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Foram encontradas 260 questões.

3656115 Ano: 2025
Disciplina: Artes Visuais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
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Nos processos de desenvolvimento da apreciação de uma obra de arte, os leitores passam por diferentes estágios de leitura, segundo Housen (1983). O leitor cuja apreciação é realizada de forma mais individualizada, menos objetiva, estabelecendo associações com o coletivo ao ler a obra e sendo menos rigoroso ao construir seu argumento é um leitor do estágio
 

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3656114 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
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Considerando os gêneros literários da Antiguidade Clássica, analise as assertivas a seguir:

I. A epopeia era um gênero clássico composto em verso que narrava os feitos gloriosos de um herói que representava um povo.
II. A tragédia era um gênero da Antiguidade Clássica que mostrava a força de um herói que encontrava a felicidade por ter coragem mesmo após ter cometido um erro trágico.
III. A tragédia era um gênero teatral composto para ser encenado, como exemplos, tem-se “Édipo Rei” e “Antígona”, de Sófocles.

Quais estão corretas?
 

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3656113 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
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No texto-base desta prova, menciona-se o autor português Gil Vicente. Sobre ele e o período literário ao qual pertencem suas obras, analise as assertivas a seguir:

I. Gil Vicente compôs várias obras representativas do Humanismo Literário.
II. Entre as características do Humanismo, destacam-se a transição para o antropocentrismo e a racionalidade nascente.
III. O Humanismo representou uma ruptura total com os valores medievais.

Quais estão corretas?
 

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3656112 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
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Assinale a alternativa que NÃO apresenta um movimento literário ocorrido no Brasil no século XIX.
 

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3656111 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
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Leia o poema a seguir e analise as assertivas a seu respeito:

Canção do exílio


Gonçalves Dias

Minha terra tem palmeiras

Onde canta o Sabiá,

As aves, que aqui gorjeiam,

Não gorjeiam como lá.


Nosso céu tem mais estrelas,

Nossas várzeas têm mais flores,

Nossos bosques têm mais vida,

Nossa vida mais amores.


Em cismar, sozinho, à noite,

Mais prazer encontro eu lá;

Minha terra tem palmeiras,

Onde canta o Sabiá.


Minha terra tem primores,

Que tais não encontro eu cá;

Em cismar – sozinho, à noite –

Mais prazer encontro eu lá;

Minha terra tem palmeiras,

Onde canta o Sabiá.


Não permita Deus que eu morra,

Sem que eu volte para lá;

Sem que desfrute os primores

Que não encontro por cá;

Sem qu’inda aviste as palmeiras,

Onde canta o Sabiá.



I. Trata-se de um poema formado por seis estrofes, cada uma delas, um quarteto.

II. Os versos do poema são todos heptassílabos.

III. Trata-se de um poema formado somente por versos brancos.

Quais estão corretas?

 

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3656110 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
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Assinale a alternativa na qual o termo sublinhado NÃO tenha a função sintática de objeto indireto.
 

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3656109 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
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Assinale a alternativa na qual a relação entre o adjetivo e o superlativo absoluto sintético esteja INCORRETA.
 

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3656108 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
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Considerando a formação de palavras a partir de radicais gregos, analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Báros relaciona-se a “peso” ou “pressão”, como em “barômetro”.
( ) Em “acrofobia”, o radical ácros refere-se a “alto”.
( ) O radical mésos relaciona-se a “liso”, “sem saliências”, como em “Mesopotâmia”.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima pra baixo, é:
 

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3656107 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
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Em relação à voz reflexiva dos verbos, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Não se deve atribuir sentido reflexivo a verbos que designam sentimentos como “queixar-se”, “zangar-se” e outros meramente pronominais.
( ) Na voz reflexiva, o sujeito é, ao mesmo tempo, agente e paciente: faz uma ação cujos efeitos ele mesmo sofre ou recebe.
( ) Em frases como “João fala de si”, há reflexividade, mas não há voz reflexiva, porque o verbo não é reflexivo.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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3656106 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Porto Alegre-RS
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De volta às aulas

Por Cláudio Moreno

Volta fevereiro, e com ele voltam as aulas na maioria dos estados deste imenso Brasil.

Como de costume, também, começam a chegar as dúvidas escolares, enviadas por pais e mães

aflitos com o conteúdo que está sendo servido a seus filhos. Fico espantado com a desconfiança

generalizada que esses pais têm com relação ao conhecimento dos professores, os quais, a julgar

pelas consultas que recebi, demonstram conhecer muito bem o seu ofício, como o prezado leitor

poderá avaliar na relação abaixo.

