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Foram encontradas 730 questões.

Leia o texto a seguir e depois responda à questão.

Diálogos da fé

800 anos depois, islâmicos e católicos relembram

diálogo marcante.

Em 1219, São Francisco de Assis e o sultão do Egito

al-Malik fizeram um encontro histórico em busca da paz e da harmonia.

O início deste ano de 2019 foi marcado por um evento inter-religiosamente importante. O líder da Igreja Católica, Papa Francisco, e o Sheikh da Universidade de Al-azhar, Prof. Dr. Ahmad al-Tayeb, realizaram o Encontro da Fraternidade Humana em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos, e em consequência disso assinaram o Documento Sobre a Fraternidade Humana em prol da paz e da convivência comum. O documento não se restringiu apenas aos membros das duas comunidades, cujos líderes estavam ali assinando o documento, mas sim a toda humanidade sem nenhuma restrição. Os tópicos principais deste documento tratavam de direitos humanos, liberdade religiosa/fé/crença e sacralidade da vida humana, e condenava-se a barbaridade que das guerras e do terrorismo resulta. Estes, porém, são apenas alguns dos assuntos abordados pelo documento.

Além desta ocorrência histórica, em meio a tantas turbulências e problemas, este ano remete à memória de algum outro marco histórico para ambas as comunidades. Oitocentos anos atrás, o outro Francisco, que hoje é santo da Igreja, em meio às turbulentas batalhas das cruzadas, cruzou as linhas de guerra e foi ao encontro com o sultão do Egito, al -Malik al-Kamil al-Ayoubi, em 1219. A história é marcante, pois homem sedento de paz e de harmonia foi ao encontro do outro que também era sedento da paz e cansado de ver o sangue dos filhos dos outros. Este evento histórico marcou a amizade de um frade católico e um sultão muçulmano. Esta amizade, segundo o cardeal Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, deu a oportunidade de os frades franciscanos até hoje trabalharem no Egito e na região ao redor.

No último sábado, dia 28 de setembro, as entidades islâmicas Federação das Associações Muçulmanas no Brasil (FAMRAS) e União Nacional das Entidades Islâmicas (UNI), e as entidades representativas dos frades franciscanos Conferência da Família Franciscana no Brasil (CFFB) e a Ordem dos Frades Menores (OFM), realizaram o evento em memória do encontro entre o sultão e São Francisco de Assis na Mesquita da Misericórdia, situada na região de Santo Amaro. O evento iniciou-se com a plantação da Árvore da Fraternidade. Nesta ocasião, os líderes religiosos da comunidade islâmica e das entidades franciscanas plantaram uma árvore de ipê desejando que gere muitos frutos de diálogo e da irmandade junto as suas cheirosas flores. Logo depois, passou-se ao Salão Multiuso da Mesquita, onde aconteceram as palestras, mostras artísticas e homenagens aos líderes religiosos que estavam presentes.

As palestras foram marcadas com as falas de irmã Cleusa Aparecida Neves, frade César Külkamp e Sheikh Muhammad al-Bukai.

A irmã Cleusa, presidente da CFFB, denunciou a falta do diálogo e o autoritarismo que está crescente. O frei César, provincial da Província Franciscana, usou das palavras de Dom Helder Câmara, afirmando que devemos adotar a humanidade toda por família.

Já o Sheikh Muhammad al-Bukai afirmou que o ser humano tem tendências à eternidade, mas o que dura eternamente são as nossas ações. Em continuidade de sua fala, o Sheikh afirmou que nas guerras não há vitória, todos perdem. Lembrando do ato de São Francisco e do Sultão al-Malik em busca da paz, ressaltou que este é um ato que durará eternamente.

Ao finalizar, faço das palavras deles as minhas e ressalto que o que foi realizado na noite do dia 28 de setembro é uma semente que gerará muitos frutos pela frente. Mas nenhum de nós recolhê-las-á, esta é a parte mais importante do que se faz em prol do diálogo. Desejo que as futuras gerações possam colher os frutos da árvore de irmandade.

KUS, Atilla. Diálogos de fé. CartaCapital, 1º out. 2019.

Disponível em: <https:// www.cartacapital.com.br/blogs/dialogos-da-fe/800-anos-depois-islamicos- e-catolicos-relembram-dialogo-marcante/>. Acesso em: 2 out. 2019.

