Foram encontradas 970 questões.
O funileiro
O funileiro que se instalou à sombra de uma árvore, na minha rua, é um italiano do sul. “Nós somos quase todos italianos
– diz ele. Mas tem de tudo. Tem muito cigano. Aí para Engenho de Dentro tem cigano que faz até tacho de cobre.”
– O senhor não faz?
Abana a cabeça. Trabalha entre Copacabana e Ipanema, onde ninguém quer tacho de cobre. Sinto, por um instante, a
tentação de lhe encomendar um tacho de cobre. Mas percebo que é um desejo pueril, um eco da infância.
O grande e belo tacho de cobre que eu desejo, ele não poderia fazê-lo; ninguém o poderia. Não é apenas um objeto de
metal, é o centro de muitas cenas perdidas, e a distância no tempo o faz quase sagrado, como se o fogo vermelho e grosso em
que se faziam as goiabadas cheirosas fossem as chamas da pira de um rito esquecido. Em volta desse tacho há sombras queridas
que sumiram, e vozes que se apagaram. As mãos diligentes que areavam o metal belo também já secaram, mortas.
Inútil enfeitar uma sala com vasilhame de cobre; a lembrança dos grandes tachos vermelhos da infância é incorruptível, e
seria transformar uma parte da própria vida em motivo de decoração. Que emigrado da roça não sentiu uma indefinível
estranheza e talvez um secreto mal-estar a primeira vez que viu, pregada na parede de um apartamento de luxo, um estribo de
caçamba? É como se algo de sólido, de belo, de antigo, fosse corrompido; a caçamba sustenta, no lugar da bota viril de algum
alto e rude tio da lavoura, um ramalhete de flores cor-de-rosa...
A beleza, suprema bênção das coisas e das criaturas, é também um pecado, punido pelo desvirtuamento que desliga o que
é belo de sua própria função para apresentá-lo apenas em sua forma. O antique tem sempre um certo ar corrupto e vazio; é
como se a sua beleza viesse de sua função e utilidade; e desligada destas assume um ar equívoco... O antique é sempre falso; é
uma coisa antiga que deixa de ser coisa para ser apenas antiga. A caçamba de teu apartamento jamais é autêntica. Pode tê-lo
sido, não é mais: é apenas um vaso de metal, para flores.
A tua caçamba, homem do apartamento, pode estar perfeita e brilhante; falta-lhe a lama dos humildes caminhos noturnos
por onde teu cavalo não marchou; nunca terás por ela a amizade inconsciente mas profunda do homem que a usou longamente
como estribo, que a teve na sua função, e não como vaso de flores.
O velho italiano conversa comigo enquanto bate, sabiamente, contra o ferro do cabeceiro, com um martelo grosso, o
fundo de uma panela de alumínio. Mas são longas as conversas do funileiro; são longas como as ruas em que ele anda, longas
como os caminhos da recordação.
(BRAGA, Rubem. In: 200 Crônicas Escolhidas – Círculo do Livro S.A.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Pessoa
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
O funileiro
O funileiro que se instalou à sombra de uma árvore, na minha rua, é um italiano do sul. “Nós somos quase todos italianos
– diz ele. Mas tem de tudo. Tem muito cigano. Aí para Engenho de Dentro tem cigano que faz até tacho de cobre.”
– O senhor não faz?
Abana a cabeça. Trabalha entre Copacabana e Ipanema, onde ninguém quer tacho de cobre. Sinto, por um instante, a
tentação de lhe encomendar um tacho de cobre. Mas percebo que é um desejo pueril, um eco da infância.
O grande e belo tacho de cobre que eu desejo, ele não poderia fazê-lo; ninguém o poderia. Não é apenas um objeto de
metal, é o centro de muitas cenas perdidas, e a distância no tempo o faz quase sagrado, como se o fogo vermelho e grosso em
que se faziam as goiabadas cheirosas fossem as chamas da pira de um rito esquecido. Em volta desse tacho há sombras queridas
que sumiram, e vozes que se apagaram. As mãos diligentes que areavam o metal belo também já secaram, mortas.
