Foram encontradas 40 questões.
3666134
Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Porto Barreiro-PR
Disciplina: Matemática
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Porto Barreiro-PR
Provas:
Uma lanchonete serve sanduíches onde o cliente pode escolher entre:
Pão (Integral, Francês ou Sírio)
Recheio (Frango, Carne Bovina, Queijo ou Salame Italiano)
Molho (Maionese ou Mostarda)
Com base nestas opções, um cliente que só come pão integral pode montar seu lanche de quantas formas diferentes?
Pão (Integral, Francês ou Sírio)
Recheio (Frango, Carne Bovina, Queijo ou Salame Italiano)
Molho (Maionese ou Mostarda)
Com base nestas opções, um cliente que só come pão integral pode montar seu lanche de quantas formas diferentes?
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3666133
Ano: 2025
Disciplina: Estatística
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Porto Barreiro-PR
Disciplina: Estatística
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Porto Barreiro-PR
Provas:
Em uma experiência, um professor dividiu sua turma de 10 alunos em dois grupos de 5
alunos. Aplicou a mesma prova para ambos os grupos, mas uma objetiva (GRUPO A) e
outra com as mesmas questões só que dissertativa (GRUPO B). A tabela seguinte
apresenta o resultado de cada grupo:
Com base nos dados e no conhecimento sobre estatística descritiva, é correto afirmar que:
Com base nos dados e no conhecimento sobre estatística descritiva, é correto afirmar que:
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3666132
Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Porto Barreiro-PR
Disciplina: Matemática
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Porto Barreiro-PR
Provas:
Uma solução tem 1000ml sendo que 30% é de álcool. Se desejamos diluir esta solução
para que ela tenha apenas 20% de álcool, quantos ml de água devemos adicionar a esta
solução?
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Literatura brasileira marca presença na maior vitrine internacional do livro de Paris
O Festival do Livro de Paris está de volta ao icônico espaço parisiense do Grand Palais em
2025, com a presença de 450 editoras internacionais e cerca de 1.200 autores, consolidandose como o grande encontro literário do ano na capital francesa até domingo (13). O Brasil marca
presença no evento, a principal vitrine do setor na França, com diversos autores, lançamentos,
artistas, tradutores e uma programação diversificada, apoiada pelo Ministério da Cultura e a
Embaixada do Brasil em Paris.
Destaque na temporada cruzada Brasil-França deste ano, a abertura do estande brasileiro
nesta sexta-feira (11) contou com a presença do embaixador brasileiro em Paris, Ricardo Neiva
Tavares, e do diretor para o Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Ministério da Cultura,
Jéferson Assumção, entre artistas, tradutores e escritores.
Em sua participação no Festival do Livro de Paris, Assumção abordou temas cruciais para
o desenvolvimento do setor no país. Em entrevista à RFI, ele destacou a importância da Lei nº
13.696, que institui a Política Nacional de Leitura e Escrita. Segundo o representante do Ministério
da Cultura, o texto traz um elemento inovador ao enfatizar o desenvolvimento da escrita como
porta de entrada para o universo da leitura e como forma de estimular o interesse pela literatura.
"A construção do novo Plano Nacional do Livro e Leitura, voltado para o período de 2025 a
2035, está em andamento e envolve uma articulação entre políticas de cultura, educação e outras
áreas do governo, além da participação ativa da sociedade. Afinal, esse plano é também um pacto
coletivo pela leitura, com o objetivo de ampliar o número de leitores no país e fortalecer a
economia do livro de forma descentralizada", destacou.
Segundo ele, "o plano valoriza a bibliodiversidade, o desenvolvimento regional, o
fortalecimento de bibliotecas, editoras e circuitos literários". "Essa ideia vai além da economia —
porque se trata também de uma política de cidadania e de valorização simbólica, estética e
criativa. A literatura, nesse contexto, ocupa um papel central, pois estabelece conexões com
outras linguagens artísticas, como o cinema, o teatro, a música e as artes visuais", ressaltou
Jéferson Assumção.
"A França sempre foi uma parceira importante do Brasil, e essa relação histórica facilita o
diálogo sobre políticas de leitura", destaca Assumção. "Recentemente, estivemos no estande do
Brasil conversando com representantes do sistema de bibliotecas públicas de Paris, buscando
trocar experiências e aprender mutuamente. No Brasil, o fortalecimento das bibliotecas públicas é
um grande desafio, tanto em termos quantitativos — com a necessidade de abrir e reabrir
unidades — quanto qualitativos", diz.
