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O MAPA DO CÉREBRO
Drauzio Varella
O cérebro humano é a estrutura mais complexa do Universo. Decifrar os mecanismos por meio dos quais ele consegue criar movimentos, percepções, pensamentos, memórias e a consciência é o maior desafio científico de todos os tempos.
Está prestes a ser criado o BAM - Brain Activity Map (Mapa da Atividade Cerebral) -, um megaprojeto organizado para desenvolver novas gerações de técnicas que permitam mapear a atividade de neurônio por neurônio, com precisão de milissegundos.
Parece pretensão paranoide, mas não é. A neuro-ciência tem feito enormes avanços na tecnologia que tornou possível estudar as funções de neurônios isolados.
Imagens do cérebro em ação podem ser obtidas através da ressonância magnética funcional, método que consiste em injetar na veia glicose marcada com isótopos radioativos, e analisar através da ressonância sua distribuição pelas diferentes áreas cerebrais, enquanto a pessoa realiza funções como andar, rir, olhar para figuras que despertam compaixão, raiva, atração sexual, solidariedade.
Apesar desses avanços, os mecanismos responsáveis pela percepção, cognição e ação permanecem misteriosos porque resultam de interações em tempo real de grande número de neurônios, conectados em redes que formam circuitos de altíssima complexidade.
O projeto BAM propõe construir pontes que permitam descrever e manipular as atividades desses circuitos e redes de neurônios e até de cérebros inteiros, com a precisão em microescala de neurônio por neurônio.
O programa tem três objetivos:
1) Construir ferramentas capazes de, a um só tempo, obter imagens da maioria ou de todos os neurônios que fazem parte de cada circuito envolvido nas funções cerebrais;
2) Desenvolver métodos para interferir com o funcionamento de cada neurônio, desses circuitos;
3) Entender as funções essenciais de circuito por circuito. Para atingir tais objetivos, é necessário criar programas de informática capazes de armazenar, manipular e compartilhar dados de imagens e propriedades fisiológicas, em larga escala, que serão compartilhados com todos os investigadores participantes. Será obrigatoriamente um esforço de colaboração internacional entre neurocientistas, físicos, engenheiros e teóricos que trabalham na academia ou na indústria.
Dentro de cinco anos, vai ser possível monitorar ou controlar dezenas de milhares de neurônios. Ao redor dos dez anos, esse número terá sido multiplicado por dez.
Aos 15 anos, já poderemos observar a ação simultânea de um milhão de neurônios. Nessa fase, estaremos aptos a avaliar a função do cérebro inteiro do minúsculo peixe-zebra - usado como modelo em laboratório - ou de determinadas áreas do córtex cerebral de camundongos e de primatas.
Quando essa metodologia estiver disponível, poderá ser utilizada para diagnosticar e tratar distúrbios neuropsiquiátricos, ajudar na recuperação de funções perdidas depois de derrames cerebrais e criar teorias a respeito da cognição e do comportamento humano, baseadas em evidências.
Transtornos cerebrais devastadores como demências, esquizofrenia, depressão, autismo, epilepsia têm suas origens na desorganização das interações entre circuitos de neurônios, no interior do cérebro. Da mesma forma, as perdas de movimentos voluntários provocadas por derrames, paralisia cerebral, esclerose múltipla ou traumatismos medulares que desconectam os centros cerebrais do restante do corpo, poderão ser tratadas e corrigidas por meio dessas novas tecnologias.
As atividades econômicas envolvidas no BAM serão comparáveis às do Projeto Genoma, que exigiu investimentos da ordem de U$ 3,8 bilhões, mas gerou U$ 800 bilhões de impacto econômico. O financiamento deverá vir de fontes governamentais e da iniciativa privada.
Lamento não estarmos vivos - você e eu, leitor - para assistirmos à descrição das bases neurais da consciência, o desafio maior.
A consciência seria uma característica especial e exclusiva de nossa espécie ou apenas um subproduto natural de cérebros mais complexos, que emergiria como simples consequência da integração da experiência individual com as informações sensoriais?
Haverá resposta para indagações como essas?
VARELLA, Dráuzio. O mapa do cérebro. Folha de S. Paulo, 3 maio 2014.
