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O artigo a seguir se refere à questão:
POR QUE GATOS SÃO MAIS INDEPENDENTES QUE CACHORROS?
E mais: por que eles se esfregam em nós? Por que dormem tanto? A ciência ainda não conseguiu solucionar mistérios do
comportamento felino – mas há algumas pistas.
Texto: Gabriela Portilho
Por causa da história, da socialização e até da genética dos felinos. Enquanto cães já convivem com os seres humanos há 50
mil anos, os gatos nos acompanham há apenas 8 mil, o que demonstra que eles ainda não passaram por um processo completo de
domesticação. Além disso, cachorros têm uma predisposição natural a aceitar ordens, “herdada” de sua vida selvagem, já que os
caninos evoluíram em bando, com uma hierarquia bem estruturada.
Os gatos silvestres, por outro lado, sempre foram caçadores solitários. Sua relação com outros indivíduos – seja um gato, seja
um humano – é uma parceria entre iguais. Por fim, nos cães, cientistas identificaram 41 genes ligados à domesticação. Nos gatos?
Apenas 13.
Por que eles se esfregam na gente?
Grandes felinos roçam uns nos outros quando voltam da caça, o que pode ser uma demonstração de companheirismo.
Também pode ser uma forma de demarcar território, já que esse contato espalha o cheiro do gatinho nos seus “alvos”. Assim, ele está
determinando que nós (e nossas coisas), na verdade, somos dele. Além disso, com esse ato, o bicho pode estar reconhecendo que somos
maiores, mas não superiores.
Por que eles dormem tanto?
Uma teoria é de que os gatos são, por natureza, caçadores. Assim, instintivamente, poupam o máximo de energia para o
momento de buscar uma presa. Em média, eles dormem de 16 a 18 horas por dia, mas é um sono leve, interrompido rapidamente ao
primeiro sinal de perigo. Talvez por isso eles tirem pequenos cochilos, e não durmam pesado por longos períodos, como os humanos.
E eles sonham?
Alguns especialistas dizem que eles alternam o sono leve (cerca de 70% do tempo) com períodos de sono profundo. Nestes
últimos, podem ser observados os movimentos rápidos dos olhos (REM, em inglês), que também ocorrem quando os humanos estão
sonhando, além de atos involuntários, como a agitação das patas e das unhas ou a rotação das orelhas. Tudo isso faz alguns especialistas
acreditarem que, sim, eles sonham!
[...]
Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/por-que-gatos-sao-mais-independentes-que-cachorros/. Acesso em: 13 jun. 2024.
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O artigo a seguir se refere à questão:
POR QUE GATOS SÃO MAIS INDEPENDENTES QUE CACHORROS?
E mais: por que eles se esfregam em nós? Por que dormem tanto? A ciência ainda não conseguiu solucionar mistérios do
comportamento felino – mas há algumas pistas.
Texto: Gabriela Portilho
Por causa da história, da socialização e até da genética dos felinos. Enquanto cães já convivem com os seres humanos há 50
mil anos, os gatos nos acompanham há apenas 8 mil, o que demonstra que eles ainda não passaram por um processo completo de
domesticação. Além disso, cachorros têm uma predisposição natural a aceitar ordens, “herdada” de sua vida selvagem, já que os
caninos evoluíram em bando, com uma hierarquia bem estruturada.
Os gatos silvestres, por outro lado, sempre foram caçadores solitários. Sua relação com outros indivíduos – seja um gato, seja
um humano – é uma parceria entre iguais. Por fim, nos cães, cientistas identificaram 41 genes ligados à domesticação. Nos gatos?
Apenas 13.
Por que eles se esfregam na gente?
Grandes felinos roçam uns nos outros quando voltam da caça, o que pode ser uma demonstração de companheirismo.
Também pode ser uma forma de demarcar território, já que esse contato espalha o cheiro do gatinho nos seus “alvos”. Assim, ele está
determinando que nós (e nossas coisas), na verdade, somos dele. Além disso, com esse ato, o bicho pode estar reconhecendo que somos
maiores, mas não superiores.
Por que eles dormem tanto?
