Foram encontradas 408 questões.
Avalie as afirmativas a seguir.
• É o quarto mineral mais abundante no corpo e o segundo cátion divalente intracelular, desempenhando papel importante como cofator na síntese proteica, na produção e no armazenamento de energia celular, na síntese de DNA e RNA, na estabilização das membranas mitocondriais e no metabolismo da glicose e insulina. Além disso, esse mineral atua na transmissão nervosa, na excitabilidade cardíaca, na condução neuromuscular, na contração muscular, no tônus vasomotor e na pressão arterial.
• As principais fontes alimentares são: cereais integrais, vegetais folhosos verdes, espinafre, nozes, frutas, legumes e tubérculos (como a batata).
• Os principais sintomas associados a sua deficiência são náuseas, vômitos, anorexia, fraqueza muscular, espasmos e tremores, mudanças de personalidade e alucinações.
Assinale a alternativa que corresponde ao mineral descrito nas afirmativas.
• É o quarto mineral mais abundante no corpo e o segundo cátion divalente intracelular, desempenhando papel importante como cofator na síntese proteica, na produção e no armazenamento de energia celular, na síntese de DNA e RNA, na estabilização das membranas mitocondriais e no metabolismo da glicose e insulina. Além disso, esse mineral atua na transmissão nervosa, na excitabilidade cardíaca, na condução neuromuscular, na contração muscular, no tônus vasomotor e na pressão arterial.
• As principais fontes alimentares são: cereais integrais, vegetais folhosos verdes, espinafre, nozes, frutas, legumes e tubérculos (como a batata).
• Os principais sintomas associados a sua deficiência são náuseas, vômitos, anorexia, fraqueza muscular, espasmos e tremores, mudanças de personalidade e alucinações.
Assinale a alternativa que corresponde ao mineral descrito nas afirmativas.
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Leia atentamente o texto a seguir, escrito por Nelson Rodrigues, para responder a questão.
“Um dos momentos mais patéticos da minha infância foi quando ouvi alguém chamar alguém de ‘canalha’. Note-se: era a primeira vez. Teria eu que idade? Cinco anos, talvez. Ou menos. Vá lá: cinco anos. E me encolhi de
espanto. Minto: de medo. Foi medo e não espanto. Para mim, uma palavra estava nascendo, era o nascimento de
uma palavra. Paro de escrever. Por um momento, repito para mim mesmo: ‘Canalha, canalha!’. O som ainda me
fascina como na infância. E pergunto a mim mesmo se ‘o canalha’ é uma dimensão obrigatória de cada um. Pode
haver alguém que não tenha um mínimo de canalha? Um santo, talvez, ou nem isso. Disse, não sei quem, que
há santos canalhas. Eis o que eu queria dizer: o medo dos cinco anos perdura em mim até hoje. Ainda agora me
pergunto se alguém tem o direito de chamar um semelhante de canalha. Poderão dizer que ‘idiota’ é um insulto
equivalente. Ilusão. Vi um sujeito ser chamado de ‘idiota’. Retrucou ao outro: ‘Idiota é você!’. E o incidente morreu
aí. Dez minutos depois, os dois ‘idiotas’ estavam, na esquina, bebendo cerveja. O sujeito pode ser idiota e, como
tal, beber cerveja. Não há entre o idiota e a cerveja. Mas ninguém pode ser canalha. A simples palavra constrói
uma solidão inapelável e eterna. Eis o que eu queria dizer: o canalha é o pior solitário”. (Os falsos canalhas, de
Nelson Rodrigues, com adaptações).