Sobre regência, no primeiro parágrafo, no último período, que o verbo “são” é classificado sintaticamente como

 

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1893500 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Pref. Ponte Nova-MG

A questão refere-se Ao texto seguinte.

O cartaz a seguir encontra-se no Jardim Botânico de São Paulo.

Enunciado 3255707-1

Disponível em: <https://nofigueiredo.com.br/jardim-botanico-de-sao-paulo- parte-2/>. Acesso em: 05 out. 2019.

O principal objetivo do cartaz é

 

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1893496 Ano: 2019
Disciplina: Radiologia
Banca: FCM
Orgão: Pref. Ponte Nova-MG
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Analise a imagem apresentada na figura a seguir.

Enunciado 3255659-1

Fonte: Bushong (2010, p.298). Adaptado.

Avalie o que se afirma sobre essa imagem.

I. A figura representa o posicionamento oblíquo da coluna e demonstra os forames intervertebrais.

II. A figura mostra uma imagem radiográfica AP da coluna cervical.

III. A figura representa um perfil da coluna com a apresentação das sete vértebras cervicais.

IV. Na figura, A representa o arco posterior e o tubérculo de C1 e em B, o forame intervertebral entre C4 e C5.

Está correto apenas o que se afirma em

 

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1893483 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: FCM
Orgão: Pref. Ponte Nova-MG
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A respeito do atendimento à demanda espontânea,

 

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1893468 Ano: 2019
Disciplina: Biologia
Banca: FCM
Orgão: Pref. Ponte Nova-MG
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Existem três diferentes fases no processamento de amostras para exames laboratoriais, sendo elas: pré -analítica, analítica e pós-analítica. Com relação às fontes de variação pré-analítica, elas podem ser divididas em variáveis fisiológicas, de coleta e manipulação da amostra, e endógenas. Considerando a fase pré-analítica, associe a fonte de variação a cada um dos itens.

fonte de variação

(1) Fisiológica

(2) Coleta e manipulação da amostra

(3) Endógenas

itens

( ) efeitos da infusão

( ) efeito de medicamentos e seus metabólitos

( ) postura

( ) tempo de garroteamento

( ) idade

( ) centrifugação

( ) altitude

A sequência correta dessa associação é

 

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Nas Olimpíadas de 2016, realizadas no Rio de Janeiro, os atletas brasileiros ganharam medalhas de ouro e o país terminou a competição em lugar. O atleta Isaias Queiroz tornou-se o maior medalhista brasileiro em uma mesma edição de jogos olímpicos ao ganhar medalhas competindo no esporte .

 

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TEXTO para a questão

o Dedo de Deus, o dedo do alemão e o dedo do

brasileiro

Manuel Bandeira

É uma tecla muito batida pelos que procuram estudar o caráter dos brasileiros, o gosto que estes revelam pela improvisação em todos os ramos da atividade. A cada passo, se verifica o pendor deles para as tarefas improvisadas, de que não raro se saem com brilho e galhardia. Isso de se preparar longa e pacientemente para resolver os problemas próprios a uma certa especialidade, não vai muito com eles. Improvisam-se os nossos sociólogos, improvisam-se os nossos estadistas, improvisam-se os nossos linguistas.

Os nossos grandes poetas podem se contar pelos dedos(A), e nenhum tivemos até hoje capaz de uma destas obras de fôlego, como a Divina comédia, o Fausto ou os Lusíadas, onde, escolhido o tema capital, o seu autor põe ao lado das ideias mestras da cultura do seu tempo, toda a sua inteligência e toda a sua sensibilidade. Agora abancai ao zinco de um bar em dias de Carnaval e aparecendo um violão, vereis com que facilidade o malandro mais desprovido de letras inventa um despotismo de quadrinhas de desafio ou de embolada. Isso na cidade. No sertão, então, nem se fala. Para os matutos do Nordeste(B), “poeta” só é o sujeito capaz de improvisar na boca da viola. Não sei quem foi o literato que de uma feita recitou para uns cantadores do sertão algumas poesias de Bilac. Os homens ouviram calados, mas depois indagaram se Bilac era “poeta” mesmo.(C)

- Como poeta mesmo?