Inútil enfeitar uma sala com vasilhame de cobre; a lembrança dos grandes tachos vermelhos da infância é incorruptível, e
seria transformar uma parte da própria vida em motivo de decoração. Que emigrado da roça não sentiu uma indefinível
estranheza e talvez um secreto mal-estar a primeira vez que viu, pregada na parede de um apartamento de luxo, um estribo de
caçamba? É como se algo de sólido, de belo, de antigo, fosse corrompido; a caçamba sustenta, no lugar da bota viril de algum
alto e rude tio da lavoura, um ramalhete de flores cor-de-rosa...
A beleza, suprema bênção das coisas e das criaturas, é também um pecado, punido pelo desvirtuamento que desliga o que
é belo de sua própria função para apresentá-lo apenas em sua forma. O antique tem sempre um certo ar corrupto e vazio; é
como se a sua beleza viesse de sua função e utilidade; e desligada destas assume um ar equívoco... O antique é sempre falso; é
uma coisa antiga que deixa de ser coisa para ser apenas antiga. A caçamba de teu apartamento jamais é autêntica. Pode tê-lo
sido, não é mais: é apenas um vaso de metal, para flores.
A tua caçamba, homem do apartamento, pode estar perfeita e brilhante; falta-lhe a lama dos humildes caminhos noturnos
por onde teu cavalo não marchou; nunca terás por ela a amizade inconsciente mas profunda do homem que a usou longamente
como estribo, que a teve na sua função, e não como vaso de flores.
O velho italiano conversa comigo enquanto bate, sabiamente, contra o ferro do cabeceiro, com um martelo grosso, o
fundo de uma panela de alumínio. Mas são longas as conversas do funileiro; são longas como as ruas em que ele anda, longas
como os caminhos da recordação.
(BRAGA, Rubem. In: 200 Crônicas Escolhidas – Círculo do Livro S.A.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O funileiro
O funileiro que se instalou à sombra de uma árvore, na minha rua, é um italiano do sul. “Nós somos quase todos italianos
– diz ele. Mas tem de tudo. Tem muito cigano. Aí para Engenho de Dentro tem cigano que faz até tacho de cobre.”
– O senhor não faz?
Abana a cabeça. Trabalha entre Copacabana e Ipanema, onde ninguém quer tacho de cobre. Sinto, por um instante, a
tentação de lhe encomendar um tacho de cobre. Mas percebo que é um desejo pueril, um eco da infância.
O grande e belo tacho de cobre que eu desejo, ele não poderia fazê-lo; ninguém o poderia. Não é apenas um objeto de
metal, é o centro de muitas cenas perdidas, e a distância no tempo o faz quase sagrado, como se o fogo vermelho e grosso em
que se faziam as goiabadas cheirosas fossem as chamas da pira de um rito esquecido. Em volta desse tacho há sombras queridas
que sumiram, e vozes que se apagaram. As mãos diligentes que areavam o metal belo também já secaram, mortas.
Inútil enfeitar uma sala com vasilhame de cobre; a lembrança dos grandes tachos vermelhos da infância é incorruptível, e
seria transformar uma parte da própria vida em motivo de decoração. Que emigrado da roça não sentiu uma indefinível
estranheza e talvez um secreto mal-estar a primeira vez que viu, pregada na parede de um apartamento de luxo, um estribo de
caçamba? É como se algo de sólido, de belo, de antigo, fosse corrompido; a caçamba sustenta, no lugar da bota viril de algum
alto e rude tio da lavoura, um ramalhete de flores cor-de-rosa...
A beleza, suprema bênção das coisas e das criaturas, é também um pecado, punido pelo desvirtuamento que desliga o que
é belo de sua própria função para apresentá-lo apenas em sua forma. O antique tem sempre um certo ar corrupto e vazio; é
como se a sua beleza viesse de sua função e utilidade; e desligada destas assume um ar equívoco... O antique é sempre falso; é
uma coisa antiga que deixa de ser coisa para ser apenas antiga. A caçamba de teu apartamento jamais é autêntica. Pode tê-lo
sido, não é mais: é apenas um vaso de metal, para flores.