1) Auto ou Alto de Natal — “Na lista de livros que deram para meu filho este ano

consta Auto de Natal, assim, com U, como automóvel. Fui conferir na internet e, como eu

imaginava, achei Alto de Natal em várias páginas conceituadas do Google. O problema é que

também tem muitas outras com Auto, mesmo, como a escola escreveu. Afinal, é Alto ou Auto de

Natal? Obrigada pela atenção”.

Resposta — Senhora mãe, a escola do teu filho está correta. Os autos eram pecinhas do

teatro de origem popular, geralmente religiosa, que eram encenadas, na Idade Média, nas

escadarias da igreja. Em Portugal, Gil Vicente escreveu vários autos famosos, como o Auto da

Barca do Inferno e o Auto da Índia. No teu caso, é claro que é Auto de Natal. Lembro-te o Auto

da Compadecida, do Ariano Suassuna, que até minissérie já virou. A confusão entre as duas

palavras é favorecida pelo som, já que a letra L depois da vogal é lida normalmente como /u/.

Basta ver o erro corriqueiro de escrever piano de *ca...da, quando deveria ser ca...da.

2) Plural de Sol? Feminino de Papa — “Minha filha começou a estudar o gênero e o número

dos substantivos e o professor deu uma lista de exemplos que serão tomados no teste da primeira

semana de março. Fiquei preocupado com duas coisas: ele dá guarda-sóis como o plural

de guarda-sol e papisa como o feminino de papa. Mas plural de Sol é possível? Não é só um? E

desde quando papa tem feminino, se a Igreja Católica não aceita mulheres em seus quadros?”.

Resposta — Senhor pai, o professor do teu filho está correto. O Sol (nota a maiúscula!),

nosso astro-rei, é realmente um só, mas o sol (com minúscula), com seus vários significados,

flexiona normalmente no plural. O Sol é o centro do sistema planetário a que a Terra pertence,

mas há bilhões de outros sóis, a maior parte deles maiores do que o nosso...

Afirmar que papa não tem feminino porque jamais uma mulher assumiu o trono de São

Pedro é o mesmo erro de raciocínio: temos de distinguir o universo real, infinito, do universo da

linguagem, que é mais extenso ainda, maior que o infinito, pois ela nos permite falar no que

existe e no que nunca existiu. Precisamos do feminino papisa, quando mais não seja, para poder

dizer “Nunca houve uma papisa até hoje”, ou “A história da papisa Joana é uma lenda sem

fundamento”, ou “Já tivemos vários papas, mas nenhuma papisa”.

3) Feminino de gafanhoto? — “A professora da minha filha pequena disse em aula que o

feminino de pato é pata e o de sapo é sapa, mas que só tem formiga e não tem formigo, só

tem gafanhoto e não tem gafanhota. Eu também fiquei curiosa e fui pesquisar. Todo o mundo

afirma o mesmo, mas ninguém explica o porquê. Existe alguma razão gramatical que eu não

estou enxergando? Obrigada”.

Resposta — Senhora mãe, a gramática não é responsável por isso. Ocorre que uma língua

(qualquer uma) economiza ao máximo os seus recursos e só vai fazer distinções de gênero que

sejam importantes para os seus falantes — em outras palavras, ela só vai marcar os dois sexos

biológicos quando isso tiver alguma importância para a comunidade. Para a criação de animais

domésticos e de abate, por exemplo, é fundamental distinguir entre machos e fêmeas (o boi,

a vaca, o touro; a ovelha e o carneiro; o galo e a galinha, e por aí vai a valsa). No entanto (ao

menos por enquanto) não ganhamos nada em marcar esta distinção no caso da formiga,

da girafa, do gafanhoto ou da onça. Se for realmente necessário distinguir, recorremos, então,

ao acréscimo de “macho” ou “fêmea”: a girafa macho, a fêmea do crocodilo, o macho da saracura,

evitando a criação de formas de raro uso como *o girafo, *a crocodila e *o saracuro

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/claudio-moreno/noticia/2024/02/de-volta-as-aulas clt6ac6b900ag01471iw6smk4.html - texto adaptado especialmente para esta prova)

Assinale a alternativa que indica a correta função sintática da oração reduzida sublinhada no período composto a seguir, retirado do texto-base:

“É fundamental distinguir entre machos e fêmeas”.
 

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