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3060417
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
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Muitas doenças que conhecemos hoje em dia são transmitidas por organismos vivos, conhecidos como vetores. As doenças
transmitidas por vetores representam mais de 17% de todas as doenças infecciosas, causando mais de setecentas mil mortes
anualmente (Organização Mundial de Saúde –OMS). Um exemplo de doença causada por vetor é a dengue, que é transmitida
pelo mosquito Aedes aegypt. São doenças que, assim como a dengue, possuem um mosquito como vetor de transmissão,
EXCETO:
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3060416
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
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Conta de luz: calor vai fazer você pagar mais; entenda
Mesmo com os reservatórios de hidrelétricas mais cheios do que o habitual, as tarifas elétricas devem ficar mais caras em 2024.
As ondas de calor intensas que atingiram o Brasil e outros países em 2023, agravadas por um El Niño vigoroso, levaram ao aumento na demanda de energia e fizerem o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) reagir. Para prevenir um blecaute, foi preciso aumentar a capacidade das usinas. E o verão mais quente da história pode estender as medidas emergenciais, como o acionamento de termelétricas, muitas delas com produção mais cara.
(Disponível em: https://istoe.com.br/conta-de-luz-calor-vai-fazer-voce-pagar-mais-entenda/. Acesso em: 17/01/2024. Adaptado.)
Como mencionado na reportagem, produzir energia através de usinas termelétricas é mais caro do que em usinas hidrelétricas. Um dos motivos que torna a produção mais cara são os recursos utilizados na obtenção desta energia. Os recursos utilizados são, EXCETO:
Mesmo com os reservatórios de hidrelétricas mais cheios do que o habitual, as tarifas elétricas devem ficar mais caras em 2024.
As ondas de calor intensas que atingiram o Brasil e outros países em 2023, agravadas por um El Niño vigoroso, levaram ao aumento na demanda de energia e fizerem o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) reagir. Para prevenir um blecaute, foi preciso aumentar a capacidade das usinas. E o verão mais quente da história pode estender as medidas emergenciais, como o acionamento de termelétricas, muitas delas com produção mais cara.
(Disponível em: https://istoe.com.br/conta-de-luz-calor-vai-fazer-voce-pagar-mais-entenda/. Acesso em: 17/01/2024. Adaptado.)
Como mencionado na reportagem, produzir energia através de usinas termelétricas é mais caro do que em usinas hidrelétricas. Um dos motivos que torna a produção mais cara são os recursos utilizados na obtenção desta energia. Os recursos utilizados são, EXCETO:
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José fez duas aplicações financeiras em carteiras de investimentos diferentes, ambas com a mesma taxa de juros; porém,
uma com juros simples e a outra com juros compostos. Todos os meses José acompanhava a evolução de suas aplicações
com base em um gráfico gerado pela plataforma de investimento. Dessa forma, o gráfico que melhor representa, após alguns
meses, a evolução dos valores investidos por José, em cada carteira de investimento é:
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Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) são infecções causadas por vírus, bactérias ou outros micro-organismos, geralmente
transmitidos por meio das atividades sexuais. Muitos chamam de doenças venéreas, doenças da rua, doenças do mundo. A maioria
das ISTs são infecções dos órgãos genitais, mas algumas se manifestam de forma sistêmica. Algumas ISTs podem ser transmitidas
também por outras vias, além da sexual. NÃO trata de uma IST:
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Durante o pré-natal, em alguns casos, a mulher poderá apresentar sinais e/ou sintomas de risco na gestação. É essencial
orientá-la a buscar o serviço de saúde o quanto antes. NÃO se trata de um sinal e/ou sintoma de risco na gravidez:
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3134265
Ano: 2024
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
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Uma Poligonal de 6 vértices apresenta a soma dos ângulos horizontais internos reais iguais a 718º
58’ 45’’. Assinale, a seguir,
o erro de fechamento angular.
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Sobre simplicidade e sabedoria
Pediram-me que escrevesse sobre simplicidade e sabedoria. Aceitei alegremente o convite sabendo que, para que tal
pedido me tivesse sido feito, era necessário que eu fosse velho.
Os jovens e os adultos pouco sabem sobre o sentido da simplicidade. Os jovens são aves que voam pela manhã: seus voos
são flechas em todas as direções. Seus olhos estão fascinados por dez mil coisas. Querem todas, mas nenhuma lhes dá descanso.