Levando-se em conta exclusivamente as informações do texto, assinale a afirmativa correta.Drauzio Varella
O cérebro humano é a estrutura mais complexa do Universo. Decifrar os mecanismos por meio dos quais ele consegue criar movimentos, percepções, pensamentos, memórias e a consciência é o maior desafio científico de todos os tempos.
Está prestes a ser criado o BAM - Brain Activity Map (Mapa da Atividade Cerebral) -, um megaprojeto organizado para desenvolver novas gerações de técnicas que permitam mapear a atividade de neurônio por neurônio, com precisão de milissegundos.
Parece pretensão paranoide, mas não é. A neuro-ciência tem feito enormes avanços na tecnologia que tornou possível estudar as funções de neurônios isolados.
Imagens do cérebro em ação podem ser obtidas através da ressonância magnética funcional, método que consiste em injetar na veia glicose marcada com isótopos radioativos, e analisar através da ressonância sua distribuição pelas diferentes áreas cerebrais, enquanto a pessoa realiza funções como andar, rir, olhar para figuras que despertam compaixão, raiva, atração sexual, solidariedade.
Apesar desses avanços, os mecanismos responsáveis pela percepção, cognição e ação permanecem misteriosos porque resultam de interações em tempo real de grande número de neurônios, conectados em redes que formam circuitos de altíssima complexidade.
O projeto BAM propõe construir pontes que permitam descrever e manipular as atividades desses circuitos e redes de neurônios e até de cérebros inteiros, com a precisão em microescala de neurônio por neurônio.
O programa tem três objetivos:
1) Construir ferramentas capazes de, a um só tempo, obter imagens da maioria ou de todos os neurônios que fazem parte de cada circuito envolvido nas funções cerebrais;
2) Desenvolver métodos para interferir com o funcionamento de cada neurônio, desses circuitos;
3) Entender as funções essenciais de circuito por circuito. Para atingir tais objetivos, é necessário criar programas de informática capazes de armazenar, manipular e compartilhar dados de imagens e propriedades fisiológicas, em larga escala, que serão compartilhados com todos os investigadores participantes. Será obrigatoriamente um esforço de colaboração internacional entre neurocientistas, físicos, engenheiros e teóricos que trabalham na academia ou na indústria.
Dentro de cinco anos, vai ser possível monitorar ou controlar dezenas de milhares de neurônios. Ao redor dos dez anos, esse número terá sido multiplicado por dez.
Aos 15 anos, já poderemos observar a ação simultânea de um milhão de neurônios. Nessa fase, estaremos aptos a avaliar a função do cérebro inteiro do minúsculo peixe-zebra - usado como modelo em laboratório - ou de determinadas áreas do córtex cerebral de camundongos e de primatas.
Quando essa metodologia estiver disponível, poderá ser utilizada para diagnosticar e tratar distúrbios neuropsiquiátricos, ajudar na recuperação de funções perdidas depois de derrames cerebrais e criar teorias a respeito da cognição e do comportamento humano, baseadas em evidências.
Transtornos cerebrais devastadores como demências, esquizofrenia, depressão, autismo, epilepsia têm suas origens na desorganização das interações entre circuitos de neurônios, no interior do cérebro. Da mesma forma, as perdas de movimentos voluntários provocadas por derrames, paralisia cerebral, esclerose múltipla ou traumatismos medulares que desconectam os centros cerebrais do restante do corpo, poderão ser tratadas e corrigidas por meio dessas novas tecnologias.
As atividades econômicas envolvidas no BAM serão comparáveis às do Projeto Genoma, que exigiu investimentos da ordem de U$ 3,8 bilhões, mas gerou U$ 800 bilhões de impacto econômico. O financiamento deverá vir de fontes governamentais e da iniciativa privada.
Lamento não estarmos vivos - você e eu, leitor - para assistirmos à descrição das bases neurais da consciência, o desafio maior.
A consciência seria uma característica especial e exclusiva de nossa espécie ou apenas um subproduto natural de cérebros mais complexos, que emergiria como simples consequência da integração da experiência individual com as informações sensoriais?
Haverá resposta para indagações como essas?