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“Um dos momentos mais patéticos da minha infância foi quando ouvi alguém chamar alguém de ‘canalha’. Note-se: era a primeira vez. Teria eu que idade? Cinco anos, talvez. Ou menos. Vá lá: cinco anos. E me encolhi de
espanto. Minto: de medo. Foi medo e não espanto. Para mim, uma palavra estava nascendo, era o nascimento de
uma palavra. Paro de escrever. Por um momento, repito para mim mesmo: ‘Canalha, canalha!’. O som ainda me
fascina como na infância. E pergunto a mim mesmo se ‘o canalha’ é uma dimensão obrigatória de cada um. Pode
haver alguém que não tenha um mínimo de canalha? Um santo, talvez, ou nem isso. Disse, não sei quem, que
há santos canalhas. Eis o que eu queria dizer: o medo dos cinco anos perdura em mim até hoje. Ainda agora me
pergunto se alguém tem o direito de chamar um semelhante de canalha. Poderão dizer que ‘idiota’ é um insulto
equivalente. Ilusão. Vi um sujeito ser chamado de ‘idiota’. Retrucou ao outro: ‘Idiota é você!’. E o incidente morreu
aí. Dez minutos depois, os dois ‘idiotas’ estavam, na esquina, bebendo cerveja. O sujeito pode ser idiota e, como
tal, beber cerveja. Não há entre o idiota e a cerveja. Mas ninguém pode ser canalha. A simples palavra constrói
uma solidão inapelável e eterna. Eis o que eu queria dizer: o canalha é o pior solitário”. (Os falsos canalhas, de
Nelson Rodrigues, com adaptações).
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“Um dos momentos mais patéticos da minha infância foi quando ouvi alguém chamar alguém de ‘canalha’. Note-se: era a primeira vez. Teria eu que idade? Cinco anos, talvez. Ou menos. Vá lá: cinco anos. E me encolhi de
espanto. Minto: de medo. Foi medo e não espanto. Para mim, uma palavra estava nascendo, era o nascimento de
uma palavra. Paro de escrever. Por um momento, repito para mim mesmo: ‘Canalha, canalha!’. O som ainda me
fascina como na infância. E pergunto a mim mesmo se ‘o canalha’ é uma dimensão obrigatória de cada um. Pode
haver alguém que não tenha um mínimo de canalha? Um santo, talvez, ou nem isso. Disse, não sei quem, que
há santos canalhas. Eis o que eu queria dizer: o medo dos cinco anos perdura em mim até hoje. Ainda agora me
pergunto se alguém tem o direito de chamar um semelhante de canalha. Poderão dizer que ‘idiota’ é um insulto
equivalente. Ilusão. Vi um sujeito ser chamado de ‘idiota’. Retrucou ao outro: ‘Idiota é você!’. E o incidente morreu
aí. Dez minutos depois, os dois ‘idiotas’ estavam, na esquina, bebendo cerveja. O sujeito pode ser idiota e, como
tal, beber cerveja. Não há entre o idiota e a cerveja. Mas ninguém pode ser canalha. A simples palavra constrói
uma solidão inapelável e eterna. Eis o que eu queria dizer: o canalha é o pior solitário”. (Os falsos canalhas, de
Nelson Rodrigues, com adaptações).
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“Um dos momentos mais patéticos da minha infância foi quando ouvi alguém chamar alguém de ‘canalha’. Note-se: era a primeira vez. Teria eu que idade? Cinco anos, talvez. Ou menos. Vá lá: cinco anos. E me encolhi de
espanto. Minto: de medo. Foi medo e não espanto. Para mim, uma palavra estava nascendo, era o nascimento de
uma palavra. Paro de escrever. Por um momento, repito para mim mesmo: ‘Canalha, canalha!’. O som ainda me
fascina como na infância. E pergunto a mim mesmo se ‘o canalha’ é uma dimensão obrigatória de cada um. Pode
haver alguém que não tenha um mínimo de canalha? Um santo, talvez, ou nem isso. Disse, não sei quem, que
há santos canalhas. Eis o que eu queria dizer: o medo dos cinco anos perdura em mim até hoje. Ainda agora me
pergunto se alguém tem o direito de chamar um semelhante de canalha. Poderão dizer que ‘idiota’ é um insulto
equivalente. Ilusão. Vi um sujeito ser chamado de ‘idiota’. Retrucou ao outro: ‘Idiota é você!’. E o incidente morreu
aí. Dez minutos depois, os dois ‘idiotas’ estavam, na esquina, bebendo cerveja. O sujeito pode ser idiota e, como
tal, beber cerveja. Não há entre o idiota e a cerveja. Mas ninguém pode ser canalha. A simples palavra constrói
uma solidão inapelável e eterna. Eis o que eu queria dizer: o canalha é o pior solitário”. (Os falsos canalhas, de
Nelson Rodrigues, com adaptações).