Estão sempre prontos a de novo voar. Seu mundo é o mundo da multiplicidade. Eles a amam porque, nas suas cabeças, a
multiplicidade é um espaço de liberdade. Com os adultos acontece o contrário. Para eles, a multiplicidade é um feitiço que os
aprisionou, uma arapuca na qual nunca caíram. Eles a odeiam, mas não sabem como se libertar. Se, para os jovens, a
multiplicidade tem o nome de liberdade, para os adultos, a multiplicidade tem o nome de dever. Os adultos são pássaros presos
nas gaiolas do dever. A cada manhã dez mil coisas os aguardam com as suas ordens (para isso existem as agendas, lugar onde
as dez mil coisas escrevem as suas ordens!). Se não forem obedecidas haverá punições.
No crepúsculo, quando a noite se aproxima, o voo dos pássaros fica diferente. Em nada se parece com o seu voo pela
manhã. Já observaram o voo das pombas no fim do dia? Elas voam numa única direção. Voltam pra casa, o ninho. As aves, ao
crepúsculo, são simples. Simplicidade é isso: quando o coração busca uma coisa só.
Na multiplicidade nos perdemos: ignoramos o nosso desejo. Movemo-nos fascinados pela sedução das dez mil coisas.
Acontece que, como diz o segundo poema do Tao-Te-Ching, “as dez mil coisas aparecem e desaparecem sem cessar”. O caminho
da multiplicidade é um caminho sem descanso. Cada ponto de chegada é um ponto de partida. Cada reencontro é uma
despedida. É um caminho onde não existe casa ou ninho.
O caminho da ciência e dos saberes é o caminho da multiplicidade. Não há fim para as coisas que podem ser conhecidas e
sabidas. O mundo dos saberes é um mundo de somas sem fim. É um caminho sem descanso para a alma. Não há saber diante
do qual o coração possa dizer: “Cheguei, finalmente, ao lar”. Saberes não são lar.
Diz o Tao-Te-Ching: “na busca do conhecimento a cada dia se soma uma coisa. Na busca da sabedoria a cada dia se diminui
uma coisa”. Sabedoria é a arte de degustar. A arte de degustar, distinguir, discernir. O homem dos saberes, diante da
multiplicidade, “precipita-se sobre tudo o que é possível saber, na cega avidez de querer conhecer a qualquer preço”. Mas o
sábio está à procura das “coisas dignas de serem conhecidas”. A sabedoria é a arte de reconhecer e degustar a alegria. Nascemos
para a alegria.
A saudade é o bolso onde a alma guarda aquilo que ela provou e aprovou. Aprovadas foram as expectativas que deram
alegria. O que valeu a pena está destinado à eternidade. A saudade é o resto da eternidade refletido no rio do tempo.
Ando pelas cavernas da minha memória. Há muitas coisas maravilhosas. Mas essas memórias, a despeito do seu tamanho,
não me fazem nada. Não sinto vontade de chorar. Não sinto vontade de voltar.
Aí eu consulto o meu bolso da saudade. Lá se encontram pedaços do meu corpo, alegrias. Observo atentamente, e nada
encontro que tenhas brilho no mundo da multiplicidade. São coisas pequenas, que me nem foram notadas por outras pessoas.
Diz Guimarães Rosa que “felicidade só em raros momentos de distração...” Certo. Ela vem quando não se espera, em
lugares que não se imagina. Dito por Jesus: “É como o vento: sopra onde quer, não sabe donde vem nem para onde vai...”.
Sabedoria é a arte de provar e degustar a alegria, quando ela vem. Mas só dominam essa arte aqueles que têm a graça da
simplicidade. Porque a alegria só mora nas coisas simples.
(ALVES, Rubem. In Concerto para Corpo e Alma. Adaptado.)
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Beijinho, beijinho
Na festa dos 34 anos da Clarinha, o seu marido, Amaro, fez um discurso muito aplaudido. Declarou que não trocava a sua
Clarinha por duas de 17, sabiam por quê? Porque a Clarinha era duas de 17. Tinha a vivacidade, o frescor e, deduzia-se, o fervor
sexual somado de duas adolescentes. No carro, depois da festa, o Marinho comentou:
- Bonito, o discurso do Amaro.
- Não dou dois meses para eles se separarem - disse a Nair.
- O quê?
- Marido, quando começa a elogiar muito a mulher…
Nair deixou no ar todas as implicações da duplicidade masculina.