VARELLA, Dráuzio. O mapa do cérebro. Folha de S. Paulo, 3 maio 2014.
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Analise as frases a seguir.
A. Não podemos afirmar por que o cliente está bravo.
B. Não podemos afirmar porque o cliente está bravo.
C. O cliente está bravo e não sabemos afirmar por quê.
Avalie os comentários sobre essas frases, assinalando (V) para verdadeiro e (F) para falso.
( ) Na frase A, não sabemos qual é a razão de o cliente estar bravo.
( ) Na frase B, o motivo pelo qual não podemos afirmar algo é o fato de o cliente estar bravo.
( ) A frase C tem o mesmo sentido que o da frase A.
( ) A frase C está gramaticalmente incompleta.
Assinale a sequência correta, de cima para baixo.
A. Não podemos afirmar por que o cliente está bravo.
B. Não podemos afirmar porque o cliente está bravo.
C. O cliente está bravo e não sabemos afirmar por quê.
Avalie os comentários sobre essas frases, assinalando (V) para verdadeiro e (F) para falso.
( ) Na frase A, não sabemos qual é a razão de o cliente estar bravo.
( ) Na frase B, o motivo pelo qual não podemos afirmar algo é o fato de o cliente estar bravo.
( ) A frase C tem o mesmo sentido que o da frase A.
( ) A frase C está gramaticalmente incompleta.
Assinale a sequência correta, de cima para baixo.
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O MAPA DO CÉREBRO
Drauzio Varella
O cérebro humano é a estrutura mais complexa do Universo. Decifrar os mecanismos por meio dos quais ele consegue criar movimentos, percepções, pensamentos, memórias e a consciência é o maior desafio científico de todos os tempos.
Está prestes a ser criado o BAM - Brain Activity Map (Mapa da Atividade Cerebral) -, um megaprojeto organizado para desenvolver novas gerações de técnicas que permitam mapear a atividade de neurônio por neurônio, com precisão de milissegundos.
Parece pretensão paranoide, mas não é. A neuro-ciência tem feito enormes avanços na tecnologia que tornou possível estudar as funções de neurônios isolados.
Imagens do cérebro em ação podem ser obtidas através da ressonância magnética funcional, método que consiste em injetar na veia glicose marcada com isótopos radioativos, e analisar através da ressonância sua distribuição pelas diferentes áreas cerebrais, enquanto a pessoa realiza funções como andar, rir, olhar para figuras que despertam compaixão, raiva, atração sexual, solidariedade.
Apesar desses avanços, os mecanismos responsáveis pela percepção, cognição e ação permanecem misteriosos porque resultam de interações em tempo real de grande número de neurônios, conectados em redes que formam circuitos de altíssima complexidade.
O projeto BAM propõe construir pontes que permitam descrever e manipular as atividades desses circuitos e redes de neurônios e até de cérebros inteiros, com a precisão em microescala de neurônio por neurônio.
O programa tem três objetivos:
1) Construir ferramentas capazes de, a um só tempo, obter imagens da maioria ou de todos os neurônios que fazem parte de cada circuito envolvido nas funções cerebrais;
2) Desenvolver métodos para interferir com o funcionamento de cada neurônio, desses circuitos;
3) Entender as funções essenciais de circuito por circuito. Para atingir tais objetivos, é necessário criar programas de informática capazes de armazenar, manipular e compartilhar dados de imagens e propriedades fisiológicas, em larga escala, que serão compartilhados com todos os investigadores participantes. Será obrigatoriamente um esforço de colaboração internacional entre neurocientistas, físicos, engenheiros e teóricos que trabalham na academia ou na indústria.
Dentro de cinco anos, vai ser possível monitorar ou controlar dezenas de milhares de neurônios. Ao redor dos dez anos, esse número terá sido multiplicado por dez.
Aos 15 anos, já poderemos observar a ação simultânea de um milhão de neurônios. Nessa fase, estaremos aptos a avaliar a função do cérebro inteiro do minúsculo peixe-zebra - usado como modelo em laboratório - ou de determinadas áreas do córtex cerebral de camundongos e de primatas.