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“Um dos momentos mais patéticos da minha infância foi quando ouvi alguém chamar alguém de ‘canalha’. Note-se: era a primeira vez. Teria eu que idade? Cinco anos, talvez. Ou menos. Vá lá: cinco anos. E me encolhi de
espanto. Minto: de medo. Foi medo e não espanto. Para mim, uma palavra estava nascendo, era o nascimento de
uma palavra. Paro de escrever. Por um momento, repito para mim mesmo: ‘Canalha, canalha!’. O som ainda me
fascina como na infância. E pergunto a mim mesmo se ‘o canalha’ é uma dimensão obrigatória de cada um. Pode
haver alguém que não tenha um mínimo de canalha? Um santo, talvez, ou nem isso. Disse, não sei quem, que
há santos canalhas. Eis o que eu queria dizer: o medo dos cinco anos perdura em mim até hoje. Ainda agora me
pergunto se alguém tem o direito de chamar um semelhante de canalha. Poderão dizer que ‘idiota’ é um insulto
equivalente. Ilusão. Vi um sujeito ser chamado de ‘idiota’. Retrucou ao outro: ‘Idiota é você!’. E o incidente morreu
aí. Dez minutos depois, os dois ‘idiotas’ estavam, na esquina, bebendo cerveja. O sujeito pode ser idiota e, como
tal, beber cerveja. Não há entre o idiota e a cerveja. Mas ninguém pode ser canalha. A simples palavra constrói
uma solidão inapelável e eterna. Eis o que eu queria dizer: o canalha é o pior solitário”. (Os falsos canalhas, de
Nelson Rodrigues, com adaptações).
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Na Instrução Normativa n.º 77 de 26 de novembro de 2018 (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), ficam estabelecidos os critérios e procedimentos para a produção, acondicionamento, conservação,
transporte, seleção e recepção do leite cru em estabelecimentos registrados no serviço de inspeção oficial.
Para a refrigeração do leite cru na propriedade rural devem ser utilizados sistema de pré-resfriamento ou tanque de expansão direta ou ambos. Sobre este tema assinale a alternativa FALSA.
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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, baseado no Decreto n.º 9.013, de 29 de março de
2017, determina que as matérias primas, os produtos de origem animal e toda e qualquer substância que entre
em suas elaborações, estão sujeitos a análises físicas, microbiológicas, químicas, de biologia molecular, histológicas e demais análises que se fizerem necessárias para a avaliação da conformidade. Sobre a coleta das
amostras para estas análises, leia as afirmativas a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
I. Deve ser coletada amostra em triplicata da matéria prima, do produto ou de qualquer substância que entre em sua elaboração, asseguradas a sua inviolabilidade e a sua conservação.
II. As amostras coletadas devem ser encaminhadas ao laboratório da Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária, sem necessidade de amostra de contraprova.
III. As amostras devem ser coletadas, manuseadas, acondicionadas, identificadas e transportadas de modo a garantir a manutenção de sua integridade física e a conferir conservação adequada ao produto.
I. Deve ser coletada amostra em triplicata da matéria prima, do produto ou de qualquer substância que entre em sua elaboração, asseguradas a sua inviolabilidade e a sua conservação.
II. As amostras coletadas devem ser encaminhadas ao laboratório da Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária, sem necessidade de amostra de contraprova.
III. As amostras devem ser coletadas, manuseadas, acondicionadas, identificadas e transportadas de modo a garantir a manutenção de sua integridade física e a conferir conservação adequada ao produto.
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A refrigeração do leite é um ponto importante dentro da cadeia produtiva do leite e é determinada pela Instrução Normativa (IN) n. 76, de 26 de novembro de 2018, alterada pela IN n.º 55, de 30 de setembro de 2020,
do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Leia as alternativas a seguir e assinale a INCORRETA
sobre as temperaturas máximas de refrigeração do leite.
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Em 2000 o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou a Resolução n.º 4 de 28 de junho
que instituiu a ‘Manteiga Comum”. Este produto tem comercialização exclusiva no território nacional, que deverá atender, provisoriamente, algumas especificações de qualidade, até que se elabore um regulamento técnico
específico. Para produção da manteiga comum é permitido a utilização do creme ou gordura láctea proveniente
do desnate do leite ácido e ou do soro obtido da fabricação de queijos, desde que apresente determinadas
especificações. Qual alternativa a seguir é considerada FALSA quanto as especificações do creme ou gordura
láctea?
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