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Antônia, Luísa e Maria são irmãs. Sabe-se que Luísa e Maria são gêmeas e que a idade de Antônia é 1/3 da idade de Maria. Sabe-se também que o produto das idades de Antônia, Luísa e Maria é 1125.
Qual é o valor da soma das idades das três meninas?
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Rafael está organizando uma festa para comemorar os seus 40 anos. Ele decidiu servir três bebidas alcoólicas (cerveja, pinga e whisky) e três bebidas não alcoólicas (água, água de coco e refrigerante). No final da festa, constatou-se que todos que beberam pinga também beberam cerveja. Constatou-se também que nenhum convidado que bebeu cerveja tomou whisky. Sabe-se ainda que 20 pessoas beberam pinga, 50 beberam cerveja e 30 beberam whisky. Além disso, sabe-se que 10% das pessoas que beberam, das bebidas alcoólicas, apenas cerveja, também beberam refrigerante e que 2/3 dos convidados que beberam whisky também beberam água de coco. Diante desta situação de consumo, é possível afirmar que a quantidade de convidados que beberam somente bebida alcoólica foi:
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Classifique cada uma das afirmativas a seguir como verdadeira (V) ou falsa (F).
( ) Chama-se de conjunção de duas proposições !$ p !$ e !$ q !$ a proposição cujo valor lógico é a verdade quando as proposições !$ p !$ e !$ q !$ são ambas verdadeiras e a falsidade nos demais casos.
( ) A bicondicional !$ p \leftrightarrow q !$ e a conjunção !$ (p \rightarrow q) \land (q \rightarrow p) !$ são proposições compostas equivalentes.
( ) Se T é uma tautologia e C é uma contradição, então a disjunção !$ P \vee C !$ é uma contingência.
( ) O Princípio da Identidade diz que uma proposição não pode ser simultaneamente verdadeira e falsa.
Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses:
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Segundo a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA), uma dose de 300 mg de cafeína ao dia pode ajudar a melhorar o rendimento de atividades físicas e intelectuais. A xícara de café da casa de Juliana contém 147 mg de cafeína. Quando Juliana toma uma xícara de café em sua casa, qual é o percentual de cafeína da dose diária recomendada pela EFSA que ela está ingerindo?
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A Polícia Militar (PM) de uma cidade de Minas Gerais verificou que vários moradores da cidade estavam sendo vítimas de estelionatários e caindo em golpes, como, por exemplo, o “Sequestro Virtual”, com o qual o infrator finge que algum parente da vítima foi sequestrado e, surpreendida pela notícia, a vítima faz o pagamento exigido na ligação e/ou mensagens recebidas para que o parente seja liberado. A PM, então, decidiu alertar a população sobre esses golpes e emitiu o seguinte alerta:
“Se receber uma ligação de um número que você não conhece, não forneça seu nome nem o número de sua conta bancária.”
Com a informação, Francisco, morador da cidade, assustado com a situação, decidiu acatar o conselho da PM. Ao receber uma determinada ligação, Francisco forneceu sua conta bancária à pessoa que estava do outro lado da linha. É possível afirmar logicamente que Francisco
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TEXTO 7
Precisamos falar sobre o direito à cidade
por Mariana de Freitas e Souza para o Portal Geledés - 22/04/2019
Sob a ótica constitucional, o conceito de direito à cidade está relacionado a construção de direitos relativos à moradia e ao meio ambiente sustentável, assim, discutir esse tema é de fundamental importância para a classe trabalhadora e deve ser responsabilidade de todos os lados: gestores, urbanistas, sujeitos jurídicos, incorporadores, mercado, sociedade.
O acesso à moradia, mesmo sendo um direito reconhecido no ordenamento jurídico não é uma realidade para todos. Segundo pesquisa da Fundação João Pinheiro, o Brasil possui mais de 6,9 milhões de famílias sem habitação e nesse cenário há cerca de 6,05 milhões de imóveis desocupados. Essa situação evidencia que o poder público muitas vezes está alheio às dinâmicas sociais, a preocupação com os direitos humanos no discurso dos gestores, fica apenas nisso: no discurso. Quando analisadas as desigualdades sob a perspectiva de gênero e raça, podemos notar vários desafios para a autonomia e o exercício de direitos. De acordo com Censo de 2010, estima-se que 11,4 milhões de brasileiros vivam em favelas (aproximadamente 6% da população) e esses moradores também são maioria pretos ou pardos (68%).
Os movimentos sociais se constituem como um importante espaço no processo de luta pela constituição desse direito. A narrativa dada pela grande imprensa, como forma de acionar demandas repressivas, não é novidade. Ao contrário do que é apresentado, tais movimentos são formados pela resistência de trabalhadores(as) que estão no espaço periférico e que conhecem no dia a dia a ausência do Estado no que diz respeito à provisão de infraestrutura e serviços públicos básicos, enquanto as áreas centrais ou nobres da cidade recebem investimentos privados como públicos, em um processo contínuo de reprodução do capital. Como afirma Harvey:
O direito à cidade significa o direito de todos nós a criarmos cidades que satisfaçam as necessidades humanas, as nossas necessidades(…) O direito à cidade não é simplesmente o direito ao que já existe na cidade, mas o direito de transformar a cidade em algo radicalmente diferente, quando eu olho para a história, vejo que as cidades foram regidas pelo capital, mais que pelas pessoas. Assim, nessa luta pelo direito à cidade haverá também uma luta contra o capital. (HARVEY, 2011, p. 1).