Uma teoria é de que os gatos são, por natureza, caçadores. Assim, instintivamente, poupam o máximo de energia para o
momento de buscar uma presa. Em média, eles dormem de 16 a 18 horas por dia, mas é um sono leve, interrompido rapidamente ao
primeiro sinal de perigo. Talvez por isso eles tirem pequenos cochilos, e não durmam pesado por longos períodos, como os humanos.
E eles sonham?
Alguns especialistas dizem que eles alternam o sono leve (cerca de 70% do tempo) com períodos de sono profundo. Nestes
últimos, podem ser observados os movimentos rápidos dos olhos (REM, em inglês), que também ocorrem quando os humanos estão
sonhando, além de atos involuntários, como a agitação das patas e das unhas ou a rotação das orelhas. Tudo isso faz alguns especialistas
acreditarem que, sim, eles sonham!
[...]
Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/por-que-gatos-sao-mais-independentes-que-cachorros/. Acesso em: 13 jun. 2024.
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Veja a propaganda abaixo e analise as assertivas:
Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/6403624463779258/. Acesso em: 13 jun. 2024.
I- Mediante o texto verbal da propaganda, é válida a pressuposição de que os designers são pressionados pelo pouco tempo para criar um projeto.
II- No período composto “Não somos panela para trabalhar sob pressão”, temos um período composto por coordenação.
III- No período composto “Não somos panela para trabalhar sob pressão”, a oração em destaque é uma oração subordinada adverbial final.
IV- O enunciado “Respeite o tempo de um designer” visa a persuadir o interlocutor.
V- No período composto “Ideias levam tempo para serem desenvolvidas”, a oração em destaque se classifica como uma oração coordenada sindética conclusiva.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/6403624463779258/. Acesso em: 13 jun. 2024.
I- Mediante o texto verbal da propaganda, é válida a pressuposição de que os designers são pressionados pelo pouco tempo para criar um projeto.
II- No período composto “Não somos panela para trabalhar sob pressão”, temos um período composto por coordenação.
III- No período composto “Não somos panela para trabalhar sob pressão”, a oração em destaque é uma oração subordinada adverbial final.
IV- O enunciado “Respeite o tempo de um designer” visa a persuadir o interlocutor.
V- No período composto “Ideias levam tempo para serem desenvolvidas”, a oração em destaque se classifica como uma oração coordenada sindética conclusiva.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Observe o outdoor abaixo e analise as assertivas que se seguem:
Disponível em: https://www.sopa.ag/blog/2011/07/anuncio-criativo-da-freeport-testa-sua-supersticao/freeport/. Acesso em: 13 jun. 2024.
I- O que torna o outdoor interessante é que a sua mensagem ultrapassa os limites do suporte.
II- Ao analisar o enunciado destacado do outdoor- você é supersticioso? -, constatamos que o predicado é verbal.
III- Ainda de acordo com o dizer - Você é supersticioso? -, o termo supersticioso exerce a função sintática de predicativo do sujeito.
É CORRETO o que se afirma em:
Disponível em: https://www.sopa.ag/blog/2011/07/anuncio-criativo-da-freeport-testa-sua-supersticao/freeport/. Acesso em: 13 jun. 2024.
I- O que torna o outdoor interessante é que a sua mensagem ultrapassa os limites do suporte.
II- Ao analisar o enunciado destacado do outdoor- você é supersticioso? -, constatamos que o predicado é verbal.
III- Ainda de acordo com o dizer - Você é supersticioso? -, o termo supersticioso exerce a função sintática de predicativo do sujeito.
É CORRETO o que se afirma em:
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Leia a tira abaixo e analise as assertivas:
Disponível em: https://www.instagram.com/p/CChIdErAMw9/. Acesso em: 12 jun. 2024.
I- Atira não faz nenhuma crítica à sociedade brasileira.
II- A crítica à sociedade brasileira está no último quadrinho, que alerta sobre os malefícios à saúde causados pelo uso de agrotóxicos.
III- No primeiro quadrinho, o termo entre vírgulas se classifica sintaticamente como um aposto e se presta a oferecer uma explicação.
IV- No primeiro quadrinho, o verbo oferecer é bitransitivo.
V- No segundo quadrinho, a oração introduzida pelo conectivo e é uma oração coordenada sindética adversativa.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Disponível em: https://www.instagram.com/p/CChIdErAMw9/. Acesso em: 12 jun. 2024.