- Nós queremo sabê se ele é capaz mêmo de improvisá na viola(D)...

BANDEIRA, Manuel. Crônicas inéditas II, 1930-1944. São Paulo: Cosac Naify, 2009. p. 16. (fragmento adaptado).

Manuel Bandeira apresenta um julgamento de valor à produção literária nordestina no seguinte fragmento do texto:

 

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1893463 Ano: 2019
Disciplina: Educação Artística
Banca: FCM
Orgão: Pref. Ponte Nova-MG
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Pensando as tendências e as concepções do ensino de arte na Educação Brasileira, Clarissa M. de Araújo e Everson M. A. Silva desenvolvem seu artigo, destacando três movimentos ao longo do tempo do ensino da arte, quais sejam, o Ensino de Arte Pré- Moderna; o Ensino de Arte Moderna, que se subdivide em duas frentes, a tendência da Expressão e a da Atividade; e o Ensino de Arte Pós-Moderna. Considerando esse panorama, associe corretamente a tendência à sua caracterização.

TENDÊNCiA

(1) Ensino de Arte como Técnica

(2) Ensino de Arte como Expressão

(3) Ensino de Arte como Atividade

(4) Ensino de Arte como Conhecimento

CARACTERiZAÇÃO

( ) Cantar músicas da rotina escolar.

( ) Promover experiência terapêutica.

( ) Contribuir para o estudo da ciência.

( ) Representar o processo mental a partir do desenho infantil.

( ) Catequizar os povos da terra, utilizando como instrumento a arte.

( ) Compreender a arte como uma construção social, histórica e cultural.

( ) Preparar apresentações artísticas para a comemoração de datas festivas.

( ) Exercitar a forma na produção de figuras, do desenho do modelo vivo, do retrato.

( ) Perceber o artístico ligado à cognição como um elemento de manifestação da razão.

A sequência correta dessa associação é

 

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A QUESTÃO REFEREM-SE AO TEXTO.

A ascensão dos podcasts

“Um distúrbio de origem desconhecida na atmosfera criou uma zona de baixa pressão. A previsão é de chuva e ventos fortes”, diz o narrador. É uma notícia de rádio. O repórter se despede. Começa a tocar música. Um pouco depois, ele volta ao ar, dizendo que precisa interromper o programa para dar outra notícia: “O observatório Mount Jennings, em Chicago, relatou explosões na superfície de Marte...”. Volta a música.

Então vem mais um boletim: “Às 8h50 da noite, um objeto enorme, talvez um meteorito, caiu numa fazenda em Grovers Mill, Nova Jersey.” A rádio manda um repórter para a fazenda imediatamente.

E ele entra ao vivo: “Não é um meteorito. É um objeto cilíndrico...”. Seres enormes e cheios de tentáculos estão saindo de lá, o rapaz relata. A polícia se aproxima. E a nave começa a soltar raios. “O que é isso?! O raio atingiu os policiais e eles estão pegando fogo! Está tudo pegando fogo: os celeiros, os carros. Tudo!”

É assim que começa Guerra dos Mundos, o drama radiofônico que Orson Welles produziu em 1938, simulando uma invasão alienígena. A genialidade ali está na cadência dramática.

A repercussão do programa rendeu ao jovem Welles, de 23 anos, um convite de Hollywood. E aos 26 anos ele estrearia como diretor de cinema, com seu Cidadão Kane – talvez o filme mais importante de todos os tempos.

Em 1938, enfim, não havia TV. O rádio era a Netflix, era a internet. Era tudo. Talentos como Welles, então, se especializaram em produzir obras de arte do entretenimento apenas com som, sem o auxílio de imagens.

Essa época parecia relegada ao passado. Mas não. A essência dela está voltando agora, com a explosão dos podcasts. É a primeira vez desde o fim da Era do Rádio que tanta gente, de tantas áreas diferentes, se dedica a produzir conteúdo inovador em forma de áudio puro.

superinteressante. Carta ao Leitor, São Paulo, p. 3, set. 2019. Adaptado.

Em “É a primeira vez desde o fim da Era do Rádio”, o termo sublinhado estabelece, nesse trecho, relação de

 

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1893457 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: FCM
Orgão: Pref. Ponte Nova-MG
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A abordagem às pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) não leva em consideração que

 

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