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2263146 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Piracicaba-SP
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O rei da boca-livre

– Preste atenção naquele homem.

Tinha pouco mais de 50 anos, altura mediana, atitudes discretas e trajes bem passadinhos. Tipo de pessoa que, mesmo com um guarda-roupa reduzido, não faz feio em reuniões sociais. O referido comia delicadamente um bolinho.

Na direita segurava um copo de uísque.

– Quem é a figura?

– O maior frequentador de coquetéis da cidade. Já investiguei. Ninguém sabe o nome.

– Ora, quem manda os convites deve saber.

– Nunca foi convidado. Lê a notícia dos coquetéis nos jornais. E numa noite de autógrafos ou vernissage*, quem vai barrar a entrada de prováveis compradores?

Estávamos na Livraria Teixeira. O homem de identidade misteriosa armazenara outro uísque numa estante. Colocado num lugar em que o garçom teria obrigatoriamente de passar, abastecia-se também de salgadinhos. Não bebia nem comia afobadamente, portando-se como um verdadeiro cavalheiro.

Não comprou o livro de lançamento, mas o vi cumprimentar o autor à distância revelando infinita admiração.

Semanas depois vou a uma exposição de pinturas e quem estava lá, observando as obras de arte? Ele, claro. O interesse artístico não o impedia de beber uísque e comer deliciosos pasteizinhos.

Desta vez, a bela festinha era em minha homenagem.

Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance. Recebi um objeto pequeno como troféu e um cheque ainda menor. Em compensação, quiseram que eu, diante do fotógrafo, erguesse vitorioso uma taça de champagne.

Pose exibicionista demais. Preferível brindando simplesmente com alguém. Qualquer um. Vamos lá? Vamos.

Tintim. Choque espumante de duas taças. O primeiro tim foi meu. O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre! Com um sorriso e uma taça, aproximara-se:

– Não comprei seu livro porque, imagine, recebi dois de presente.

(Marcos Rey. O coração roubado. Global. Adaptado)

* vernissage: inauguração de uma exposição de arte

Assinale a alternativa que, em conformidade com o sentido do texto e com a correta relação entre os tempos verbais, completa o trecho a seguir:

Decidiu-se que

 

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2263145 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Piracicaba-SP
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O rei da boca-livre

– Preste atenção naquele homem.

Tinha pouco mais de 50 anos, altura mediana, atitudes discretas e trajes bem passadinhos. Tipo de pessoa que, mesmo com um guarda-roupa reduzido, não faz feio em reuniões sociais. O referido comia delicadamente um bolinho.

Na direita segurava um copo de uísque.

– Quem é a figura?

– O maior frequentador de coquetéis da cidade. Já investiguei. Ninguém sabe o nome.

– Ora, quem manda os convites deve saber.

– Nunca foi convidado. Lê a notícia dos coquetéis nos jornais. E numa noite de autógrafos ou vernissage*, quem vai barrar a entrada de prováveis compradores?

Estávamos na Livraria Teixeira. O homem de identidade misteriosa armazenara outro uísque numa estante. Colocado num lugar em que o garçom teria obrigatoriamente de passar, abastecia-se também de salgadinhos. Não bebia nem comia afobadamente, portando-se como um verdadeiro cavalheiro.

Não comprou o livro de lançamento, mas o vi cumprimentar o autor à distância revelando infinita admiração.

Semanas depois vou a uma exposição de pinturas e quem estava lá, observando as obras de arte? Ele, claro. O interesse artístico não o impedia de beber uísque e comer deliciosos pasteizinhos.

Desta vez, a bela festinha era em minha homenagem.

Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance. Recebi um objeto pequeno como troféu e um cheque ainda menor. Em compensação, quiseram que eu, diante do fotógrafo, erguesse vitorioso uma taça de champagne.

Pose exibicionista demais. Preferível brindando simplesmente com alguém. Qualquer um. Vamos lá? Vamos.

Tintim. Choque espumante de duas taças. O primeiro tim foi meu. O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre! Com um sorriso e uma taça, aproximara-se:

– Não comprei seu livro porque, imagine, recebi dois de presente.

(Marcos Rey. O coração roubado. Global. Adaptado)

* vernissage: inauguração de uma exposição de arte

A frase reescrita com base no parágrafo está corretamente pontuada em:

 

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2263144 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Piracicaba-SP
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O rei da boca-livre

– Preste atenção naquele homem.

Tinha pouco mais de 50 anos, altura mediana, atitudes discretas e trajes bem passadinhos. Tipo de pessoa que, mesmo com um guarda-roupa reduzido, não faz feio em reuniões sociais. O referido comia delicadamente um bolinho.

