Foram encontradas 1.060 questões.
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pitangueiras-SP
“De acordo com Lei Orgânica de Seguridade Social – Lei nº 8.212/1991, as companhias seguradoras que mantêm o seguro obrigatório de danos pessoais causados por veículos automotores de vias terrestres deverão repassar à Seguridade Social
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A primeira instituição de assistência social, segundo alguns autores, foi a Legião Brasileira de Assistência (LBA), criada no ano de 1942 como órgão responsável por colaborar junto ao Estado. A LBA tem origem na mobilização do trabalho civil, feminino e de elite, e da opinião pública, em apoio ao esforço nacional representado pela entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial, por meio da prestação de serviços assistenciais às famílias dos convocados; além disso, atuava em praticamente todas as áreas da assistência social. Diante do exposto, pode-se afirmar que a LBA inaugurou o chamado:
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A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
– Como é que liga? – perguntou.
– Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
– Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
– Não precisa manual de instrução.
– O que é que ela faz?
– Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
– O quê?
– Controla, chuta...
– Ah, então é uma bola.
– Claro que é uma bola.
– Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
– Você pensou que fosse o quê?
– Nada, não.
O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina. O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
– Filho, olha.
O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.
(Festa de Criança, Luís Fernando Veríssimo. São Paulo: Ática, 2002.)
Em relação ao travessão, sinal de pontuação grafado na horizontal presente ao decorrer do texto, é possível afirmar que pode ser empregado para, EXCETO:
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“As bases do Serviço Social estão intimamente ligadas aos movimentos de autoajuda e, somente em 1936, foi fundada a Associação Americana para seu estudo. O enfoque terapêutico e disciplinador dado ao trabalho desenvolvido, facilita o processo de integração-adaptação, porque ele contém o comportamento do homem inadequado, desequilibrado, sem, no entanto, rever questões sociais mais profundas. Nesse sentido, o problema está no homem, não na sociedade.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
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O conhecimento apresenta-se como uma das expressões do desenvolvimento da capacidade humana de compreender e explicar a realidade nas suas múltiplas determinações. O núcleo que é responsável, neste sentido, por explicar o processo de conhecimento do ser social, enfatizando as teorias modernas e contemporâneas, denomina-se: Núcleo de
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A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
– Como é que liga? – perguntou.
– Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
– Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
– Não precisa manual de instrução.
– O que é que ela faz?
– Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
– O quê?
– Controla, chuta...
– Ah, então é uma bola.
– Claro que é uma bola.
– Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
– Você pensou que fosse o quê?
– Nada, não.
O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina. O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
– Filho, olha.
O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.
(Festa de Criança, Luís Fernando Veríssimo. São Paulo: Ática, 2002.)
As palavras a seguir foram retiradas do texto e possuem a mesma classificação quanto à acentuação, EXCETO:
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No processo de constituição da intenção de ruptura, Netto (1991) destaca três momentos: da sua emersão; da sua consolidação acadêmica; e, do seu espraiamento sobre a categoria profissional. Sua emersão é caracterizada pela formação de uma coletividade crítica de assistentes sociais que procuraram alternativas globais para superar a prática do serviço social tradicional. Além disso, sua difusão baseia-se no surgimento do método:
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A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
– Como é que liga? – perguntou.
– Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
– Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
– Não precisa manual de instrução.
– O que é que ela faz?
– Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
– O quê?
– Controla, chuta...
– Ah, então é uma bola.
– Claro que é uma bola.
– Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
– Você pensou que fosse o quê?
– Nada, não.
O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina. O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
– Filho, olha.
O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.
(Festa de Criança, Luís Fernando Veríssimo. São Paulo: Ática, 2002.)
Ao realizar a leitura do texto e considerarmos a atualidade, podemos evidenciar que, EXCETO:
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O estágio se constitui num instrumento fundamental na formação da análise crítica e da capacidade interventiva, propositiva e investigativa do estudante, que precisa apreender os elementos concretos que constituem a realidade social capitalista e suas contradições, de modo a intervir, posteriormente como profissional, nas diferentes expressões da questão social, que vêm se agravando diante do movimento maisrecente de colapso mundial da economia, em sua fase financeira, e de desregulamentação do trabalho e dos direitos sociais. A materialização do estágio curricular supervisionado deverá ocorrer em consonância com:
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Reestruturação produtiva refere-se aos sucessivos processos de transformação nas empresas e indústrias; é o processo de consolidação do modelo flexível do trabalho industrial. Com a reestruturação produtiva, pode-se afirmar que ocorreu:
I. O crescimento do trabalho na produção, proporcionando um espaço de autonomia dos trabalhadores.
II. A modificação na natureza do trabalho, no significado do trabalho e no conteúdo do trabalho; houve a precarização da força de trabalho.
III. A certeza de trabalho, emprego e renda, proporcionando o aumento da média dos salários.
IV. A centralização e organização nas relações de trabalho, proporcionando um aumento do estado do bem-estar social.
Está correto o que se afirma apenas em
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