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Brio das estrelas
Quanto mais escuro o céu, maior a possibilidade de se ouvir estrelas. Ora, direis... Quantas vezes não conseguimos ver uma saída para os desafios da vida. Aos nossos olhos parece impossível. Mas talvez não aos nossos ouvidos.
Ainda que o momento seja engolido pela escuridão do desespero, adentrando-se, cada vez mais, à treva da melancolia, há um insólito tinir que aguarda o ouvido atento. Quando estamos cabisbaixos, olhando só para o fundo do poço, talvez não escutemos o que retine no imo do escuro e tenebroso. Assim nos tornamos escravos do abismo e nos afundamos em nós mesmos.
Todavia, somente a ousadia e o querer mudar nos permitirá olhar para cima e escutar a imensidão de estrelas que aguardam nossa atenção. E é nesse escuro que devemos fixar a mente para percebermos a sinfonia de possibilidades que ecoam. Basta armar-se da intrepidez e novamente crer no céu. Nenhuma nebulosidade será suficiente para demover quem percebe o brilho mais intenso: aquele que refulge no silêncio de nós mesmos.
E o brio de novas estrelas se fará ouvir, engendrando noites mais serenas, trevas mais sonoras. Então perceberemos que todo dia precisa de uma noite e que toda noite tem estrelas, mesmo que não as enxerguemos, à espera apenas da vontade para apreciá-las.
(MENDONÇA, Tulius – Livro Entreatos – Páginas Editora – p.33)
“Ainda que o momento seja engolido pela escuridão do desespero, adentrando-se, cada vez mais, à treva da melancolia, há um insólito tinir que aguarda o ouvido atento. O trecho destacado estabelece em relação ao posterior uma:
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Brio das estrelas
Quanto mais escuro o céu, maior a possibilidade de se ouvir estrelas. Ora, direis... Quantas vezes não conseguimos ver uma saída para os desafios da vida. Aos nossos olhos parece impossível. Mas talvez não aos nossos ouvidos.
Ainda que o momento seja engolido pela escuridão do desespero, adentrando-se, cada vez mais, à treva da melancolia, há um insólito tinir que aguarda o ouvido atento. Quando estamos cabisbaixos, olhando só para o fundo do poço, talvez não escutemos o que retine no imo do escuro e tenebroso. Assim nos tornamos escravos do abismo e nos afundamos em nós mesmos.
Todavia, somente a ousadia e o querer mudar nos permitirá olhar para cima e escutar a imensidão de estrelas que aguardam nossa atenção. E é nesse escuro que devemos fixar a mente para percebermos a sinfonia de possibilidades que ecoam. Basta armar-se da intrepidez e novamente crer no céu. Nenhuma nebulosidade será suficiente para demover quem percebe o brilho mais intenso: aquele que refulge no silêncio de nós mesmos.
E o brio de novas estrelas se fará ouvir, engendrando noites mais serenas, trevas mais sonoras. Então perceberemos que todo dia precisa de uma noite e que toda noite tem estrelas, mesmo que não as enxerguemos, à espera apenas da vontade para apreciá-las.
(MENDONÇA, Tulius – Livro Entreatos – Páginas Editora – p.33)
“Ainda que o momento seja engolido pela escuridão do desespero, adentrando-se, cada vez mais, à treva da melancolia, há um insólito tinir que aguarda o ouvido atento.” Pode-se inferir nesse trecho:
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Brio das estrelas
Quanto mais escuro o céu, maior a possibilidade de se ouvir estrelas. Ora, direis... Quantas vezes não conseguimos ver uma saída para os desafios da vida. Aos nossos olhos parece impossível. Mas talvez não aos nossos ouvidos.
Ainda que o momento seja engolido pela escuridão do desespero, adentrando-se, cada vez mais, à treva da melancolia, há um insólito tinir que aguarda o ouvido atento. Quando estamos cabisbaixos, olhando só para o fundo do poço, talvez não escutemos o que retine no imo do escuro e tenebroso. Assim nos tornamos escravos do abismo e nos afundamos em nós mesmos.
Todavia, somente a ousadia e o querer mudar nos permitirá olhar para cima e escutar a imensidão de estrelas que aguardam nossa atenção. E é nesse escuro que devemos fixar a mente para percebermos a sinfonia de possibilidades que ecoam. Basta armar-se da intrepidez e novamente crer no céu. Nenhuma nebulosidade será suficiente para demover quem percebe o brilho mais intenso: aquele que refulge no silêncio de nós mesmos.
E o brio de novas estrelas se fará ouvir, engendrando noites mais serenas, trevas mais sonoras. Então perceberemos que todo dia precisa de uma noite e que toda noite tem estrelas, mesmo que não as enxerguemos, à espera apenas da vontade para apreciá-las.
(MENDONÇA, Tulius – Livro Entreatos – Páginas Editora – p.33)
Após a leitura do texto, pode-se afirmar que, em seu sentido global, fica subentendido que a visão do autor é:
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Doença intestinal infecciosa aguda causada por uma bactéria que provocou uma pandemia por volta do ano1860 estendendo-se do vale do rio Ganges ao norte da África.
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No Brasil existe uma rede pública de saúde para diagnóstico e tratamento da malária. Constituem maneiras de prevenção da doença, EXCETO:
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Equipe de Saúde da Família é a estratégia prioritária de atenção à saúde e tem como objetivo:
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Considerando a Portaria Nº 2.436 de 21 de setembro de 2017, marque a alternativa INCORRETA.
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A doença de chagas, também conhecida como tripanossomíase americana transmitida pelo inseto barbeiro contaminado com o protozoário Trypanossoma cruzi. Constitui reservatório deste protozoário, EXCETO:
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A maioria das pessoas acredita que o funcionamento da cidadania depende dos outros, mas o ideal é que cada pessoa se mantenha como se tudo dependesse do seu próprio comportamento. Marque a alternativa que apresenta um componente de ética e cidadania.
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Abaixo são apresentadas características de doenças que afetam a comunidade:
I. A ascaridíase é uma doença parasitária do homem, causada por um helminto. Habitualmente, não causa sintomatologia, mas pode manifestar-se por dor abdominal, diarreia, náuseas e anorexia. Quando há grande número de parasitas, pode ocorrer quadro de obstrução intestinal.
II. A dengue é uma doença infecciosa febril aguda, que pode ser de curso benigno ou grave, dependendo da forma como se apresente. A primeira manifestação do dengue é a febre, geralmente alta (39ºC a 40ºC), de início abrupto, associada à cefaleia, adinamia, mialgias, artralgias, dor retro orbitária, com presença ou não de exantema e/ou prurido.
III. A cólera é transmitida através da ingestão de água ou alimentos contaminados por fezes ou vômitos de doente ou portador. A contaminação pessoa a pessoa é menos importante na cadeia epidemiológica.
Sobre as doenças apresentadas acima pode-se afirmar que:
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