A atriz Maria Fernanda Cândido, uma das atrações do estande brasileiro durante o Festival
do Livro de Paris de 2025, falou sobre sua participação no evento. "Eu vou ler três textos do livro
A Felicidade Clandestina, de Clarice Lispector", esclareceu. "Especificamente, 'As Águas do
Mundo', 'Uma História de Tanto Amor' e 'Felicidade Clandestina', que dá título ao livro", contou.
Em 2024, fui convidada para transformar esse livro em um audiobook. Nós fizemos a gravação e,
no início de 2025, ele foi lançado. Então, a partir de agora, tenho a honra de fazer parte da
biblioteca de vozes aqui da França", comemorou a atriz brasileira.
Fonte: Literatura brasileira marca presença na maior vitrine internacional do livro de Paris
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Literatura brasileira marca presença na maior vitrine internacional do livro de Paris
O Festival do Livro de Paris está de volta ao icônico espaço parisiense do Grand Palais em
2025, com a presença de 450 editoras internacionais e cerca de 1.200 autores, consolidandose como o grande encontro literário do ano na capital francesa até domingo (13). O Brasil marca
presença no evento, a principal vitrine do setor na França, com diversos autores, lançamentos,
artistas, tradutores e uma programação diversificada, apoiada pelo Ministério da Cultura e a
Embaixada do Brasil em Paris.
Destaque na temporada cruzada Brasil-França deste ano, a abertura do estande brasileiro
nesta sexta-feira (11) contou com a presença do embaixador brasileiro em Paris, Ricardo Neiva
Tavares, e do diretor para o Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Ministério da Cultura,
Jéferson Assumção, entre artistas, tradutores e escritores.
Em sua participação no Festival do Livro de Paris, Assumção abordou temas cruciais para
o desenvolvimento do setor no país. Em entrevista à RFI, ele destacou a importância da Lei nº
13.696, que institui a Política Nacional de Leitura e Escrita. Segundo o representante do Ministério
da Cultura, o texto traz um elemento inovador ao enfatizar o desenvolvimento da escrita como
porta de entrada para o universo da leitura e como forma de estimular o interesse pela literatura.
"A construção do novo Plano Nacional do Livro e Leitura, voltado para o período de 2025 a
2035, está em andamento e envolve uma articulação entre políticas de cultura, educação e outras
áreas do governo, além da participação ativa da sociedade. Afinal, esse plano é também um pacto
coletivo pela leitura, com o objetivo de ampliar o número de leitores no país e fortalecer a
economia do livro de forma descentralizada", destacou.
Segundo ele, "o plano valoriza a bibliodiversidade, o desenvolvimento regional, o
fortalecimento de bibliotecas, editoras e circuitos literários". "Essa ideia vai além da economia —
porque se trata também de uma política de cidadania e de valorização simbólica, estética e
criativa. A literatura, nesse contexto, ocupa um papel central, pois estabelece conexões com
outras linguagens artísticas, como o cinema, o teatro, a música e as artes visuais", ressaltou
Jéferson Assumção.
"A França sempre foi uma parceira importante do Brasil, e essa relação histórica facilita o
diálogo sobre políticas de leitura", destaca Assumção. "Recentemente, estivemos no estande do
Brasil conversando com representantes do sistema de bibliotecas públicas de Paris, buscando
trocar experiências e aprender mutuamente. No Brasil, o fortalecimento das bibliotecas públicas é
um grande desafio, tanto em termos quantitativos — com a necessidade de abrir e reabrir
unidades — quanto qualitativos", diz.
A atriz Maria Fernanda Cândido, uma das atrações do estande brasileiro durante o Festival
do Livro de Paris de 2025, falou sobre sua participação no evento. "Eu vou ler três textos do livro
A Felicidade Clandestina, de Clarice Lispector", esclareceu. "Especificamente, 'As Águas do
Mundo', 'Uma História de Tanto Amor' e 'Felicidade Clandestina', que dá título ao livro", contou.
Em 2024, fui convidada para transformar esse livro em um audiobook. Nós fizemos a gravação e,
no início de 2025, ele foi lançado. Então, a partir de agora, tenho a honra de fazer parte da
biblioteca de vozes aqui da França", comemorou a atriz brasileira.