I- Atira não faz nenhuma crítica à sociedade brasileira.
II- A crítica à sociedade brasileira está no último quadrinho, que alerta sobre os malefícios à saúde causados pelo uso de agrotóxicos.
III- No primeiro quadrinho, o termo entre vírgulas se classifica sintaticamente como um aposto e se presta a oferecer uma explicação.
IV- No primeiro quadrinho, o verbo oferecer é bitransitivo.
V- No segundo quadrinho, a oração introduzida pelo conectivo e é uma oração coordenada sindética adversativa.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Observe a fotografia ilustrativa de uma reportagem do G1 e analise as assertivas a seguir:
Disponível em: https://www.instagram.com/p/C72YgBlN0ux/. Acesso em: 12 jun. 2024.
I- A forma como a mensagem foi escrita está perfeitamente clara e objetiva.
II- A forma como a mensagem foi escrita denota a presença de ambiguidade.
III- O contexto histórico esclarece a ambiguidade e o significado pretendido da mensagem.
É CORRETO o que se afirma em:
Disponível em: https://www.instagram.com/p/C72YgBlN0ux/. Acesso em: 12 jun. 2024.
I- A forma como a mensagem foi escrita está perfeitamente clara e objetiva.
II- A forma como a mensagem foi escrita denota a presença de ambiguidade.
III- O contexto histórico esclarece a ambiguidade e o significado pretendido da mensagem.
É CORRETO o que se afirma em:
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A reportagem a seguir serve de base para a questão:
HAMAS DIZ ACEITAR TERMOS GERAIS DE PLANO DOS EUA
PARA CESSAR-FOGO NA FAIXA DE GAZA
Washington fala de “sinal de esperança”; facção terrorista, porém, teria proposto
emendas à proposta original
11 jun. 2024 às 17h39. Atualizado: 11 jun. 2024 às 18h15
SÃO PAULO
Um dia após o Conselho de Segurança da ONU aprovar uma proposta apresentada pelos Estados Unidos para estabelecer um
cessar-fogo na guerra entre Israel e Hamas, líderes da facção terrorista disseram nesta terça-feira (11) que o grupo está disposto a
aceitar o plano e pronto para negociar os detalhes.
Em viagem pelo Oriente Médio, o secretário de Estado americano, Antony Blinken, afirmou que a declaração representa um
"sinal de esperança" para apaziguar o conflito que se arrasta há oito meses.
Mediadores do Qatar e do Egito confirmaram o recebimento de uma sinalização positiva do grupo terrorista, mas um dos
negociadores disse à agência de notícias AFP que a facção exigiu emendas ao plano de Washington, o que colocaria em dúvida a
viabilidade de sua implementação.
Já o governo israelense negou avanços nos diálogos. À agência Reuters uma autoridade disse, sob condição de anonimato,
que o Hamas pretende mudar os principais parâmetros da proposta aprovada pela ONU, incluindo os planos para a soltura de reféns
ainda mantidos em cativeiros na Faixa de Gaza.
Antes da resposta do Hamas, um funcionário do governo israelense havia dito que a proposta dos EUA permitiria a Israel
alcançar seus objetivos na guerra, incluindo a destruição do grupo terrorista e a libertação de reféns, segundo o jornal The New York
Times. Ele não afirmou, porém, se Tel Aviv pretendia aceitar o acordo, e o premiê israelense, Binyamin Netanyahu, tampouco havia
sinalizado essa possibilidade.
O Hamas, por sua vez, divulgou comunicado após responder à proposta reiterando exigências já apresentadas durante o
conflito. "A resposta dá prioridade aos interesses do povo palestino e enfatiza a necessidade de um cessar completo da agressão em
curso em Gaza", afirmou o grupo numa declaração conjunta com o Jihad Islâmico.
Em tese, algumas das demandas apresentadas pela facção contrariam aquele que tem sido o mantra de Netanyahu desde o
início do conflito —de que a guerra só terminaria com a destruição total do Hamas. Assim, as partes ainda parecem distantes de um
acordo.
As discussões sobre os planos pós-guerra ainda continuarão nos próximos dias, ponderou Blinken, que voltou a se reunir com
autoridades israelenses nesta terça, em Tel Aviv. O chefe da diplomacia americana desembarcou em Israel na segunda, em sua oitava
visita ao Oriente Médio desde o início do conflito, para pressionar as partes envolvidas a estabelecerem um cessar-fogo.
