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Água mole em pedra dura
O mar é paciente, suas ondas vão e vêm,
vêm e vão, monótonas, incessantes, em ritmos
diferentes, por horas, dias, anos, quase que
eternamente, batendo no mesmo lugar, na mesma
praia, na mesma pedra, como se sua missão fosse
mudar o desenho da costa, refazer as praias,
redesenhar as rochas e os continentes,
escondendo mais uma Atlântida.
Forte, fraco, o movimento das ondas
segue incansável, sem sono, sem pressa, mais
forte ou mais fraco, de encontro ao rochedo,
morrendo na praia. Reverberando tempestades
ou manso, sob a brisa.
O mar é o dono, a vida depende dele, a
morte depende dele, os abrolhos afundam naus,
os icebergs afundam navios, as tempestades
reescrevem as derrotas e as ondas gigantes
engolem os sonhos viajando nas embarcações.
O mar molda as pedras, minuto a minuto,
ao longo dos milênios, as ondas batem assim ou
assado, escavam um lado, amolecem outro,
derrubam os alicerces onde o litoral se apoia.
Uma madrugada o enorme bloco se solta do
continente e a costeira muda sua linha.
As ilhas baixas podem estar condenadas.
O aquecimento global derrete os gelos polares e
o mar sobe. As marés sobem, engolem praias,
derrubam coqueiros, espantam os homens.
Não há força que resista ao seu avanço,
não há muro que contenha suas águas. No
movimento inclemente os poetas veem a beleza
da vida, e a caiçara a quase miséria da sua
existência.
O mar pode ser cruel. As tempestades
podem durar dias, semanas. Debaixo delas a vida
encolhe e os sonhos se perdem na pesca que não
acontece, no sueste batendo rijo.
O mar é o dono de tudo, o mar pode tudo,
a vida nasceu nele, a vida se perde nele. Para que
fosses nosso, ó mar, valeu a pena? Tudo vale a
pena se a alma não é pequena.
MENDONÇA, Antonio Penteado. Água mole em pedra
dura. Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2025/11/13/ag
ua-mole-em-pedra-dura/>.
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
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Água mole em pedra dura
O mar é paciente, suas ondas vão e vêm,
vêm e vão, monótonas, incessantes, em ritmos
diferentes, por horas, dias, anos, quase que
eternamente, batendo no mesmo lugar, na mesma
praia, na mesma pedra, como se sua missão fosse
mudar o desenho da costa, refazer as praias,
redesenhar as rochas e os continentes,
escondendo mais uma Atlântida.
Forte, fraco, o movimento das ondas
segue incansável, sem sono, sem pressa, mais
forte ou mais fraco, de encontro ao rochedo,
morrendo na praia. Reverberando tempestades
ou manso, sob a brisa.
O mar é o dono, a vida depende dele, a
morte depende dele, os abrolhos afundam naus,
os icebergs afundam navios, as tempestades
reescrevem as derrotas e as ondas gigantes
engolem os sonhos viajando nas embarcações.
O mar molda as pedras, minuto a minuto,
ao longo dos milênios, as ondas batem assim ou
assado, escavam um lado, amolecem outro,
derrubam os alicerces onde o litoral se apoia.
Uma madrugada o enorme bloco se solta do
continente e a costeira muda sua linha.
As ilhas baixas podem estar condenadas.
O aquecimento global derrete os gelos polares e
o mar sobe. As marés sobem, engolem praias,
derrubam coqueiros, espantam os homens.
Não há força que resista ao seu avanço,
não há muro que contenha suas águas. No
movimento inclemente os poetas veem a beleza
da vida, e a caiçara a quase miséria da sua
existência.
O mar pode ser cruel. As tempestades
podem durar dias, semanas. Debaixo delas a vida
encolhe e os sonhos se perdem na pesca que não
acontece, no sueste batendo rijo.
O mar é o dono de tudo, o mar pode tudo,
a vida nasceu nele, a vida se perde nele. Para que
fosses nosso, ó mar, valeu a pena? Tudo vale a
pena se a alma não é pequena.
MENDONÇA, Antonio Penteado. Água mole em pedra
dura. Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2025/11/13/ag
ua-mole-em-pedra-dura/>.
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Em paciente com dor lombociática, o
fisioterapeuta realiza elevação passiva da perna
estendida em decúbito dorsal, desencadeando dor
irradiada abaixo do joelho entre 30° e 70°; esse
achado caracteriza:
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Em avaliação de marcha, o fisioterapeuta observa
queda da pelve contralateral durante a fase de
apoio monopodálico em membro acometido;
esse achado é compatível com:
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Paciente oncológico em quimioterapia apresenta
fadiga intensa e perda de condicionamento; a
conduta fisioterapêutica mais adequada é:
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Em fisioterapia geriátrica, para idoso com alto
risco de quedas, a intervenção prioritária é:
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Em fisioterapia uroginecológica, mulher com
incontinência urinária de esforço é orientada a
realizar exercícios de fortalecimento do assoalho
pélvico; indique a estrutura alvo principal:
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Em reabilitação cardíaca pós-infarto, o
fisioterapeuta utiliza o teste de caminhada de 6
minutos; indique o objetivo principal desse teste:
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Em grande queimado em fase de cicatrização, a
intervenção fisioterapêutica precoce visa
principalmente:
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Em paciente com artrite reumatoide em fase
crônica, o fisioterapeuta define condutas para
preservar função articular; indique a orientação
adequada:
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