Na direita segurava um copo de uísque.

– Quem é a figura?

– O maior frequentador de coquetéis da cidade. Já investiguei. Ninguém sabe o nome.

– Ora, quem manda os convites deve saber.

– Nunca foi convidado. Lê a notícia dos coquetéis nos jornais. E numa noite de autógrafos ou vernissage*, quem vai barrar a entrada de prováveis compradores?

Estávamos na Livraria Teixeira. O homem de identidade misteriosa armazenara outro uísque numa estante. Colocado num lugar em que o garçom teria obrigatoriamente de passar, abastecia-se também de salgadinhos. Não bebia nem comia afobadamente, portando-se como um verdadeiro cavalheiro.

Não comprou o livro de lançamento, mas o vi cumprimentar o autor à distância revelando infinita admiração.

Semanas depois vou a uma exposição de pinturas e quem estava lá, observando as obras de arte? Ele, claro. O interesse artístico não o impedia de beber uísque e comer deliciosos pasteizinhos.

Desta vez, a bela festinha era em minha homenagem.

Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance. Recebi um objeto pequeno como troféu e um cheque ainda menor. Em compensação, quiseram que eu, diante do fotógrafo, erguesse vitorioso uma taça de champagne.

Pose exibicionista demais. Preferível brindando simplesmente com alguém. Qualquer um. Vamos lá? Vamos.

Tintim. Choque espumante de duas taças. O primeiro tim foi meu. O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre! Com um sorriso e uma taça, aproximara-se:

– Não comprei seu livro porque, imagine, recebi dois de presente.

(Marcos Rey. O coração roubado. Global. Adaptado)

* vernissage: inauguração de uma exposição de arte

Atendendo à norma-padrão de emprego e colocação dos pronomes, assinale a alternativa em que o trecho destacado na frase está corretamente substituído pelo trecho indicado entre parênteses.

 

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2263143 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Piracicaba-SP
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O rei da boca-livre

– Preste atenção naquele homem.

Tinha pouco mais de 50 anos, altura mediana, atitudes discretas e trajes bem passadinhos. Tipo de pessoa que, mesmo com um guarda-roupa reduzido, não faz feio em reuniões sociais. O referido comia delicadamente um bolinho.

Na direita segurava um copo de uísque.

– Quem é a figura?

– O maior frequentador de coquetéis da cidade. Já investiguei. Ninguém sabe o nome.

– Ora, quem manda os convites deve saber.

– Nunca foi convidado. Lê a notícia dos coquetéis nos jornais. E numa noite de autógrafos ou vernissage*, quem vai barrar a entrada de prováveis compradores?

Estávamos na Livraria Teixeira. O homem de identidade misteriosa armazenara outro uísque numa estante. Colocado num lugar em que o garçom teria obrigatoriamente de passar, abastecia-se também de salgadinhos. Não bebia nem comia afobadamente, portando-se como um verdadeiro cavalheiro.

Não comprou o livro de lançamento, mas o vi cumprimentar o autor à distância revelando infinita admiração.

Semanas depois vou a uma exposição de pinturas e quem estava lá, observando as obras de arte? Ele, claro. O interesse artístico não o impedia de beber uísque e comer deliciosos pasteizinhos.

Desta vez, a bela festinha era em minha homenagem.

Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance. Recebi um objeto pequeno como troféu e um cheque ainda menor. Em compensação, quiseram que eu, diante do fotógrafo, erguesse vitorioso uma taça de champagne.

Pose exibicionista demais. Preferível brindando simplesmente com alguém. Qualquer um. Vamos lá? Vamos.

Tintim. Choque espumante de duas taças. O primeiro tim foi meu. O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre! Com um sorriso e uma taça, aproximara-se:

– Não comprei seu livro porque, imagine, recebi dois de presente.

(Marcos Rey. O coração roubado. Global. Adaptado)

* vernissage: inauguração de uma exposição de arte

Considere os trechos do texto.

!$ \bullet !$ Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance.

!$ \bullet !$ Pose exibicionista demais.

!$ \bullet !$ O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre!

As expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente e preservando o sentido do texto, por:

 

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2263142 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Piracicaba-SP
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O rei da boca-livre

– Preste atenção naquele homem.

Tinha pouco mais de 50 anos, altura mediana, atitudes discretas e trajes bem passadinhos. Tipo de pessoa que, mesmo com um guarda-roupa reduzido, não faz feio em reuniões sociais. O referido comia delicadamente um bolinho.

Na direita segurava um copo de uísque.

– Quem é a figura?

– O maior frequentador de coquetéis da cidade. Já investiguei. Ninguém sabe o nome.

