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Os elementos que caracterizam os processos de trânsito são bastante abrangentes, sendo fundamental refletir acerca das inter-relações entre psicologia, ambiente e trânsito. A respeito dessas inter-relações, julgue o item a seguir.
O enfoque multimétodo constitui estratégia basilar para a investigação dos eventos ocorridos no trânsito.
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Os elementos que caracterizam os processos de trânsito são bastante abrangentes, sendo fundamental refletir acerca das inter-relações entre psicologia, ambiente e trânsito. A respeito dessas inter-relações, julgue o item a seguir.
A depressão, o uso de álcool e a apneia são fatores de risco na condução de veículos.
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O envelhecimento populacional é uma realidade mundial, sendo necessário que os psicólogos saibam identificar as principais alterações resultantes desse processo de modo a oferecer um cuidado adequado ao idoso. Acerca do envelhecimento e de sua abordagem pela psicologia, julgue o item seguinte.
A qualidade de vida na velhice envolve a competência comportamental, as condições ambientais e o bem-estar subjetivo.
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O envelhecimento populacional é uma realidade mundial, sendo necessário que os psicólogos saibam identificar as principais alterações resultantes desse processo de modo a oferecer um cuidado adequado ao idoso. Acerca do envelhecimento e de sua abordagem pela psicologia, julgue o item seguinte.
O conceito de envelhecimento ativo, proposto pela Organização Mundial da Saúde, amplia a concepção de envelhecimento saudável.
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O envelhecimento populacional é uma realidade mundial, sendo necessário que os psicólogos saibam identificar as principais alterações resultantes desse processo de modo a oferecer um cuidado adequado ao idoso. Acerca do envelhecimento e de sua abordagem pela psicologia, julgue o item seguinte.
Evidências consistentes apontam para efeitos mínimos da terapia cognitivo-comportamental na depressão do idoso.
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Em relação à psicologia do esporte, que se configura como uma subárea das ciências do esporte, julgue o item a seguir.
Os estudos na área da psicologia do esporte envolvem o exercício físico e saúde, bem como os fatores associados ao esporte competitivo.
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Em relação à psicologia do esporte, que se configura como uma subárea das ciências do esporte, julgue o item a seguir.
Em virtude de a psicologia do esporte estar mais presente nos cursos de educação física, a intervenção nessa área independe da formação profissional em psicologia.
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O tratamento do transtorno da compulsão alimentar periódica pode envolver intervenção grupal com pacientes obesos(as), por meio da técnica de entrevista motivacional (EM). No que se refere a intervenções psicológicas em grupos, julgue o próximo item.
O vício experimentado por usuários de drogas ilícitas é equivalente ao apetite excessivo de alimentos observado em obesos.
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Texto CG1A1-I
Enquanto apenas 30% da população mundial vivia em ambiente urbano no ano de 1950, em 2018 esse índice já representava 55%, de acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU). A projeção de longo prazo da ONU indica a intensificação dessa tendência, com a população urbana mundial representando 68% do total em 2050.
No Brasil, 36% da população era urbana em 1950, valor bastante próximo da média mundial até então. Nas décadas subsequentes, o país experimentou um rápido processo de urbanização, evidenciado pelo fato de que, no ano de 2018, expressivos 87% da população brasileira residia em ambientes urbanos. As projeções de mais longo prazo indicam que essa tendência deve se estabilizar em patamar próximo a 90%.
As cidades representam o mais importante lócus de consumo de energia e emissões relacionadas. Estimativas da IEA (International Energy Agency), em 2016, indicavam que as cidades respondiam por 64% do uso global de energia primária e 70% das emissões globais de dióxido de carbono. Tal fato evidencia o papel central que as cidades têm e terão na determinação do padrão de uso de energia e de emissões de carbono dos países e do mundo. Em particular, a própria transição energética terá seu ritmo bastante afetado pelas mudanças que ocorrerem nas cidades. O mesmo vale para o uso eficiente de recursos (inclusive não energéticos), segurança energética e desenvolvimento sustentável.
Para os estudos de planejamento energético, é importante identificar as mudanças estruturais que impactarão o uso de energia nas cidades no longo prazo. Do ponto de vista tecnológico, no momento em que, simultaneamente, emergem e convergem novas tecnologias de informação, novas tecnologias e modelos de negócios de geração de energia e novas formas de mobilidade, é possível vislumbrar revoluções em diferentes nichos que utilizarão a inteligência artificial, o uso massivo de dados (big data) e a Internet das Coisas como plataformas tecnológicas de propósito geral.
