Foram encontradas 40 questões.
Identifique a alternativa em que o verbo destacado não
está na voz reflexiva:
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Analise as frases a seguir:
I – O bom de tudo isso é que ele se regenerou.
II – O engraçado desse fato é que ele nem percebeu que cometera uma gafe.
III – Essa história é muito engraçada.
IV – “A vida é combate que os fortes abate”. (Gonçalves Dias)
V – Eram pessoas extremamente fortes.
Indique a alternativa em que nas frases o adjetivo aparece substantivado:
I – O bom de tudo isso é que ele se regenerou.
II – O engraçado desse fato é que ele nem percebeu que cometera uma gafe.
III – Essa história é muito engraçada.
IV – “A vida é combate que os fortes abate”. (Gonçalves Dias)
V – Eram pessoas extremamente fortes.
Indique a alternativa em que nas frases o adjetivo aparece substantivado:
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Analise as orações a seguir e indique a opção que o
período é composto por subordinação:
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Nas alternativas abaixo, indique aquela em que
contenha erro no emprego do pronome demonstrativo:
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- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Retos
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
Assinale a alternativa que preenche corretamente as
lacunas abaixo:
I - De repente, deu-lhe um livro para ________ler.
II – Ele trouxe um presente para ________.
III – Nada mais há entre _______e você.
IV – Sempre houve problemas entre ______e ti.
V - José, espera, vou ________.
Nessas condições, identifique a alternativa correta:
I - De repente, deu-lhe um livro para ________ler.
II – Ele trouxe um presente para ________.
III – Nada mais há entre _______e você.
IV – Sempre houve problemas entre ______e ti.
V - José, espera, vou ________.
Nessas condições, identifique a alternativa correta:
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O CORONEL E O LOBISOMEM
- Toma! Toma!
A primeira braçadeira ligada pelo coronel fez o maior desatino na
pessoa do demandista. Desarmou o bocal do lobisomem, de espirrar
dente e gengiva. Na força do repuxão, o penitente foi varejado
longe, em distância de vinte braças, no barato. Bateu de costal
numa cerca de angico e voltou sortido de deliberações. Liberei de
novo a mão de pilão no fofo da barriga lá dele – a munheca de
Ponciano, não encontrando resistência de osso, só parou na raiz das
costelas. Foi nesse entrementes que o lobisomem soltou aquele
berro agoniado e no fim do berro já meus dedos de torniquete
seguravam o cativo onde gosto de segurar: na gargantilha. Aí até
achei graça da discórdia, uma vez que a comandância da rixa estava
comigo. Vendo a demanda finada, gritei:
-Estais em poder do Coronel Ponciano de Azeredo Furtado e
dela não saireis, a não ser pela graça de Nosso Senhor Jesus Cristo,
que é pai de todos os viventes deste mundo.
Como no caso da sereia, tratei a encantação em termos de
cerimônia, sois-isso, sois-aquilo, dentro dos conformes por mim
aprendidos em colégio de frade a dez tostões por mês. Desse modo,
ficava logo estipulado que o cativo não andava em mão de um
coronelão do mato, despido de letras e aprendizados, uma vez que
vadiagem em trevas leva muito em conta a instrução dos
demandistas. No presente caso do lobisomem, nem careci de
empregar outras sabedorias. Mal dei a conhecer a sentença (“Dó
meu poder não saireis”), escutei, vinda de longe, saída das
profundas, uma vozinha implorar mais ou menos assim:
-Tenha pena de mim, Coronel Ponciano de Azeredo Furtado.
Sou um lobisomem amedrontado, corrido de cachorro, mordido de
cobra. Na lua que vem, tiro o meu tempo de Penitência e já estou
de emprego apalavrado com o povo do governo.
Em presença de petição tão dorida, de penitente cansado,
fiquei sem saber que partido tomar: do torniquete ou do lobisomem.
Mas de pronto, meu coração molenga resolveu derrogar a sentença
firmada. Concedi passaporte ao condenado:
- Estais livre!
Afrouxei o torniquete e aquela goela peluda sem tardança
deixou o aro dos meus dedos. Cabeça derreada, olhar já sem brasa
de lamparina, mergulhou o penitente na noite dos pastos. A Lua, de
novo descompromissada de nuvem, voltou ao clareado de antes. E
de toda essa labuta ficou um resto de enxofre no recinto da
desavença. Sei lá se da minha garrucha, sei lá se do lobisomem.