O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, John Kirby, disse que as autoridades americanas estavam
avaliando as emendas propostas pelo Hamas. Ele enalteceu o envio de uma resposta formal do grupo terrorista, descrita por ele como
útil para a construção dos diálogos, mas também não confirmou avanços.
A mais recente proposta para cessar-fogo aprovada pela ONU foi apresentada no final de maio pelos EUA e propõe uma
trégua de três fases. Na primeira, haveria um cessar-fogo completo por seis semanas, a retirada de todas as tropas das áreas habitadas de
Gaza e a libertação de reféns sequestrados pelo Hamas em troca de centenas de prisioneiros palestinos. Ao mesmo tempo, passaria a
haver um fluxo de 600 caminhões de ajuda humanitária entrando no território palestino todos os dias.
Na segunda fase, Hamas e Israel negociariam um fim para a guerra, e o cessar-fogo continuaria em vigor durante essas
negociações. A terceira fase consistiria em um plano de reconstrução do território palestino.
"A administração dos EUA enfrenta um verdadeiro teste para cumprir os seus compromissos de obrigar a ocupação a pôr fim
imediatamente à guerra, numa implementação da resolução do Conselho de Segurança da ONU", disse Abu Zuhri, um alto funcionário
do Hamas, nesta terça.
Apesar da aprovação do plano pelo Conselho de Segurança, palestinos disseram que as forças israelenses que operam na
cidade de Rafah, no sul de Gaza, explodiram um conjunto de casas nesta terça, e que um ataque aéreo na Cidade de Gaza, no norte,
matou ao menos quatro pessoas.
Os EUA são os principais aliados e o maior fornecedor de armas a Israel, mas, assim como parte da comunidade internacional,
tornaram-se críticos em relação ao número de mortes de civis em Gaza e à destruição no território causada pelas ofensivas israelenses.
Desde o começo da guerra, mais de 37 mil palestinos foram mortos nos ataques, segundo o Ministério da Saúde local, controlado pelo
Hamas.
Em Gaza, os palestinos reagiram com cautela à votação do Conselho de Segurança. "Só vamos acreditar quando virmos [o
cessar-fogo]", disse Shaban Abdel-Raouf, 47, forçada a se deslocar várias vezes durante o conflito e que atualmente está abrigada na
cidade de Deir Al-Balah, no centro do território.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2024/06/hamas-diz-aceitar-termos-gerais-de-plano-dos-eua-para-cessar-fogo-na-faixa-de-gaza.shtml.
Acesso em: 11 jun. 2024.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Reduzida
HAMAS DIZ ACEITAR TERMOS GERAIS DE PLANO DOS EUA
PARA CESSAR-FOGO NA FAIXA DE GAZA
Washington fala de “sinal de esperança”; facção terrorista, porém, teria proposto emendas à proposta original
11 jun. 2024 às 17h39. Atualizado: 11 jun. 2024 às 18h15
SÃO PAULO
Um dia após o Conselho de Segurança da ONU aprovar uma proposta apresentada pelos Estados Unidos para estabelecer um cessar-fogo na guerra entre Israel e Hamas, líderes da facção terrorista disseram nesta terça-feira (11) que o grupo está disposto a aceitar o plano e pronto para negociar os detalhes.
Em viagem pelo Oriente Médio, o secretário de Estado americano, Antony Blinken, afirmou que a declaração representa um "sinal de esperança" para apaziguar o conflito que se arrasta há oito meses.
Mediadores do Qatar e do Egito confirmaram o recebimento de uma sinalização positiva do grupo terrorista, mas um dos negociadores disse à agência de notícias AFP que a facção exigiu emendas ao plano de Washington, o que colocaria em dúvida a viabilidade de sua implementação.
Já o governo israelense negou avanços nos diálogos. À agência Reuters uma autoridade disse, sob condição de anonimato, que o Hamas pretende mudar os principais parâmetros da proposta aprovada pela ONU, incluindo os planos para a soltura de reféns ainda mantidos em cativeiros na Faixa de Gaza.
