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2230357 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Pires Rio-GO
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Você já deu uma olhada nas classificações internacionais de países mais felizes do mundo recentemente? Mensurar o subjetivo nível de felicidade de um país tem se tornado um verdadeiro esporte internacional. As pessoas olham com interesse (e um pouco de ciúmes) para nações como a Dinamarca, que costumam aparecer no topo das listas.

Mas viver em uma das nações mais felizes do mundo é tudo isso? O que acontece se você luta para encontrar ou manter a felicidade em um mar de pessoas (supostamente) felizes?

Em certa pesquisa publicada em uma revista científica, descobriu-se que, nos países com os mais altos níveis de felicidade, as pessoas também são mais propensas a experimentarem certo mal-estar diante da pressão social para serem felizes. Dessa forma, viver em países felizes pode ser algo bom para muitos, mas para outros pode representar um fardo e ter um efeito oposto.

Em outra pesquisa, foram entrevistadas 7.443 pessoas de 40 países sobre bem-estar emocional, satisfação com a vida (bem-estar cognitivo) e reclamações de humor (bem-estar clínico). Depois, suas respostas foram comparadas com as percepções delas sobre a pressão social para a positividade. O que se descobriu confirmou resultados prévios. Quando as pessoas afirmam sentir pressão para serem felizes e evitar a tristeza, elas tendem a apresentar déficits na saúde mental, ou seja, elas sentem uma menor satisfação com a própria vida, mais emoções negativas, menos emoções positivas e altos níveis de depressão, ansiedade e estresse.

Brock Bastian e Egon Dejonckheere. Países com maiores índices de felicidade
podem tornar pessoas infelizes. Internet: <Revistagalileu.globo.com> (com adaptações
).

Julgue o seguinte item, relativo às ideias e a aspectos linguísticos do texto anterior.

Depreende-se do texto que pessoas que vivem em países felizes podem sentir-se pressionadas a serem felizes.

 

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2230356 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Pires Rio-GO
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Você já deu uma olhada nas classificações internacionais de países mais felizes do mundo recentemente? Mensurar o subjetivo nível de felicidade de um país tem se tornado um verdadeiro esporte internacional. As pessoas olham com interesse (e um pouco de ciúmes) para nações como a Dinamarca, que costumam aparecer no topo das listas.

Mas viver em uma das nações mais felizes do mundo é tudo isso? O que acontece se você luta para encontrar ou manter a felicidade em um mar de pessoas (supostamente) felizes?

Em certa pesquisa publicada em uma revista científica, descobriu-se que, nos países com os mais altos níveis de felicidade, as pessoas também são mais propensas a experimentarem certo mal-estar diante da pressão social para serem felizes. Dessa forma, viver em países felizes pode ser algo bom para muitos, mas para outros pode representar um fardo e ter um efeito oposto.

Em outra pesquisa, foram entrevistadas 7.443 pessoas de 40 países sobre bem-estar emocional, satisfação com a vida (bem-estar cognitivo) e reclamações de humor (bem-estar clínico). Depois, suas respostas foram comparadas com as percepções delas sobre a pressão social para a positividade. O que se descobriu confirmou resultados prévios. Quando as pessoas afirmam sentir pressão para serem felizes e evitar a tristeza, elas tendem a apresentar déficits na saúde mental, ou seja, elas sentem uma menor satisfação com a própria vida, mais emoções negativas, menos emoções positivas e altos níveis de depressão, ansiedade e estresse.

Brock Bastian e Egon Dejonckheere. Países com maiores índices de felicidade
podem tornar pessoas infelizes. Internet: <Revistagalileu.globo.com> (com adaptações
).

Julgue o seguinte item, relativo às ideias e a aspectos linguísticos do texto anterior.

O sentido original do texto estaria mantido caso a expressão “(supostamente)” fosse eliminada do segundo parágrafo.

 

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2230355 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Pires Rio-GO
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Você já deu uma olhada nas classificações internacionais de países mais felizes do mundo recentemente? Mensurar o subjetivo nível de felicidade de um país tem se tornado um verdadeiro esporte internacional. As pessoas olham com interesse (e um pouco de ciúmes) para nações como a Dinamarca, que costumam aparecer no topo das listas.

Mas viver em uma das nações mais felizes do mundo é tudo isso? O que acontece se você luta para encontrar ou manter a felicidade em um mar de pessoas (supostamente) felizes?

Em certa pesquisa publicada em uma revista científica, descobriu-se que, nos países com os mais altos níveis de felicidade, as pessoas também são mais propensas a experimentarem certo mal-estar diante da pressão social para serem felizes. Dessa forma, viver em países felizes pode ser algo bom para muitos, mas para outros pode representar um fardo e ter um efeito oposto.

