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Após a divulgação de várias matérias sobre a fuga de detentos na penitenciária federal de Mossoró, no mês de fevereiro, o tema da segurança pública tomou conta dos principais debates entre os círculos políticos. Muitos parlamentares, percebendo que este assunto ganhou destaque na opinião pública, passaram a apresentar projetos dos mais variados matizes sobre o tema. O fato de um assunto ganhar relevância nos debates públicos em função da divulgação de notícias sobre este tema é a base da teoria do jornalismo conhecida como:
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No texto intitulado Comunicação de massa, gosto popular e ação social organizada, Robert Merton e Paul Lazarsfeld afirmam que não é do interesse da moderna sociedade complexa a existência de amplas massas da população politicamente apáticas e inertes. A partir desse pressuposto, os dois autores apresentam o conceito de:
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A Comunicação Pública pode ser classificada em três tipos: a comunicação da instituição pública, a comunicação política e a comunicação social. A comunicação da instituição pública visa, entre outras coisas, garantir a compreensão das normas e regras do Estado democrático. A comunicação social comporta tanto atores estatais como não estatais, mas que possuem interesses públicos. Já a comunicação política atende as
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Adelmo Genro Filho define o jornalismo como uma nova forma de apropriação do conhecimento da realidade, distinta da ciência e da arte. Enquanto a ciência é uma forma de conhecimento da realidade cristalizada na , a arte é na particularidade, e, por sua vez, o jornalismo é uma forma de apropriação do conhecimento cristalizada na . As palavras que completam, correta e repectivamente, as lacunas desse enunciado sobre teoria do jornalismo de Adelmo Genro Filho são:
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Durante a Festa do Divino, na cidade de Piracicaba, um veículo local resolve fazer uma enquete com os participantes, perguntando dados pessoais, tais como idade, filiação religiosa, tempo de moradia no município, entre outros. Um dos entrevistados questiona o procedimento da equipe do veículo afirmando que, por se tratar de dados sensíveis, de acordo com a classificação prevista no artigo 5º da Lei nº 13.709/2018, eles não podem ser obtidos e catalogados por terceiros sem prévia autorização, por escrito, de cada um dos entrevistados. Os entrevistadores argumentam que se trata de uma enquete para embasar uma reportagem jornalística. A alegação dos profissionais do veículo jornalístico é
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Leia o texto a seguir.
Tinha deixado óculos em casa, por isso não li a mensagem dizendo que é a permanência de estranhos no centro cirúrgico. Recebi uma advertência por escrito e, , a papeleta com instruções aos funcionários. Concluí que é atenção quando se trabalha em hospitais. Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.
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Leia o soneto, para responder à questão.
O quarto em desordem
Na curva perigosa dos cinquenta
derrapei neste amor. Que dor! Que pétala
sensível e secreta me atormenta
e me provoca à síntese da flor
que não se sabe como é feita: amor,
na quinta-essência da palavra, e mudo
de natural silêncio já não cabe
em tanto gesto de colher e amar
a nuvem que de ambígua se dilui
nesse objeto mais vago do que nuvem
e mais defeso, corpo! corpo, corpo
verdade tão final, sede tão vária,
e esse cavalo solto pela cama,
a passear o peito de quem ama.
(Carlos Drummond de Andrade, Fazendeiro do ar)
Para responder a esta questão, observe os verbos destacados
nas estrofes do soneto:
que não se sabe como é feita: amor,
na quinta-essência da palavra, e mudo
de natural silêncio já não cabe
em tanto gesto de colher e amar
a nuvem que de ambígua se dilui
nesse objeto mais vago do que nuvem
e mais defeso, corpo! corpo, corpo
Assinale a alternativa em que, em novo enunciado, os verbos destacados estão conjugados de acordo com a norma- padrão de concordância e correlação modo-temporal.
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Leia o soneto, para responder à questão.