A tua caçamba, homem do apartamento, pode estar perfeita e brilhante; falta-lhe a lama dos humildes caminhos noturnos
por onde teu cavalo não marchou; nunca terás por ela a amizade inconsciente mas profunda do homem que a usou longamente
como estribo, que a teve na sua função, e não como vaso de flores.
O velho italiano conversa comigo enquanto bate, sabiamente, contra o ferro do cabeceiro, com um martelo grosso, o
fundo de uma panela de alumínio. Mas são longas as conversas do funileiro; são longas como as ruas em que ele anda, longas
como os caminhos da recordação.
(BRAGA, Rubem. In: 200 Crônicas Escolhidas – Círculo do Livro S.A.)
(Kock; Travaglia, 1993.)
Segundo o texto:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- MorfologiaAdjetivos
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- MorfologiaPreposições
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Retos
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
O funileiro
O funileiro que se instalou à sombra de uma árvore, na minha rua, é um italiano do sul. “Nós somos quase todos italianos
– diz ele. Mas tem de tudo. Tem muito cigano. Aí para Engenho de Dentro tem cigano que faz até tacho de cobre.”
– O senhor não faz?
Abana a cabeça. Trabalha entre Copacabana e Ipanema, onde ninguém quer tacho de cobre. Sinto, por um instante, a
tentação de lhe encomendar um tacho de cobre. Mas percebo que é um desejo pueril, um eco da infância.
O grande e belo tacho de cobre que eu desejo, ele não poderia fazê-lo; ninguém o poderia. Não é apenas um objeto de
metal, é o centro de muitas cenas perdidas, e a distância no tempo o faz quase sagrado, como se o fogo vermelho e grosso em
que se faziam as goiabadas cheirosas fossem as chamas da pira de um rito esquecido. Em volta desse tacho há sombras queridas
que sumiram, e vozes que se apagaram. As mãos diligentes que areavam o metal belo também já secaram, mortas.
Inútil enfeitar uma sala com vasilhame de cobre; a lembrança dos grandes tachos vermelhos da infância é incorruptível, e
seria transformar uma parte da própria vida em motivo de decoração. Que emigrado da roça não sentiu uma indefinível
estranheza e talvez um secreto mal-estar a primeira vez que viu, pregada na parede de um apartamento de luxo, um estribo de
caçamba? É como se algo de sólido, de belo, de antigo, fosse corrompido; a caçamba sustenta, no lugar da bota viril de algum
alto e rude tio da lavoura, um ramalhete de flores cor-de-rosa...
A beleza, suprema bênção das coisas e das criaturas, é também um pecado, punido pelo desvirtuamento que desliga o que
é belo de sua própria função para apresentá-lo apenas em sua forma. O antique tem sempre um certo ar corrupto e vazio; é
como se a sua beleza viesse de sua função e utilidade; e desligada destas assume um ar equívoco... O antique é sempre falso; é
uma coisa antiga que deixa de ser coisa para ser apenas antiga. A caçamba de teu apartamento jamais é autêntica. Pode tê-lo
sido, não é mais: é apenas um vaso de metal, para flores.
A tua caçamba, homem do apartamento, pode estar perfeita e brilhante; falta-lhe a lama dos humildes caminhos noturnos
por onde teu cavalo não marchou; nunca terás por ela a amizade inconsciente mas profunda do homem que a usou longamente
como estribo, que a teve na sua função, e não como vaso de flores.
O velho italiano conversa comigo enquanto bate, sabiamente, contra o ferro do cabeceiro, com um martelo grosso, o
fundo de uma panela de alumínio. Mas são longas as conversas do funileiro; são longas como as ruas em que ele anda, longas
como os caminhos da recordação.
