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Avalie as afirmações abaixo sobre o Estatuto dos Servidores Públicos de Ponte Nova (Lei Municipal nº 2.902/2006).

I - O provimento dos cargos públicos far-se-á por ato da autoridade competente de cada poder, do dirigente superior de autarquia ou de fundação pública.

II – A nomeação far-se-á em comissão quando se tratar de cargo da classe inicial de carreira, a qual não será de livre exoneração.

III - As pessoas portadoras de deficiência têm o direito de se inscrever em concurso público para provimento de cargo cujas atribuições sejam compatíveis com a deficiência de que são portadoras.

IV – O nível médio é o mínimo de escolaridade exigido para o exercício de um cargo público.

Está correto apenas o que se afirma em

 

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TEXTO PARA A QUESTÃO

Galinhas, justiça

Nuno Ramos

O inferno, se existe, é com certeza um lugar cheio. O sofrimento solitário pode ser melancólico ou extremamente assustador – em filmes de terror, as vítimas estão quase sempre sozinhas –, mas o horror maior está associado à multidão. Isso está tão entranhado em nós que transfere-se facilmente aos bichos. Como não sentir aflição numa estrada, quando ficamos presos atrás de um caminhão cheio de porcos? Ou numa granja, diante de uma jaula de galinhas que tentam se mover num espaço absurdamente comprimido? Embora fossem mais comuns antigamente, há ainda, nas feiras ou mercados de periferia, lojas macabras onde ficam amontoadas, num cubo de penas e de cacarejos, esperando para morrer. O que resta de vivo nessas galinhas comprimidas às dúzias é puramente acidental e irrelevante, algo a ser interrompido em breve pela degola.

Galinhas parecem extremamente burras. Não representam a paz, como as pombas, nem a sabedoria e a vigília, como as corujas, nem a agressividade altiva e predadora, como os falcões ou os condores. Mas há o ovo, a obra-prima comum a todas as aves, uma perfeita combinação de higiene e de asco, de assepsia e de gosma, de transparência e amarelo de cádmio, de sol e placenta, desastre e construção, de solidez e fragilidade, origem e fim.

No entanto, mesmo neste grau mínimo de identificação, o sofrimento animal incomoda. E mais do que a ameaça ou efetivação da morte, é a comparação massiva de um largo número de indivíduos num espaço exíguo que parece insuportável. A multidão, tornada coisa física, peso e matéria, torna-se também repugnante – acho mais fácil ver cortado o pescoço de uma galinha do que observá-las enjauladas. Talvez seja apenas num momento como este, num estádio de futebol ou numa passeata, sufocados por quem também nos sufoca, que percebemos nossa dependência da atmosfera. Precisamos de ar à nossa volta, de vento, da curva côncava, sempre um pouco além de nós, e nossa visão faz o elogio da distância, do azul e da miragem.

É preciso renunciar à compressão física como castigo. Punimos nossa amável paralisia, o abandono de nossos membros à inércia como uma industriosidade gestual simplesmente histérica. E se fazemos isto conosco voluntariamente, imagine com aqueles que devem ser punidos. Estes são tratados pior do que galinhas enjauladas, amontoados atrás das barras como sacos vazios sem mistério e sem vida pregressa.

RAMOS, Nuno. Ó. São Paulo: Iluminuras, 2008. p. 73-81. (fragmento adaptado).

“Mas há o ovo, a obra-prima comum a todas as aves, uma perfeita combinação de higiene e de asco, de assepsia e de gosma, de transparência e amarelo de cádmio, de sol e placenta, desastre e construção, de solidez e fragilidade, origem e fim.”

A ideia exposta pelo autor no período em destaque foi desenvolvida por meio

 

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Sobre o tempo de serviço, previsto no Estatuto dos Servidores Públicos de Ponte Nova, avalie as afirmações abaixo e marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso.

( ) A apuração do tempo de serviço será feita em dias, que serão convertidos em anos, considerado o ano como de trezentos e sessenta e cinco dias.

( ) A licença para tratamento de saúde de pessoa da família do servidor, até noventa dias, será contada apenas para efeito de aposentadoria e disponibilidade.

( ) É contado para todos os efeitos o tempo de serviço público municipal, exceto o prestado às Forças Armadas.

( ) O tempo de serviço prestado à União será necessariamente contado em dobro.

A sequência correta é

 

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TEXTO PARA A QUESTÃO

Galinhas, justiça

Nuno Ramos

O inferno, se existe, é com certeza um lugar cheio. O sofrimento solitário pode ser melancólico ou extremamente assustador – em filmes de terror, as vítimas estão quase sempre sozinhas –, mas o horror maior está associado à multidão. Isso está tão entranhado em nós que transfere-se facilmente aos bichos. Como não sentir aflição numa estrada, quando ficamos presos atrás de um caminhão cheio de porcos? Ou numa granja, diante de uma jaula de galinhas que tentam se mover num espaço absurdamente comprimido? Embora fossem mais comuns antigamente, há ainda, nas feiras ou mercados de periferia, lojas macabras onde ficam amontoadas, num cubo de penas e de cacarejos, esperando para morrer. O que resta de vivo nessas galinhas comprimidas às dúzias é puramente acidental e irrelevante, algo a ser interrompido em breve pela degola.

