Foram encontradas 40 questões.
Das palavras abaixo, a que possui o mesmo número de
letras e fonemas é:
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Assinalar a alternativa cuja palavra é acentuada pelo
mesmo motivo que “antídoto”:
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Considerando-se a relação de antonímia entre as palavras
de ambas as colunas, numerar a 2ª coluna de acordo com a
1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência
CORRETA:
(1) Prolixo. (2) Espezinhar. (3) Viabilizar.
( ) Impedir. ( ) Honrar. ( ) Conciso.
(1) Prolixo. (2) Espezinhar. (3) Viabilizar.
( ) Impedir. ( ) Honrar. ( ) Conciso.
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NASA quer instalar gasoduto na Lua para retirar oxigênio e
abastecer futura base lunar
Uma das principais dificuldades para o
estabelecimento de uma base fixa na Lua é tão invisível
quanto vital: o oxigênio — ou melhor, a ausência dele. Se os
planos incluem a construção de uma estação permanente
em nosso astro vizinho, não somente para a própria
exploração lunar, mas também como ponto de partida para
outras missões, será preciso abastecer esse local com
oxigênio suficiente. É pensando em resolver tal dilema que a
NASA planeja instalar gasoduto capaz de retirar o oxigênio
do polo sul da Lua e levá-lo até a estação.
Intitulado Lunar South Pole Oxygen Pipeline (LSPoP), o projeto é ainda somente uma hipótese, que propõe
a retirada e canalização do oxigênio das reservas de gelo do
polo sul da Lua para ser armazenado em uma usina próxima
a uma futura base lunar. A ideia pode parecer
megalomaníaca, mas a possível redução de custos que a
estrutura pode trazer, quando comparado ao custo de
transporte regular de oxigênio por veículos, vem
conquistando apoiadores ao projeto, que visa utilizar o
oxigênio extraído para os habitats humanos, veículos e
outros sistemas.
“O transporte desse oxigênio em veículos
consumiria mais energia que o processo de extração”, diz a
NASA, em comunicado. A expectativa, segundo a nota, é que
essas tecnologias de extração possam ser demonstradas em
grande escala na Lua a partir de 2024, podendo oferecer
suporte direto aos astronautas da missão a partir de 2026.
Além da redução de custos, outra vantagem do
projeto é o risco ambiental reduzido: em caso de vazamento,
o oxigênio simplesmente se dispersaria pelo espaço. O plano
inicial prevê a construção de um gasoduto de 5km, para
alimentar a necessidade de cerca de 10.000 quilos de
oxigênio por ano para uma base funcional, com uma
operação de 2 quilos por hora. “Um gasoduto lunar nunca
foi planejado, e irá revolucionar as operações para o
programa Artemis, reduzindo custo e risco”, conclui a nota.
(Fonte: Hypeness - adaptado.)
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NASA quer instalar gasoduto na Lua para retirar oxigênio e
abastecer futura base lunar
Uma das principais dificuldades para o
estabelecimento de uma base fixa na Lua é tão invisível
quanto vital: o oxigênio — ou melhor, a ausência dele. Se os
planos incluem a construção de uma estação permanente
em nosso astro vizinho, não somente para a própria
exploração lunar, mas também como ponto de partida para
outras missões, será preciso abastecer esse local com
oxigênio suficiente. É pensando em resolver tal dilema que a
NASA planeja instalar gasoduto capaz de retirar o oxigênio
do polo sul da Lua e levá-lo até a estação.
Intitulado Lunar South Pole Oxygen Pipeline (LSPoP), o projeto é ainda somente uma hipótese, que propõe
a retirada e canalização do oxigênio das reservas de gelo do
polo sul da Lua para ser armazenado em uma usina próxima
a uma futura base lunar. A ideia pode parecer
megalomaníaca, mas a possível redução de custos que a
estrutura pode trazer, quando comparado ao custo de
transporte regular de oxigênio por veículos, vem
conquistando apoiadores ao projeto, que visa utilizar o
oxigênio extraído para os habitats humanos, veículos e
outros sistemas.
“O transporte desse oxigênio em veículos
consumiria mais energia que o processo de extração”, diz a
NASA, em comunicado. A expectativa, segundo a nota, é que
essas tecnologias de extração possam ser demonstradas em
grande escala na Lua a partir de 2024, podendo oferecer
suporte direto aos astronautas da missão a partir de 2026.
Além da redução de custos, outra vantagem do
projeto é o risco ambiental reduzido: em caso de vazamento,
o oxigênio simplesmente se dispersaria pelo espaço. O plano
inicial prevê a construção de um gasoduto de 5km, para
alimentar a necessidade de cerca de 10.000 quilos de
oxigênio por ano para uma base funcional, com uma
operação de 2 quilos por hora. “Um gasoduto lunar nunca
foi planejado, e irá revolucionar as operações para o
programa Artemis, reduzindo custo e risco”, conclui a nota.
(Fonte: Hypeness - adaptado.)
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NASA quer instalar gasoduto na Lua para retirar oxigênio e
abastecer futura base lunar
Uma das principais dificuldades para o
estabelecimento de uma base fixa na Lua é tão invisível
quanto vital: o oxigênio — ou melhor, a ausência dele. Se os
planos incluem a construção de uma estação permanente
em nosso astro vizinho, não somente para a própria
exploração lunar, mas também como ponto de partida para
outras missões, será preciso abastecer esse local com
oxigênio suficiente. É pensando em resolver tal dilema que a
NASA planeja instalar gasoduto capaz de retirar o oxigênio
do polo sul da Lua e levá-lo até a estação.