Fonte: Literatura brasileira marca presença na maior vitrine internacional do livro de Paris
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Literatura brasileira marca presença na maior vitrine internacional do livro de Paris
O Festival do Livro de Paris está de volta ao icônico espaço parisiense do Grand Palais em
2025, com a presença de 450 editoras internacionais e cerca de 1.200 autores, consolidandose como o grande encontro literário do ano na capital francesa até domingo (13). O Brasil marca
presença no evento, a principal vitrine do setor na França, com diversos autores, lançamentos,
artistas, tradutores e uma programação diversificada, apoiada pelo Ministério da Cultura e a
Embaixada do Brasil em Paris.
Destaque na temporada cruzada Brasil-França deste ano, a abertura do estande brasileiro
nesta sexta-feira (11) contou com a presença do embaixador brasileiro em Paris, Ricardo Neiva
Tavares, e do diretor para o Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Ministério da Cultura,
Jéferson Assumção, entre artistas, tradutores e escritores.
Em sua participação no Festival do Livro de Paris, Assumção abordou temas cruciais para
o desenvolvimento do setor no país. Em entrevista à RFI, ele destacou a importância da Lei nº
13.696, que institui a Política Nacional de Leitura e Escrita. Segundo o representante do Ministério
da Cultura, o texto traz um elemento inovador ao enfatizar o desenvolvimento da escrita como
porta de entrada para o universo da leitura e como forma de estimular o interesse pela literatura.
"A construção do novo Plano Nacional do Livro e Leitura, voltado para o período de 2025 a
2035, está em andamento e envolve uma articulação entre políticas de cultura, educação e outras
áreas do governo, além da participação ativa da sociedade. Afinal, esse plano é também um pacto
coletivo pela leitura, com o objetivo de ampliar o número de leitores no país e fortalecer a
economia do livro de forma descentralizada", destacou.
Segundo ele, "o plano valoriza a bibliodiversidade, o desenvolvimento regional, o
fortalecimento de bibliotecas, editoras e circuitos literários". "Essa ideia vai além da economia —
porque se trata também de uma política de cidadania e de valorização simbólica, estética e
criativa. A literatura, nesse contexto, ocupa um papel central, pois estabelece conexões com
outras linguagens artísticas, como o cinema, o teatro, a música e as artes visuais", ressaltou
Jéferson Assumção.
"A França sempre foi uma parceira importante do Brasil, e essa relação histórica facilita o
diálogo sobre políticas de leitura", destaca Assumção. "Recentemente, estivemos no estande do
Brasil conversando com representantes do sistema de bibliotecas públicas de Paris, buscando
trocar experiências e aprender mutuamente. No Brasil, o fortalecimento das bibliotecas públicas é
um grande desafio, tanto em termos quantitativos — com a necessidade de abrir e reabrir
unidades — quanto qualitativos", diz.
A atriz Maria Fernanda Cândido, uma das atrações do estande brasileiro durante o Festival
do Livro de Paris de 2025, falou sobre sua participação no evento. "Eu vou ler três textos do livro
A Felicidade Clandestina, de Clarice Lispector", esclareceu. "Especificamente, 'As Águas do
Mundo', 'Uma História de Tanto Amor' e 'Felicidade Clandestina', que dá título ao livro", contou.
Em 2024, fui convidada para transformar esse livro em um audiobook. Nós fizemos a gravação e,
no início de 2025, ele foi lançado. Então, a partir de agora, tenho a honra de fazer parte da
biblioteca de vozes aqui da França", comemorou a atriz brasileira.
Fonte: Literatura brasileira marca presença na maior vitrine internacional do livro de Paris
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O Festival do Livro de Paris está de volta ao icônico espaço parisiense do Grand Palais em
2025, com a presença de 450 editoras internacionais e cerca de 1.200 autores, consolidandose como o grande encontro literário do ano na capital francesa até domingo (13). O Brasil marca
presença no evento, a principal vitrine do setor na França, com diversos autores, lançamentos,
artistas, tradutores e uma programação diversificada, apoiada pelo Ministério da Cultura e a
Embaixada do Brasil em Paris.
Destaque na temporada cruzada Brasil-França deste ano, a abertura do estande brasileiro
nesta sexta-feira (11) contou com a presença do embaixador brasileiro em Paris, Ricardo Neiva
Tavares, e do diretor para o Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Ministério da Cultura,
Jéferson Assumção, entre artistas, tradutores e escritores.