Antes da resposta do Hamas, um funcionário do governo israelense havia dito que a proposta dos EUA permitiria a Israel alcançar seus objetivos na guerra, incluindo a destruição do grupo terrorista e a libertação de reféns, segundo o jornal The New York Times. Ele não afirmou, porém, se Tel Aviv pretendia aceitar o acordo, e o premiê israelense, Binyamin Netanyahu, tampouco havia sinalizado essa possibilidade.
O Hamas, por sua vez, divulgou comunicado após responder à proposta reiterando exigências já apresentadas durante o conflito. "A resposta dá prioridade aos interesses do povo palestino e enfatiza a necessidade de um cessar completo da agressão em curso em Gaza", afirmou o grupo numa declaração conjunta com o Jihad Islâmico.
Em tese, algumas das demandas apresentadas pela facção contrariam aquele que tem sido o mantra de Netanyahu desde o início do conflito —de que a guerra só terminaria com a destruição total do Hamas. Assim, as partes ainda parecem distantes de um acordo.
As discussões sobre os planos pós-guerra ainda continuarão nos próximos dias, ponderou Blinken, que voltou a se reunir com autoridades israelenses nesta terça, em Tel Aviv. O chefe da diplomacia americana desembarcou em Israel na segunda, em sua oitava visita ao Oriente Médio desde o início do conflito, para pressionar as partes envolvidas a estabelecerem um cessar-fogo.
O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, John Kirby, disse que as autoridades americanas estavam avaliando as emendas propostas pelo Hamas. Ele enalteceu o envio de uma resposta formal do grupo terrorista, descrita por ele como útil para a construção dos diálogos, mas também não confirmou avanços.
A mais recente proposta para cessar-fogo aprovada pela ONU foi apresentada no final de maio pelos EUA e propõe uma trégua de três fases. Na primeira, haveria um cessar-fogo completo por seis semanas, a retirada de todas as tropas das áreas habitadas de Gaza e a libertação de reféns sequestrados pelo Hamas em troca de centenas de prisioneiros palestinos. Ao mesmo tempo, passaria a haver um fluxo de 600 caminhões de ajuda humanitária entrando no território palestino todos os dias.
Na segunda fase, Hamas e Israel negociariam um fim para a guerra, e o cessar-fogo continuaria em vigor durante essas negociações. A terceira fase consistiria em um plano de reconstrução do território palestino.
"A administração dos EUA enfrenta um verdadeiro teste para cumprir os seus compromissos de obrigar a ocupação a pôr fim imediatamente à guerra, numa implementação da resolução do Conselho de Segurança da ONU", disse Abu Zuhri, um alto funcionário do Hamas, nesta terça.
Apesar da aprovação do plano pelo Conselho de Segurança, palestinos disseram que as forças israelenses que operam na cidade de Rafah, no sul de Gaza, explodiram um conjunto de casas nesta terça, e que um ataque aéreo na Cidade de Gaza, no norte, matou ao menos quatro pessoas.
Os EUA são os principais aliados e o maior fornecedor de armas a Israel, mas, assim como parte da comunidade internacional, tornaram-se críticos em relação ao número de mortes de civis em Gaza e à destruição no território causada pelas ofensivas israelenses. Desde o começo da guerra, mais de 37 mil palestinos foram mortos nos ataques, segundo o Ministério da Saúde local, controlado pelo Hamas.
Em Gaza, os palestinos reagiram com cautela à votação do Conselho de Segurança. "Só vamos acreditar quando virmos [o cessar-fogo]", disse Shaban Abdel-Raouf, 47, forçada a se deslocar várias vezes durante o conflito e que atualmente está abrigada na cidade de Deir Al-Balah, no centro do território.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2024/06/hamas-diz-aceitar-termos-gerais-de-plano-dos-eua-para-cessar-fogo-na-faixa-de-gaza.shtml. Acesso em: 11 jun. 2024.