O quarto em desordem
Na curva perigosa dos cinquenta
derrapei neste amor. Que dor! Que pétala
sensível e secreta me atormenta
e me provoca à síntese da flor
que não se sabe como é feita: amor,
na quinta-essência da palavra, e mudo
de natural silêncio já não cabe
em tanto gesto de colher e amar
a nuvem que de ambígua se dilui
nesse objeto mais vago do que nuvem
e mais defeso, corpo! corpo, corpo
verdade tão final, sede tão vária,
e esse cavalo solto pela cama,
a passear o peito de quem ama.
(Carlos Drummond de Andrade, Fazendeiro do ar)
É correto afirmar que o título do soneto é uma referência, em sentido figurado, ao estado de espírito do eu lírico, que se traduz pela palavra
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Leia o soneto, para responder à questão.
O quarto em desordem
Na curva perigosa dos cinquenta
derrapei neste amor. Que dor! Que pétala
sensível e secreta me atormenta
e me provoca à síntese da flor
que não se sabe como é feita: amor,
na quinta-essência da palavra, e mudo
de natural silêncio já não cabe
em tanto gesto de colher e amar
a nuvem que de ambígua se dilui
nesse objeto mais vago do que nuvem
e mais defeso, corpo! corpo, corpo
verdade tão final, sede tão vária,
e esse cavalo solto pela cama,
a passear o peito de quem ama.
(Carlos Drummond de Andrade, Fazendeiro do ar)
O eu lírico aborda a temática do amor, confessando-se
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Leia o texto, para responder à questão.
A conspiração da feiura
O mundo, ao que me parece, foi terrivelmente enfeado nas últimas décadas, a um ritmo acelerado, desde o fim da Segunda Guerra Mundial. E isso vai continuar envenenando a vida das pessoas no futuro.
Não estou dizendo que o mundo está pior do que era antes em todos os aspectos: isso seria ridículo. Até certo ponto, sem dúvida, um grau de “enfeamento” era inevitável, com o rápido aumento da população e o desenvolvimento de uma sociedade de consumo. Não podemos consumir sem produzir e distribuir, e nem a produção nem a distribuição em massa costumam ser bonitas em si. Não são muitos de nós que estão dispostos a abrir mão dos altos níveis de consumo como um todo.
No fim das contas não posso deixar de me perguntar se o mundo precisa ser tão feio quanto o deixamos. As pessoas que chegam a Paris pelo aeroporto Charles De Gaulle, por exemplo, mal conseguem acreditar, quando vão de trem ou táxi até o centro da Cidade Luz. Na metrópole supostamente mais linda do mundo, elas são recebidas pelo que a Unicef deveria declarar um patrimônio histórico da feiura feito pela humanidade. No centro da cidade em si, praticamente todo edifício construído de 1945 em diante prejudica a beleza de seus arredores.
O que é verdade para Paris é verdade para grande parte dos outros lugares. É como se tivesse havido uma espécie de determinação de enfear o mundo, de modo que nenhuma parte pudesse escapar. Se tivesse havido uma conspiração para deixar o mundo mais feio, teria sido a conspiração mais bem-sucedida da história. É como se alguém tivesse decidido, a partir de uma ideia de justiça, que, se nem todo mundo podia viver na beleza, ninguém deveria viver na beleza.
Não espero que todo mundo concorde comigo. É até possível que eu esteja completamente enganado. Mas, de todo jeito, o tema da beleza (e seu oposto) é obviamente importante de discutir, algo que raramente acontece. É como se estivéssemos ocupados demais com outras coisas mais urgentes para gastar tempo com isso, como se a beleza fosse apenas algo extra e excepcional na vida.
Mas a beleza enriquece e aprimora a vida, assim como a feiura a prejudica e envenena.
(Theodore Darymple. Disponível em: <https://revistaoeste.com/revista/edicao-103>. Acesso em: 12.03.2024)
Observe as relações de sentido que as preposições destacadas estabelecem na passagem – Até certo ponto, sem dúvida, um grau de “enfeamento” era inevitável, com o rápido aumento da população e o desenvolvimento de uma sociedade de consumo. É correto afirmar que as preposições “até”, “sem” e “com” expressam as noções, respectivamente, de
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