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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
I. A epopeia era um gênero clássico composto em verso que narrava os feitos gloriosos de um herói que representava um povo.
II. A tragédia era um gênero da Antiguidade Clássica que mostrava a força de um herói que encontrava a felicidade por ter coragem mesmo após ter cometido um erro trágico.
III. A tragédia era um gênero teatral composto para ser encenado, como exemplos, tem-se “Édipo Rei” e “Antígona”, de Sófocles.
Quais estão corretas?
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
I. Gil Vicente compôs várias obras representativas do Humanismo Literário.
II. Entre as características do Humanismo, destacam-se a transição para o antropocentrismo e a racionalidade nascente.
III. O Humanismo representou uma ruptura total com os valores medievais.
Quais estão corretas?
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
Leia o poema a seguir e analise as assertivas a seu respeito:
Canção do exílio
Gonçalves Dias
Minha terra tem palmeiras
Onde canta o Sabiá,
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar – sozinho, à noite –
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu’inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
I. Trata-se de um poema formado por seis estrofes, cada uma delas, um quarteto.
II. Os versos do poema são todos heptassílabos.
III. Trata-se de um poema formado somente por versos brancos.
Quais estão corretas?
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( ) Báros relaciona-se a “peso” ou “pressão”, como em “barômetro”.
( ) Em “acrofobia”, o radical ácros refere-se a “alto”.
( ) O radical mésos relaciona-se a “liso”, “sem saliências”, como em “Mesopotâmia”.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima pra baixo, é:
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( ) Não se deve atribuir sentido reflexivo a verbos que designam sentimentos como “queixar-se”, “zangar-se” e outros meramente pronominais.
( ) Na voz reflexiva, o sujeito é, ao mesmo tempo, agente e paciente: faz uma ação cujos efeitos ele mesmo sofre ou recebe.
( ) Em frases como “João fala de si”, há reflexividade, mas não há voz reflexiva, porque o verbo não é reflexivo.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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De volta às aulas
Por Cláudio Moreno
Volta fevereiro, e com ele voltam as aulas na maioria dos estados deste imenso Brasil.
Como de costume, também, começam a chegar as dúvidas escolares, enviadas por pais e mães
aflitos com o conteúdo que está sendo servido a seus filhos. Fico espantado com a desconfiança
generalizada que esses pais têm com relação ao conhecimento dos professores, os quais, a julgar
pelas consultas que recebi, demonstram conhecer muito bem o seu ofício, como o prezado leitor
poderá avaliar na relação abaixo.
1) Auto ou Alto de Natal — “Na lista de livros que deram para meu filho este ano
consta Auto de Natal, assim, com U, como automóvel. Fui conferir na internet e, como eu
imaginava, achei Alto de Natal em várias páginas conceituadas do Google. O problema é que
também tem muitas outras com Auto, mesmo, como a escola escreveu. Afinal, é Alto ou Auto de
Natal? Obrigada pela atenção”.
Resposta — Senhora mãe, a escola do teu filho está correta. Os autos eram pecinhas do
teatro de origem popular, geralmente religiosa, que eram encenadas, na Idade Média, nas
escadarias da igreja. Em Portugal, Gil Vicente escreveu vários autos famosos, como o Auto da
Barca do Inferno e o Auto da Índia. No teu caso, é claro que é Auto de Natal. Lembro-te o Auto
da Compadecida, do Ariano Suassuna, que até minissérie já virou. A confusão entre as duas
palavras é favorecida pelo som, já que a letra L depois da vogal é lida normalmente como /u/.
Basta ver o erro corriqueiro de escrever piano de *ca...da, quando deveria ser ca...da.
2) Plural de Sol? Feminino de Papa — “Minha filha começou a estudar o gênero e o número
dos substantivos e o professor deu uma lista de exemplos que serão tomados no teste da primeira
semana de março. Fiquei preocupado com duas coisas: ele dá guarda-sóis como o plural
de guarda-sol e papisa como o feminino de papa. Mas plural de Sol é possível? Não é só um? E
desde quando papa tem feminino, se a Igreja Católica não aceita mulheres em seus quadros?”.
Resposta — Senhor pai, o professor do teu filho está correto. O Sol (nota a maiúscula!),
nosso astro-rei, é realmente um só, mas o sol (com minúscula), com seus vários significados,
flexiona normalmente no plural. O Sol é o centro do sistema planetário a que a Terra pertence,
mas há bilhões de outros sóis, a maior parte deles maiores do que o nosso...
Afirmar que papa não tem feminino porque jamais uma mulher assumiu o trono de São
Pedro é o mesmo erro de raciocínio: temos de distinguir o universo real, infinito, do universo da
linguagem, que é mais extenso ainda, maior que o infinito, pois ela nos permite falar no que
existe e no que nunca existiu. Precisamos do feminino papisa, quando mais não seja, para poder
dizer “Nunca houve uma papisa até hoje”, ou “A história da papisa Joana é uma lenda sem
fundamento”, ou “Já tivemos vários papas, mas nenhuma papisa”.
3) Feminino de gafanhoto? — “A professora da minha filha pequena disse em aula que o
feminino de pato é pata e o de sapo é sapa, mas que só tem formiga e não tem formigo, só
tem gafanhoto e não tem gafanhota. Eu também fiquei curiosa e fui pesquisar. Todo o mundo
afirma o mesmo, mas ninguém explica o porquê. Existe alguma razão gramatical que eu não
estou enxergando? Obrigada”.
Resposta — Senhora mãe, a gramática não é responsável por isso. Ocorre que uma língua
(qualquer uma) economiza ao máximo os seus recursos e só vai fazer distinções de gênero que
sejam importantes para os seus falantes — em outras palavras, ela só vai marcar os dois sexos
biológicos quando isso tiver alguma importância para a comunidade. Para a criação de animais
domésticos e de abate, por exemplo, é fundamental distinguir entre machos e fêmeas (o boi,
a vaca, o touro; a ovelha e o carneiro; o galo e a galinha, e por aí vai a valsa). No entanto (ao
menos por enquanto) não ganhamos nada em marcar esta distinção no caso da formiga,
da girafa, do gafanhoto ou da onça. Se for realmente necessário distinguir, recorremos, então,
ao acréscimo de “macho” ou “fêmea”: a girafa macho, a fêmea do crocodilo, o macho da saracura,
evitando a criação de formas de raro uso como *o girafo, *a crocodila e *o saracuro
(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/claudio-moreno/noticia/2024/02/de-volta-as-aulas clt6ac6b900ag01471iw6smk4.html - texto adaptado especialmente para esta prova)
“É fundamental distinguir entre machos e fêmeas”.
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