Quando essa metodologia estiver disponível, poderá ser utilizada para diagnosticar e tratar distúrbios neuropsiquiátricos, ajudar na recuperação de funções perdidas depois de derrames cerebrais e criar teorias a respeito da cognição e do comportamento humano, baseadas em evidências.
Transtornos cerebrais devastadores como demências, esquizofrenia, depressão, autismo, epilepsia têm suas origens na desorganização das interações entre circuitos de neurônios, no interior do cérebro. Da mesma forma, as perdas de movimentos voluntários provocadas por derrames, paralisia cerebral, esclerose múltipla ou traumatismos medulares que desconectam os centros cerebrais do restante do corpo, poderão ser tratadas e corrigidas por meio dessas novas tecnologias.
As atividades econômicas envolvidas no BAM serão comparáveis às do Projeto Genoma, que exigiu investimentos da ordem de U$ 3,8 bilhões, mas gerou U$ 800 bilhões de impacto econômico. O financiamento deverá vir de fontes governamentais e da iniciativa privada.
Lamento não estarmos vivos - você e eu, leitor - para assistirmos à descrição das bases neurais da consciência, o desafio maior.
A consciência seria uma característica especial e exclusiva de nossa espécie ou apenas um subproduto natural de cérebros mais complexos, que emergiria como simples consequência da integração da experiência individual com as informações sensoriais?
Haverá resposta para indagações como essas?
VARELLA, Dráuzio. O mapa do cérebro. Folha de S. Paulo, 3 maio 2014.
Levando-se em conta as informações contidas no texto, analise as afirmações a seguir.Drauzio Varella
O cérebro humano é a estrutura mais complexa do Universo. Decifrar os mecanismos por meio dos quais ele consegue criar movimentos, percepções, pensamentos, memórias e a consciência é o maior desafio científico de todos os tempos.
Está prestes a ser criado o BAM - Brain Activity Map (Mapa da Atividade Cerebral) -, um megaprojeto organizado para desenvolver novas gerações de técnicas que permitam mapear a atividade de neurônio por neurônio, com precisão de milissegundos.
Parece pretensão paranoide, mas não é. A neuro-ciência tem feito enormes avanços na tecnologia que tornou possível estudar as funções de neurônios isolados.
Imagens do cérebro em ação podem ser obtidas através da ressonância magnética funcional, método que consiste em injetar na veia glicose marcada com isótopos radioativos, e analisar através da ressonância sua distribuição pelas diferentes áreas cerebrais, enquanto a pessoa realiza funções como andar, rir, olhar para figuras que despertam compaixão, raiva, atração sexual, solidariedade.
Apesar desses avanços, os mecanismos responsáveis pela percepção, cognição e ação permanecem misteriosos porque resultam de interações em tempo real de grande número de neurônios, conectados em redes que formam circuitos de altíssima complexidade.
O projeto BAM propõe construir pontes que permitam descrever e manipular as atividades desses circuitos e redes de neurônios e até de cérebros inteiros, com a precisão em microescala de neurônio por neurônio.
O programa tem três objetivos:
1) Construir ferramentas capazes de, a um só tempo, obter imagens da maioria ou de todos os neurônios que fazem parte de cada circuito envolvido nas funções cerebrais;
2) Desenvolver métodos para interferir com o funcionamento de cada neurônio, desses circuitos;
3) Entender as funções essenciais de circuito por circuito. Para atingir tais objetivos, é necessário criar programas de informática capazes de armazenar, manipular e compartilhar dados de imagens e propriedades fisiológicas, em larga escala, que serão compartilhados com todos os investigadores participantes. Será obrigatoriamente um esforço de colaboração internacional entre neurocientistas, físicos, engenheiros e teóricos que trabalham na academia ou na indústria.
Dentro de cinco anos, vai ser possível monitorar ou controlar dezenas de milhares de neurônios. Ao redor dos dez anos, esse número terá sido multiplicado por dez.
Aos 15 anos, já poderemos observar a ação simultânea de um milhão de neurônios. Nessa fase, estaremos aptos a avaliar a função do cérebro inteiro do minúsculo peixe-zebra - usado como modelo em laboratório - ou de determinadas áreas do córtex cerebral de camundongos e de primatas.