Galinhas parecem extremamente burras. Não representam a paz, como as pombas, nem a sabedoria e a vigília, como as corujas, nem a agressividade altiva e predadora, como os falcões ou os condores. Mas há o ovo, a obra-prima comum a todas as aves, uma perfeita combinação de higiene e de asco, de assepsia e de gosma, de transparência e amarelo de cádmio, de sol e placenta, desastre e construção, de solidez e fragilidade, origem e fim.

No entanto, mesmo neste grau mínimo de identificação, o sofrimento animal incomoda. E mais do que a ameaça ou efetivação da morte, é a comparação massiva de um largo número de indivíduos num espaço exíguo que parece insuportável. A multidão, tornada coisa física, peso e matéria, torna-se também repugnante – acho mais fácil ver cortado o pescoço de uma galinha do que observá-las enjauladas. Talvez seja apenas num momento como este, num estádio de futebol ou numa passeata, sufocados por quem também nos sufoca, que percebemos nossa dependência da atmosfera. Precisamos de ar à nossa volta, de vento, da curva côncava, sempre um pouco além de nós, e nossa visão faz o elogio da distância, do azul e da miragem.

É preciso renunciar à compressão física como castigo. Punimos nossa amável paralisia, o abandono de nossos membros à inércia como uma industriosidade gestual simplesmente histérica. E se fazemos isto conosco voluntariamente, imagine com aqueles que devem ser punidos. Estes são tratados pior do que galinhas enjauladas, amontoados atrás das barras como sacos vazios sem mistério e sem vida pregressa.

RAMOS, Nuno. Ó. São Paulo: Iluminuras, 2008. p. 73-81. (fragmento adaptado).

A palavra que foi formada pelo mesmo processo de “industriosidade” é

 

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Um rico empresário, sem herdeiros diretos, registrou num testamento que sua fortuna deve ser dividida da seguinte forma: !$ { \Large { 1 \over 2}} !$ para um hospital beneficente, !$ { \Large { 2 \over 9}} !$ para uma ONG, !$ { \Large { 1 \over 18}} !$ para os funcionários de sua empresa, e o restante para ser dividido, igualmente entre seus dois amigos, Pedro e João.

A fração dessa fortuna a ser recebida por cada um dos seus amigos é

 

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Considere uma função f tal que f(x+ 3 ) =x − f(x) para todo x real. Sendo f ( 1 ) = 2 , então o valor de f(7) é igual a

 

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Numa reunião de professores, um deles afirma que “todos os alunos das turmas A e B ficaram com nota maior ou igual a 75 em Matemática”. Porém, ao verificar esses resultados, esse professor observou que a sua afirmação não era verdadeira.

Assim, podemos concluir corretamente que

 

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Textos para a questão

Texto I

No seu discurso ao receber o Nobel de Literatura no dia 7 de outubro de 2010, em Estocolmo, o escritor Mario Vargas Llosa disse que o momento mais importante de sua vida foi quando aprendeu a ler. A partir daí pôde mergulhar nas coisas do mundo, no íntimo do pensamento das pessoas, pôde viajar até o fundo do mar, ao alto das montanhas e ir até à Lua e ao espaço sideral. O mesmo Vargas Llosa diz que seu grande e mais longo amor foi Madame Bovary, uma personagem trágica criada por Gustave Flaubert. Com esta afirmação ele nos provoca para lembrar personagens marcantes dos quais tomamos conhecimento por meio das leituras.

A leitura é o mais importante instrumento de liberdade. Um preso com acesso a livros pode ser menos preso do que um homem livre sem acesso à leitura.

BUARQUE, Cristovam. Deslumbre e entendimento. In:

FAILLA, Zoara (org.). retratos da leitura no Brasil 4. Rio de Janeiro: Sextante, 2016. p. 43. Disponível em: < http://prolivro.org.br/home/images/2016/RetratosDaLeitura2016_ LIVRO_EM_PDF_FINAL_COM_CAPA.pdf>. Acesso em: 18 out. 2019. (fragmento)

Texto II

Posso afirmar que Monteiro Lobato foi tão importante na minha formação como a educação que meus pais me ofereceram. E também a que recebi na escola. Um livro pelo qual alguém se apaixona é assim: transmite valores e uma forma de pensar. Lobato fez com que eu fosse transportado de um universo limitado para um mundo mágico construído por palavras, repleto de ideias libertadoras. Ele me fez pensar.