Em outra pesquisa, foram entrevistadas 7.443 pessoas de 40 países sobre bem-estar emocional, satisfação com a vida (bem-estar cognitivo) e reclamações de humor (bem-estar clínico). Depois, suas respostas foram comparadas com as percepções delas sobre a pressão social para a positividade. O que se descobriu confirmou resultados prévios. Quando as pessoas afirmam sentir pressão para serem felizes e evitar a tristeza, elas tendem a apresentar déficits na saúde mental, ou seja, elas sentem uma menor satisfação com a própria vida, mais emoções negativas, menos emoções positivas e altos níveis de depressão, ansiedade e estresse.

Brock Bastian e Egon Dejonckheere. Países com maiores índices de felicidade
podem tornar pessoas infelizes. Internet: <Revistagalileu.globo.com> (com adaptações
).

Julgue o seguinte item, relativo às ideias e a aspectos linguísticos do texto anterior.

No primeiro parágrafo, a forma verbal “costumam”, em “costumam aparecer”, está empregada no plural porque estabelece concordância com o termo “As pessoas”.

 

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2230354 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Pires Rio-GO
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Você já deu uma olhada nas classificações internacionais de países mais felizes do mundo recentemente? Mensurar o subjetivo nível de felicidade de um país tem se tornado um verdadeiro esporte internacional. As pessoas olham com interesse (e um pouco de ciúmes) para nações como a Dinamarca, que costumam aparecer no topo das listas.

Mas viver em uma das nações mais felizes do mundo é tudo isso? O que acontece se você luta para encontrar ou manter a felicidade em um mar de pessoas (supostamente) felizes?

Em certa pesquisa publicada em uma revista científica, descobriu-se que, nos países com os mais altos níveis de felicidade, as pessoas também são mais propensas a experimentarem certo mal-estar diante da pressão social para serem felizes. Dessa forma, viver em países felizes pode ser algo bom para muitos, mas para outros pode representar um fardo e ter um efeito oposto.

Em outra pesquisa, foram entrevistadas 7.443 pessoas de 40 países sobre bem-estar emocional, satisfação com a vida (bem-estar cognitivo) e reclamações de humor (bem-estar clínico). Depois, suas respostas foram comparadas com as percepções delas sobre a pressão social para a positividade. O que se descobriu confirmou resultados prévios. Quando as pessoas afirmam sentir pressão para serem felizes e evitar a tristeza, elas tendem a apresentar déficits na saúde mental, ou seja, elas sentem uma menor satisfação com a própria vida, mais emoções negativas, menos emoções positivas e altos níveis de depressão, ansiedade e estresse.

Brock Bastian e Egon Dejonckheere. Países com maiores índices de felicidade
podem tornar pessoas infelizes. Internet: <Revistagalileu.globo.com> (com adaptações
).

Julgue o seguinte item, relativo às ideias e a aspectos linguísticos do texto anterior.

No trecho “Depois, suas respostas foram comparadas com as percepções delas sobre a pressão social para a positividade” (último parágrafo), a forma pronominal em “delas” refere-se às pessoas mencionadas no início daquele parágrafo.

 

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2230353 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Pires Rio-GO
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Você já deu uma olhada nas classificações internacionais de países mais felizes do mundo recentemente? Mensurar o subjetivo nível de felicidade de um país tem se tornado um verdadeiro esporte internacional. As pessoas olham com interesse (e um pouco de ciúmes) para nações como a Dinamarca, que costumam aparecer no topo das listas.

Mas viver em uma das nações mais felizes do mundo é tudo isso? O que acontece se você luta para encontrar ou manter a felicidade em um mar de pessoas (supostamente) felizes?

Em certa pesquisa publicada em uma revista científica, descobriu-se que, nos países com os mais altos níveis de felicidade, as pessoas também são mais propensas a experimentarem certo mal-estar diante da pressão social para serem felizes. Dessa forma, viver em países felizes pode ser algo bom para muitos, mas para outros pode representar um fardo e ter um efeito oposto.

Em outra pesquisa, foram entrevistadas 7.443 pessoas de 40 países sobre bem-estar emocional, satisfação com a vida (bem-estar cognitivo) e reclamações de humor (bem-estar clínico). Depois, suas respostas foram comparadas com as percepções delas sobre a pressão social para a positividade. O que se descobriu confirmou resultados prévios. Quando as pessoas afirmam sentir pressão para serem felizes e evitar a tristeza, elas tendem a apresentar déficits na saúde mental, ou seja, elas sentem uma menor satisfação com a própria vida, mais emoções negativas, menos emoções positivas e altos níveis de depressão, ansiedade e estresse.