– Ora, quem manda os convites deve saber.

– Nunca foi convidado. Lê a notícia dos coquetéis nos jornais. E numa noite de autógrafos ou vernissage*, quem vai barrar a entrada de prováveis compradores?

Estávamos na Livraria Teixeira. O homem de identidade misteriosa armazenara outro uísque numa estante. Colocado num lugar em que o garçom teria obrigatoriamente de passar, abastecia-se também de salgadinhos. Não bebia nem comia afobadamente, portando-se como um verdadeiro cavalheiro.

Não comprou o livro de lançamento, mas o vi cumprimentar o autor à distância revelando infinita admiração.

Semanas depois vou a uma exposição de pinturas e quem estava lá, observando as obras de arte? Ele, claro. O interesse artístico não o impedia de beber uísque e comer deliciosos pasteizinhos.

Desta vez, a bela festinha era em minha homenagem.

Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance. Recebi um objeto pequeno como troféu e um cheque ainda menor. Em compensação, quiseram que eu, diante do fotógrafo, erguesse vitorioso uma taça de champagne.

Pose exibicionista demais. Preferível brindando simplesmente com alguém. Qualquer um. Vamos lá? Vamos.

Tintim. Choque espumante de duas taças. O primeiro tim foi meu. O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre! Com um sorriso e uma taça, aproximara-se:

– Não comprei seu livro porque, imagine, recebi dois de presente.

(Marcos Rey. O coração roubado. Global. Adaptado)

* vernissage: inauguração de uma exposição de arte

Com relação à festa de premiação, é correto afirmar que

 

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2263141 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Piracicaba-SP
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O rei da boca-livre

– Preste atenção naquele homem.

Tinha pouco mais de 50 anos, altura mediana, atitudes discretas e trajes bem passadinhos. Tipo de pessoa que, mesmo com um guarda-roupa reduzido, não faz feio em reuniões sociais. O referido comia delicadamente um bolinho.

Na direita segurava um copo de uísque.

– Quem é a figura?

– O maior frequentador de coquetéis da cidade. Já investiguei. Ninguém sabe o nome.

– Ora, quem manda os convites deve saber.

– Nunca foi convidado. Lê a notícia dos coquetéis nos jornais. E numa noite de autógrafos ou vernissage*, quem vai barrar a entrada de prováveis compradores?

Estávamos na Livraria Teixeira. O homem de identidade misteriosa armazenara outro uísque numa estante. Colocado num lugar em que o garçom teria obrigatoriamente de passar, abastecia-se também de salgadinhos. Não bebia nem comia afobadamente, portando-se como um verdadeiro cavalheiro.

Não comprou o livro de lançamento, mas o vi cumprimentar o autor à distância revelando infinita admiração.

Semanas depois vou a uma exposição de pinturas e quem estava lá, observando as obras de arte? Ele, claro. O interesse artístico não o impedia de beber uísque e comer deliciosos pasteizinhos.

Desta vez, a bela festinha era em minha homenagem.

Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance. Recebi um objeto pequeno como troféu e um cheque ainda menor. Em compensação, quiseram que eu, diante do fotógrafo, erguesse vitorioso uma taça de champagne.

Pose exibicionista demais. Preferível brindando simplesmente com alguém. Qualquer um. Vamos lá? Vamos.

Tintim. Choque espumante de duas taças. O primeiro tim foi meu. O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre! Com um sorriso e uma taça, aproximara-se:

– Não comprei seu livro porque, imagine, recebi dois de presente.

(Marcos Rey. O coração roubado. Global. Adaptado)

* vernissage: inauguração de uma exposição de arte

O argumento do autor para justificar a livre entrada do homem misterioso nas recepções é o de que:

 

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2263140 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Piracicaba-SP
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O rei da boca-livre

– Preste atenção naquele homem.

Tinha pouco mais de 50 anos, altura mediana, atitudes discretas e trajes bem passadinhos. Tipo de pessoa que, mesmo com um guarda-roupa reduzido, não faz feio em reuniões sociais. O referido comia delicadamente um bolinho.

Na direita segurava um copo de uísque.

– Quem é a figura?

– O maior frequentador de coquetéis da cidade. Já investiguei. Ninguém sabe o nome.

– Ora, quem manda os convites deve saber.

– Nunca foi convidado. Lê a notícia dos coquetéis nos jornais. E numa noite de autógrafos ou vernissage*, quem vai barrar a entrada de prováveis compradores?

Estávamos na Livraria Teixeira. O homem de identidade misteriosa armazenara outro uísque numa estante. Colocado num lugar em que o garçom teria obrigatoriamente de passar, abastecia-se também de salgadinhos. Não bebia nem comia afobadamente, portando-se como um verdadeiro cavalheiro.