- Mas eles parecem cada vez mais apaixonados - protestou Marinho.
- Exatamente. Apaixonados demais. Lembra o que eu disse quando a Janice e o Pedrão começaram a andar de mãos
dadas?
- É mesmo…
- Vinte anos de casados e de repente começam a andar de mãos dadas? Como namorados? Ali tinha coisa.
- É mesmo…
- E não deu outra. Divórcio e litigioso.
- Você tem razão.
- E o Mário com a coitada da Marli? De uma hora para outra? Beijinho, beijinho, “mulher formidável” e descobriram que
ele estava de caso com a gerente da loja dela.
- Você acha, então, que o Amaro tem outra?
- Ou outras.
Nem duas de 17 estavam fora de cogitação.
- Acho que você tem razão, Nair. Nenhum homem faz uma declaração daquelas assim, sem outros motivos.
- Eu sei que tenho razão.
- Você tem sempre razão, Nair.
- Sempre, não sei.
- Sempre. Você é inteligente, sensata, perspicaz e invariavelmente acerta na mosca. Você é uma mulher formidável, Nair.
Durante algum tempo, só se ouviu, dentro do carro, o chiado dos pneus no asfalto. Aí Nair perguntou:
- Quem é ela, Marinho?
(Luís Fernando Veríssimo. Em: Cultura Genial.)
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Nós
Segredos escondidos. Planos de dominação mundial. Cumplicidade de edredom. Voz no silêncio. Suspiros. Raiva. Você pensa
em mim no futuro?
“Aonde você for eu vou ao lado.”
Nós.
Plural, duplinha, mãos dadas. O outro lado do fone de ouvido. Playlist secreta. Piadas internas. Apelidos que não fazem
sentido algum para o resto do mundo.
Nós contra o resto do mundo. Nosso pequeno universo, nossa caixa, nosso quarto, nosso bunker.
Nós e a minha dúvida do quanto o amor dura. Essa minha ideia de que amor é algo comestível, suculento, a melhor refeição
da sua vida, mas com o tempo embolora.
Como faz pra continuar junto por muitos anos, ainda se amando, ainda cultuando essa seita secreta que eu chamo de “nós”?
Não te contei, mas ando com uma obsessão de querer saber isso dos casais que também são “eles” há muito tempo. Quero
aprender pra te ensinar.
Nós e essa minha teimosia em insistir no amor mesmo com tantas cicatrizes de guerra espalhadas pelo meu corpo.
Você nem questiona quem as fez. O que te importa é esse meu pequeno pedaço de carne que ainda não tem nenhuma
marca. É pequeno. Mas é fértil.
Você sussurra no meu ouvido que “dessa vez vai ser diferente” e eu seguro nas suas mãos com essa fé cega que na verdade
é pura teimosia.
Dessa vez vai ser diferente.
(GICOVATE, Paula. Este é um livro sobre amor, 2014.)
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Nós
Segredos escondidos. Planos de dominação mundial. Cumplicidade de edredom. Voz no silêncio. Suspiros. Raiva. Você pensa
em mim no futuro?
“Aonde você for eu vou ao lado.”
Nós.
Plural, duplinha, mãos dadas. O outro lado do fone de ouvido. Playlist secreta. Piadas internas. Apelidos que não fazem
sentido algum para o resto do mundo.
Nós contra o resto do mundo. Nosso pequeno universo, nossa caixa, nosso quarto, nosso bunker.
Nós e a minha dúvida do quanto o amor dura. Essa minha ideia de que amor é algo comestível, suculento, a melhor refeição
da sua vida, mas com o tempo embolora.
Como faz pra continuar junto por muitos anos, ainda se amando, ainda cultuando essa seita secreta que eu chamo de “nós”?
Não te contei, mas ando com uma obsessão de querer saber isso dos casais que também são “eles” há muito tempo. Quero
aprender pra te ensinar.
Nós e essa minha teimosia em insistir no amor mesmo com tantas cicatrizes de guerra espalhadas pelo meu corpo.
Você nem questiona quem as fez. O que te importa é esse meu pequeno pedaço de carne que ainda não tem nenhuma
marca. É pequeno. Mas é fértil.
Você sussurra no meu ouvido que “dessa vez vai ser diferente” e eu seguro nas suas mãos com essa fé cega que na verdade
é pura teimosia.
Dessa vez vai ser diferente.
(GICOVATE, Paula. Este é um livro sobre amor, 2014.)
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