Em sua participação no Festival do Livro de Paris, Assumção abordou temas cruciais para
o desenvolvimento do setor no país. Em entrevista à RFI, ele destacou a importância da Lei nº
13.696, que institui a Política Nacional de Leitura e Escrita. Segundo o representante do Ministério
da Cultura, o texto traz um elemento inovador ao enfatizar o desenvolvimento da escrita como
porta de entrada para o universo da leitura e como forma de estimular o interesse pela literatura.
"A construção do novo Plano Nacional do Livro e Leitura, voltado para o período de 2025 a
2035, está em andamento e envolve uma articulação entre políticas de cultura, educação e outras
áreas do governo, além da participação ativa da sociedade. Afinal, esse plano é também um pacto
coletivo pela leitura, com o objetivo de ampliar o número de leitores no país e fortalecer a
economia do livro de forma descentralizada", destacou.
Segundo ele, "o plano valoriza a bibliodiversidade, o desenvolvimento regional, o
fortalecimento de bibliotecas, editoras e circuitos literários". "Essa ideia vai além da economia —
porque se trata também de uma política de cidadania e de valorização simbólica, estética e
criativa. A literatura, nesse contexto, ocupa um papel central, pois estabelece conexões com
outras linguagens artísticas, como o cinema, o teatro, a música e as artes visuais", ressaltou
Jéferson Assumção.
"A França sempre foi uma parceira importante do Brasil, e essa relação histórica facilita o
diálogo sobre políticas de leitura", destaca Assumção. "Recentemente, estivemos no estande do
Brasil conversando com representantes do sistema de bibliotecas públicas de Paris, buscando
trocar experiências e aprender mutuamente. No Brasil, o fortalecimento das bibliotecas públicas é
um grande desafio, tanto em termos quantitativos — com a necessidade de abrir e reabrir
unidades — quanto qualitativos", diz.
A atriz Maria Fernanda Cândido, uma das atrações do estande brasileiro durante o Festival
do Livro de Paris de 2025, falou sobre sua participação no evento. "Eu vou ler três textos do livro
A Felicidade Clandestina, de Clarice Lispector", esclareceu. "Especificamente, 'As Águas do
Mundo', 'Uma História de Tanto Amor' e 'Felicidade Clandestina', que dá título ao livro", contou.
Em 2024, fui convidada para transformar esse livro em um audiobook. Nós fizemos a gravação e,
no início de 2025, ele foi lançado. Então, a partir de agora, tenho a honra de fazer parte da
biblioteca de vozes aqui da França", comemorou a atriz brasileira.
Fonte: Literatura brasileira marca presença na maior vitrine internacional do livro de Paris
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O Festival do Livro de Paris está de volta ao icônico espaço parisiense do Grand Palais em
2025, com a presença de 450 editoras internacionais e cerca de 1.200 autores, consolidandose como o grande encontro literário do ano na capital francesa até domingo (13). O Brasil marca
presença no evento, a principal vitrine do setor na França, com diversos autores, lançamentos,
artistas, tradutores e uma programação diversificada, apoiada pelo Ministério da Cultura e a
Embaixada do Brasil em Paris.
Destaque na temporada cruzada Brasil-França deste ano, a abertura do estande brasileiro
nesta sexta-feira (11) contou com a presença do embaixador brasileiro em Paris, Ricardo Neiva
Tavares, e do diretor para o Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Ministério da Cultura,
Jéferson Assumção, entre artistas, tradutores e escritores.
Em sua participação no Festival do Livro de Paris, Assumção abordou temas cruciais para
o desenvolvimento do setor no país. Em entrevista à RFI, ele destacou a importância da Lei nº
13.696, que institui a Política Nacional de Leitura e Escrita. Segundo o representante do Ministério
da Cultura, o texto traz um elemento inovador ao enfatizar o desenvolvimento da escrita como
porta de entrada para o universo da leitura e como forma de estimular o interesse pela literatura.
"A construção do novo Plano Nacional do Livro e Leitura, voltado para o período de 2025 a
2035, está em andamento e envolve uma articulação entre políticas de cultura, educação e outras
áreas do governo, além da participação ativa da sociedade. Afinal, esse plano é também um pacto
coletivo pela leitura, com o objetivo de ampliar o número de leitores no país e fortalecer a
economia do livro de forma descentralizada", destacou.