(BRAGA, Rubem. In: 200 Crônicas Escolhidas – Círculo do Livro S.A.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O funileiro
O funileiro que se instalou à sombra de uma árvore, na minha rua, é um italiano do sul. “Nós somos quase todos italianos
– diz ele. Mas tem de tudo. Tem muito cigano. Aí para Engenho de Dentro tem cigano que faz até tacho de cobre.”
– O senhor não faz?
Abana a cabeça. Trabalha entre Copacabana e Ipanema, onde ninguém quer tacho de cobre. Sinto, por um instante, a
tentação de lhe encomendar um tacho de cobre. Mas percebo que é um desejo pueril, um eco da infância.
O grande e belo tacho de cobre que eu desejo, ele não poderia fazê-lo; ninguém o poderia. Não é apenas um objeto de
metal, é o centro de muitas cenas perdidas, e a distância no tempo o faz quase sagrado, como se o fogo vermelho e grosso em
que se faziam as goiabadas cheirosas fossem as chamas da pira de um rito esquecido. Em volta desse tacho há sombras queridas
que sumiram, e vozes que se apagaram. As mãos diligentes que areavam o metal belo também já secaram, mortas.
Inútil enfeitar uma sala com vasilhame de cobre; a lembrança dos grandes tachos vermelhos da infância é incorruptível, e
seria transformar uma parte da própria vida em motivo de decoração. Que emigrado da roça não sentiu uma indefinível
estranheza e talvez um secreto mal-estar a primeira vez que viu, pregada na parede de um apartamento de luxo, um estribo de
caçamba? É como se algo de sólido, de belo, de antigo, fosse corrompido; a caçamba sustenta, no lugar da bota viril de algum
alto e rude tio da lavoura, um ramalhete de flores cor-de-rosa...
A beleza, suprema bênção das coisas e das criaturas, é também um pecado, punido pelo desvirtuamento que desliga o que
é belo de sua própria função para apresentá-lo apenas em sua forma. O antique tem sempre um certo ar corrupto e vazio; é
como se a sua beleza viesse de sua função e utilidade; e desligada destas assume um ar equívoco... O antique é sempre falso; é
uma coisa antiga que deixa de ser coisa para ser apenas antiga. A caçamba de teu apartamento jamais é autêntica. Pode tê-lo
sido, não é mais: é apenas um vaso de metal, para flores.
A tua caçamba, homem do apartamento, pode estar perfeita e brilhante; falta-lhe a lama dos humildes caminhos noturnos
por onde teu cavalo não marchou; nunca terás por ela a amizade inconsciente mas profunda do homem que a usou longamente
como estribo, que a teve na sua função, e não como vaso de flores.
O velho italiano conversa comigo enquanto bate, sabiamente, contra o ferro do cabeceiro, com um martelo grosso, o
fundo de uma panela de alumínio. Mas são longas as conversas do funileiro; são longas como as ruas em que ele anda, longas
como os caminhos da recordação.
(BRAGA, Rubem. In: 200 Crônicas Escolhidas – Círculo do Livro S.A.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O funileiro
O funileiro que se instalou à sombra de uma árvore, na minha rua, é um italiano do sul. “Nós somos quase todos italianos
– diz ele. Mas tem de tudo. Tem muito cigano. Aí para Engenho de Dentro tem cigano que faz até tacho de cobre.”
– O senhor não faz?
Abana a cabeça. Trabalha entre Copacabana e Ipanema, onde ninguém quer tacho de cobre. Sinto, por um instante, a
tentação de lhe encomendar um tacho de cobre. Mas percebo que é um desejo pueril, um eco da infância.
O grande e belo tacho de cobre que eu desejo, ele não poderia fazê-lo; ninguém o poderia. Não é apenas um objeto de
metal, é o centro de muitas cenas perdidas, e a distância no tempo o faz quase sagrado, como se o fogo vermelho e grosso em
que se faziam as goiabadas cheirosas fossem as chamas da pira de um rito esquecido. Em volta desse tacho há sombras queridas
que sumiram, e vozes que se apagaram. As mãos diligentes que areavam o metal belo também já secaram, mortas.