Neste processo de produção espacial, evidencia-se a associação entre o capital imobiliário e o Estado com o intuito de viabilizar interesses privados e não por iniciativa voltada à melhoria dos serviços públicos e infraestrutura urbana para a população, o que gera variadas consequências sociais e tende a se acentuar no governo vigente.
Por fim, nos cabe buscar apreender as características da nossa formação sócio-histórica sob o modo de produção capitalista que materializa hierarquizações bem como nesse contexto entender a atuação dos movimentos sociais, enquanto espaço de resistência política no que se refere à luta pela garantia de direitos e exercício da cidadania em termos de políticas públicas, pela efetivação da mobilidade urbana, à proteção ambiental e demais usos de utilidade pública e interesse social do espaço, afinal “o direito à cidade não é um presente”. (HARVEY, 2013, p. 43).
Assinale a alternativa que melhor representa a adequação à norma culta dos trechos do texto 7, com relação à pontuação e à concordância verbal:
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TEXTO 7
Precisamos falar sobre o direito à cidade
por Mariana de Freitas e Souza para o Portal Geledés - 22/04/2019
Sob a ótica constitucional, o conceito de direito à cidade está relacionado a construção de direitos relativos à moradia e ao meio ambiente sustentável, assim, discutir esse tema é de fundamental importância para a classe trabalhadora e deve ser responsabilidade de todos os lados: gestores, urbanistas, sujeitos jurídicos, incorporadores, mercado, sociedade.
O acesso à moradia, mesmo sendo um direito reconhecido no ordenamento jurídico não é uma realidade para todos. Segundo pesquisa da Fundação João Pinheiro, o Brasil possui mais de 6,9 milhões de famílias sem habitação e nesse cenário há cerca de 6,05 milhões de imóveis desocupados. Essa situação evidencia que o poder público muitas vezes está alheio às dinâmicas sociais, a preocupação com os direitos humanos no discurso dos gestores, fica apenas nisso: no discurso. Quando analisadas as desigualdades sob a perspectiva de gênero e raça, podemos notar vários desafios para a autonomia e o exercício de direitos(III). De acordo com Censo de 2010, estima-se que 11,4 milhões de brasileiros vivam em favelas (aproximadamente 6% da população) e esses moradores também são maioria pretos ou pardos (68%).
Os movimentos sociais se constituem como um importante espaço no processo de luta pela constituição desse direito. A narrativa dada pela grande imprensa, como forma de acionar demandas repressivas, não é novidade. Ao contrário do que é apresentado, tais movimentos são formados pela resistência de trabalhadores(as) que estão no espaço periférico e que conhecem no dia a dia a ausência do Estado no que diz respeito à provisão de infraestrutura e serviços públicos básicos, enquanto as áreas centrais ou nobres da cidade recebem investimentos privados como públicos, em um processo contínuo de reprodução do capital. Como afirma Harvey:
O direito à cidade significa o direito de todos nós a criarmos cidades que satisfaçam as necessidades humanas, as nossas necessidades(IV) (…) O direito à cidade não é simplesmente o direito ao que já existe na cidade, mas o direito de transformar a cidade em algo radicalmente diferente(II), quando eu olho para a história, vejo que as cidades foram regidas pelo capital, mais que pelas pessoas. Assim, nessa luta pelo direito à cidade haverá também uma luta contra o capital(I). (HARVEY, 2011, p. 1).
Neste processo de produção espacial, evidencia-se a associação entre o capital imobiliário e o Estado com o intuito de viabilizar interesses privados e não por iniciativa voltada à melhoria dos serviços públicos e infraestrutura urbana para a população, o que gera variadas consequências sociais e tende a se acentuar no governo vigente.
Por fim, nos cabe buscar apreender as características da nossa formação sócio-histórica sob o modo de produção capitalista que materializa hierarquizações bem como nesse contexto entender a atuação dos movimentos sociais, enquanto espaço de resistência política no que se refere à luta pela garantia de direitos e exercício da cidadania em termos de políticas públicas, pela efetivação da mobilidade urbana, à proteção ambiental e demais usos de utilidade pública e interesse social do espaço, afinal “o direito à cidade não é um presente”. (HARVEY, 2013, p. 43).
Releia o texto e analise as proposições seguintes:
I- A oração: “Assim, nessa luta pelo direito à cidade haverá também uma luta contra o capital.”, é conclusiva em relação às anteriores, visto que arremata o ponto de vista defendido pelo autor.
II- No período: “O direito à cidade não é simplesmente o direito ao que já existe na cidade, mas o direito de transformar a cidade em algo radicalmente diferente”, a segunda oração apresenta uma relação sintática de consequência em relação à primeira.