Intitulado Lunar South Pole Oxygen Pipeline (LSPoP), o projeto é ainda somente uma hipótese, que propõe
a retirada e canalização do oxigênio das reservas de gelo do
polo sul da Lua para ser armazenado em uma usina próxima
a uma futura base lunar. A ideia pode parecer
megalomaníaca, mas a possível redução de custos que a
estrutura pode trazer, quando comparado ao custo de
transporte regular de oxigênio por veículos, vem
conquistando apoiadores ao projeto, que visa utilizar o
oxigênio extraído para os habitats humanos, veículos e
outros sistemas.
“O transporte desse oxigênio em veículos
consumiria mais energia que o processo de extração”, diz a
NASA, em comunicado. A expectativa, segundo a nota, é que
essas tecnologias de extração possam ser demonstradas em
grande escala na Lua a partir de 2024, podendo oferecer
suporte direto aos astronautas da missão a partir de 2026.
Além da redução de custos, outra vantagem do
projeto é o risco ambiental reduzido: em caso de vazamento,
o oxigênio simplesmente se dispersaria pelo espaço. O plano
inicial prevê a construção de um gasoduto de 5km, para
alimentar a necessidade de cerca de 10.000 quilos de
oxigênio por ano para uma base funcional, com uma
operação de 2 quilos por hora. “Um gasoduto lunar nunca
foi planejado, e irá revolucionar as operações para o
programa Artemis, reduzindo custo e risco”, conclui a nota.
(Fonte: Hypeness - adaptado.)
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Questão presente nas seguintes provas
NASA quer instalar gasoduto na Lua para retirar oxigênio e
abastecer futura base lunar
Uma das principais dificuldades para o
estabelecimento de uma base fixa na Lua é tão invisível
quanto vital: o oxigênio — ou melhor, a ausência dele. Se os
planos incluem a construção de uma estação permanente
em nosso astro vizinho, não somente para a própria
exploração lunar, mas também como ponto de partida para
outras missões, será preciso abastecer esse local com
oxigênio suficiente. É pensando em resolver tal dilema que a
NASA planeja instalar gasoduto capaz de retirar o oxigênio
do polo sul da Lua e levá-lo até a estação.
Intitulado Lunar South Pole Oxygen Pipeline (LSPoP), o projeto é ainda somente uma hipótese, que propõe
a retirada e canalização do oxigênio das reservas de gelo do
polo sul da Lua para ser armazenado em uma usina próxima
a uma futura base lunar. A ideia pode parecer
megalomaníaca, mas a possível redução de custos que a
estrutura pode trazer, quando comparado ao custo de
transporte regular de oxigênio por veículos, vem
conquistando apoiadores ao projeto, que visa utilizar o
oxigênio extraído para os habitats humanos, veículos e
outros sistemas.
“O transporte desse oxigênio em veículos
consumiria mais energia que o processo de extração”, diz a
NASA, em comunicado. A expectativa, segundo a nota, é que
essas tecnologias de extração possam ser demonstradas em
grande escala na Lua a partir de 2024, podendo oferecer
suporte direto aos astronautas da missão a partir de 2026.
Além da redução de custos, outra vantagem do
projeto é o risco ambiental reduzido: em caso de vazamento,
o oxigênio simplesmente se dispersaria pelo espaço. O plano
inicial prevê a construção de um gasoduto de 5km, para
alimentar a necessidade de cerca de 10.000 quilos de
oxigênio por ano para uma base funcional, com uma
operação de 2 quilos por hora. “Um gasoduto lunar nunca
foi planejado, e irá revolucionar as operações para o
programa Artemis, reduzindo custo e risco”, conclui a nota.
(Fonte: Hypeness - adaptado.)
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2887019
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Piratininga-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Piratininga-SP
Provas:
A poluição é um problema ambiental de bastante
relevância que pode alterar as condições ambientais e gerar
impactos negativos na natureza. Sendo improvável que uma
população humana consiga não gerar impactos ambientais,
existem ideais de prevenção que somam padrões de
consumo sustentáveis e controle do desperdício e do uso de
recursos naturais. Um viés de solução dos problemas
relacionados ao lixo é:
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2887018
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Piratininga-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Piratininga-SP
Provas:
O planeta Terra tem cerca de 70% de sua extensão de
superfície coberta por água. Entretanto, têm se tornado
mais recorrentes os debates sobre a importância da
preservação e da manutenção desse recurso. Considerandose isso, analisar os itens abaixo:
I. Esse recurso precisa ser preservado, pois menos de 1% da água do planeta está disponível para consumo.
II. A água doce é encontrada nas geleiras e nos oceanos glaciais, o que dificulta a exploração do recurso natural.
III. A água salgada não interfere nas cadeias de produção humana, consequentemente, a poluição dos oceanos não pode ser considerada um problema ambiental.
Está(ão) CORRETO(S):
I. Esse recurso precisa ser preservado, pois menos de 1% da água do planeta está disponível para consumo.
II. A água doce é encontrada nas geleiras e nos oceanos glaciais, o que dificulta a exploração do recurso natural.
III. A água salgada não interfere nas cadeias de produção humana, consequentemente, a poluição dos oceanos não pode ser considerada um problema ambiental.
Está(ão) CORRETO(S):
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2887017
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Piratininga-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Piratininga-SP
Provas:
Na maioria das cidades brasileiras, a expansão urbana
não é acompanhada de processos de planejamento e gestão
satisfatórios. Nesse contexto, a compactação excessiva do
solo e o asfaltamento estão entre as causas do seguinte
problema urbano:
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