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Dadas as afirmativas sobre a evolução populacional do município de Poço das Trincheiras, em relação à tabela abaixo,
| POÇO DAS TRINCHEIRAS - AL | |
| ANO | HABITANTES |
| 1991 | 11.489 |
| 1996 | 10.938 |
| 2000 | 13.222 |
| 2007 | 12.205 |
| 2010 | 13.872 |
I. Ao comparar o número de habitantes da população nos anos de 2000 e 2007, pode-se afirmar que houve um aumento significativo da população pocense.
II. As condições de vida na região contribuem para uma maior emigração de sua população.
III. A alta taxa de mortalidade infantil do município contribuiu para um baixo crescimento populacional nas últimas duas décadas.
IV. Entre os anos de 1991 e 1996 houve um acentuado processo imigratório para o município de Poço das Trincheiras.
verifica-se que está(ão) correta(s)
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Considere que você está fiscalizando a execução das estruturas em concreto armado de uma obra para a qual foi estabelecido um fator água/cimento igual a 0,6. Assinale a opção que corresponde à quantidade de água, em litros, na execução de cada dosagem de concreto por saco de cimento de 50 kg.
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Dados os itens seguintes sobre o bioma da caatinga, predominante no município de Poço das Trincheiras,
I. A vegetação é constituída por espécies lenhosas, herbáceas, cactáceas e bromeliáceas.
II. Dentre os biomas brasileiros, é o menos conhecido cientificamente.
III. É um dos biomas mais ameaçados, devido ao uso inadequado e insustentável dos seus solos e recursos naturais.
IV. Esse bioma é pouco importante do ponto de vista biológico por apresentar fauna e flora únicas, formado por uma pequena biodiversidade, pobre em recursos genéticos e de vegetação.
verifica-se que está(ão) correto(s)
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Solidários na porta
Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro, o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se este fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.
O trânsito em qualquer grande cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização.
Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas pode ter uma surpresa.
– Porta aberta!
– O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade da porta se abrir e você cair do carro. A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” É como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram.
Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.
VERÍSSIMO, Luís Fernando. O suicida e o computador.
Porto Alegre. L&PM, 1992. p. 55-56.
Assinale a opção que está em desacordo com o texto.
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Alagoas é o Estado brasileiro que possui a maior diversificação em folguedos. Na maioria, originários da Península Ibérica ou vindos até nós do continente europeu através de formas portuguesas, misturando-se aqui nas Alagoas às manifestações de origem africana, resultando em novas formas de diversões. Neste contexto histórico, pode-se afirmar que dentre os folguedos do município de Poço das Trincheiras estão
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Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: UFAL
Orgão: Pref. Poço Trincheiras-AL
Dentre as opções abaixo, assinale aquela que corresponde a uma afirmação falsa em relação ao desenho em meio eletrônico utilizando o Autocad.
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O modelo educacional que nos formou, com exceções, teve o demérito de bloquear nossa criatividade, na razão direta em que não atendeu aos dois anseios infantis mais saudáveis: o desejo de entender o mundo por meio do exercício da curiosidade, e o desejo de mudar o mundo pela transgressão construtiva.
Vida Simples, p. 19, agosto/2013
As duas características: “o desejo de entender o mundo por meio do exercício da curiosidade” / “o desejo de mudar o mundo pela transgressão construtiva” constituem
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Solidários na porta
Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro, o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se este fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.
O trânsito em qualquer grande cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização.
Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas pode ter uma surpresa.
– Porta aberta!
– O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade da porta se abrir e você cair do carro. A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” É como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram.
Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.
VERÍSSIMO, Luís Fernando. O suicida e o computador.
Porto Alegre. L&PM, 1992. p. 55-56.
Considerando as afirmações seguintes acerca do primeiro período do texto: “Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro, o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas".
I. O 1º período do texto encerra mais de um tipo de oração, sendo a 1ª oração classificada como coordenada sindética adversativa.
II. A segunda oração do período é coordenada sindética adversativa e é a principal da terceira.
III. O elemento de coesão “como se”, que introduz a terceira oração (como se ainda estivesse nas cavernas), pode ser desdobrado em duas noções; a primeira, comparativa e a segunda, condicional.
IV. Por meio do elemento de coesão “como se”, presente na 3ª oração, percebe-se que o termo de comparação é hipotético.
constata-se que está(ão) correta(s)
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Solidários na porta
Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro, o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se este fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.
O trânsito em qualquer grande cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização.
Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas pode ter uma surpresa.
– Porta aberta!
– O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade da porta se abrir e você cair do carro. A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” É como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram.
Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.
VERÍSSIMO, Luís Fernando. O suicida e o computador.
Porto Alegre. L&PM, 1992. p. 55-56.
Quanto ao emprego das vírgulas no trecho abaixo,
“Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso”.
assinale a opção correta.
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Analise as definições correspondentes aos termos da primeira coluna e enumere a segunda coluna de acordo com a primeira.
| 1ª coluna | 2ª coluna |
| 1. Cura | ( ) Produto químico utilizado para melhorar algumas características do concreto. |
| 2. Adensamento | ( ) Microconcreto utilizando agregados de pequeno diâmetro e com adição de aditivos especiais, utilizado no preenchimento de vazios. |
| 3. Grout | ( ) Etapa que consiste em compactar a massa de concreto a fim de diminuir o maior volume possível dos vazios encontrados no seu interior, preenchidos por bolhas de ar. |
| 4. Aditivo | ( ) É a determinação das quantidades de materiais adequadas, de acordo com a característica desejada para o concreto. Também é denominado de proporcionamento. |
| 5. Traço | ( ) Série de procedimentos adotados para controlar a hidratação do cimento, de modo a evitar que o concreto perca água para o ambiente e retraia abruptamente, o que acarreta o surgimento de fissuras. |
Assinale a opção que corresponde à sequência correta, de cima para baixo.
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