Quando essa metodologia estiver disponível, poderá ser utilizada para diagnosticar e tratar distúrbios neuropsiquiátricos, ajudar na recuperação de funções perdidas depois de derrames cerebrais e criar teorias a respeito da cognição e do comportamento humano, baseadas em evidências.
Transtornos cerebrais devastadores como demências, esquizofrenia, depressão, autismo, epilepsia têm suas origens na desorganização das interações entre circuitos de neurônios, no interior do cérebro. Da mesma forma, as perdas de movimentos voluntários provocadas por derrames, paralisia cerebral, esclerose múltipla ou traumatismos medulares que desconectam os centros cerebrais do restante do corpo, poderão ser tratadas e corrigidas por meio dessas novas tecnologias.
As atividades econômicas envolvidas no BAM serão comparáveis às do Projeto Genoma, que exigiu investimentos da ordem de U$ 3,8 bilhões, mas gerou U$ 800 bilhões de impacto econômico. O financiamento deverá vir de fontes governamentais e da iniciativa privada.
Lamento não estarmos vivos - você e eu, leitor - para assistirmos à descrição das bases neurais da consciência, o desafio maior.
A consciência seria uma característica especial e exclusiva de nossa espécie ou apenas um subproduto natural de cérebros mais complexos, que emergiria como simples consequência da integração da experiência individual com as informações sensoriais?
Haverá resposta para indagações como essas?
VARELLA, Dráuzio. O mapa do cérebro. Folha de S. Paulo, 3 maio 2014.
I. O autor termina o seu texto se perguntando se a consciência seria algo inerente à nossa espécie ou se seria o resultado da interação entre as nossas informações sensoriais e nossas experiências individuais.
II. A frase do antepenúltimo parágrafo (“Lamento não estarmos vivos – você e eu, leitor – para assistirmos à descrição das bases neurais da consciência, o desafio maior.") expressa a total descrença do autor em relação ao projeto.
III. A total ausência de vocativos indica que o autor, além de objetivo, não faz qualquer concessão no sentido de se dirigir ao leitor, o que mostra que se trata de um texto que se enquadra numa modalidade científica.
Está(ão) correta(s):
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A partir do caso abaixo, responda à questão.
M.S., 22 anos, primípara, com idade gestacional de 30 semanas e 2 dias, com data da última menstruação em 13/03/2014, compareceu ao ambulatório para consulta de pré-natal de gestação de baixo risco. Queixou-se de cãibras, disúria, descanso noturno insatisfatório, dificuldades na alimentação (recusa de alguns alimentos) e azia. Relata contrações que trazem um certo incômodo (nega dor), não ritmadas e que param com alguns movimentos do corpo.
A respeito desta consulta de pré-natal, assinale a alternativa correta:
M.S., 22 anos, primípara, com idade gestacional de 30 semanas e 2 dias, com data da última menstruação em 13/03/2014, compareceu ao ambulatório para consulta de pré-natal de gestação de baixo risco. Queixou-se de cãibras, disúria, descanso noturno insatisfatório, dificuldades na alimentação (recusa de alguns alimentos) e azia. Relata contrações que trazem um certo incômodo (nega dor), não ritmadas e que param com alguns movimentos do corpo.
A respeito desta consulta de pré-natal, assinale a alternativa correta:
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A respeito da sífilis, assinale a alternativa INCORRETA:
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Analise as afirmativas abaixo a respeito do aleitamento materno.
I. Crianças que não recebem leite materno têm maiores riscos de morrer por diarreia, por doenças respiratórias e por outros tipos de infecções quando comparadas às que recebem apenas leite materno sem complementos.
II. A prática da amamentação exclusiva é recomendada até os quatro meses de vida e a manutenção do aleitamento materno acrescido de alimentos complementares até os dois anos de vida ou mais.
III. A introdução precoce de outros alimentos está associada a risco de desnutrição se os alimentos introduzidos forem nutricionalmente inferiores ao leite materno.