Brock Bastian e Egon Dejonckheere. Países com maiores índices de felicidade
podem tornar pessoas infelizes. Internet: <Revistagalileu.globo.com> (com adaptações
).

Julgue o seguinte item, relativo às ideias e a aspectos linguísticos do texto anterior.

Na pergunta apresentada no primeiro parágrafo do texto, os autores dirigem-se diretamente ao leitor.

 

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2230352 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Pires Rio-GO
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Quase 90% das crianças e dos adolescentes brasileiros estão conectados à Internet. Desses, 95% usam o celular como principal dispositivo para acessar sites e aplicativos.

Esses dados, obtidos a partir de um levantamento do Comitê Gestor da Internet no Brasil, em 2019, endossam o fato de que o mundo online faz parte da realidade da maioria da população — e é praticamente impossível pensar que essa “dependência digital” vá diminuir nos próximos anos (ou nas gerações futuras).

Por um lado, a Internet aproxima as pessoas e abre muitas possibilidades de aprendizado e entretenimento. Por outro, há o risco de exagero no tempo conectado, de acesso a conteúdos inapropriados ou de golpes e exposição indevida, ainda mais quando se trata de jovens.

Atentos à necessidade de uma relação mais saudável de crianças e adolescentes com o mundo digital, especialistas no tema citam sete sinais de que há algo errado nessa relação com a tecnologia: ficar muito tempo vidrado nas telinhas; ter acesso a conteúdos inapropriados; trocar o dia pela noite; abandonar o convívio, a rotina e atividades sociais; diminuir o rendimento escolar; estar envolvido em episódios de bullying; desenvolver problemas no corpo e na mente.

“A primeira intervenção é incentivá-los a se desconectar aos poucos. De nada adianta castigar ou tirar o celular da criança ou do adolescente de forma brusca e definitiva”, aponta a médica Evelyn Eisenstein.

André Biernath. Crianças no celular.
Internet: <www.correiobraziliense.com.br> (com adaptações).

Considerando as ideias e propriedades linguísticas do texto anterior, julgue o próximo item.

No terceiro parágrafo, a substituição do termo “inapropriados” por inadequados alteraria o sentido original do texto.

 

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2230351 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Pires Rio-GO
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Quase 90% das crianças e dos adolescentes brasileiros estão conectados à Internet. Desses, 95% usam o celular como principal dispositivo para acessar sites e aplicativos.

Esses dados, obtidos a partir de um levantamento do Comitê Gestor da Internet no Brasil, em 2019, endossam o fato de que o mundo online faz parte da realidade da maioria da população — e é praticamente impossível pensar que essa “dependência digital” vá diminuir nos próximos anos (ou nas gerações futuras).

Por um lado, a Internet aproxima as pessoas e abre muitas possibilidades de aprendizado e entretenimento. Por outro, há o risco de exagero no tempo conectado, de acesso a conteúdos inapropriados ou de golpes e exposição indevida, ainda mais quando se trata de jovens.

Atentos à necessidade de uma relação mais saudável de crianças e adolescentes com o mundo digital, especialistas no tema citam sete sinais de que há algo errado nessa relação com a tecnologia: ficar muito tempo vidrado nas telinhas; ter acesso a conteúdos inapropriados; trocar o dia pela noite; abandonar o convívio, a rotina e atividades sociais; diminuir o rendimento escolar; estar envolvido em episódios de bullying; desenvolver problemas no corpo e na mente.

“A primeira intervenção é incentivá-los a se desconectar aos poucos. De nada adianta castigar ou tirar o celular da criança ou do adolescente de forma brusca e definitiva”, aponta a médica Evelyn Eisenstein.

André Biernath. Crianças no celular.
Internet: <www.correiobraziliense.com.br> (com adaptações).

Considerando as ideias e propriedades linguísticas do texto anterior, julgue o próximo item.

No trecho “ficar muito tempo vidrado nas telinhas” (quarto parágrafo), a palavra “vidrado” poderia ser substituída por desconcentrado, sem alteração do sentido do texto.

 

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2230350 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Pires Rio-GO
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Quase 90% das crianças e dos adolescentes brasileiros estão conectados à Internet. Desses, 95% usam o celular como principal dispositivo para acessar sites e aplicativos.

Esses dados, obtidos a partir de um levantamento do Comitê Gestor da Internet no Brasil, em 2019, endossam o fato de que o mundo online faz parte da realidade da maioria da população — e é praticamente impossível pensar que essa “dependência digital” vá diminuir nos próximos anos (ou nas gerações futuras).

