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A primeira povoação do atual Município de Potiraguá foi fundada no ano de 1934 por Bento Alves, fazendeiro da região, em terrenos cedidos por João Antonio dos Santos, Dona Tranquilina Martins Ferraz e filhos, das fazendas Boa Vista e Fonte Nova, integrantes do Município de Encruzilhada. A povoação que surgia recebeu o nome de Belém. As autoridades de Encruzilhada tentaram instalar no arraial o Distrito de Araponga, no que foram impedidos pela população, insatisfeita não só com o nome de Araponga que lhe queriam dar, como também por não desejarem continuar subordinados ao município de Encruzilhada. Isso aconteceu no ano, de:
 

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É sabido que a partir da Independência do Brasil, no ano de 1822 e da Proclamação da República no ano de1889, a situação política baiana adquiriu maior estabilidade. Entretanto, houve, mesmo assim, vários conflitos que marcaram a história da Bahia. Analise as alternativas abaixo e assinale aquela que apresenta dois dos mais importantes conflitos:
 

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A capital do estado, Salvador, foi fundada em:
 

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A Bahia é um estado da Região Nordeste do Brasil. A história do povoamento do território baiano está atrelada à chegada dos portugueses no Brasil, em 1500, quando se iniciou a colonização brasileira. A cidade de Salvador, capital da Bahia, foi também a primeira capital do Brasil. Na atualidade, o estado é:
 

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De acordo com as orações em destaque, qual a que é classificada em oração coordenada sindética adversativa? Indique-a:
 

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Das alternativas abaixo, qual a que o verbo destacado é transitivo direto e indireto:
 

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Classifique as palavras destacadas, assinalando A para advérbios, B para preposições e C para conjunções:

( ) “Durante séculos pensei que a guerra fosse o desvio e a paz a rota” ( Afonso Romano de Sant’Anna)
( ) “Todo caminho que trilhamos pela primeira vez é muito mais longo do que o mesmo caminho quando já o conhecemos”.
( ) “O mais importante e bonito, no mundo, é que as pessoas não estão sempre iguais – ainda não foram terminadas – mas que elas estão sempre mudando”.
( ) “Na medida em que aprendemos de nossos erros, nosso conhecimento aumenta, mesmo que jamais possamos alcançar a certeza do saber”.
( ) “E quando você me envolver nos seus braços serenos, eu vou me rende“

Assinale a alternativa correta:
 

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Analise as frases a seguir e identifique aquela que está empregada na voz passiva sintética. Indique-a:
 

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Nas frases a seguir, classifique os termos destacados em:

1 – Pronome relativo
2 – Pronome indefinido
3 – Pronome demonstrativo
4 – Pronome interrogativo

( )“Aquele peru comido a sós, redescobria em cada um o que a quotidianidade abafara por completo ...” ( Mário de Andrade)
( ) “Estas são as ferramentas de que necessito
( ) Livro algum faz referência a este episódio.
( ) “Ela sorriu. Estava agora muito sobressaltada. A cada momento olhava o relógio”. (Eça de Queiroz)
( ) Gostaria muito de saber quem fez isso.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
 

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O TAPETE PERSA


Comprou um tapete, colocou no imenso living e ficou olhando. Mal se podia pisar com um pouco mais de firmeza, o dono do tapete perdia logo o fio de conversa. Se por acaso um amigo acendia um cigarro, ah, isso não, meu velho, tenha santa paciência, mas vá fumar lá fora, na varanda, isso aqui é tapete pra muito luxo, me custou os tubos, da Pérsia ali no duro, se me cai uma brasinha no chão eu lhe mando a mão na cara, desculpe a franqueza, mas comigo é assim, mais vale prevenir que remediar.

A mulher já nem podia receber em sua casa uma visita de cerimônia, porque logo de entrada ele ia avisando:

- Vai limpar o pezinho aí no capacho, não vai? Tapete novo ali na sala, coisa pra muito luxo, a senhora compreende... Preço de automóvel!