Nesse pano de fundo, emergem fenômenos como cidades inteligentes e indústria 4.0, importantes evoluções no sentido de cidades sustentáveis. A implementação desses conceitos é acompanhada de um número crescente dos mais variados sensores nas mais diferentes situações, o que gera aumento exponencial de dados, que são utilizados para comunicação via Internet, em última instância, de forma a subsidiar tomadas de decisão mais eficientes. Para tornar essa revolução possível, é necessário significativo investimento em infraestrutura, que será a base da economia no futuro próximo.
No entanto, deve-se reconhecer que uma cidade inteligente é um passo necessário, mas não suficiente, e que é preciso abranger mais do que a aplicação inteligente de tecnologia nas áreas urbanas. A adoção de tecnologia deve tornar as cidades mais sustentáveis, melhorando a qualidade de vida de sua população e sua relação com o meio ambiente. Assim, em relação ao uso de energia, é importante que as discussões sobre cidades inteligentes sejam feitas levando-se em consideração tópicos importantes no contexto de transição energética, como uso do espaço urbano e impactos sobre o bem-estar coletivo, mudanças climáticas, os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e a economia circular.
Internet: <www.epe.gov.br> (com adaptações).
Com base nas ideias do texto CG1A1-I, julgue o item a seguir.
De acordo com os dados da ONU, em 1950, menos da metade da população mundial vivia em ambientes urbanos.
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Texto CG1A1-I
Enquanto apenas 30% da população mundial vivia em ambiente urbano no ano de 1950, em 2018 esse índice já representava 55%, de acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU). A projeção de longo prazo da ONU indica a intensificação dessa tendência, com a população urbana mundial representando 68% do total em 2050.
No Brasil, 36% da população era urbana em 1950, valor bastante próximo da média mundial até então. Nas décadas subsequentes, o país experimentou um rápido processo de urbanização, evidenciado pelo fato de que, no ano de 2018, expressivos 87% da população brasileira residia em ambientes urbanos. As projeções de mais longo prazo indicam que essa tendência deve se estabilizar em patamar próximo a 90%.
As cidades representam o mais importante lócus de consumo de energia e emissões relacionadas. Estimativas da IEA (International Energy Agency), em 2016, indicavam que as cidades respondiam por 64% do uso global de energia primária e 70% das emissões globais de dióxido de carbono. Tal fato evidencia o papel central que as cidades têm e terão na determinação do padrão de uso de energia e de emissões de carbono dos países e do mundo. Em particular, a própria transição energética terá seu ritmo bastante afetado pelas mudanças que ocorrerem nas cidades. O mesmo vale para o uso eficiente de recursos (inclusive não energéticos), segurança energética e desenvolvimento sustentável.
Para os estudos de planejamento energético, é importante identificar as mudanças estruturais que impactarão o uso de energia nas cidades no longo prazo. Do ponto de vista tecnológico, no momento em que, simultaneamente, emergem e convergem novas tecnologias de informação, novas tecnologias e modelos de negócios de geração de energia e novas formas de mobilidade, é possível vislumbrar revoluções em diferentes nichos que utilizarão a inteligência artificial, o uso massivo de dados (big data) e a Internet das Coisas como plataformas tecnológicas de propósito geral.
Nesse pano de fundo, emergem fenômenos como cidades inteligentes e indústria 4.0, importantes evoluções no sentido de cidades sustentáveis. A implementação desses conceitos é acompanhada de um número crescente dos mais variados sensores nas mais diferentes situações, o que gera aumento exponencial de dados, que são utilizados para comunicação via Internet, em última instância, de forma a subsidiar tomadas de decisão mais eficientes. Para tornar essa revolução possível, é necessário significativo investimento em infraestrutura, que será a base da economia no futuro próximo.
No entanto, deve-se reconhecer que uma cidade inteligente é um passo necessário, mas não suficiente, e que é preciso abranger mais do que a aplicação inteligente de tecnologia nas áreas urbanas. A adoção de tecnologia deve tornar as cidades mais sustentáveis, melhorando a qualidade de vida de sua população e sua relação com o meio ambiente. Assim, em relação ao uso de energia, é importante que as discussões sobre cidades inteligentes sejam feitas levando-se em consideração tópicos importantes no contexto de transição energética, como uso do espaço urbano e impactos sobre o bem-estar coletivo, mudanças climáticas, os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e a economia circular.
Internet: <www.epe.gov.br> (com adaptações).
Com base nas ideias do texto CG1A1-I, julgue o item a seguir.
A adoção de tecnologia, além de tornar as cidades mais inteligentes, deve primar também pelo melhoramento da qualidade de vida da população e de sua relação com o meio ambiente, tornando o ambiente urbano mais sustentável.
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