Por um lado, a Internet aproxima as pessoas e abre muitas possibilidades de aprendizado e entretenimento. Por outro, há o risco de exagero no tempo conectado, de acesso a conteúdos inapropriados ou de golpes e exposição indevida, ainda mais quando se trata de jovens.

Atentos à necessidade de uma relação mais saudável de crianças e adolescentes com o mundo digital, especialistas no tema citam sete sinais de que há algo errado nessa relação com a tecnologia: ficar muito tempo vidrado nas telinhas; ter acesso a conteúdos inapropriados; trocar o dia pela noite; abandonar o convívio, a rotina e atividades sociais; diminuir o rendimento escolar; estar envolvido em episódios de bullying; desenvolver problemas no corpo e na mente.

“A primeira intervenção é incentivá-los a se desconectar aos poucos. De nada adianta castigar ou tirar o celular da criança ou do adolescente de forma brusca e definitiva”, aponta a médica Evelyn Eisenstein.

André Biernath. Crianças no celular.
Internet: <www.correiobraziliense.com.br> (com adaptações).

Considerando as ideias e propriedades linguísticas do texto anterior, julgue o próximo item.

No segundo parágrafo, se a forma verbal “endossam” fosse substituída por contrariam, o sentido do texto seria mantido.

 

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2230349 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Pires Rio-GO
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Quase 90% das crianças e dos adolescentes brasileiros estão conectados à Internet. Desses, 95% usam o celular como principal dispositivo para acessar sites e aplicativos.

Esses dados, obtidos a partir de um levantamento do Comitê Gestor da Internet no Brasil, em 2019, endossam o fato de que o mundo online faz parte da realidade da maioria da população — e é praticamente impossível pensar que essa “dependência digital” vá diminuir nos próximos anos (ou nas gerações futuras).

Por um lado, a Internet aproxima as pessoas e abre muitas possibilidades de aprendizado e entretenimento. Por outro, há o risco de exagero no tempo conectado, de acesso a conteúdos inapropriados ou de golpes e exposição indevida, ainda mais quando se trata de jovens.

Atentos à necessidade de uma relação mais saudável de crianças e adolescentes com o mundo digital, especialistas no tema citam sete sinais de que há algo errado nessa relação com a tecnologia: ficar muito tempo vidrado nas telinhas; ter acesso a conteúdos inapropriados; trocar o dia pela noite; abandonar o convívio, a rotina e atividades sociais; diminuir o rendimento escolar; estar envolvido em episódios de bullying; desenvolver problemas no corpo e na mente.

“A primeira intervenção é incentivá-los a se desconectar aos poucos. De nada adianta castigar ou tirar o celular da criança ou do adolescente de forma brusca e definitiva”, aponta a médica Evelyn Eisenstein.

André Biernath. Crianças no celular.
Internet: <www.correiobraziliense.com.br> (com adaptações).

Considerando as ideias e propriedades linguísticas do texto anterior, julgue o próximo item.

Depreende-se do texto que pouco menos de 90% das crianças e dos adolescentes brasileiros têm acesso à Internet.

 

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2230348 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Pires Rio-GO
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Quase 90% das crianças e dos adolescentes brasileiros estão conectados à Internet. Desses, 95% usam o celular como principal dispositivo para acessar sites e aplicativos.

Esses dados, obtidos a partir de um levantamento do Comitê Gestor da Internet no Brasil, em 2019, endossam o fato de que o mundo online faz parte da realidade da maioria da população — e é praticamente impossível pensar que essa “dependência digital” vá diminuir nos próximos anos (ou nas gerações futuras).

Por um lado, a Internet aproxima as pessoas e abre muitas possibilidades de aprendizado e entretenimento. Por outro, há o risco de exagero no tempo conectado, de acesso a conteúdos inapropriados ou de golpes e exposição indevida, ainda mais quando se trata de jovens.

Atentos à necessidade de uma relação mais saudável de crianças e adolescentes com o mundo digital, especialistas no tema citam sete sinais de que há algo errado nessa relação com a tecnologia: ficar muito tempo vidrado nas telinhas; ter acesso a conteúdos inapropriados; trocar o dia pela noite; abandonar o convívio, a rotina e atividades sociais; diminuir o rendimento escolar; estar envolvido em episódios de bullying; desenvolver problemas no corpo e na mente.

“A primeira intervenção é incentivá-los a se desconectar aos poucos. De nada adianta castigar ou tirar o celular da criança ou do adolescente de forma brusca e definitiva”, aponta a médica Evelyn Eisenstein.

André Biernath. Crianças no celular.
Internet: <www.correiobraziliense.com.br> (com adaptações).

Considerando as ideias e propriedades linguísticas do texto anterior, julgue o próximo item.

O texto associa a Internet apenas ao entretenimento, e não ao aprendizado.

 

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