Tornei-me um franco atirador literário. Simplesmente devorava o que aparecia. Fundamentado por minha própria vivência, hoje, acho muito discutível dizer que um livro não é adequado para determinada idade. Não creio que os livros estejam divididos entre bons e ruins, mas entre aqueles que fascinam ou não um leitor em dado momento de sua vida. O hábito da leitura implica um processo de sedução. Os primeiros livros têm, por assim dizer, que “fisgar” o leitor, para que mais tarde ele se disponha a usufruir dos mais complexos. Quando alguém cria uma relação intensa e profunda com os livros, ler se torna parte de sua vida.

CARRASCO, Walcyr. A história de uma paixão – De leitor a autor. In: FAILLA, Zoara (org.). retratos da leitura no Brasil 4. Rio de Janeiro: Sextante, 2016. p. 47-49. Disponível em: < http://prolivro.org.br/home/images/2016/RetratosDaLeitura2016_ LIVRO_EM_PDF_FINAL_COM_CAPA.pdf>. Acesso em: 18 out. 2019. (fragmento adaptado).

"Não creio que os livros estejam divididos entre bons e ruins, mas entre aqueles que fascinam ou não um leitor em dado momento de sua vida."

Sobre o período composto, analise as asserções a seguir.

I - Esse período é composto por quatro orações.

II - A oração “que os livros estejam divididos entre bons e ruins” exerce a função de objeto direto do verbo “creio”.

III - Nesse período composto, a oração “mas entre aqueles que fascinam ou não um leitor em dado momento de sua vida” estabelece uma ideia de oposição em relação à oração anterior.

IV - As ocorrências do “que” nesse período se justificam por ser um pronome relativo.

Está correto apenas o que se afirma em

 

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O escritor brasileiro Laurentino Gomes, autor dos livros 1808, 1822 e 1889, publicou neste ano seu mais novo livro sobre a história do Brasil. O título do livro é a

 

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TEXTO PARA A QUESTÃO

Galinhas, justiça

Nuno Ramos

O inferno, se existe, é com certeza um lugar cheio. O sofrimento solitário pode ser melancólico ou extremamente assustador – em filmes de terror, as vítimas estão quase sempre sozinhas –, mas o horror maior está associado à multidão. Isso está tão entranhado em nós que transfere-se facilmente aos bichos. Como não sentir aflição numa estrada, quando ficamos presos atrás de um caminhão cheio de porcos? Ou numa granja, diante de uma jaula de galinhas que tentam se mover num espaço absurdamente comprimido? Embora fossem mais comuns antigamente, há ainda, nas feiras ou mercados de periferia, lojas macabras onde ficam amontoadas, num cubo de penas e de cacarejos, esperando para morrer. O que resta de vivo nessas galinhas comprimidas às dúzias é puramente acidental e irrelevante, algo a ser interrompido em breve pela degola.

Galinhas parecem extremamente burras. Não representam a paz, como as pombas, nem a sabedoria e a vigília, como as corujas, nem a agressividade altiva e predadora, como os falcões ou os condores. Mas há o ovo, a obra-prima comum a todas as aves, uma perfeita combinação de higiene e de asco, de assepsia e de gosma, de transparência e amarelo de cádmio, de sol e placenta, desastre e construção, de solidez e fragilidade, origem e fim.

No entanto, mesmo neste grau mínimo de identificação, o sofrimento animal incomoda. E mais do que a ameaça ou efetivação da morte, é a comparação massiva de um largo número de indivíduos num espaço exíguo que parece insuportável. A multidão, tornada coisa física, peso e matéria, torna-se também repugnante – acho mais fácil ver cortado o pescoço de uma galinha do que observá-las enjauladas. Talvez seja apenas num momento como este, num estádio de futebol ou numa passeata, sufocados por quem também nos sufoca, que percebemos nossa dependência da atmosfera. Precisamos de ar à nossa volta, de vento, da curva côncava, sempre um pouco além de nós, e nossa visão faz o elogio da distância, do azul e da miragem.

É preciso renunciar à compressão física como castigo. Punimos nossa amável paralisia, o abandono de nossos membros à inércia como uma industriosidade gestual simplesmente histérica. E se fazemos isto conosco voluntariamente, imagine com aqueles que devem ser punidos. Estes são tratados pior do que galinhas enjauladas, amontoados atrás das barras como sacos vazios sem mistério e sem vida pregressa.

RAMOS, Nuno. Ó. São Paulo: Iluminuras, 2008. p. 73-81. (fragmento adaptado).

Embora fossem mais comuns antigamente, há ainda, nas feiras ou mercados de periferia, lojas macabras onde ficam amontoadas, num cubo de penas e de cacarejos, esperando para morrer.”

Mantendo-se o sentido do texto, o termo em destaque pode ser substituído por

 

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