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Sobre o poema de Mario Quintana “Todos esses que aí
estão atravancando meu caminho, eles passarão… Eu
passarinho!”, marcar C para as afirmativas Certas, E para as
Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a
sequência CORRETA:
(_) Introduzindo o poema, encontram-se três pronomes, os quais se classificam como indefinido, demonstrativo e relativo, respectivamente.
(_) O pronome “eles” configura-se como elemento anafórico, à medida que retoma uma informação anterior.
(_) “Aí estão atravancando” designa-se como uma locução verbal conjugada no tempo presente, visto que mantém o sentido de “atravancam”.
(_) Introduzindo o poema, encontram-se três pronomes, os quais se classificam como indefinido, demonstrativo e relativo, respectivamente.
(_) O pronome “eles” configura-se como elemento anafórico, à medida que retoma uma informação anterior.
(_) “Aí estão atravancando” designa-se como uma locução verbal conjugada no tempo presente, visto que mantém o sentido de “atravancam”.
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No que tange à forma de escrever, algumas palavras
geram dúvidas nos falantes e acabam se tornando um
problema no uso da língua culta. A respeito disso, assinalar a
alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Temos uma personalidade (afim/a fim), por isso nunca brigamos. Que estranho, eu não realizei este pedido! Deve (a ver/ haver) algum engano. Você acredita que o acidente tem (a ver/haver) com a falta de luz? A prefeita se reuniu com os membros do sindicato (afim/a fim) de evitar a greve dos servidores. Eu estou muito (afim/a fim) de aprender outro idioma. Eu não sei o que isso tem (a ver/haver) com o que eu te disse há pouco.
Temos uma personalidade (afim/a fim), por isso nunca brigamos. Que estranho, eu não realizei este pedido! Deve (a ver/ haver) algum engano. Você acredita que o acidente tem (a ver/haver) com a falta de luz? A prefeita se reuniu com os membros do sindicato (afim/a fim) de evitar a greve dos servidores. Eu estou muito (afim/a fim) de aprender outro idioma. Eu não sei o que isso tem (a ver/haver) com o que eu te disse há pouco.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
Sobre a classificação da oração sublinhada no fragmento
“Por meio de seus conteúdos, seus rituais, sua disciplina e
sua moral, esperava-se que a escola tradicional formasse
novas disposições nos indivíduos, que, embora não
diminuíssem as disposições familiares e comunitárias de
origem, deveriam dotar os estudantes de relativa autonomia
quanto a novos caminhos e decisões.”, assinalar a
alternativa CORRETA:
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Na frase “Fragilidade, teu nome é mulher!” (Hamlet - W.
Shakespeare), pressupõe-se que:
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Se substituirmos a palavra sublinhada pela palavra entre
parênteses não alteramos o sentido dos enunciados, EXCETO
em:
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Assinalar a alternativa cuja palavra é acentuada pelo
mesmo motivo que “antídoto”:
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NASA quer instalar gasoduto na Lua para retirar oxigênio e
abastecer futura base lunar
Uma das principais dificuldades para o
estabelecimento de uma base fixa na Lua é tão invisível
quanto vital: o oxigênio — ou melhor, a ausência dele. Se os
planos incluem a construção de uma estação permanente
em nosso astro vizinho, não somente para a própria
exploração lunar, mas também como ponto de partida para
outras missões, será preciso abastecer esse local com
oxigênio suficiente. É pensando em resolver tal dilema que a
NASA planeja instalar gasoduto capaz de retirar o oxigênio
do polo sul da Lua e levá-lo até a estação.
Intitulado Lunar South Pole Oxygen Pipeline (LSPoP), o projeto é ainda somente uma hipótese, que propõe
a retirada e canalização do oxigênio das reservas de gelo do
polo sul da Lua para ser armazenado em uma usina próxima
a uma futura base lunar. A ideia pode parecer
megalomaníaca, mas a possível redução de custos que a
estrutura pode trazer, quando comparado ao custo de
transporte regular de oxigênio por veículos, vem
conquistando apoiadores ao projeto, que visa utilizar o
oxigênio extraído para os habitats humanos, veículos e
outros sistemas.
“O transporte desse oxigênio em veículos
consumiria mais energia que o processo de extração”, diz a
NASA, em comunicado. A expectativa, segundo a nota, é que
essas tecnologias de extração possam ser demonstradas em
grande escala na Lua a partir de 2024, podendo oferecer
suporte direto aos astronautas da missão a partir de 2026.
Além da redução de custos, outra vantagem do
projeto é o risco ambiental reduzido: em caso de vazamento,
o oxigênio simplesmente se dispersaria pelo espaço. O plano
inicial prevê a construção de um gasoduto de 5km, para
alimentar a necessidade de cerca de 10.000 quilos de
oxigênio por ano para uma base funcional, com uma
operação de 2 quilos por hora. “Um gasoduto lunar nunca
foi planejado, e irá revolucionar as operações para o
programa Artemis, reduzindo custo e risco”, conclui a nota.
(Fonte: Hypeness - adaptado.)
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NASA quer instalar gasoduto na Lua para retirar oxigênio e
abastecer futura base lunar
Uma das principais dificuldades para o
estabelecimento de uma base fixa na Lua é tão invisível
quanto vital: o oxigênio — ou melhor, a ausência dele. Se os
planos incluem a construção de uma estação permanente
em nosso astro vizinho, não somente para a própria
exploração lunar, mas também como ponto de partida para
outras missões, será preciso abastecer esse local com
oxigênio suficiente. É pensando em resolver tal dilema que a
NASA planeja instalar gasoduto capaz de retirar o oxigênio
do polo sul da Lua e levá-lo até a estação.