Inútil enfeitar uma sala com vasilhame de cobre; a lembrança dos grandes tachos vermelhos da infância é incorruptível, e
seria transformar uma parte da própria vida em motivo de decoração. Que emigrado da roça não sentiu uma indefinível
estranheza e talvez um secreto mal-estar a primeira vez que viu, pregada na parede de um apartamento de luxo, um estribo de
caçamba? É como se algo de sólido, de belo, de antigo, fosse corrompido; a caçamba sustenta, no lugar da bota viril de algum
alto e rude tio da lavoura, um ramalhete de flores cor-de-rosa...
A beleza, suprema bênção das coisas e das criaturas, é também um pecado, punido pelo desvirtuamento que desliga o que
é belo de sua própria função para apresentá-lo apenas em sua forma. O antique tem sempre um certo ar corrupto e vazio; é
como se a sua beleza viesse de sua função e utilidade; e desligada destas assume um ar equívoco... O antique é sempre falso; é
uma coisa antiga que deixa de ser coisa para ser apenas antiga. A caçamba de teu apartamento jamais é autêntica. Pode tê-lo
sido, não é mais: é apenas um vaso de metal, para flores.
A tua caçamba, homem do apartamento, pode estar perfeita e brilhante; falta-lhe a lama dos humildes caminhos noturnos
por onde teu cavalo não marchou; nunca terás por ela a amizade inconsciente mas profunda do homem que a usou longamente
como estribo, que a teve na sua função, e não como vaso de flores.
O velho italiano conversa comigo enquanto bate, sabiamente, contra o ferro do cabeceiro, com um martelo grosso, o
fundo de uma panela de alumínio. Mas são longas as conversas do funileiro; são longas como as ruas em que ele anda, longas
como os caminhos da recordação.
(BRAGA, Rubem. In: 200 Crônicas Escolhidas – Círculo do Livro S.A.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Interações com Tecnologia, Sociedade e Meio Ambiente
- Química OrgânicaFunções Oxigenadas: Álcool, Fenol e Enol
O etanol é uma substância química, de fórmula C2H6O, pertencente à função orgânica dos álcoois. Comercialmente, é conhecido
como álcool etílico, sendo um líquido incolor, inflamável e miscível em água. Possui diversas aplicações industriais, dentre elas como
solvente e na produção de bebidas alcoólicas. O etanol é considerado um:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Teoria em HistóriaFundamentos da História : Tempo, Memória e Cultura
- História Geral
- História do BrasilPré-História Brasileira
No dia 21 de abril, é comemorado em todo o Brasil o Dia de Tiradentes. A data faz referência ao dia da morte do militar que teve
importante participação na Inconfidência Mineira. A Inconfidência Mineira, ou Conjuração Mineira foi um movimento que defendia:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Teoria em HistóriaFundamentos da História : Tempo, Memória e Cultura
- História Geral
- História do BrasilPré-História Brasileira
O termo “capoeira” significa “o mato que nasce depois do desmatamento”. O nome está relacionado à forma como se dava
a prática em seu início, realizada nas regiões de mato. O surgimento da expressão ocorreu na zona rural; somente depois chegou
aos espaços urbanos. Além da intenção de desenvolver algo como defesa corporal, a capoeira foi criada como mecanismo de resistência cultural. A origem da capoeira está associada ao contexto da:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Essa nova tecnologia oferece mais velocidade de conexão em rede banda larga, permitindo uma transmissão de dados mais eficiente
e confiável. Isso impulsiona a experiência do usuário, proporcionando uma navegação na internet mais fluida, downloads mais
rápidos e streaming de alta qualidade. Além disso, a latência mínima possibilita uma interação em tempo real, abrindo portas para
avanços em aplicações como realidade virtual, saúde digital e automação industrial. Trata-se da tecnologia:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container