(O Coronel e o Lobisomem. Edições O Cruzeiro, Rio de Janeiro, 1965)
( )...”vadiagem das trevas leva muito em conta a instrução dos demandistas.”
( )...”escutei, vinda de longe, saída das trevas profundas, uma vozinha implorar...”
( )“Na lua que vem tiro meu tempo de penitência...”
( )“E toda essa labuta ficou um resto de enxofre no recinto da desavença.”
( )“A Lua, de novo descompromissada de nuvem, voltou ao clareado de antes.”
Nessas condições, identifique a alternativa correta:
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O CORONEL E O LOBISOMEM
- Toma! Toma!
A primeira braçadeira ligada pelo coronel fez o maior desatino na
pessoa do demandista. Desarmou o bocal do lobisomem, de espirrar
dente e gengiva. Na força do repuxão, o penitente foi varejado
longe, em distância de vinte braças, no barato. Bateu de costal
numa cerca de angico e voltou sortido de deliberações. Liberei de
novo a mão de pilão no fofo da barriga lá dele – a munheca de
Ponciano, não encontrando resistência de osso, só parou na raiz das
costelas. Foi nesse entrementes que o lobisomem soltou aquele
berro agoniado e no fim do berro já meus dedos de torniquete
seguravam o cativo onde gosto de segurar: na gargantilha. Aí até
achei graça da discórdia, uma vez que a comandância da rixa estava
comigo. Vendo a demanda finada, gritei:
-Estais em poder do Coronel Ponciano de Azeredo Furtado e
dela não saireis, a não ser pela graça de Nosso Senhor Jesus Cristo,
que é pai de todos os viventes deste mundo.
Como no caso da sereia, tratei a encantação em termos de
cerimônia, sois-isso, sois-aquilo, dentro dos conformes por mim
aprendidos em colégio de frade a dez tostões por mês. Desse modo,
ficava logo estipulado que o cativo não andava em mão de um
coronelão do mato, despido de letras e aprendizados, uma vez que
vadiagem em trevas leva muito em conta a instrução dos
demandistas. No presente caso do lobisomem, nem careci de
empregar outras sabedorias. Mal dei a conhecer a sentença (“Dó
meu poder não saireis”), escutei, vinda de longe, saída das
profundas, uma vozinha implorar mais ou menos assim:
-Tenha pena de mim, Coronel Ponciano de Azeredo Furtado.
Sou um lobisomem amedrontado, corrido de cachorro, mordido de
cobra. Na lua que vem, tiro o meu tempo de Penitência e já estou
de emprego apalavrado com o povo do governo.
Em presença de petição tão dorida, de penitente cansado,
fiquei sem saber que partido tomar: do torniquete ou do lobisomem.
Mas de pronto, meu coração molenga resolveu derrogar a sentença
firmada. Concedi passaporte ao condenado:
- Estais livre!
Afrouxei o torniquete e aquela goela peluda sem tardança
deixou o aro dos meus dedos. Cabeça derreada, olhar já sem brasa
de lamparina, mergulhou o penitente na noite dos pastos. A Lua, de
novo descompromissada de nuvem, voltou ao clareado de antes. E
de toda essa labuta ficou um resto de enxofre no recinto da
desavença. Sei lá se da minha garrucha, sei lá se do lobisomem.
(O Coronel e o Lobisomem. Edições O Cruzeiro, Rio de Janeiro, 1965)
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O CORONEL E O LOBISOMEM
- Toma! Toma!
A primeira braçadeira ligada pelo coronel fez o maior desatino na
pessoa do demandista. Desarmou o bocal do lobisomem, de espirrar
dente e gengiva. Na força do repuxão, o penitente foi varejado
longe, em distância de vinte braças, no barato. Bateu de costal
numa cerca de angico e voltou sortido de deliberações. Liberei de
novo a mão de pilão no fofo da barriga lá dele – a munheca de
Ponciano, não encontrando resistência de osso, só parou na raiz das
costelas. Foi nesse entrementes que o lobisomem soltou aquele
berro agoniado e no fim do berro já meus dedos de torniquete
seguravam o cativo onde gosto de segurar: na gargantilha. Aí até
achei graça da discórdia, uma vez que a comandância da rixa estava
comigo. Vendo a demanda finada, gritei:
-Estais em poder do Coronel Ponciano de Azeredo Furtado e
dela não saireis, a não ser pela graça de Nosso Senhor Jesus Cristo,
que é pai de todos os viventes deste mundo.