Quem, pelo preço de um tapete, compra um automóvel hoje em dia? Era o que ele pensava, quando se meteu no seu com toda a família e foi passar o verão em Petrópolis. Recomendara à empregada cuidados especiais com o tapete. A mulher sugeria enrolá-lo, mas onde colocar um canudinho de três metros de comprimento, quatro se enrolasse ao comprido? E poderia estragar-se, pois os tapetes, ainda que persas, foram feitos para ficar estendidos. Estava feliz: nem todos podem ter um tapete persa. Para muita gente era um ideal na vida.

Um belo dia a empregada descobriu, com pavor, que o tapete apresentava aqui e ali pequenas manchas de mofo. Abriu todo o apartamento, mas não satisfeita, resolveu dependurar o tapete na amurada da varanda para que apanhasse sol.

Ora, acontecia morar no apartamento de baixo um americano que invariavelmente chegava bêbado todas as noites e ainda bebia um pouco antes de dormir, mais um pouco ao levantar-se. Naquele dia, tendo o tapete obstruído por completo sua janela, cuidou ao acordar que ainda era noite e voltou para cama. Afinal, cansado de dormir, acendeu a luz e olhou o relógio: duas horas. Não poderia estar tão bêbado assim – convenhamos que às duas horas da tarde o dia já devia pelo menos

Ter começado a clarear. Ou passara o dia todo dormindo e seriam duas horas da noite?

Avançou pela janela e deu de cara com o tapete. Vendo que não conseguia olhar para fora, voltou-se, resignado, sem buscar explicação. Buscou antes uma faca e meteu-a no tapete como no ventre de um peixe, abrindo-o de alto a baixo. Depois enfiou a cabeça pelo rombo para ver se lá fora era noite ou dia. Infelizmente era dia. Não se conformando, puxou com violência o tapete e quando afinal acabou de recolhê-lo, deixou que tombasse no espaço e fosse cair lá embaixo, sobre as obras de um edifício em princípio de construção.

Muitos que viram se assustaram. Houve quem pensasse que o prédio estava vindo para baixo. Caiu uma “coisa” lá de cima! – Vários gritaram, apontando. O que foi? Alguém se atirou lá de cima? Uma mulher se atirou lá de cima!

- Nós mal começamos e este aqui já está mandando mobília – comentou um operário da construção, contemplando o tapete.

Enfim, não é todo dia que caem tapetes persas, das janelas dos apartamentos, pelo menos naquela rua. Alguns curiosos se ajuntaram, enquanto não se chamava a assistência. A empregada apareceu desvairada, e ao ver o tapete no chão enlameado, botou as mãos na cabeça e a boca no mundo.:

- Nossa Senhora, meu patrãozinho me mata!

No dia seguinte era o patrãozinho que, descendo de Petrópolis, ia ao apartamento de baixo disposto a matar o primeiro americano. No que disse yes, foi-lhe metendo o braço.

-Just a moment! Just a moment! – berrava o americano, se defendendo. - No fala portuguese! Must be some mistake!

- Misteique é a mãe – dizia o dono do tapete, enfurecido. Não satisfeito, pôs-se a quebrar coisa no apartamento do outro. Pouco havia que quebrar, além de uma garrafa de “Four Roses”, já vazia.

Afinal, mais calmo, preveniu:

- No fala portuguese mas pegar tapete, tá bem? Olha aqui, ô gringo, to pay my tâpet, morou?

- Let’s have a drink – propôs o americano.

(Elenco de Cronistas Modernos. Editora Sabiá, Rio de Janeiro. 1972)

Em: “Quem, pelo preço de um tapete, compra um automóvel hoje em dia? Era o que ele pensava, quando se meteu no seu com toda a família e foi passar o verão em Petrópolis.”. indique a alternativa que representa, em que tempo estão empregadas as formas verbais em destaque:
 

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