Segundo ele, "o plano valoriza a bibliodiversidade, o desenvolvimento regional, o
fortalecimento de bibliotecas, editoras e circuitos literários". "Essa ideia vai além da economia —
porque se trata também de uma política de cidadania e de valorização simbólica, estética e
criativa. A literatura, nesse contexto, ocupa um papel central, pois estabelece conexões com
outras linguagens artísticas, como o cinema, o teatro, a música e as artes visuais", ressaltou
Jéferson Assumção.
"A França sempre foi uma parceira importante do Brasil, e essa relação histórica facilita o
diálogo sobre políticas de leitura", destaca Assumção. "Recentemente, estivemos no estande do
Brasil conversando com representantes do sistema de bibliotecas públicas de Paris, buscando
trocar experiências e aprender mutuamente. No Brasil, o fortalecimento das bibliotecas públicas é
um grande desafio, tanto em termos quantitativos — com a necessidade de abrir e reabrir
unidades — quanto qualitativos", diz.
A atriz Maria Fernanda Cândido, uma das atrações do estande brasileiro durante o Festival
do Livro de Paris de 2025, falou sobre sua participação no evento. "Eu vou ler três textos do livro
A Felicidade Clandestina, de Clarice Lispector", esclareceu. "Especificamente, 'As Águas do
Mundo', 'Uma História de Tanto Amor' e 'Felicidade Clandestina', que dá título ao livro", contou.
Em 2024, fui convidada para transformar esse livro em um audiobook. Nós fizemos a gravação e,
no início de 2025, ele foi lançado. Então, a partir de agora, tenho a honra de fazer parte da
biblioteca de vozes aqui da França", comemorou a atriz brasileira.
Fonte: Literatura brasileira marca presença na maior vitrine internacional do livro de Paris
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Literatura brasileira marca presença na maior vitrine internacional do livro de Paris
O Festival do Livro de Paris está de volta ao icônico espaço parisiense do Grand Palais em
2025, com a presença de 450 editoras internacionais e cerca de 1.200 autores, consolidandose como o grande encontro literário do ano na capital francesa até domingo (13). O Brasil marca
presença no evento, a principal vitrine do setor na França, com diversos autores, lançamentos,
artistas, tradutores e uma programação diversificada, apoiada pelo Ministério da Cultura e a
Embaixada do Brasil em Paris.
Destaque na temporada cruzada Brasil-França deste ano, a abertura do estande brasileiro
nesta sexta-feira (11) contou com a presença do embaixador brasileiro em Paris, Ricardo Neiva
Tavares, e do diretor para o Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Ministério da Cultura,
Jéferson Assumção, entre artistas, tradutores e escritores.
Em sua participação no Festival do Livro de Paris, Assumção abordou temas cruciais para
o desenvolvimento do setor no país. Em entrevista à RFI, ele destacou a importância da Lei nº
13.696, que institui a Política Nacional de Leitura e Escrita. Segundo o representante do Ministério
da Cultura, o texto traz um elemento inovador ao enfatizar o desenvolvimento da escrita como
porta de entrada para o universo da leitura e como forma de estimular o interesse pela literatura.
"A construção do novo Plano Nacional do Livro e Leitura, voltado para o período de 2025 a
2035, está em andamento e envolve uma articulação entre políticas de cultura, educação e outras
áreas do governo, além da participação ativa da sociedade. Afinal, esse plano é também um pacto
coletivo pela leitura, com o objetivo de ampliar o número de leitores no país e fortalecer a
economia do livro de forma descentralizada", destacou.
Segundo ele, "o plano valoriza a bibliodiversidade, o desenvolvimento regional, o
fortalecimento de bibliotecas, editoras e circuitos literários". "Essa ideia vai além da economia —
porque se trata também de uma política de cidadania e de valorização simbólica, estética e
criativa. A literatura, nesse contexto, ocupa um papel central, pois estabelece conexões com
outras linguagens artísticas, como o cinema, o teatro, a música e as artes visuais", ressaltou
Jéferson Assumção.
"A França sempre foi uma parceira importante do Brasil, e essa relação histórica facilita o
diálogo sobre políticas de leitura", destaca Assumção. "Recentemente, estivemos no estande do
Brasil conversando com representantes do sistema de bibliotecas públicas de Paris, buscando
trocar experiências e aprender mutuamente. No Brasil, o fortalecimento das bibliotecas públicas é
um grande desafio, tanto em termos quantitativos — com a necessidade de abrir e reabrir
unidades — quanto qualitativos", diz.