Analise os seguintes períodos compostos presentes no texto e, em seguida, assinale a alternativa CORRETA:
| Oração 1 | Oração 2 | |
|---|---|---|
| Hamas diz | aceitar termos gerais de plano dos EUA para cessar | -fogo na faixa de Gaza. |
| Oração 1 | Oração 2 | Oração 3 | Oração 4 |
|---|---|---|---|
| Um dia após o Conselho de Segurança da ONU aprovar uma proposta apresentada pelos Estados Unidos | para estabelecer um cessar-fogo na guerra entre Israel e Hamas | líderes da facção terrorista disseram nesta terça-feira (11) | que o grupo está disposto a aceitar o plano e pronto para negociar os detalhes |
| Oração 1 | Oração 2 | Oração 3 |
|---|---|---|
| Apesar da aprovação do plano pelo Conselho de Segurança, palestinos disseram | que as forças israelenses que operam na cidade de Rafah, no sul de Gaza, explodiram um conjunto de casas nesta terça | e que um ataque aéreo na Cidade de Gaza, no norte, matou ao menos quatro pessoas |
Considerando os três períodos compostos descritos acima, assinale a alternativa CORRETA:
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HAMAS DIZ ACEITAR TERMOS GERAIS DE PLANO DOS EUA
PARA CESSAR-FOGO NA FAIXA DE GAZA
Washington fala de “sinal de esperança”; facção terrorista, porém, teria proposto
emendas à proposta original
11 jun. 2024 às 17h39. Atualizado: 11 jun. 2024 às 18h15
SÃO PAULO
Um dia após o Conselho de Segurança da ONU aprovar uma proposta apresentada pelos Estados Unidos para estabelecer um
cessar-fogo na guerra entre Israel e Hamas, líderes da facção terrorista disseram nesta terça-feira (11) que o grupo está disposto a
aceitar o plano e pronto para negociar os detalhes.
Em viagem pelo Oriente Médio, o secretário de Estado americano, Antony Blinken, afirmou que a declaração representa um
"sinal de esperança" para apaziguar o conflito que se arrasta há oito meses.
Mediadores do Qatar e do Egito confirmaram o recebimento de uma sinalização positiva do grupo terrorista, mas um dos
negociadores disse à agência de notícias AFP que a facção exigiu emendas ao plano de Washington, o que colocaria em dúvida a
viabilidade de sua implementação.
Já o governo israelense negou avanços nos diálogos. À agência Reuters uma autoridade disse, sob condição de anonimato,
que o Hamas pretende mudar os principais parâmetros da proposta aprovada pela ONU, incluindo os planos para a soltura de reféns
ainda mantidos em cativeiros na Faixa de Gaza.
Antes da resposta do Hamas, um funcionário do governo israelense havia dito que a proposta dos EUA permitiria a Israel
alcançar seus objetivos na guerra, incluindo a destruição do grupo terrorista e a libertação de reféns, segundo o jornal The New York
Times. Ele não afirmou, porém, se Tel Aviv pretendia aceitar o acordo, e o premiê israelense, Binyamin Netanyahu, tampouco havia
sinalizado essa possibilidade.
O Hamas, por sua vez, divulgou comunicado após responder à proposta reiterando exigências já apresentadas durante o
conflito. "A resposta dá prioridade aos interesses do povo palestino e enfatiza a necessidade de um cessar completo da agressão em
curso em Gaza", afirmou o grupo numa declaração conjunta com o Jihad Islâmico.
Em tese, algumas das demandas apresentadas pela facção contrariam aquele que tem sido o mantra de Netanyahu desde o
início do conflito —de que a guerra só terminaria com a destruição total do Hamas. Assim, as partes ainda parecem distantes de um
acordo.
As discussões sobre os planos pós-guerra ainda continuarão nos próximos dias, ponderou Blinken, que voltou a se reunir com
autoridades israelenses nesta terça, em Tel Aviv. O chefe da diplomacia americana desembarcou em Israel na segunda, em sua oitava
visita ao Oriente Médio desde o início do conflito, para pressionar as partes envolvidas a estabelecerem um cessar-fogo.
O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, John Kirby, disse que as autoridades americanas estavam
avaliando as emendas propostas pelo Hamas. Ele enalteceu o envio de uma resposta formal do grupo terrorista, descrita por ele como
útil para a construção dos diálogos, mas também não confirmou avanços.
A mais recente proposta para cessar-fogo aprovada pela ONU foi apresentada no final de maio pelos EUA e propõe uma
trégua de três fases. Na primeira, haveria um cessar-fogo completo por seis semanas, a retirada de todas as tropas das áreas habitadas de
Gaza e a libertação de reféns sequestrados pelo Hamas em troca de centenas de prisioneiros palestinos. Ao mesmo tempo, passaria a
haver um fluxo de 600 caminhões de ajuda humanitária entrando no território palestino todos os dias.