Não comprou o livro de lançamento, mas o vi cumprimentar o autor à distância revelando infinita admiração.

Semanas depois vou a uma exposição de pinturas e quem estava lá, observando as obras de arte? Ele, claro. O interesse artístico não o impedia de beber uísque e comer deliciosos pasteizinhos.

Desta vez, a bela festinha era em minha homenagem.

Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance. Recebi um objeto pequeno como troféu e um cheque ainda menor. Em compensação, quiseram que eu, diante do fotógrafo, erguesse vitorioso uma taça de champagne.

Pose exibicionista demais. Preferível brindando simplesmente com alguém. Qualquer um. Vamos lá? Vamos.

Tintim. Choque espumante de duas taças. O primeiro tim foi meu. O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre! Com um sorriso e uma taça, aproximara-se:

– Não comprei seu livro porque, imagine, recebi dois de presente.

(Marcos Rey. O coração roubado. Global. Adaptado)

* vernissage: inauguração de uma exposição de arte

A respeito do rei da boca-livre descrito no texto, é correto afirmar que é um indivíduo

 

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2263139 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Piracicaba-SP
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Considere o texto.

Convidamos todos os frequentadores do Shopping A, especialmente os clientes que mostrando fidelidade à nossa marca, para a inauguração de mais uma loja para 10 de março.

meses que estamos preparando esse novo espaço para que o público se sinta bem acolhido.

Contamos com sua presença!

Atendendo à concordância verbal e nominal estabelecida pela norma-padrão, as lacunas desse texto devem ser preenchidas, respectivamente, por:

 

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2263138 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Piracicaba-SP
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Assinale a alternativa em que o sinal indicativo de crase está empregado corretamente.

 

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2263137 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Piracicaba-SP
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Camiseta com causa

Feminismo, negritude, super-heróis, literatura: há sempre uma camiseta para estampar e alguém para levá-la como bandeira. “Eu gosto de cultura brasileira, de literatura. Quando estou conectado com isso, sei do que quero falar por meio das camisetas, e a gente espera que a Chico Rei seja um caminho para a expressão dos nossos clientes”, afirma Bruno I., criador da marca.

Como a venda para lojas físicas não deu certo, a inadimplência empurrou a marca para a internet. “De lá para cá, a Chico Rei saiu do meu quarto para virar uma empresa com pouco mais de 100 pessoas trabalhando.” Contando apenas agosto de 2020, foram vendidas 58 mil camisetas.

A empresa nasceu sob o signo da liberdade conquistada pelo príncipe do Congo, trazido ao Brasil como escravo no século 18. A lenda de sua luta pela liberdade inspirou a marca e as primeiras estampas.

Da marca El Cabriton, de Érica A. e Leandro D., um dos sucessos de público é o modelo com a frase feminista “sabe oq cairia bem hj? o patriarcado”. Graças aos artistas colaboradores, “conseguimos estampas que comunicam bem o sentimento das pessoas nessa situação doida por que estamos passando”, afirma Érica.

O segmento de camisetas no Brasil nunca saiu de moda e virou um bom negócio com marcas trabalhando de modo artesanal ou em escala industrial. “O processo ainda é de serigrafia1, mas é feito por uma máquina que roda 700 camisetas por hora, em até 24 cores, o que é uma coisa bizarra para esse mercado”, afirma Felipe R., da Piticas. Ele e o irmão Vinicius passaram a adolescência nos EUA e da cultura americana trouxeram para o Brasil a paixão por “comics”.

A dupla viu o universo pop como um nicho no mercado brasileiro, mas teve dificuldade em negociar com as licenciadoras devido à pirataria de personagens no país. Referência geek2, a Piticas tem destaque na Comic Con, a maior feira brasileira de cultura pop. A empresa produz 22 mil camisetas por dia, e o Hulk tem emprestado sua força incrível aos negócios: mais de 200 mil unidades com a estampa do personagem já foram vendidas. “A gente é muito marcado no Instagram com as pessoas fazendo a pose do Hulk. Elas se sentem representadas.”

(Fernando Victorino e Nathalia Molina. https://pme.estadao.com.br. Publicado em 12.09.2020. Adaptado)

1. serigrafia: técnica de impressão de desenhos de cores planas através de um caixilho com tela.

2. geek: pessoa muito interessada por tecnologia, computadores e internet.

Em conformidade com a regência verbal e nominal estabelecida pela norma-padrão e com o sentido do texto, pode-se reescrever o trecho do parágrafo do seguinte modo:

 

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