana. O contraponto da bananização da música gravada é a valorização da música ao vivo, quando se cria entre o artista e o público uma relação pessoal e intransferível, muito além do contato virtual.
Há vinte anos, Caetano Veloso falava sobre fazer, ou não, novas músicas, e dizia que já havia música demais em toda parte. E eu concordava com ele. Imagine agora.
Mas, afinal, para que serve a música?
(MOTTA, Nelson. O Globo, 04/11/11, p. 7.)
A oração “E eu concordava com ele” está correta quanto à regência, pois o verbo CONCORDAR rege a preposição COM. Das frases abaixo, aquela que está INCORRETA quanto à regência, porque o verbo NÃO rege a preposição COM, é:
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