A atriz Maria Fernanda Cândido, uma das atrações do estande brasileiro durante o Festival
do Livro de Paris de 2025, falou sobre sua participação no evento. "Eu vou ler três textos do livro
A Felicidade Clandestina, de Clarice Lispector", esclareceu. "Especificamente, 'As Águas do
Mundo', 'Uma História de Tanto Amor' e 'Felicidade Clandestina', que dá título ao livro", contou.
Em 2024, fui convidada para transformar esse livro em um audiobook. Nós fizemos a gravação e,
no início de 2025, ele foi lançado. Então, a partir de agora, tenho a honra de fazer parte da
biblioteca de vozes aqui da França", comemorou a atriz brasileira.
Fonte: Literatura brasileira marca presença na maior vitrine internacional do livro de Paris
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Literatura brasileira marca presença na maior vitrine internacional do livro de Paris
O Festival do Livro de Paris está de volta ao icônico espaço parisiense do Grand Palais em
2025, com a presença de 450 editoras internacionais e cerca de 1.200 autores, consolidandose como o grande encontro literário do ano na capital francesa até domingo (13). O Brasil marca
presença no evento, a principal vitrine do setor na França, com diversos autores, lançamentos,
artistas, tradutores e uma programação diversificada, apoiada pelo Ministério da Cultura e a
Embaixada do Brasil em Paris.
Destaque na temporada cruzada Brasil-França deste ano, a abertura do estande brasileiro
nesta sexta-feira (11) contou com a presença do embaixador brasileiro em Paris, Ricardo Neiva
Tavares, e do diretor para o Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Ministério da Cultura,
Jéferson Assumção, entre artistas, tradutores e escritores.
Em sua participação no Festival do Livro de Paris, Assumção abordou temas cruciais para
o desenvolvimento do setor no país. Em entrevista à RFI, ele destacou a importância da Lei nº
13.696, que institui a Política Nacional de Leitura e Escrita. Segundo o representante do Ministério
da Cultura, o texto traz um elemento inovador ao enfatizar o desenvolvimento da escrita como
porta de entrada para o universo da leitura e como forma de estimular o interesse pela literatura.
"A construção do novo Plano Nacional do Livro e Leitura, voltado para o período de 2025 a
2035, está em andamento e envolve uma articulação entre políticas de cultura, educação e outras
áreas do governo, além da participação ativa da sociedade. Afinal, esse plano é também um pacto
coletivo pela leitura, com o objetivo de ampliar o número de leitores no país e fortalecer a
economia do livro de forma descentralizada", destacou.
Segundo ele, "o plano valoriza a bibliodiversidade, o desenvolvimento regional, o
fortalecimento de bibliotecas, editoras e circuitos literários". "Essa ideia vai além da economia —
porque se trata também de uma política de cidadania e de valorização simbólica, estética e
criativa. A literatura, nesse contexto, ocupa um papel central, pois estabelece conexões com
outras linguagens artísticas, como o cinema, o teatro, a música e as artes visuais", ressaltou
Jéferson Assumção.
"A França sempre foi uma parceira importante do Brasil, e essa relação histórica facilita o
diálogo sobre políticas de leitura", destaca Assumção. "Recentemente, estivemos no estande do
Brasil conversando com representantes do sistema de bibliotecas públicas de Paris, buscando
trocar experiências e aprender mutuamente. No Brasil, o fortalecimento das bibliotecas públicas é
um grande desafio, tanto em termos quantitativos — com a necessidade de abrir e reabrir
unidades — quanto qualitativos", diz.
A atriz Maria Fernanda Cândido, uma das atrações do estande brasileiro durante o Festival
do Livro de Paris de 2025, falou sobre sua participação no evento. "Eu vou ler três textos do livro
A Felicidade Clandestina, de Clarice Lispector", esclareceu. "Especificamente, 'As Águas do
Mundo', 'Uma História de Tanto Amor' e 'Felicidade Clandestina', que dá título ao livro", contou.
Em 2024, fui convidada para transformar esse livro em um audiobook. Nós fizemos a gravação e,
no início de 2025, ele foi lançado. Então, a partir de agora, tenho a honra de fazer parte da
biblioteca de vozes aqui da França", comemorou a atriz brasileira.
Fonte: Literatura brasileira marca presença na maior vitrine internacional do livro de Paris
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