Como no caso da sereia, tratei a encantação em termos de
cerimônia, sois-isso, sois-aquilo, dentro dos conformes por mim
aprendidos em colégio de frade a dez tostões por mês. Desse modo,
ficava logo estipulado que o cativo não andava em mão de um
coronelão do mato, despido de letras e aprendizados, uma vez que
vadiagem em trevas leva muito em conta a instrução dos
demandistas. No presente caso do lobisomem, nem careci de
empregar outras sabedorias. Mal dei a conhecer a sentença (“Dó
meu poder não saireis”), escutei, vinda de longe, saída das
profundas, uma vozinha implorar mais ou menos assim:
-Tenha pena de mim, Coronel Ponciano de Azeredo Furtado.
Sou um lobisomem amedrontado, corrido de cachorro, mordido de
cobra. Na lua que vem, tiro o meu tempo de Penitência e já estou
de emprego apalavrado com o povo do governo.
Em presença de petição tão dorida, de penitente cansado,
fiquei sem saber que partido tomar: do torniquete ou do lobisomem.
Mas de pronto, meu coração molenga resolveu derrogar a sentença
firmada. Concedi passaporte ao condenado:
- Estais livre!
Afrouxei o torniquete e aquela goela peluda sem tardança
deixou o aro dos meus dedos. Cabeça derreada, olhar já sem brasa
de lamparina, mergulhou o penitente na noite dos pastos. A Lua, de
novo descompromissada de nuvem, voltou ao clareado de antes. E
de toda essa labuta ficou um resto de enxofre no recinto da
desavença. Sei lá se da minha garrucha, sei lá se do lobisomem.
(O Coronel e o Lobisomem. Edições O Cruzeiro, Rio de Janeiro, 1965)
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O CORONEL E O LOBISOMEM
- Toma! Toma!
A primeira braçadeira ligada pelo coronel fez o maior desatino na
pessoa do demandista. Desarmou o bocal do lobisomem, de espirrar
dente e gengiva. Na força do repuxão, o penitente foi varejado
longe, em distância de vinte braças, no barato. Bateu de costal
numa cerca de angico e voltou sortido de deliberações. Liberei de
novo a mão de pilão no fofo da barriga lá dele – a munheca de
Ponciano, não encontrando resistência de osso, só parou na raiz das
costelas. Foi nesse entrementes que o lobisomem soltou aquele
berro agoniado e no fim do berro já meus dedos de torniquete
seguravam o cativo onde gosto de segurar: na gargantilha. Aí até
achei graça da discórdia, uma vez que a comandância da rixa estava
comigo. Vendo a demanda finada, gritei:
-Estais em poder do Coronel Ponciano de Azeredo Furtado e
dela não saireis, a não ser pela graça de Nosso Senhor Jesus Cristo,
que é pai de todos os viventes deste mundo.
Como no caso da sereia, tratei a encantação em termos de
cerimônia, sois-isso, sois-aquilo, dentro dos conformes por mim
aprendidos em colégio de frade a dez tostões por mês. Desse modo,
ficava logo estipulado que o cativo não andava em mão de um
coronelão do mato, despido de letras e aprendizados, uma vez que
vadiagem em trevas leva muito em conta a instrução dos
demandistas. No presente caso do lobisomem, nem careci de
empregar outras sabedorias. Mal dei a conhecer a sentença (“Dó
meu poder não saireis”), escutei, vinda de longe, saída das
profundas, uma vozinha implorar mais ou menos assim:
-Tenha pena de mim, Coronel Ponciano de Azeredo Furtado.
Sou um lobisomem amedrontado, corrido de cachorro, mordido de
cobra. Na lua que vem, tiro o meu tempo de Penitência e já estou
de emprego apalavrado com o povo do governo.
Em presença de petição tão dorida, de penitente cansado,
fiquei sem saber que partido tomar: do torniquete ou do lobisomem.
Mas de pronto, meu coração molenga resolveu derrogar a sentença
firmada. Concedi passaporte ao condenado:
- Estais livre!
Afrouxei o torniquete e aquela goela peluda sem tardança
deixou o aro dos meus dedos. Cabeça derreada, olhar já sem brasa
de lamparina, mergulhou o penitente na noite dos pastos. A Lua, de
novo descompromissada de nuvem, voltou ao clareado de antes. E
de toda essa labuta ficou um resto de enxofre no recinto da
desavença. Sei lá se da minha garrucha, sei lá se do lobisomem.
(O Coronel e o Lobisomem. Edições O Cruzeiro, Rio de Janeiro, 1965)
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Na figura abaixo, DM = MN = NC. Calcule a área da região hachurada.

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