Intitulado Lunar South Pole Oxygen Pipeline (LSPoP), o projeto é ainda somente uma hipótese, que propõe
a retirada e canalização do oxigênio das reservas de gelo do
polo sul da Lua para ser armazenado em uma usina próxima
a uma futura base lunar. A ideia pode parecer
megalomaníaca, mas a possível redução de custos que a
estrutura pode trazer, quando comparado ao custo de
transporte regular de oxigênio por veículos, vem
conquistando apoiadores ao projeto, que visa utilizar o
oxigênio extraído para os habitats humanos, veículos e
outros sistemas.
“O transporte desse oxigênio em veículos
consumiria mais energia que o processo de extração”, diz a
NASA, em comunicado. A expectativa, segundo a nota, é que
essas tecnologias de extração possam ser demonstradas em
grande escala na Lua a partir de 2024, podendo oferecer
suporte direto aos astronautas da missão a partir de 2026.
Além da redução de custos, outra vantagem do
projeto é o risco ambiental reduzido: em caso de vazamento,
o oxigênio simplesmente se dispersaria pelo espaço. O plano
inicial prevê a construção de um gasoduto de 5km, para
alimentar a necessidade de cerca de 10.000 quilos de
oxigênio por ano para uma base funcional, com uma
operação de 2 quilos por hora. “Um gasoduto lunar nunca
foi planejado, e irá revolucionar as operações para o
programa Artemis, reduzindo custo e risco”, conclui a nota.
(Fonte: Hypeness - adaptado.)
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NASA quer instalar gasoduto na Lua para retirar oxigênio e
abastecer futura base lunar
Uma das principais dificuldades para o
estabelecimento de uma base fixa na Lua é tão invisível
quanto vital: o oxigênio — ou melhor, a ausência dele. Se os
planos incluem a construção de uma estação permanente
em nosso astro vizinho, não somente para a própria
exploração lunar, mas também como ponto de partida para
outras missões, será preciso abastecer esse local com
oxigênio suficiente. É pensando em resolver tal dilema que a
NASA planeja instalar gasoduto capaz de retirar o oxigênio
do polo sul da Lua e levá-lo até a estação.
Intitulado Lunar South Pole Oxygen Pipeline (LSPoP), o projeto é ainda somente uma hipótese, que propõe
a retirada e canalização do oxigênio das reservas de gelo do
polo sul da Lua para ser armazenado em uma usina próxima
a uma futura base lunar. A ideia pode parecer
megalomaníaca, mas a possível redução de custos que a
estrutura pode trazer, quando comparado ao custo de
transporte regular de oxigênio por veículos, vem
conquistando apoiadores ao projeto, que visa utilizar o
oxigênio extraído para os habitats humanos, veículos e
outros sistemas.
“O transporte desse oxigênio em veículos
consumiria mais energia que o processo de extração”, diz a
NASA, em comunicado. A expectativa, segundo a nota, é que
essas tecnologias de extração possam ser demonstradas em
grande escala na Lua a partir de 2024, podendo oferecer
suporte direto aos astronautas da missão a partir de 2026.
Além da redução de custos, outra vantagem do
projeto é o risco ambiental reduzido: em caso de vazamento,
o oxigênio simplesmente se dispersaria pelo espaço. O plano
inicial prevê a construção de um gasoduto de 5km, para
alimentar a necessidade de cerca de 10.000 quilos de
oxigênio por ano para uma base funcional, com uma
operação de 2 quilos por hora. “Um gasoduto lunar nunca
foi planejado, e irá revolucionar as operações para o
programa Artemis, reduzindo custo e risco”, conclui a nota.
(Fonte: Hypeness - adaptado.)
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NASA quer instalar gasoduto na Lua para retirar oxigênio e
abastecer futura base lunar
Uma das principais dificuldades para o
estabelecimento de uma base fixa na Lua é tão invisível
quanto vital: o oxigênio — ou melhor, a ausência dele. Se os
planos incluem a construção de uma estação permanente
em nosso astro vizinho, não somente para a própria
exploração lunar, mas também como ponto de partida para
outras missões, será preciso abastecer esse local com
oxigênio suficiente. É pensando em resolver tal dilema que a
NASA planeja instalar gasoduto capaz de retirar o oxigênio
do polo sul da Lua e levá-lo até a estação.
Intitulado Lunar South Pole Oxygen Pipeline (LSPoP), o projeto é ainda somente uma hipótese, que propõe
a retirada e canalização do oxigênio das reservas de gelo do
polo sul da Lua para ser armazenado em uma usina próxima
a uma futura base lunar. A ideia pode parecer
megalomaníaca, mas a possível redução de custos que a
estrutura pode trazer, quando comparado ao custo de
transporte regular de oxigênio por veículos, vem
conquistando apoiadores ao projeto, que visa utilizar o
oxigênio extraído para os habitats humanos, veículos e
outros sistemas.
“O transporte desse oxigênio em veículos
consumiria mais energia que o processo de extração”, diz a
NASA, em comunicado. A expectativa, segundo a nota, é que
essas tecnologias de extração possam ser demonstradas em
grande escala na Lua a partir de 2024, podendo oferecer
suporte direto aos astronautas da missão a partir de 2026.
Além da redução de custos, outra vantagem do
projeto é o risco ambiental reduzido: em caso de vazamento,
o oxigênio simplesmente se dispersaria pelo espaço. O plano
inicial prevê a construção de um gasoduto de 5km, para
alimentar a necessidade de cerca de 10.000 quilos de
oxigênio por ano para uma base funcional, com uma
operação de 2 quilos por hora. “Um gasoduto lunar nunca
foi planejado, e irá revolucionar as operações para o
programa Artemis, reduzindo custo e risco”, conclui a nota.
(Fonte: Hypeness - adaptado.)
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