IV. A amamentação previne mais mortes entre as crianças de menor nível socioeconômico.
V. O exercício que a criança faz para retirar o leite da mama é muito importante para o desenvolvimento adequado de sua cavidade oral, propiciando uma melhor conformação do palato duro, o que é fundamental para o alinhamento correto dos dentes e uma boa oclusão dentária.
São verdadeiras as afirmativas:
I. Crianças que não recebem leite materno têm maiores riscos de morrer por diarreia, por doenças respiratórias e por outros tipos de infecções quando comparadas às que recebem apenas leite materno sem complementos.
II. A prática da amamentação exclusiva é recomendada até os quatro meses de vida e a manutenção do aleitamento materno acrescido de alimentos complementares até os dois anos de vida ou mais.
III. A introdução precoce de outros alimentos está associada a risco de desnutrição se os alimentos introduzidos forem nutricionalmente inferiores ao leite materno.
IV. A amamentação previne mais mortes entre as crianças de menor nível socioeconômico.
V. O exercício que a criança faz para retirar o leite da mama é muito importante para o desenvolvimento adequado de sua cavidade oral, propiciando uma melhor conformação do palato duro, o que é fundamental para o alinhamento correto dos dentes e uma boa oclusão dentária.
São verdadeiras as afirmativas:
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Leia com atenção o trecho a seguir.
A ambiguidade é um problema de construção na produção da mensagem. Ela se dá a partir de vários fatores.
Como você deve ter observado, o pronome “ela" pode ter vários referentes (pode ser “ambiguidade", “construção", produção" ou “mensagem"), por isso, essa construção é considerada ambígua. Agora, analise as frases a seguir.
I. Atlético quebra invencibilidade do São Paulo em casa.
II. O deputado falou para os seus colegas que suas observações, quanto ao relatório apresentado, não deveriam ser revistas.
III. Policial atira em assaltante com arma de brinquedo em São Paulo.
Assinale a alternativa que contém um comentário INCORRETO sobre essas frases
A ambiguidade é um problema de construção na produção da mensagem. Ela se dá a partir de vários fatores.
Como você deve ter observado, o pronome “ela" pode ter vários referentes (pode ser “ambiguidade", “construção", produção" ou “mensagem"), por isso, essa construção é considerada ambígua. Agora, analise as frases a seguir.
I. Atlético quebra invencibilidade do São Paulo em casa.
II. O deputado falou para os seus colegas que suas observações, quanto ao relatório apresentado, não deveriam ser revistas.
III. Policial atira em assaltante com arma de brinquedo em São Paulo.
Assinale a alternativa que contém um comentário INCORRETO sobre essas frases
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J.S., 75 anos, aposentado, procurou a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), acompanhado de seu filho, muito ansioso e queixando-se de muita dor de cabeça, vertigem, dormência no braço esquerdo, náuseas e vômitos. Seu filho relata que J.S. mora sozinho, é diabético e hipertenso, fuma um maço de cigarros por dia e ingere cachaça diariamente. Refere que faz uso irregular das medicações de uso contínuo e que, há 2 anos, ficou internado pois apresentou quadro de infarto agudo do miocárdio. Ao exame físico, apresentava-se desidratado, emagrecido, hipocorado, anictérico, febril, pressão arterial: 200x100 mmHg, frequência respiratória: 28 ipm e frequência cardíaca: 72 bpm. Foi diagnosticado um quadro de acidente vascular encefálico (AVE) isquêmico.
Em relação ao atendimento do Acidente Vascular Encefálico(AVE), assinale a alternativa correta:
Em relação ao atendimento do Acidente Vascular Encefálico(AVE), assinale a alternativa correta:
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O correio eletrônico é um serviço que permite aos seus usuários trocarem mensagens entre si. Essa comunicação acontece porque cada um dos usuários possui um endereço único, que localiza um espaço conhecido como Caixa Postal. A caixa postal de um usuário apresenta um endereço no formato usuario@dominio. O funcionário1 da Prefeitura Municipal de Piraquara enviou um e-mail, utilizando o Microsoft Outlook 2010 para comunicar sobre a data de uma reunião. Ao analisar a imagem abaixo, é correto afirmar:


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Acerca do Microsoft Word 2010 e do texto digitado conforme mostra a figura acima, assinale a alternativa correta:
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