III- Em “Quando analisadas as desigualdades sob a perspectiva de gênero e raça, podemos notar vários desafios para a autonomia e o exercício de direitos.”, a oração destacada introduz uma relação sintática de temporalidade.
IV- No período: “O direito à cidade significa o direito de todos nós a criarmos cidades que satisfaçam as necessidades humanas, as nossas necessidades (...)”, a oração destacada em negrito é explicativa em relação à oração anterior.
Quanto às relações sintáticas entre as orações do referido trecho, é CORRETO o que se afirma em:
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Precisamos falar sobre o direito à cidade
por Mariana de Freitas e Souza para o Portal Geledés - 22/04/2019
Sob a ótica constitucional, o conceito de direito à cidade está relacionado a construção de direitos relativos à moradia e ao meio ambiente sustentável, assim, discutir esse tema é de fundamental importância para a classe trabalhadora e deve ser responsabilidade de todos os lados: gestores, urbanistas, sujeitos jurídicos, incorporadores, mercado, sociedade.
O acesso à moradia, mesmo sendo um direito reconhecido no ordenamento jurídico não é uma realidade para todos. Segundo pesquisa da Fundação João Pinheiro, o Brasil possui mais de 6,9 milhões de famílias sem habitação e nesse cenário há cerca de 6,05 milhões de imóveis desocupados. Essa situação evidencia que o poder público muitas vezes está alheio às dinâmicas sociais, a preocupação com os direitos humanos no discurso dos gestores, fica apenas nisso: no discurso. Quando analisadas as desigualdades sob a perspectiva de gênero e raça, podemos notar vários desafios para a autonomia e o exercício de direitos. De acordo com Censo de 2010, estima-se que 11,4 milhões de brasileiros vivam em favelas (aproximadamente 6% da população) e esses moradores também são maioria pretos ou pardos (68%).
Os movimentos sociais se constituem como um importante espaço no processo de luta pela constituição desse direito. A narrativa dada pela grande imprensa, como forma de acionar demandas repressivas, não é novidade. Ao contrário do que é apresentado, tais movimentos são formados pela resistência de trabalhadores(as) que estão no espaço periférico e que conhecem no dia a dia a ausência do Estado no que diz respeito à provisão de infraestrutura e serviços públicos básicos, enquanto as áreas centrais ou nobres da cidade recebem investimentos privados como públicos, em um processo contínuo de reprodução do capital. Como afirma Harvey:
O direito à cidade significa o direito de todos nós a criarmos cidades que satisfaçam as necessidades humanas, as nossas necessidades (…) O direito à cidade não é simplesmente o direito ao que já existe na cidade, mas o direito de transformar a cidade em algo radicalmente diferente, quando eu olho para a história, vejo que as cidades foram regidas pelo capital, mais que pelas pessoas. Assim, nessa luta pelo direito à cidade haverá também uma luta contra o capital. (HARVEY, 2011, p. 1).
Neste processo de produção espacial, evidencia-se a associação entre o capital imobiliário e o Estado com o intuito de viabilizar interesses privados e não por iniciativa voltada à melhoria dos serviços públicos e infraestrutura urbana para a população, o que gera variadas consequências sociais e tende a se acentuar no governo vigente.
Por fim, nos cabe buscar apreender as características da nossa formação sócio-histórica sob o modo de produção capitalista que materializa hierarquizações bem como nesse contexto entender a atuação dos movimentos sociais, enquanto espaço de resistência política no que se refere à luta pela garantia de direitos e exercício da cidadania em termos de políticas públicas, pela efetivação da mobilidade urbana, à proteção ambiental e demais usos de utilidade pública e interesse social do espaço, afinal “o direito à cidade não é um presente”. (HARVEY, 2013, p. 43).
Analise as afirmações abaixo acerca do Texto 7 e coloque V para as verdadeiras e F as para as falsas:
( ) Predomina o tipo textual dissertativo-argumentativo, uma vez que a autora expõem o tema do direito à cidade e defende um ponto de vista sobre ele.
( ) A problematização do tema encontra-se principalmente no primeiro parágrafo, que é propositivo, ou seja, visa a apresentar ao leitor que o direito à cidade, cujo conceito é exposto a partir da Constituição Federal, é da incumbência de diversos atores sociais.
( ) No período: “O acesso à moradia, mesmo sendo um direito reconhecido no ordenamento jurídico não é uma realidade para todos”, não há problema de pontuação.
A sequência que preenche CORRETAMENTE as lacunas é:
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TEXTO 6

Ainda em relação ao texto 6, assinale a alternativa CORRETA:
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TEXTO 6

Com base na compreensão do texto, analise as proposições a seguir e atribua V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) Quanto ao gênero textual, trata-se de um anúncio publicitário e, portanto, visa a vender um produto.
( ) Na oração “Denuncie o abuso”, o tipo textual predominante é o injuntivo.
( ) O texto não apresenta coesão, uma vez que carece de conectivos entre as orações.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses:
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