Na segunda fase, Hamas e Israel negociariam um fim para a guerra, e o cessar-fogo continuaria em vigor durante essas
negociações. A terceira fase consistiria em um plano de reconstrução do território palestino.
"A administração dos EUA enfrenta um verdadeiro teste para cumprir os seus compromissos de obrigar a ocupação a pôr fim
imediatamente à guerra, numa implementação da resolução do Conselho de Segurança da ONU", disse Abu Zuhri, um alto funcionário
do Hamas, nesta terça.
Apesar da aprovação do plano pelo Conselho de Segurança, palestinos disseram que as forças israelenses que operam na
cidade de Rafah, no sul de Gaza, explodiram um conjunto de casas nesta terça, e que um ataque aéreo na Cidade de Gaza, no norte,
matou ao menos quatro pessoas.
Os EUA são os principais aliados e o maior fornecedor de armas a Israel, mas, assim como parte da comunidade internacional,
tornaram-se críticos em relação ao número de mortes de civis em Gaza e à destruição no território causada pelas ofensivas israelenses.
Desde o começo da guerra, mais de 37 mil palestinos foram mortos nos ataques, segundo o Ministério da Saúde local, controlado pelo
Hamas.
Em Gaza, os palestinos reagiram com cautela à votação do Conselho de Segurança. "Só vamos acreditar quando virmos [o
cessar-fogo]", disse Shaban Abdel-Raouf, 47, forçada a se deslocar várias vezes durante o conflito e que atualmente está abrigada na
cidade de Deir Al-Balah, no centro do território.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2024/06/hamas-diz-aceitar-termos-gerais-de-plano-dos-eua-para-cessar-fogo-na-faixa-de-gaza.shtml.
Acesso em: 11 jun. 2024.
I- O Hamas rejeitou de forma intransigente a proposta dos Estados Unidos aprovada pelo Conselho da ONU para estabelecer um cessar-fogo entre o grupo terrorista e Israel na faixa de Gaza.
II- O governo de Israel negou o avanço dos diálogos com o Hamas para que haja um cessar-fogo na faixa de Gaza porque há a possibilidade de a facção terrorista mudar os principais termos do plano de Washington.
III- Algumas demandas do Hamas aceitam a premissa de que a guerra só acabaria com o desbaratamento completo desta facção terrorista na Palestina.
IV- Aproposta mais recente de cessar-fogo dos Estados Unidos propõe uma trégua de três fases. Contudo, em nenhuma das fases está prevista a entrada de ajuda humanitária na Palestina.
V- Areconstrução do território palestino está prevista no plano de três fases proposto pelos Estados Unidos ao Hamas.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Considere a leitura da charge a seguir, e, na sequência, analise as assertivas:
Disponível em: https://www.instagram.com/p/CjGH6cyLOyI/. Acesso em: 11 jun. 2024.
I- A situação retratada pela charge mostra a dificuldade de sair de casa que os tutores de cachorros encontram por causa da reação de seus bichinhos.
II- A situação retratada sugere maus tratos a animais.
III- O cachorro fica triste quando sua tutora sai para trabalhar porque imagina que está sendo traído.
IV- Não há relação entre a ação realizada pela tutora e o comportamento do cachorro.
V- O cachorro pressupõe que o trabalho é um lugar na natureza muito divertido onde sua tutora interage com vários outros cachorros o dia inteiro.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Disponível em: https://www.instagram.com/p/CjGH6cyLOyI/. Acesso em: 11 jun. 2024.
I- A situação retratada pela charge mostra a dificuldade de sair de casa que os tutores de cachorros encontram por causa da reação de seus bichinhos.
II- A situação retratada sugere maus tratos a animais.
III- O cachorro fica triste quando sua tutora sai para trabalhar porque imagina que está sendo traído.
IV- Não há relação entre a ação realizada pela tutora e o comportamento do cachorro.
V- O cachorro pressupõe que o trabalho é um lugar na natureza muito divertido onde sua tutora interage com vários outros cachorros o dia inteiro.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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